Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.

As mais extensas exposições sobre demonologia cristã são o Malleus Maleficarum, de Heinrich Kraemer, Demonolatria, de Nicolas Rémy, e Compendium Maleficarum, de Francesco Maria Guazzo.

A demonologia se refere a catálogos que tentam nomear e definir uma hierarquia de demônios e espíritos malignos. Nesse sentido, a demonologia pode ser vista como uma imagem em espelho ou um ramo da angeologia, que estuda os anjos.

Os grimórios de ocultismo são tomos que conteriam os feitiços dessa versão da demonologia, contendo instruções de como convocar demônios e (espera-se), submetê-los à vontade do conjurador, embora nem todos os ocultistas antigos ou modernos necessariamente conjurem demônios.


quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O Poder da Magia de Salomão

O Poder na sua mão
Salomão, antigo rei e Mago, teve a sabedoria e poder nas suas mãos. Esse poder e ensinamentos, foram-lhe dados por Deus ( assim como Um anjo apareseu e entregou o anel e os pantáculos A Salomão).

Ele comandava anjos, espíritos elementais, astrais e demónios, apenas, com o poder da palavra e com o seu anel e pantáculos mágicos.

Após a sua morte, as suas Artes Mágicas pareciam que estavam perdidas para sempre.

Contudo, isso foi uma grande mentira. As Ordens Herméticas ocultaram, do resto da humanidade, as grandes verdades e os poderes de Salomão.

Como não existe nada que perdure para sempre, então, no século passado a verdade veio ao de cima. Mesmo assim, tentaram ocultar a verdade, novamente.

Agora, tem ao seu dispôr o poder e a Magia de Salomão, nas suas mãos. Além disso, receberá as palavras mágicas que lhe darão poder para fazer o que quiser, onde quer que esteja o para o que fôr.

Após a preparação, ( feita especialmente para si ) poderá fazer magia em qualquer parte em que estiver. A sua mão vai-se tornar numa espécie de "varinha mágica". Basca traçar o seu "símbolo mágico", no ar, com o dedo e dizer as palavras mágicas e... já está !!!

Exemplos:

  • Afastar uma pessoa perigosa

        Livrar-se de uma situação embaraçosa

        Acalmar e amansar qualquer pessoa

        Seduzir quem quiser

        Fazer magia para si ou para outra pessoa

        Tratar de um cliente ( se trabalhar em magia ) mal este saia do seu consultório ( em 10 minutos )

        E, muito mais...

    Como pode vêr, não precisa de muitas coisas, tais como:

        Andar a acender velas
        Fazer defumadores incómodos
        Andar em cemitérios, encruzilhadas e outros lugares sinistros
        Fazer jejuns e comidas especiais

    Além disso, pode fazer magia para si ou para outra pessoa, sem dispender de muito tempo

  •  
     
 O que é que o Anel e o Pantáculo de Salomão, podem fazer ?

#1    Ser amado e respeitado

#2    Ser desejado sexualmente

#3    Ser venerado ( por quem quer que seja )

#4    Conquistar as pessoas que quiser

#5    Dominar a pessoa amada

#6    Não passar despercebido, aos olhos das pessoas ( da sua preferência sexual )

#7    Ser pagiado e apaparicado por amigos e pessoas influentes

#8    Não passar despercebido ( entre a sociedade )

#9    Ascenção Social

#10  Poder e Liderança

#11  Derrubar e punir os inimigos

#12  Sucesso nos negócios

#13  Sucesso nos projectos ( estudos, exames, etc )

#14  Adquirir glamour e carísma

#15   Protecção contra todos os males espirituais


  #16  Alcançar a riqueza e o poder material. SIM !!!

#17 Seduzir quem quiser e onde estiver

#18 Limpar e exorcisar pessoas e locais

#19 Ter poder sobre os espíritos ( mesmo rebeldes )

#20 Remover bruxarias, invejas, pragas

#21 Protecção Espíritual Permanente


Perguntas mais frequentes
Terei que têr algum dom especial, para fazer os Rituais ?

- Não é necessário. Basta que esteja "preparado", saber ousar e ter descernimento.

Leva muito tempo para estar preparado ?

- Leva 14 dias

Terei que fazer pactos com os demónios ?

- Não e nunca. Você será o seu próprio Mestre. Nunca deve-se submeter a nenhum espírito. Antes porém, terá o Poder de comandá-los.
Salomão é um personagem da Bíblia (mencionado, sobretudo, no Livro dos Reis), filho de  David com Bate Seba, que teria se tornado o terceiro rei de Israel, governando durante cerca de quarenta anos (segundo algumas cronologias bíblicas, de 1009 a 922.a.C

Salomão na tradição bíblica

 

O nome Salomão ou Shlomô (em hebraico:שלמה), deriva da palavra Shalom, que significa "paz", tem o significado de "Pacifico". Foi adicionalmente chamado de Jedidias (em árabe سليمان Sulayman) pelo profeta Natã, nome que em hebraico significa "Amado de Jeová". (II Samuel 12:24, 25)
Idealização do Templo de Salomão
Foi quem ordenou a construção do Templo de Jerusalém, no seu 4.º ano, também conhecido como o Templo de Salomão, levado a efeito por Hiram Abiff, segundo a Bíblia, em Reis e em Crônicas. Depois disso, mandou construir um novo Palácio Real para o Sumo Sacerdote, o Palácio da Filha de Faraó, a Casa de Cedro do Líbano e o Pórtico das Colunas. A descrição do seu Trono era exemplar único em seus dias. Mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como diversas cidades fortificadas e torres de vigia.
Salomão se notabilizou pela sua grande sabedoria, prosperidade e riquezas abundantes, bem como um longo reinado sem guerras. É uma personagem bíblica envolta em muitos mitos e lendas extra-bíblicas. Foi após a sua morte, que ocorre o previsto cisma nas Tribos de Israel, originando o Reino de Judá (formado pelas 2 Tribos), ao Sul, e o Reino de Israel Setentrional (formado pelas 10 Tribos), ao Norte. 

Reinado de Salomão

Rei Salomão,filho de David, em seu trono.
Existem diferentes datas para divisão do reino de Israel. Veja isso em Cronologia Bíblica.
Adonias, o filho primogénito de David, proclamou-se pretendente ao Trono e sucessor de seu pai. Segundo os profetas, era da vontade Divina que o sucessor fosse Salomão, filho de David e Bate-Seba. Visto que Salomão não era o herdeiro imediato ao Trono, isso levou a intrigas e conspirações pelos partidários de Adonias. O direito de Salomão ao trono é assegurado mediante ação decidida de sua mãe, do Sumo Sacerdote Zadoque e do profeta Natã, com aprovação do idoso Rei David. Logo que se tornou rei, Salomão eliminou todos os conspiradores e consolidou o seu reinado.
Diferente de seu pai, Salomão não se tornou num líder guerreiro, e isso, não foi preciso. Soube manter a grande extensão territorial que herdara de seu pai. Mostrou, de acordo com a tradição judaica cristã, ser um grande governante e um juiz justo e imparcial. Soube habilmente desenvolver o comércio externo e da indústria, as relações diplomáticas com países vizinhos, o que levou a um progresso considerável das cidades israelitas.
Salomão casou com uma filha de  
 Faraó (Anelise) e recebeu como dote de casamento a cidade cananéia de Gezár. Renovou a aliança comercial com Hirão, Rei de Tiro. Ficou conhecido por ter ordenado a construção do Templo de Jerusalém (também conhecido como o Templo de Salomão), no Monte Moriá. Isto ocorreu no seu 4º ano de reinado, exatamente no 480.º ano (479 anos completos mais alguns dias ou meses) após o Exodo de Israel do Egipto. (Os historiadores e exegetas bíblicos consideram esta data como artificial, embora haja alguns biblistas que a consideram uma sincronização autêntica.)
Após isso mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como mandou reconstruir fortificar diversas cidades fortificadas (como por exemplo, Megido, Bete-Seã, Hazor …) e construir cidades-armazém.
Salomão organizou uma nova estrutura administrativa, dividindo as terras em 12 distritos administrativos governados por funcionários nomeados diretamente pela administração central. No exército, deu especial importância a cavalaria e aos carros de guerra. Dispunha no porto de Eziom-Geber, no Golfo de Aqaba de uma frota de navios comerciais de longo curso, chamados de "navios de Társis".
Segundo I Reis 11:3, Salomão tinha setecentas mulheres e trezentas concubinas, e "suas mulheres lhe perverteram o coração e o seu coração não era perfeito para com o Jeová seu Deus, como o coração de Davi, seu pai".

Divisão do Reino

Com a sua morte, Roboão, seu filho, sucedeu-lhe no trono. Em vez de ouvir o conselho sábio dos anciãos das tribos de Israel para aliviar a carga tributária e os trabalhos compulsórios impostos por seu pai, ele mandou aumenta-los. Isso levou à rebelião das tribos setentrionais e à divisão do Reino em dois novos reinos: o Reino de  Israel Setentrional(ou Reino das 10 Tribos, tendo como Rei Jeroboão I), e o Israel Meridional (tendo por capital Jerusalém e como rei, Roboão).

Tradição posterior

A tradição posterior imputaria a Salomão grande sabedoria e ao seu reinado o status de época áurea. Ele é considerado dentro da tradição judaico-cristã, como o homem mais sábio que já viveu até então. A Bíblia nos relata que no seu reinado diversos reis e governantes vinham a Israel fazer perguntas e receber conselhos do Rei Salomão, incluindo a. rainha de Sabá Durante os séculos posteriores, diversas obras de outros autores eram imputadas a Salomão, para dar-lhes valor.

História do Bebê

A Salomão é atribuída a famosa história de que duas mulheres foram ao seu palácio. Duas mulheres tiveram filhos juntos, um dos filhos morreu e a mãe do que morreu, pegou a da outra mãe. De manhã, ela percebeu que aquele que tinha morrido não era seu filho e começaram a discutir. Foram até o palácio do Rei Salomão e contaram-lhe a história. Ele mandou chamar um dos guardas e lhe ordenou: "Corte o bebê ao meio e dê um pedaço para cada uma". Falado isso, uma das mães começou a chorar e disse: "Não, eu prefiro ver meu filho nos braços de outra do que morto nos meus", enquanto a outra disse: "Pra mim é justo". Salomão, reconhecendo a mãe na primeira mulher, mandou que lhe entregassem o filho. 1 Reis 3:16-28

Salomão na tradição islâmica

 O Rei Salomão aparece no Corão com o nome de Sulayman ou Suleiman. No Islão, é considerado como um profeta e um grande legislador da parte de Alá .

Salomão à luz da História e da Arqueologia

 Até o presente, não há qualquer comprovação ou mesmo indícios significativos capazes de conferir autenticidade histórica à figura do rei Salomão, nem que Jerusalém tenha sido, por volta do século X a.C., o centro de um reino amplo e próspero, conforme descrito no Livro dos Reis. Ademais, tendo sido Salomão um rei famoso por sua sabedoria e riqueza (como mostrado na Bíblia), era de se esperar que seu nome fosse referido por outros povos daquela região, sobretudo pelos fenícios de Tiro, com quem o reino de Salomão manteria intenso comércio. A ausência de quaisquer achados arqueológicos dessa natureza parece indicar que Salomão é, na verdade, o símbolo de um passado glorioso (ainda que legendário) que a maioria dos povos antigos apreciava se atribuir.

 Profetas do islão no Alcorão Adam     Idris     Nuh     Hud     Saleh     Ibrahim     Lut     Ismail     Ishaq     Yaqub     Yusuf     Ayub     Mosque.svg
آدم     نوح     هود     صالح     ابراهيم     لوط     اسماعيل     شيث     اسحاق     يعقوب     يوسف     أيوب
Adão     Enoque     Noé     Éber     Selá     Abraão     Ló     Ismael     Isaac     Jacó     José     Jó Shoaib     Musa     Harun     Dhul-Kifl     Daud     Sulayman     Ilyas     Al-Yasa     Yunus     Zakariya     Yahya     Isa     Muhammad
شعيب     موسى     هارون     ذو الكفل     داود     سليمان     إلياس     اليسع     يونس     زكريا     يحيى     عيسى     محمد
Jetro     Moisés     Aarão     Ezequiel     David     Salomão     Elias     Eliseu     Jonas     Zacarias     João Batista     Jesus     Maomé 

Há pouca dúvida de que David e Salomão existiram. Mas há muita controvérsia sobre seu verdadeiro papel na história do povo hebreu. A Bíblia diz que a primeira unificação das tribos hebraicas aconteceu no reinado de Saul. Seu sucessor, David, organizou o Estado hebraico, eliminando adversários e preparando o terreno para que seu filho, Salomão, pudesse reinar sobre um vasto império. O período salomônico (970 a.C. a 930 a.C.) teria sido marcado pela construção do Templo de Jerusalém e a entronização da Arca da Aliança em seu altar.
Não há registros históricos ou arqueológicos da existência de Saul, mas a arqueologia mostra que boa parte dos hebreus ainda vivia em aldeias nas montanhas no período em que ele teria vivido (por volta de 1000 a.C.) - assim, Saul seria apenas um entre os muitos líderes tribais hebreus. Quanto a David, há pelos menos um achado arqueológico importante: em 1993 foi encontrada uma pedra de basalto datada do século IX a.C. com escritos que mencionam um rei David.
Por outro lado, não há qualquer evidência das conquistas de David narradas na Bíblia, como sua vitória sobre o gigante Golias. Ao contrário, as cidades canaanitas mencionadas como destruídas por seus exércitos teriam continuado sua vida normalmente. Na verdade, David não teria sido o grande líder que a Bíblia afirma. Seu papel teria sido muito menor. Ele pode ter sido o líder de um grupo de rebeldes que vivia nas montanhas, chamados apiru (palavra de onde deriva a palavra hebreu) - uma espécie de guerrilheiro que ameaçava as cidades do sul da Palestina. Quanto ao império salomônico cantado em verso e prosa na Torá hebraica, a verdade é que não foram achadas ruínas de arquitetura monumental em Jerusalém ou qualquer das outras cidades citadas na Bíblia.
O principal indício de que as conquistas de David e o império de Salomão são, em sua maior parte, invenções é que, no período em que teriam vivido, a arqueologia prova que a cultura canaanita (que, segundo a Bíblia, teria sido destruída) continuava viva. A conclusão é que David e Salomão teriam sido apenas pequenos líderes tribais de Judá, um Estado pobre e politicamente inexpressivo localizado no sul da Palestina.
Na verdade, o grande momento da história hebraica teria acontecido não no período salomônico, mas cerca de um século mais tarde. Entre 884 e 873 a.C., foi fundada Samária, a capital do reino de Israel, no norte da Palestina, sob a liderança do rei israelita Omri. Enquanto Judá permanecia pobre e esquecida no sul, os israelitas do norte faziam alianças com os assírios e viviam um período de grande desenvolvimento econômico. A arqueologia demonstrou que os monumentos normalmente atribuídos a Salomão foram, na verdade, erguidos pelos omridas. Ou seja: o primeiro grande Estado judaico não teve a liderança de Salomão, e sim dos reis da dinastia omrida.
Enriquecido pelos acordos comerciais com Assíria e Egito, o rei Ahab, filho de Omri, ordena a construção dos palácios de Megiddo e as muralhas de Hazor, entre outras obras. Hoje, os restos arqueológicos desses palácios e muralhas são o principal ponto de discórdia entre os arqueólogos que estudam a Torá. Muitos ainda os atribuem a Salomão, numa atitude muito mais de fé do que de rigor científico, já que as datações mais recentes indicam que Salomão nunca ergueu palácios e sim o Poder que lhe foi dado Por Deus, Salomão fes com que 79 Demonios erguesem o Templo Judeu.

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