Demonologia

Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.

As mais extensas exposições sobre demonologia cristã são o Malleus Maleficarum, de Heinrich Kraemer, Demonolatria, de Nicolas Rémy, e Compendium Maleficarum, de Francesco Maria Guazzo.

A demonologia se refere a catálogos que tentam nomear e definir uma hierarquia de demônios e espíritos malignos. Nesse sentido, a demonologia pode ser vista como uma imagem em espelho ou um ramo da angeologia, que estuda os anjos.

Os grimórios de ocultismo são tomos que conteriam os feitiços dessa versão da demonologia, contendo instruções de como convocar demônios e (espera-se), submetê-los à vontade do conjurador, embora nem todos os ocultistas antigos ou modernos necessariamente conjurem demônios.


quinta-feira, 14 de abril de 2016

Materialização completa, Identificação perfeita

Nos artigos anteriores ficou estabelecido que todos os tipos de fenômenos parafísicos, não só no aspecto material, mas também no aspecto diretor, devem-se aos vivos (“animismo”). Poderia haver alguma exceção? (“espiritismo”, demonologia etc.?)

No Congresso Internacional de Varsóvia, René Sudre enumerou quinze fatos ou condições, apresentados pelos “mestres” espíritas mais prestigiados, entre os espíritas para defender a intervenção espíritos dos mortos no mundo dos vivos. Poder-se-iam acrescentar mais dois ou três tipos de fenômenos. Entre estas “provas”, quatro ou três são tipos ou condições de fenômenos parafísicos: materializações completas, algumas aparições, certas moldagens e impressões digitais (a fogo!: pirogênese).
 

 Corpo inteiro

Albert de Rochas reconhece acertadamente que é o inconsciente do vivo – e até aventura-se a aceitar que poderia alguma vez ser o consciente – quem molda o seu ectoplasma em forma de mãos, rostos etc. (ecto-colo-plasmia; de cólon = membro) e mesmo de fantasmas tênues (fantasmogênes)

Mas – acrescenta – há “fatos que só podem ser explicados por meio da possessão temporária (…) por uma entidade inteligente de origem desconhecida. Tais são as materializações de corpos humanos inteiros (…) Na materialização de um corpo completo, este corpo é quase sempre animado por uma inteligência diversa da do médium. Qual a natureza dessas inteligências? Em que fase da materialização intervêm elas para dirigir a matéria física exteriorizada? São questões do mais alto interesse, que ainda não puderam ser respondidas por meus colaboradores nem por mim”.

Se podem ser respondidas é precisamente o que estes artigo pretende elucidar…

Os espíritas passam por cima… da circunspecção de Rochas

Segundo muitos “mestres” espíritas, a inteligência desconhecida não poderia ser o inconsciente do vivo. Para eles, trata-se de “materialização completa, identificação perfeita”, prova incontroversa da intervenção dos espíritos dos mortos. A materialização, isto é, a formação completa do ser humano com peso, respiração, circulação sangüínea, todo tipo de detalhes fisionômicos etc., enfim, tudo, seria manifestamente melhor identificação do que as impressões digitais…

Não qualquer materialização. Por mais completa que seja. Inicialmente contra o slogan “materialização completa, identificação perfeita” haveria que descartar muitíssimas materializações onde o parecido com a pessoa representada não seja completo.

A Federação Espírita Brasileira dá muita importância a uma materialização que o médium Florence Cook… teria realizado. Acrescenta-a à história de Katie King – este caso sim muito célebre e importante – e a um livro, também de alguma importância, de Aksakof:

Em várias sessões a materialização de uma jovem… Na sessão quarta disse: “Não me reconheceis, minha mãe?” Um instante depois “Florence, o espírito de minha filha, veio sentar-se nos meus joelhos. Tinha os cabelos longos e flutuantes. Seus braços estavam nus, assim como os seus pés, sua roupa não tinha nenhuma forma, dir-se-ia que estava envolvida por alguns metros de musselina (…) Esse espírito não trazia toca, sua cabeça estava desguarnecida”.

“Exclamei: ‘Florence, minha querida, és tu realmente? Respondeu ela: ‘Iluminai mais e olhai minha boca’. Vimos então distintamente seu lábio deformado, como no seu nascimento, quando os médicos que então a viram declararam que o caso era muito raro. Minha filha só vivera alguns dias. Ela crescera no mundo dos espíritos (?!), e parecia ter 17 anos. Vendo essa prova inegável da sua identidade, derramei bastantes lágrimas, sem poder dizer uma palavra”.
Não interessa agora discutir se com toda essa emotividade a Sra. Ross-Church tinha condições de exercer qualquer controle sobre uma fraude facílima. Nem se tinham capacidade de controlar coisa alguma os outros dois – e só dois – assistentes à sessão, ambos espíritas mais do que convictos…

Nem interessa discutir se é possível na eternidade – onde não há tempo! – que uma menina de poucos meses cresça até adquirir um corpo (perispirítico?) de 17 anos… O que interessa agora frisar é que o slogan de “materialização completa, identificação perfeita” não se pode aplicar a casos como este, onde nem sequer a mãe reconhece sua filha materializada. Onde a identificação proviria só de um detalhe: lábio deformado quando criancinha. Necessariamente após 17 anos seria muito diferente: nem sequer esse detalhe pode ser, contra o que se afirma, “prova inegável de sua identificação”.

Neste artigo tratamos unicamente de casos onde a materialização seja completamente igual à pessoa representada quando viva. Ou, seja!…, com pouca diferença. Esse é o sentido do slogan espírita.

A refutação… dessa convicção espírita é, inclusive, muito fácil:
Se a escotografia, a ectoplasmia, a ecto-colo-plasmia, a fantasmogênese e a transfiguração são reconhecidos como ideoplasmia dos vivos (a imagem que os vivos têm), por que não considerar também ideoplasmia dos vivos a materialização?

Logicamente, o fenômeno em si mesmo, seria simplesmente um pequeno grau, um pequeno passo a mais, na graduação ideoplástica nos fenômenos ectoplasmáticos. Nenhuma diferença essencial. O que a materialização teria de mais imagem, de mais idéia, de mais identificação.

Assombrações

A assombração é definida como: “objeto fantástico ou fantasma que assombra, que causa terror; alma do outro mundo, aparição; susto causado pelo encontro ou aparição de coisas sobrenaturais; terror procedente de causa inexplicável”.



     Quando se fala em assombração, todos têm uma história fantástica ou misteriosa para contar. São experiências vivenciadas ou testemunhadas por alguém conhecido, por um familiar ou pelo próprio narrador, transmitidas oralmente, muitas vezes sem possibilidades de comprovação, principalmente porque são experiências individuais. São revelações, avisos, aparições de alguém que já morreu.



      Pode-se dizer que assombração é um assunto fascinante e envolvente. Quem, em algum momento da vida, não parou para ouvir, algumas vezes até contar, uma arrepiante história de assombração? São casos de almas penadas que habitam casarões antigos; são pessoas que aparentemente estão vivas, caminhando, conversando e de repente desaparecem ao chegar em frente ao cemitério; barulho de louça quebrando, quando se vai verificar, a louça está intacta; choro angustiante de criança, onde não há ninguém; cadeiras que balançam como se tivesse alguém sentado; arrastados de chinelos ao longo da casa; arrastados de correntes (dizem que eram os negros torturados na época da escravidão); bibliotecas onde ilustres leitores que já morreram voltam para leitura ou consulta; pessoas que estão sem paz, por terem escondido bens, e voltam para revelar onde está a botija (tesouro enterrado) e outros casos mais.



      Muitas dessas histórias já fazem parte do folclore brasileiro, algumas são histórias próprias da zona rural, outras são mais urbanas, outras estão diretamente ligadas ao local, à determinada casa. São as casas ou ruas mal-assombradas. Outros fantasmas são característicos de determinadas situações. O Recife tem um rico repertório de histórias de assombrações, muitas estão eternizadas em livros, como Assombrações do Recife velho, do escritor e sociólogo Gilberto Freyre, como as histórias da Cruz do Patrão.



       A Cruz do Patrão é o lugar considerado mais assombrado do Recife. Trata-se de uma coluna de alvenaria que foi erguida no século XVII, entre o Forte do Brum e o do Buraco, para servir de baliza para os barcos que atracavam. Nesse lugar, enterravam os negros que morriam durante a viagem da África para o Brasil. Maria Graham, cronista inglesa, declara em seus relatos ter visto partes de corpos em volta dessa coluna. As histórias de assombrações na Cruz do Patrão, são muito conhecidas. Há casos de causar arrepios.



       Um caso de assombração arrepiante é o da “Mulher do Algodão” que, embora tenha acontecido no Rio de Janeiro, foi manchete de jornais e ficou conhecida em boa parte do Brasil, tendo, inclusive, sido objeto de reportagem do Diario de Pernambuco de agosto de 1978. Era o fantasma de uma mulher que aparecia com algodão na boca, nariz e ouvidos, geralmente nos banheiros dos colégios, aterrorizando as crianças, na década de setenta. Diziam que a mulher do algodão havia morrido atropelada e um filho dela teria morrido no banheiro da escola, onde passou um dia inteiro trancado, de castigo.



       As histórias misteriosas, de assombrações e fantasmas, não aconteciam apenas no passado, elas sempre existiram e provavelmente continuarão a existir. Conta-se aqui um caso, relativamente recente, podendo ser intitulado de “A confraternização”.



       Um determinado setor da Fundação Joaquim Nabuco, contava com seis funcionários. Um deles, aliás muito querido pelos colegas, havia morrido no mês de abril. Em dezembro do mesmo ano, os outros colegas do setor resolveram fazer a confraternização de final de ano, como era de costume, no mesmo restaurante que iam quando o colega estava vivo. Sentaram-se à mesa, de seis lugares, sendo que desta vez uma cadeira ficou desocupada. Comeram, beberam, fizeram brinde ao colega ausente e até tomaram umas a mais em nome do falecido.



       Finalmente, solicitaram a conta, já dividida pelo número de pessoas, como era hábito entre eles. Três deles fizeram o pagamento com cheque e dois com cartão de crédito. Os que pagaram com cartão, tiveram suas contas um pouco majoradas em relação aos três que pagaram com cheque e pediram explicação ao garçom que logo voltou com a resposta: “a conta foi dividida pelos seis que estavam na mesa e como só recebemos três cheques e dois cartões, a parte que ficou (a sexta parte) da conta foi dividida para os dois cartões”.



       Na hora todos pensaram a mesma coisa, ou seja, que o colega falecido estivera o tempo todo participando da confraternização ali na mesa com eles, pelo menos na visão da pessoa que “fechou” a conta. Um dos colegas, ainda disse em tom de brincadeira: “Puxa cara, a gente não se incomoda de pagar, mas por favor avisa antes!”

O que a Bíblia diz sobre fantasmas assombrações?

Encontre a seguir algumas verdades bíblicas sobre assombrações, fantasmas e visitas dos espíritos de pessoas mortas. Há apenas alguns incidentes que lidam com os viventes tendo alguma forma de contato com uma pessoa "morta".

a) Em 1 Samuel 28:7-19, o Rei Saul procura por uma mulher com um espírito de um demônio para perguntar a Samuel o que fazer. O fato de que ela realmente consegue se comunicar com os mortos a choca (v.12), indicando que não tinha acontecido previamente.

b) Em Mateus 17:1-8, Pedro, Tiago e João vêem Moisés e Elias com Jesus por um curto período de tempo.

c) Em Lucas 16:19-31, Jesus conta a história de um homem rico e Lázaro. Nessa história aprendemos que há duas divisões para os mortos até o Julgamento do Grande Trono Branco (Apocalipse 20:11). Também nessa história, o homem rico pede que Lázaro seja mandado de volta para advertir os que ainda vivem. Abraão diz que de nada adiantaria porque se as pessoas se recusaram a acreditar na Palavra Escrita de Deus, eles não acreditariam em mais nada, mesmo se alguém se ressuscitasse dos mortos.

Das três passagens acima, podemos concluir que há divisões onde os espíritos dos mortos habitam por agora, e apesar de alguns incidentes onde Deus permitiu a interação entre os mortos e os viventes, essas situações foram raras e não tão comuns quanto o contato entre pessoas e seres angélicos. Lucas 16:27-31 também aparenta indicar que nenhum espírito humano pode retornar e visitar os viventes sem permissão, e se permissão não foi dada para advertir as pessoas para fugir da ira que está para vir, não seria dada por motivos insignificantes.

Apesar de só haver dois exemplos que lidam com a comunicação com as pessoas mortas, há várias ocasiões que envolvem contato com seres angélicos, tanto os anjos bons e os anjos ruins (demônios). Muitos dos exemplos que envolvem um bom anjo se referem ao "Anjo do Senhor", às vezes se referindo à aparição do Filho de Deus pré-incarnado (Cristofania). Mas muitos outros se referem aos bons anjos que Deus usa para ministrar a nosso favor (Hebreus 1:14). Para fazer isso, às vezes eles manipulam o ambiente físico, por exemplo: 1 Reis 19:5-7 (o anjo toca Elias e providencia comida e bebida para ele); 2 Reis 19:35 (o anjo mata 185000 Assírios); Daniel 6:22 (o anjo fecha as bocas dos leões); Atos 12:23 (o anjo mata o rei Herodes por aceitar louvor como se fosse um deus).

Dessa mesma maneira, há exemplos nos quais anjos ruins (demônios) são registrados interagindo com pessoas. Eles também podem manipular o ambiente físico. Em Jó 1:12-19, eles manipulam as pessoas para que façam maldade; eles usam fogo do céu para consumir rebanhos de ovelhas. Eles também fazem com que um vento derrube a casa de Jó onde seus filhos estavam. Nos evangelhos, vários exemplos são registrados de demônios possuindo pessoas (Mateus 8:16,28f.; 9:32-33; 12:24; 15:22; 17:18; etc.) Nesses exemplos, e em vários outros, a manifestação de ser possuído por um demônio envolvia algum elemento físico (ficar mudo, epilepsia, cegueira e, às vezes, força supernatural). Eles também possuíram o corpo de muitos porcos antes de pular na água e se afogarem (Mateus 8:28).

Podemos notar três coisas sobre os demônios: (1)Os demônios não têm nenhum poder sobre qualquer pessoa que vai além do que Deus permite; quer dizer, Satanás (e sua multidão de anjos) são como cachorros vadios com correias e é Deus quem os controla. Eles só podem fazer o que Deus permite (Jó 1:12; Jó 2:6; Mateus 8:31-32). (2) Os exemplos de envolvimento demoníaco registrados nas Escrituras são bem mais frequentes do que os exemplos de interação com pessoas mortas. (3)Cristo deu aos Seus discípulos autoridade sobre os demônios (Marcos 16:17; Lucas 9:1; 10:9).

Você pode até se perguntar por que Deus permite que os demônios lidem conosco. Se estão sob o Seu controle, por que Ele não proíbe a interação com humanos? Na incompreensível sabedoria de Deus, Ele pode usar os desejos e intenções malignos de Satanás para um bom propósito. Em Marcos 1:13, Deus usa as tentações de Satanás para provar que Jesus não tinha qualquer pecado. No livro de Jó, Deus usa Satanás para mostrar a integridade do caráter de Jó e depois o recompensa em dobro por tudo que passou. Em 2 Coríntios 12:7, Deus usa a aflição de Satanás sobre Paulo para não deixar com que Paulo ficasse orgulhoso. No caso dos descrentes, Satanás e seus anjos servem como um tipo de estimulante, juntamente com a influência de um mundo ainda perdido e os desejos da natureza pecaminosa, para salientar a maldade que habita dentro deles, revelando então o estado de sua verdadeira natureza pecaminosa (Mateus 15:18-19; Efésios 2:1-3; Apocalipse 20:7-9).

Agora, à medida que examinamos as Escrituras, principalmente as epístolas que se focalizam nas nossas vidas na "era da igreja",encontramos muito pouco que descreve como devemos interagir com os demônios. Podemos achar, no entanto, instruções para não achar que podemos enfrentá-los com nossa habilidade e forças (Judas 1:9). Também não devemos nos perguntar continuamente se há demônios agora mesmo ao nosso redor (provavelmente sim... e às vezes eles se manifestam!). Mas se estão ou não, eles não devem ser o nosso foco). Por que não? Porque eles não têm nenhuma autoridade que vai além do que Deus os dá. Quem e o que então deve ser o nosso foco? Nosso foco deve ser em Deus e nos comandos claros que Ele nos deu na Bíblia; se Ele é o nosso foco, não temos mais nada a temer (Salmo 27:1).

Não devemos ficar muito fascinados com o mundo dos espíritos, mas apenas fascinados com o Deus Criador e Seu maravilhoso caráter e atributos (Salmo 27:4; Salmo 73:25). Se encontrarmos manifestações de posse e atividade demoníacas à medida que servimos a Cristo e dependemos dEle, precisamos apenas nos voltar a Ele com uma simples oração e depender da Sua Palavra e direção do Seu Santo Espírito. Na verdade, essa é a forma que devemos estar encarando a vida mesmo quando não há NENHUMA manifestação evidente de atividade demoníaca, pois Satanás frequentemente trabalha em secreto, nunca tornando evidente a sua presença ou a dos seus demônios (2 Coríntios 11:13-15).

Se os demônios manifestarem sua presença em algum lugar, devemos nos perguntar o motivo. Há algum ídolo pagão, um fetiche usado em louvor pagão, etc. (Deuteronômio 32:16-17; Salmo 106:37-38; 1 Coríntios 10:19-21)?Ou talvez seja o caso que alguém se deixou possuir por um demônio ou permitiu envolvimento demoníaco em sua vida através de um pecado que continua a se repetir (Efésios 4:27). Qualquer coisa que estiver em oculto deve ser queimado, assim como Paulo e outros Cristãos trataram os livros que foram queimados em Atos 19:18 e todo pecado deve ser confessado a Deus (1 João 1:9).

Em resumo, é bíblico acreditar em demônios e que muitas “assombrações” ou são ilusões de impostores, ou realmente envolvem uma atividade demoníaca atual e visitas de espíritos humanos. O uso de canais para procurar a ajuda de “espírito guia” ou “espírito ajudante”, ou para procurar cartões de Tarô, participar de sessões espíritas, escutar músicas pesadas de Rock – tudo isso é estar convidando o envolvimento de demônios em sua vida. É bíblico não ficar tão obcecado pela existência do mundo dos espíritos. Em nenhum lugar das Escrituras podemos encontrar qualquer precedência para assim agir. Ao invés disso, devemos estar consumidos pela Palavra de Deus (Salmo 119) e nos dedicar a conhecer a Cristo (Filipenses 3:8-10), a oferecer nossas vidas como um sacrifício vivo (Romanos 12:1-2), e a fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:18-20, etc.). A única liberdade que os incrédulos podem ter do pecado e do inimigo é através do que encontramos apenas em Cristo (João 8:32-36; Romanos 6:16-23; Efésios 2:1-10). Precisamos nos concentrar em compartilhar o Evangelho de Cristo com outras pessoas. O Evangelho é o poder de Deus para libertação do pecado e de Satanás (Romanos 1:16; 1 Coríntios 1:18).

Jornalista ‘arranhado por fantasma’ durante reportagem em casa mal-assombrada

Ao investigarem a história de uma casa mal-assombrada em Hanover, na Pennsylvania (EUA), a jornalista Katie Kyros e o operador de câmera Nick Petrillo levaram o maior susto de suas vidas.

Enquanto colhiam o depoimento de DeAnna Simpson, a dona da residência, o câmera sentiu um arranhão em um dos braços.

“Basicamente, quando entramos na casa, eu não senti nada”, disse Nick, que acabou se tornando um dos personagens da reportagem.

“Alguns minutos depois, senti uma sensação estranha, como se um pedaço de metal quente estivesse rasgando meu braço. Quando olhei, percebi que havia um arranhão no local”, explicou.





O fotojornalista declarou à reportagem que “nunca havia sentido nada parecido” em sua vida. Nick declarou ser completamente cético até então, e que a experiência na casa o fez mudar de opinião.

“Eu não acreditava até isso acontecer, era realmente cético”, afirmou.

A resposta da dona da casa foi a seguinte: “Sabe por que isso aconteceu? Porque você está tentando contar a história. Esta é a maneira que eles encontraram de avisar você que isso é perigoso”, explicou.

A jornalista Katie Kyros disse que sentiu toques e foi “beliscada” durante a reportagem dentro da casa. A dupla disse ter visto “estranhas luzes nas paredes” e ouvido “sons esquisitos”.

Há sete anos na casa, DeAnna e o marido sentem vontade de deixar o local, mas precisam recuperar o dinheiro investido para só depois saírem do imóvel.

Katie e Nick levaram um tabuleiro de Ouija para fazer a reportagem. A dona da casa pediu que não levassem o objeto para dentro de sua residência.

Os moradores já fotografaram aparicões de demônios e fantasmas. Os seres do além atormentam a vida dos dois.

O casal garante que os seres sobrenaturais arranham e queimam as pessoas no interior da casa.

A história chamou a atenção do canal de TV, que enviou uma equipe para filmar o local. O cinegrafista Nick Petrillo foi arranhado e sentiu a pele de sua mão queimando enquanto filmava dentro da residência.






Ao contar para a Deanna dos arranhões e queimaduras, Nick teve que parar de filmar para que a dona da casa amaldiçoada passasse água benta nas feridas.

Horror

Denna contou que encontra aparições horríveis diariamente no local. "Uma noite, eu estava dormindo e sonhei que havia dois homens perto de mim", disse. "Quando acordei vi que havia duas aparições me encarando ao lado da cama."

Outra vez, ao olhar no espelho do banheiro Deanna viu o reflexo de uma garota morta e ensaguentada.

"Tudo começou com coisas pequenas como sons de passos, portas fechando sozinhas, sons de choros ou gritos vindo de quartos vazios", ela contou.

O demônio que atacou o cinegrafista é uma das aparições mais horríveis. Em praticamente todas as fotos tiradas no interior da casa, ele aparece como uma sombra de quase três metros de altura (na foto abaixo, à esquerda).




O casal não consegue vender a casa nem se livrar das forças da escuridão, apesar das numerosas visitas de padres, pastores e médiuns.

"Isto aqui é o inferno", diz Deanna.

Espíritos captados em fotografias Veja e dê sua opinião Cuidado com as selfies! Você também poderá captar algo!

Duas amigas foram tomar cerveja num bar e tomaram um susto antes de começar a beber. Aconteceu no último domingo (26). Pra marcar o momento, Victoria Greeves, de 22 anos, e Kayley Atkinson, de 23, fizeram uma inocente selfie. O bar, chamado Slug and Pun, em Newcastle, na Inglaterra, estava vazio. "Só tinha a gente e um ou dois casais", contaram. Quando foram ver a fotinho, quase caíram pra trás. Apareceu uma figura sinistra entre as duas. Dá a impressão de ser uma mulher vestida com roupas do século 19, ou o fantasma dela





O caso ocorreu neste pub. O dono disse que nunca tinha visto "nada igual"

"Ainda não consigo olhar direito para a foto", diz Kayley (à esquerda). "Acabou com a nossa balada e ainda sinto medo". As duas amigas, que se conheceram há seis anos, sempre vão ao mesmo bar
Foto: Reprodução (Daily Mail)







Nessa fotos da turma de amigas o que é essa estranha figura no meio delas? Um site gringo especializado em paranormalidade marcou e aproximou o rosto assustador desse vulto







Esse cara é um taxista de Armenia, uma cidade no centro-oeste da Colômbia. Ele se chama Rai Lopez e estava tirando essa selfie. Quando olhou a foto que fez, notou esse vulto esquisito no banco de trás. Ele jura que não tinha ninguém na hora. detalhe: ele estava perto de um cemitério, à espera de duas mulheres que estavam num velório. A imagem causou polêmica e intermináveis discussões nas redes sociais





Essa foto mostra a sombra de três marinheiros sentados na arquibancada de uma escola em Pearl Harbor, Hawaii. Acredita-se que eles tenham morrido durante o ataque japonês na cidade 




Acidentes terríveis também costumam render sustos, como o desse vulto perto desse capotamento. 





Tem outra foto com uma mão que dá calafrios: aparece ao lado dessa garota à esquerda. As duas não sabem do que se trata



Uma mulher está digitando algo no seu laptop e é observada por algo inusitado na janela 







Em uma viagem de férias em 1988, o senhor Todd colocou o timer na câmera e tirou uma foto com o grupo de amigos. Acontece que na primeira tentativa a foto parecia não ter dado certo. Eles tentaram uma segunda vez e funcionou. Quando o filme foi revelado, a primeira foto apareceu. Na comparação com a segunda, que havia dado certo, é possível ver que uma mulher extra apareceu na imagem. Aparentemente ela esta flutuando por cima da mesa








Clifford Hoyt o homem que visitou o inferno

E quantas vezes, quando algo de ruim acontece com na sua vida você logo diz: “Eu estou vivendo no inferno”? O que não passa de uma pesada metáfora para todo mundo, para Clifford Hoyt foi uma realidade de fato. Ele ficou conhecido no mundo inteiro como o homem que visitou o inferno.






Tudo começou depois que Cliff acordou de um coma após um grave acidente automobilístico, sofrido em 1999. Ele contou para a enfermeira do hospital que tinha estado no inferno e sofreu algumas torturas. Claro que ele não foi levado à sério e chegou a passar por um tratamento psicológico. Contudo, esse foi apenas o início do pesadelo de Clifford. Conheça a história completa e analise você mesmo!

O acidente e o tratamento







Clifford Hoyt tinha apenas 31 anos na época. Ele voltava par casa em um dia qualquer quando bateu o seu carro e teve sérios ferimentos. O acidente o levou à um coma profundo, onde ele permaneceu assim por alguns meses. Em todo o período que Clifford esteve internado e desacordado não houve nenhum tipo de alteração em batimentos cardíacos e pulsação. Ele de fato parecia bem normal aos olhos dos médicos e enfermeiros.

Acontece que ao acordar, ele estava completamente perturbado e assustado. Clifford teve uma série de ataques de pânico e contava com detalhes tudo o que passou na sua suposta visita ao inferno. Médicos o atestaram com distúrbio mental e suposta esquizofrenia. Mesmo ele falando numa veracidade muito forte, era impossível de acreditar. Foi quando Clifford chegou a ser encaminhado para um centro de tratamento psicológico e deu início aos exames.






Incrivelmente não foi atestado nenhum tipo de anomalia nos testes. Justamente por esse motivo, Clifford se negou a ficar internado e foi para casa. E então aconteceu tudo de novo.

Tormentos constantes

Passadas algumas semanas da alta no hospital, a polícia foi chamada ao apartamento Clifford. Dessa vez os vizinhos reclamavam que ele estava ouvindo a mesma música há dias. O som era estranho e bem perturbador. O síndico do prédio chegou a bater na porta de Clífford que afirmou estar tudo bem. Já quando a polícia entrou no apartamento, encontrou Clifford totalmente nu, com cortes por todo o corpo e segurando uma barra de gelo, exatamente como mostra a foto abaixo. Ela foi tirada pelo síndico do prédio, quando a polícia chegou ao apartamento de Clifford.

Clifford Hoyt picture

Ao ser levado para a delegacia e questionado sobre o porquê estar naquele estado, Clifford disse que os demônios ainda tentavam pegá-lo, que sentia o seu corpo queimando quando esses demônios se aproximavam e que a música estranha que tocava em seu apartamento ajudava a acalmá-lo e afastar as bestas. Clifford chegou a ser internado novamente, quando a equipe médica o levou à uma série de bateria de exames e afirmaram que no acidente ele sofrera algumas lesões que causavam essas alucinações.

Novo tratamento

Dessa vez Clifford ficou internado no centro psicológico, mas não por vontade própria. Como os cortes encontrados em seu corpo ameaçavam a sua sanidade – mesmo ele atentando que não foram cortes feitos por si próprio -, a família conseguiu uma autorização judicial para mantê-lo na clínica. Por lá, Clifford permanece até hoje e não se tem notícias sobre pesadelos, mas por um bom tempo ele ainda atestava ver os demônios e sentir o corpo fervendo, como se estivesse me chamas.

A história de Clifford é tratada como uma lenda da internet, já que mais dados sobre ele não foram divulgados. Contudo, há alguns documentários mostrando toda a sua história. Em 1998, exatamente um ano antes dessa experiência, Bill Wiese também passara pela mesma experiência negativa. Após publicação do que ocorrera com Clifford, Bill também divulgou a sua história e a publicou no livro 23 minutos no inferno.

E aí, o que você acha dessa história? Apesar dos poucos dados, é de fato assustador! Será  loucura ou Clifford de fato foi ao inferno e voltou

Telecinésia Aprenda a usar a Força da Mente para Mover Objetos

Mover objetos com o poder da mente. Quem não sonhou em poder fazer isto? Neste post vou ensinar algumas técnicas que podem te ajudar neste sentido.
O Exercício da PSI Whell

Objetivo: fazer girar um pedaço de papel sobre uma agulha.
Você vai precisar: papel, agulha e uma base para apoiar a agulha (isopor, vela, papelão, por exemplo)
 Pegue o papel e deixe ele quadrado. Não pode ser muito grande. O meu tem 5 x 5 cm. Agora faça um triângulo, abra e deixe ele novamente quadrado. Agora faça um outro triângulo ("cruzando" o primeiro). Depois aperte (dobre) entre os 4 triângulos formados, formando 8 triângulos. O papel vai parecer um guarda chuva.


Agora pegue a agulha e espete na base, no meu caso um pedaço de vela.

Acima meu papel dobrado e a minha base (usei uma agulha enfiada em um pedaço de vela).
Coloque o papel sobre a agulha e pronto.

É o mesmo papel acima. É que na foto acima usei filtro para realçar as dobras, pois minhas fotos não ficaram boas....
O exercício:
1. Certifique-se que no local não exista corrente de vento e não respire direto no papel
2. Sente-se relaxado e estenda as mãos ao lado da PSI Wheel que você fez
3. Agora concentre-se. Você deve estar focado no que deseja fazer.
4. Pense que sai uma extensão de sua mão e que ela fará o objeto girar para uma determinada direção e somente nesta direção.
5. Paciência e treino, muito treino.

Lembre-se, como tudo na vida, exige paciência e prática. Com o tempo você vai conseguir. Pensamento positivo!
Desenvolvendo o Estado Mental Certo
Trabalhe o seu poder de visualização. Um dos principais exercícios para desenvolver a telecinese é a visualização -- seja de você mesmo ou dos objetos ao seu redor. Esses exercícios não garantirão resultados a menos que você tenha as habilidades necessárias. Então, é hora de começar a visualizar! Assim como na meditação, você começará a ver os resultados na sua mente a fim de que eles se materializem na vida real.
Comece a visualizar objetos pequenos. Trabalhe cada detalhe -- a textura, o que você sente ao tocá-lo, o cheiro, a cor em todas as suas nuances e, se possível, até o gosto. Trabalhe a visualização até que vocêr possa ver imagens completas com você incluso nelas.
Medite. Qualquer um que tenha um bom conhecimento sobre telecinese afirma que a meditação é a chave para desenvolver habilidades sobrehumanas. Para canalizar a sua energia em direção aos objetos ao seu redor, seu cérebro deve estar 100% limpo. Não pode haver distrações ou outros pensamentos que o distraiam. A meditação é a forma mais rápida de desenvolver essa habilidade.
Hoje em dia é motivo de orgulho você estar sempre fazendo 50 coisas ao mesmo tempo, com a vida fervendo com um monte de tarefas na lista de espera. Não se quer abrir mão de nada. A meditação permite que você fuja desse ritmo de vida moderno e faz com que tudo vá embora, deixando-o livre para desenvolver o seu poder mental.
Abra a sua mente. Assim como a hipnose, entrar no universo da telecinese com ceticismo não irá garantir resultados. Se você achar que não consegue, não irá conseguir -- ponto final. É preciso ignorar aqueles que querem desacreditar essa prática, ignorar o que a ciência diz a respeito e entrar literalmente de corpo e alma no processo. É claro que é possível que nada aconteça, mas as chances de obter resultados há são maiores se você acredita que vai conseguir.
Não se pode dar ao luxo de sucumbir à duvida aqui. Você não pode duvidar de si mesmo ou de que algo pode realmente acontecer. Pensamentos positivos geram mais pensamentos positivos -- e os negativos funcionam da mesma forma. Um pensamento negativo que seja pode trazer mil outros, deixando você cético. Acredite que vai conseguir. Só assim você vai realmente conseguir.
Paciência é tudo. No mundo da telecinese, é consenso que são precisos anos de prática, e não semanas ou meses. Talvez seja preciso praticar centenas ou até mesmo milhares de vezes até conseguir chegar àquele momento mágico em que se sente uma mistura efetiva de energia. Não há como saber quando ou onde isso irá acontecer. Mas é essencial continuar praticando.
A pegadinha é que a recompensa por tanta dedicação não é gradual. Ao contrário da perda de peso ou das lições de guitarra, não dá para ver um progresso gradual. É preciso praticar com persistência e fé até o dia em que finalmente algo especial acontece. É uma questão de dispor dos recursos necessários para chegar até esse ponto.
Relaxe. Procure imaginar a sua energia toda focada e todos os pensamentos desnecessários saindo da sua mente, mesmo passando por uma fase difícil no trabalho, na sua relação ou na faculdade. Isso é impossível sem relaxar. A fim de conseguir relaxar, você deve estar completamente entregue ao momento presente. Seu cérebro não pode estar distraído com mais nada.
A yoga é outro meio para se livrar do estresse do dia-a-dia. Além da meditação e da yoga, reserve um tempo do dia só para você. Nem que sejam 10 ou 15 minutos entrando no estado mental certo, o seu dia ficará muito mais fácil.
Abandone a idéia de que o sistema (o objeto) e o manipulador (você) são diferentes, pois ambos contém a mesma energia. Essa é a idéia que forma a base da telecinese: Você e o objeto são um só. Pense que toda a matéria do universo começou com as estrelas. Logo, somos todos poeira cósmica. É exatamente essa a idéia. Você pode fazer aquela colher se mexer porque ela é uma extensão natural de você.
Concentre-se em um pequeno objeto e nada mais. A telecinese consiste em mover os objetos ao seu redor. E para canalizar a sua energia natural na direção de um objeto próximo, você precisará concentrar-se como nunca na vida. É mais fácil começar com objetos mais leves, como um lápis ou um palito de fósforo. Deixe para trabalhar objetos maiores como cadeiras mais tarde!
Tenha como objetivo praticar duas vezes por dia, totalizando uma hora. Visualize o objeto se movendo. Para a esquerda, direita, rolando, movendo-se rapidamente, sendo empurrado ou puxado? O objeto todo está se movendo ou só um lado dele? Seja o mais específico possível.
Faça uma bola psi (“psi ball”, em Inglês). Ela é uma bola de energia que você pode sentir, manipular e, com o tempo, usar para realizar tarefas mais complicadas. Com suas mãos segurando o seu estômago, sinta a energia pelo centro do seu tronco. Segure suas mãos como se estivesse abrigando uma bola. Qual é o tamanho dela? Ela brilha? Qual a sua cor? Uma vez que ela estiver bem concreta na sua mente, deixe que a mesma se mova e mude de forma.
Com o tempo, você poderá usar essa bola para transmitir energia para outros objetos. Da mesma forma que uma bola de tênis poderia acertar um vaso, sua bola psi poderá mover objetos na vida real.
Trabalhe com o fogo. Acenda uma vela e observe a chama. Limpe a sua mente e deixe que a chama preencha seus pensamentos. Concentrando-se nela, faça com que mesma se mova. Leve-a para a direita, esquerda, estique-a, abaixe-a, faça-a brilhar mais, menos, enfim, seja o dono e senhor da chama. Ela dança do jeito que você deseja?
Na verdade, uma chama pode ser mais fácil de ser manipulada. Ela já é uma bola de energia e não pesa quase nada. Use-a para praticar quando estiver cansado da rotina de esforço e dedicação exigida pela telecinese.
Varie os exercícios. Já que você está dedicando tanto tempo para a telecinese (uma hora por dia, certo?), aposte na variedade -- nunca se sabe quais métodos serão eficazes se você não tentar. Aqui vão algumas idéias:
Experimente a técnica clássica de dobrar uma colher Segure-a na vertical na sua frente com ambas as mãos. A curva do cabo da colher deve estar para cima. Concentre-se em uma bola psi saindo do seu centro de energia e ficando cada vez mais quente e brilhante. Faça com que ela vá dos seus braços até a ponta dos seus dedos, os quais vão acabar dobrando a colher como se ela fosse feita de manteiga. Esse exercício é bom quando você sentir que a sua bola psi está bem quente.
Pratique com um objeto que possa rolar. Comece dando pequenas e leves cutucadas (com o dedo mesmo), concentrando-se para que o objeto cruze a mesa. Dia após dia, toque cada vez menos no objeto mas mantendo o mesmo efeito.
Trabalhe com um compasso. Dizem que é uma opção fácil de ser trabalhada, já que ele fica praticamente flutuante. Pode-se concentrar nela de olhos abertos ou fechados, passando a mão por cima e levando-a na direção que deseja dar ao objeto. Caso esteja de olhos fechados, será preciso contar com a ajuda de alguém ou de uma câmera.
Experimente a projeção astral. Já ouviu falar de experiências fora do corpo? Elas se chamam projeções astrais -- nas quais sua alma deixa o seu corpo e se aventura pelo plano astral. Isso exige um profundo estado de hipnose, levando a uma "vibração." É a vitória da mente sobre a matéria, levando a sua alma a transitar pelo mundo ao seu redor.
Isso é extremamente difícil de ser feito. Para não se frustrar, comece devagar. Experimente mexer um braço ou perna para ter uma experiência parcial. A partir daí pode-se começar a mexer o corpo todo, vagando pelos cômodos da casa e então se dissipando. É amendrontador, mas relaxe e volte para o seu corpo.
Páre quando começar a sentir um cansaço físico e mental. Interrompa a prática até que tenha se recuperado do cansaço. Caso contrário, será como fazer um exame depois de ter dormido só 2 horas, bebido 15 bebidas energéticas e com a pessoa sentada atrás de você mascando chiclete fazendo um barulho irritante. Ou seja, é melhor descansar primeiro para obter resultados melhores mais tarde. Preste atenção aos sinais do seu corpo e da sua mente!
É importante entender como a telecinese pode ajudar, e como ela é possível. A energia pode ser definida como "a capacidade para realizar um trabalho," a qual provoca uma mudança no estado ou no movimento da matéria. Há energia fluindo constantemente pelo seu corpo, a qual nos permite respirar, trabalhar, etc. Nós obtemos energia através da comida, a qual é medida em calorias, conhecidas como energia química. Nas células musculares, apenas 40% dessa energia é usada para o trabalho mecânico (ou seja, quando estamos mexendo o corpo). Há energia química potencial liberada pela respiração celular. Ao invés de usar a energia física para mover objetos, é melhor usar a energia química que já está acumulada no corpo. Apesar dela ser invisível (a olho nu), ela está presente.
A primeira lei da termodinâmica afirma que essa energia não pode ser criada nem destruída, mas pode ser transferida ou mudar de um estado para outro. A energia em qualquer sistema e arredores é constante. Um sistema pode absorver energia de seus arredores ou irradiar energia para os arredores, mas a quantidade total de energia contida no sistema é sempre a mesma.
A telecinese não é mágica, apesar de ter sido vista assim por milhares de anos. Na verdade, ela consiste na transferência de energia de um corpo (os arredores) para um objeto externo (o sistema).
Saiba reconhecer e sentir a energia que flui pelo seu corpo. Já que o princípio desta idéia é que você e o objeto são um só, é importante que você sinta a energia conforme essa conexão flui pelo seu corpo. Aqui vão dois exercícios para ajudar você a reconhecer essa ligação:
Exercício Flexione todos os músculos de um de seus braços por 10 segundos, incluindo o seu punho. Passado esse tempo, relaxe completamente o braço e preste atenção na sensação de calor que vem como resultado. O calor pode chegar a pulsar ou dar a sensação de que há eletricidade presente. Essa sensação que vem depois de contrair o músculo é essa energia. O objetivo é conseguir controlá-la sem ter que contrair seus músculos. O próximo passo é manter a emissão de energia controlada.
Exercício Procure um local frio para praticar. Relaxe completamente o seu corpo. É preciso impedir que sua pele fique arrepiada com o frio. Quanto mais você praticar o controle da energia que tende a aquecê-lo, maior será o seu controle sobre a energia extra que acaba desperdiçada. Com o tempo, você será capaz de irradiar energia de qualquer parte do seu corpo (um braço ou perna, mão, peito, etc.) sempre que necessário.
Deixe bem claro como você deseja manipular o sistema. Decida se quer puxar,empurrar ou girar o sistema. Cada opção tem uma abordagem diferente, e o mesmo vale para quem quer mudar o estado do sistema ou fazê-lo levitar.
Puxar o sistema é simples, pois você sabe em que direção a energia está fluindo.
A levitação é extremamente difícil, pois deve-se diminuir a inércia do sistema para deixá-lo leve o suficiente para que o eletromagnetismo dele e dos arredores reaja da forma certa.
Mudar o estado do sistema exige mudar a quantidade de energia cinética do mesmo (a qual é normalmente conhecida como calor). A quantidade de energia (caloria) equivale a 4.184 joules, o que equivale também à quantidade de calor necessária para elevar a temperatura de 1 grama de água em 1 grau. Outras substâncias como metais ou vidro tem valores muito mais baixos de calor específico. É por isso que é tão difícil para a mente mudar o estado dos objetos.
Concentre essa energia e direcione-a para o sistema. Você é quem decide como fazê-lo. O melhor método depende de pessoa para pessoa, assim como a forma de pensar. Procure sentir o sistema primeiro, prestando atenção no seu peso. Quanta energia física é necessária para movê-lo? O próximo passo é tentar nivelar essa quantidade de energia física com a energia que você sente no seu corpo. Não vale tocar no objeto.
Vale lembrar que é preciso um fluxo constante de energia; uma vez que você começa a mudar o sistema, é preciso manter a energia concentrada nele. Caso contrário, ele retornará para o estado inicial. É a lei de Newton: o que está parado fica parado (a menos que uma força exerça uma ação sobre o objeto; no caso, você)!


Psicocinese

Para muitos parapsicólogos, a explicação para boa parte desses acontecimentos está no fenômeno da psicocinese, ou seja, na suposta capacidade da mente humana de agir a distância sobre a matéria. Isso porque, segundo essa teoria, a energia de cada um de nós pode se transformar e se exteriorizar. Dirigida pela mente, ela atuaria sobre objetos, movimentando-os e quebrando-os. O poltergeist (que em alemão significa “espírito barulhento”) seria um exemplo disso.







Nem todos os parapsicólogos aceitam a existência da psicocinese (conhecida também como telecinese), que, por sinal, é bem menos estudada que outros fenômenos ditos paranormais, como a telepatia e a clarividência. Mesmo entre estudiosos da área, há diferentes interpretações e muitas divergências em torno desses fenômenos. Na explicação de uma linha da parapsicologia, os casos de poltergeist, em geral, ocorrem com crianças na puberdade ou adolescentes que atravessam uma fase de crise ou instabilidade emocional. O inconsciente da criança liberaria energia – chamada de telergia – para influir no objeto. Entre os casos mais comuns de poltergeist estariam o de objetos que mudam de lugar de maneira brusca e violenta, janelas que são quebradas, lâmpadas que estouram de uma hora para outra e ruídos que ocorrem aparentemente sem nenhuma explicação plausível.







Um caso típico foi relatado no livro O que É Parapsicologia (Brasiliense, 1984), de Osmard Andrade Faria. Trata-se da história de uma família que morava em Suzano, a 38 quilômetros de São Paulo. O pai, Ezequias de Souza, havia abandonado a esposa e a filha, Marilda, de 15 anos, para viver com outra mulher. Depois de algum tempo, a relação se desfez e ele decidiu voltar a viver com sua antiga família. No entanto, Marilda, uma adolescente introvertida e agressiva, nunca perdoou a aventura extraconjugal do pai. Segundo o relato do livro, após a volta dele, a família passou a ser alvo de arremessos de pedra na residência. Mais tarde, uma série de combustões espontâneas começou a acontecer pela casa. Roupas se incendiavam inexplicavelmente e bolas de fogo desciam do teto para atingir os móveis. Apavorada, a família buscou a ajuda de autoridades e de um padre. Após saber dos problemas familiares, o padre achou que os acontecimentos estariam sendo provocados por forças inconscientes de Marilda e aconselhou que a adolescente fosse afastada do local. Com a mudança da menina para a casa dos tios, os incidentes cessaram. Quando ela retornou para a casa dos pais, no entanto, as bolas de fogo voltaram a acontecer. Diferentemente dos outros familiares, Marilda nunca se apavorava diante dos poltergeists. Ao contrário, a garota ria e parecia se divertir muito com eles.









Um dos casos mais estudados de psicocinese é o da russa Nina Kulagina. Ela ficou famosa por supostamente conseguir movimentar a distância objetos como palitos de fósforos, cigarros, bolas de cristal, pêndulos e saleiros. Numa das experiências mais curiosas, ela teria feito parar o coração de um sapo. O fenômeno teria ocorrido num laboratório em 1970. Um psiquiatra que tomou conhecimento do evento duvidou da história e se ofereceu para uma experiência semelhante. Os dois se sentaram um de frente para o outro a uma distância de 2 metros e meio. Eletrodos de um equipamento de eletrocardiografia foram colocados no psiquiatra. Em dois minutos, segundo testemunhas, o coração do médico disparou de forma assustadora. O desgaste, registrado pelo eletrocardiograma, teria chegado a tal ponto que a experiência teve de ser imediatamente suspensa para que não ocorresse um incidente fatal. Para comprovar os poderes psicocinéticos de Nina, algumas de suas demonstrações foram gravadas em fitas de vídeo. Mesmo assim, cientistas mais céticos afirmam que as supostas habilidades da russa não sobreviveriam a um teste mais rigoroso.









A psicocinese, assim como outros fenômenos parapsicológicos, pode se manifestar em qualquer pessoa, segundo Marcia Regina Cobêro, vice-presidente do Centro Latino-Americano de Parapsicologia (Clap), em São Paulo. “Todos os seres humanos têm faculdades parapsicológicas. Alguns manifestam, outros não. Se a pessoa, por exemplo, está nervosa, a ponto de explodir, ela pode fazer um vidro se partir. É um mecanismo de defesa. É melhor isso do que ter uma úlcera”, afirma. A parapsicóloga destaca, no entanto, que esses fenômenos são espontâneos, involuntários e incontroláveis, ou seja, não dá para usar o poder da mente com dia e hora marcados, como propagandeiam alguns supostos paranormais, como Uri Geller.








O israelense ficou mundialmente famoso por entortar colheres, “desmaterializar” objetos e desviar raios laser, entre outras coisas. Fez fortuna com suas apresentações e chegou a visitar o Brasil nos anos 70 para participar de um programa na TV Globo. Num dos episódios mais célebres, Uri Geller, após fazer demonstrações de seus supostos poderes, pediu aos ouvintes de um programa de rádio da Inglaterra que participassem de seu show. Alguns minutos depois, choveu telefonemas de todo o país. Pessoas relatavam que facas, garfos, colheres e chaves começaram a entortar e a se mexer espontaneamente. Relógios que estavam parados havia anos voltaram a funcionar. “Com uma audiência de milhões de pessoas e sob forte emoção, é possível que tenham ocorrido fenômenos parapsicológicos autênticos. Isso não significa que o responsável por tudo isso tenha sido Uri Geller. Provavelmente os próprios ouvintes, que talvez nem soubessem de seus poderes paranormais, foram os autores de alguns fenômenos”, diz Marcia.

Truques na manga

O grande problema são as fraudes que existem em torno dos fenômenos parapsicológicos, já que estes podem ser facilmente reproduzidos com truques. Segundo Marcia, os truques incluem coisas simples, como colocar um ímã debaixo de uma mesa e fazer moedas se movimentarem, colocar fios de náilon para deslocar objetos ou passar um líquido em um objeto de metal, fazendo com que minutos mais tarde ele amoleça e entorte – uma técnica bastante usada pelos chamados “entortadores” de colheres. Um ambiente com pouca iluminação e cercado de forte emoção também ajuda, como costuma ocorrer nas apresentações de mágicos em geral. Além de mover objetos sem tocá-los, a psicocinese inclui outros tipos de experiências, como a suposta cura de doenças por meio do poder da mente.

O mineiro Thomaz Green Morton (homem do rá), que nos anos 80 fez fama como um guru de estrelas da TV, foi tido como alguém capaz de realizar esse tipo de fenômeno. Outra forma de manifestação da psicocinese é a levitação. Em diferentes épocas se considerou a levitação um “milagre de Deus” ou um reflexo da “possessão demoníaca”. A parapsicologia define a levitação como a suspensão do corpo humano por meio da energia vital.

A explicação dos estudiosos é que, em estados de grande misticismo ou emotividade, certas pessoas poderiam elevar-se no ar porque, em determinado momento, desprenderiam um grande volume de energia orgânica. No entanto, esse fenômeno é extremamente raro e só ocorreria de forma espontânea e incontrolável. Não há registros de casos de levitação ocorridos em condições de laboratório.

Só de porre

Outra manifestação psicocinética é a transferência de imagens mentais para objetos. Uma das histórias mais célebres é a do americano Ted Serios, que vivia em Chicago e era tido como alguém com personalidade psicopática.

Serios ficou conhecido por supostamente conseguir produzir imagens positivas em filmes virgens por meio da impregnação mental. Segundo relatos, ele transferia imagens para os filmes olhando fixamente para a lente de uma Polaroid. Nesse tipo de máquina fotográfica, os filmes são revelados na hora. O detalhe é que o americano só conseguia fazer boas imagens após beber várias latas de cerveja e algumas doses de uísque. Uma série de experimentos foi feita com Serios, mas os cientistas reclamaram que não havia condições para evitar truques. Motivo: Serios se recusava a fazer o experimento quando as condições impostas pelos cientistas eram muito rigorosas. Como se vê, a psicocinese é um tema envolto em polêmicas e divergências. Nenhuma resposta simples pode ser dada, já que diferentes pessoas exigem diferentes padrões de comprovação. Fenômenos psicocinéticos existem? Bem, considerando as evidências experimentais, a resposta é: talvez. Se levarmos em conta os resultados obtidos em laboratórios, que se repetem com regularidade e que podem ser explicados com as leis da ciência conhecidas, a resposta é: não. Mas isso não significa que ela necessariamente não exista. Achar que a ciência tem respostas para tudo é um erro. No século 19, as pessoas não conheciam a radioatividade, apesar de ela já existir. O grande desafio para os que estudam a parapsicologia é conseguir incorporar ao âmbito do normal e do natural, dentro de uma teoria explicativa satisfatória, fatos que durante muito tempo foram tidos como anormais, supranaturais ou paranormais. Ou seja, fazer com que o sobrenatural seja visto como normal.
Efeitos invisíveis

Os fenômenos psicocinéticos, que os especialistas costumam abreviar como PK (do inglês psychokinesis), se caracterizam pela ação da mente sobre a matéria. Quando essa ação é diretamente observável, como no caso de um movimento de objetos sem uma explicação aparente, é chamada de macro-PK. Se a manifestação não é observável a olho nu, ou seja, se seus efeitos são fracos, leves e microscópicos, denomina-se micro-PK. Para testar se a mente pode realmente influenciar a matéria, dificilmente você encontrará um cientista analisando “entortadores” de colheres como o israelense Uri Geller, mesmo porque pessoas como ele não são levadas muito a sério. A maior parte dos estudos nessa área envolve testes de micro-PK, cujos efeitos podem ser inferidos apenas estatisticamente. A micro-PK pode ser verificada com a ajuda 0de um equipamento chamado gerador de números aleatórios (GNA). Essa máquina produz apenas dois resultados (0 ou 1), em uma seqüência aleatória. Num experimento típico, um sujeito deve tentar alterar mentalmente a distribuição dos números aleatórios, ou seja, ele deve fazer com que a máquina produza mais 1 do que 0, ou o contrário. É como se ele lançasse moedas várias vezes e procurasse, deliberadamente, tirar mais caras do que coroas, ou vice-versa. O esperado é que, ao final de uma série de tentativas, ocorra 50% de resultados de cada um. Em 1989, o engenheiro e parapsicólogo Dean Radin e o psicólogo Roger Nelson publicaram uma meta-análise do conjunto de resultados obtidos por esse tipo de experimento. Fazer uma meta-análise significa combinar resultados de diferentes estudos para obter um resultado estatisticamente significativo. Radin e Nelson analisaram mais de 800 experimentos de micro-PK, realizados por mais de 60 pesquisadores ao longo dos 30 anos anteriores. O resultado é que o índice de acerto foi de 51%. Aos olhos de um leigo, a diferença pode parecer pequena, mas a probabilidade de esse resultado ocorrer por acaso é de uma em um trilhão (para você ter uma idéia, a probabilidade de acertar na mega-sena, com a aposta mínima, é de uma em 50 milhões). Pelo fato de o estudo envolver um número gigantesco de pessoas, os cientistas afirmam que esse desvio de 1% é relevante e consistente. Nos aparelhos monitorados para controle, sem uma pessoa para tentar influenciá-los, o resultado foi muito próximo da probabilidade normal, de dois para um. Os parapsicólogos comemoraram o resultado, que interpretaram como prova de que a consciência humana pode afetar o comportamento de sistemas físicos aleatórios. No entanto, outros cientistas, como o físico Philip W. Anderson, ganhador do Prêmio Nobel, contestaram o experimento e o método estatístico utilizado nos estudos, e a questão segue sem consenso.

Fotos reais do assassinato em Amityville

Terror em Amityville, quem lembra desta Historia que aconteceu O ano é 1965, a família Defoe compra uma bela e grande casa na Avenida Ocean, de número 112. Foram morar na casa, além do Sr. e Sra Defoe, seus 5 filhos, e todos esperavam viver uma vida tranquila. Como em quase toda família, os Defoe enfrentavam problemas familiares, causados pelo filho mais velho, Ronald “Butch” Júnior, que era viciado em drogas e praticava pequenos furtos para sustentar seu vício. Por causa deste comportamento, eram comuns as brigas de Ronald “Butch” Júnior com seu pai, Sr. Ronald Defeo.

Mas a vida da família iria mudar no dia 13 de novembro de 1974, pois o filho problemático Ronald, por um motivo desconhecido, resolveu matar todos os membros de sua família. Com a ajuda de uma carabina, ele foi até o quarto dos pais e os matou, depois foi no quarto de cada um dos seus irmãos e disparou contra eles também. Para finalizar assassinou as outras duas irmãs.

A polícia logo prendeu  Ronald “Butch” Júnior, que no início dizia que os pais tinham envolvimento com a máfia. À polícia ele disse que “Começou tudo muito rápido. Assim que comecei, não consegui parar. Foi tudo muito rápido”. Ele foi julgado e condenado a mais de 100 anos de prisão, e atualmente está na prisão Green Haven em Nova York .

 O Blog O Equilíbrio Sobrenatural recebeu algumas fotos em seu Mail confira. 









Algumas coisas estranhas aconteceram durante os assassinatos, fatos até hoje sem explicação:

- Todos foram mortos enquanto dormiam e por algum motivo estranho ninguém acordou com os disparos.
- Todos foram colocados de bruços antes de serem atingidos.
- Nenhum vizinho escutou o barulho dos tiros de sua carabina, uma arma barulhenta.

Pai possuído que matou sua filha recém nascida e comeu o coração da criança

Um morador da cidade de Zabaikalsk Russia, que estava possuído matou brutalmente sua filha ainda bebê. E segundo policiais, ele estava estranho. O homem de família que parecia ser um exemplo, se tornou um monstro.  Depois de matar a criança, o pai cortou o peito dela e comeu seu coração… Ela tinha apenas dois meses e meio.

O avô da menina disse em uma entrevista:  “não consigo nem imaginar como vou conseguir retirar o corpo do necrotério, a criança não está só morta, ela está toda rasgada! ele a rasgou em pedaços!”. A mãe da criança nunca suspeitou que o marido poderia ser tão cruel e nunca desconfiou sobre o fato de ele ser assim.

A mãe da criança conta que na manha do assassinato, o marido (assassino) falava sobre demônios e ficava andando sem rumo pela casa.

” Meu marido estava falando sobre demônios, andando sem rumo pela casa, me forçou a beber um liquido mas eu cuspi no banheiro. Ele estava irritado e quebrou um banquinho. Ele pegou uma garrafa e bateu na cabeça da criança, então ele ficou batendo repetidamente a cabeça da minha filha contra a parede e jogou o corpo da minha filha contra um espelho. Depois, ele cortou o corpo dela, arrancou seu coração e comeu…”

Após o crime o homem tentou reanimar a criança, tentando empurrar o corpo morto de volta para a barriga de sua esposa. que???

Então, ele chamou sua esposa para tomar banho na neve, para expulsar os demônios. A mulher conseguiu fugir e pediu ajuda a um vizinho.

que chegando ao local se deparou com o homem completamente no estado catatônico e dizendo um nome ( Belial   Belial é um personagem da mitologia cananita que determinava este Belial como o adversário do povo "escolhido". É o 68º espírito listado na Goetia. No Cristianismo Belial é mencionado também no novo testamento como o oposto da luz, do bem e de Jesus Cristo. Seria o mais importante demônio na Terra, que comandava as forças da escuridão contra os homens de bom coração. Criado junto com Lúcifer, de Belial foi dito - Um rei do inferno - e comandante de 80 legiões.
Bíblia Hebraica O termo belial (בְלִיַּעַל bĕli-yaal) é um adjetivo hebraico que significa "sem valor" de duas palavras comuns beli- (בְּלִי "sem-") e ya'al (יָעַל "valor"). Ele ocorre vinte e sete vezes no Texto Masorético, em versos como os que seguem ). com a chegada da Policia ele foi levado para a prisão e não se sabe o que aconteceu. 

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