O Equilibrio Sobrenatural

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Ney Braga



Demonologia

Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.

As mais extensas exposições sobre demonologia cristã são o Malleus Maleficarum, de Heinrich Kraemer, Demonolatria, de Nicolas Rémy, e Compendium Maleficarum, de Francesco Maria Guazzo.

A demonologia se refere a catálogos que tentam nomear e definir uma hierarquia de demônios e espíritos malignos. Nesse sentido, a demonologia pode ser vista como uma imagem em espelho ou um ramo da angeologia, que estuda os anjos.

Os grimórios de ocultismo são tomos que conteriam os feitiços dessa versão da demonologia, contendo instruções de como convocar demônios e (espera-se), submetê-los à vontade do conjurador, embora nem todos os ocultistas antigos ou modernos necessariamente conjurem demônios.


domingo, 4 de janeiro de 2015

Os Gárgulas

Uma lenda francesa gira em torno de São Romano (+ ou - 641 d.c), primeiro chanceler do rei merovíndio  Clotário II. A história diz como ele e mais um prisioneiro voluntário derrotaram "Gárgula", um dragão-do-rio que vivia nos pântanos na margem esquerda no rio Sena. A dita criatura afundava, barcos, comia pessoas e animais. Um dia, o bispo atraiu a Gárgula para fora do rio com um crucifixo, e usando seu lenço como cabresto, levou o monstro até à praça principal. Lá, os aldeões a queimaram até a morte (seria bem mais legal se a gárgula tivesse comido o bispo. hehehe).

Apesar da maioria das gárgulas ser de figuras grotescas de animais misturados com humanos, o termo gárgula inclui todo o tipo de imagem. Algumas gárgulas são também esculpidas como monges sinistros.
Na ficção contemporânea, as gárgulas são tipicamente descritas como uma raça humanóide alada com características demoníacas (geralmente chifres, rabo, garras e bico). Segundo as lendas, as gárgulas podem usar suas asas para voar ou planar a noite, e muitas vezes são descritos como tendo uma pele rochosa, ou sendo capazes de se transformar em pedra.
 As gárgulas, na arquitetura, são desaguadouros, ou seja, são a parte saliente das calhas de telhados que se destina a escoar águas pluviais a certa distância da parede e que, especialmente na Idade Média, eram ornadas com figuras monstruosas, humanas ou animalescas, comumente presentes na arquitetura gótica. O termo se origina do francês gargouille, originado de gargalo ou garganta, em Latim gurgulio, gula. Palavras similares derivam da raiz gar, engolir, a palavra representando o gorgulhante som da água; em italiano: doccione; alemão: Ausguss, Wasserspeier.
Acredita-se que as gárgulas eram colocadas nas Catedrais Medievais para indicar que o demônio nunca dormia, exigindo a vigilância contínua das pessoas, mesmo nos locais sagrados.
Uma quimera, ou uma figura grotesca, é um tipo de escultura similar que não funciona como desaguadouros e serve apenas para funções artísticas e ornamentais. Elas também são popularmente conhecidas como gárgulas.
O termo gárgula é majoritariamente aplicado ao trabalho medieval, mas através das épocas alguns significados de escoar a água do telhado, quando não conduzidos por goteiras, foram adotados. No antigo Egito, as gárgulas escoavam a água usada para lavar os vasos sagrados, o que aparentemente precisava ser feito no telhado plano dos templos. Nos templos gregos, a água dos telhados passava através da boca de leões os quais eram esculpidos ou modelados em mármore ou terracota na cornija. Em Pompeia, muitas gárgulas de terracota que foram encontradas eram modeladas na forma de animais.
Uma lenda francesa gira em torno do nome de São Romano (+ 641 D.C), primeiro chanceler do rei merovíngio Clotário II, que foi feito bispo de Ruão. A história relata como ele e mais um prisioneiro voluntário derrotaram "Gárgula", (La Gargouille), um dragão-do-rio (ou serpente-do-rio) que vivia nos pântanos da margem esquerda no rio Sena, em Ruão, e que afundava os barcos e comia as pessoas e os animais da região. Um dia, o bispo atraiu a Gárgula para fora do rio com um crucifixo, e usando seu lenço como cabresto, levou o monstro até à praça principal. Lá, os aldeões a queimaram até a morte.
Apesar da maioria ser figuras grotescas, o termo gárgula inclui todo o tipo de imagem. Algumas gárgulas são esculpidas como monges, outras combinando animais reais e pessoas, e muitas são cômicas.
Gárgulas, ou mais precisamente quimeras, foram usadas na decoração no século XIX e no começo do século XX em construções de cidades como Nova Iorque e Chicago. Gárgulas podem ser encontrados em muitas igrejas e prédios.
Uma das mais impressionantes coleções de gárgulas modernas pode ser encontrada na Catedral Nacional de Washington, nos Estados Unidos. A catedral iniciada em 1908 é encrustada com demônios em pedra calcária. No século XX, o neogótico produziu muitas gárgulas modernas, notavelmente na Universidade de Princeton, Universidade de Duke e na Universidade de Chicago.

Lugares Assustadores (e assombrados) em Portugal

Pátio do Carrasco – Lisboa 

Ao que parece, o nome deste pátio deve-se ao facto de ali viver o ultimo carrasco português, de nome Luís Alves. Ao que parece, os sons estranhos e os lamentos do senhor (falecido em 1873) ainda são ouvidos com frequência neste lugar.

Sanatório de Valongo

O sanatório de Valongo foi construído em 1910 com a finalidade de abrigar doentes com tuberculose. Hoje, parece que esses doentes ainda se mantém por lá, pelo menos é isso que se afirmam alguns dos relatos desta lugar tão assustador. Barulhos e vultos parecem ser uma constante neste lugar.

Palácio Beau Séjour – Lisboa

Outrora residência do Barão da Glória, hoje este bonito palácio está ocupado pelo Gabinete de Estudos Olisiponenses.
Relatos de alguns empregados afirmam que o Barão da Glória ainda anda por lá a fazer das suas… os livros e arquivos aparecem constantemente em lugares onde supostamente ninguém os colocou, e os barulhos estranhos também fazem parte desses relatos assustadores.


Casa das Pedras – Cascais

Cascais está repleto de casas com histórias assustadoras e misteriosas. A casa das pedras é mais uma delas.
Diz-se que nesta bonita casa, “forrada” com pedras e conchas, ouvem-se barulhos estranhos e também há relatos de vultos nas janelas, luzes que acedem e apagam..etc. No entanto, os actuais moradores não relatam qualquer actividade fora do normal.


Palácio de Valenças – Sintra

O Palácio de Valenças, antiga residência do Conde de Valenças é mais um dos bonitos, misteriosos e assustadores lugares de Sintra.
Ao que parece, quem assombra este palácio é uma antiga serviçal, de nome Palmira, que se terá apaixonado pelo Conde e não suportando a dor de um amor não correspondido, se terá suicidado…mas… parece que ainda por lá anda, pelo menos é o que se diz. Será!?

A Hora da Morte

A dra. Louisa Rhine, pesquisadora do laboratório de parapsicologia da universidade de Duke, estudou vários casos de relógios que pararam de funcionar no momento da morte do seu dono. Num desses casos, um morador do Canadá relatou à dra. Rhine o que ocorreu em sua família; quando à morte do irmão de sua cunhada.
Quando o doente terminal morreu, às 6:24, ele telefonou para a família e para o médico, e em seguida preparou algo para que os visitantes pudessem comer. Além disso, era necessário ficar observando o relógio, porque a agência funerária chegaria às 9:30. Durante o café, um dos visitantes peguntou as horas, a cunhada do depoente consultou um relógio de bolso que lhe foi dado pelo seu irmão falecido; ao ver as horas, ela teve uma terrível surpresa: o relógio marcava exatamente a hora e os minutos em que seu irmão morrera.

Para ter certeza de que aquilo não era uma estranha conhecidência, ela pediu ao seu outro irmão que desse corda, para saber se ele parara por falta desta. O relógio ainda tinha três quartos de corda. Quando Steven Thorpe chegou ao Hospital Universitário de Coventry, no Reino Unido, a equipe médica disse à família que não havia mais nada a fazer. O adolescente de 17 anos havia sofrido ferimentos gravíssimos na cabeça em um acidente de carro e os danos no seu cérebro eram irreversíveis. O diagnóstico era morte encefálica. Mas a família não perdeu as esperanças. O procedimento que comprova a ausência total de atividade cerebral foi realizado mais 3 vezes, até que o quinto exame revelou ondas cerebrais fraquíssimas - o que significava uma chance de sobrevivência. Duas semanas depois, Steven acordou do coma e começou a se recuperar. O caso, que chamou a atenção da medicina em 2008, mostra que o limite entre a vida e a morte é mesmo tênue.

Se um procedimento errado quase acabou com a vida de um jovem em pleno século 21, dá para imaginar por que a morte ainda assusta os médicos (para nem falar de nós, reles mortais). Duzentos anos atrás, quando não existiam aparelhos que identificassem os sinais vitais, os diagnósticos errados para o fim da vida eram frequentes. Em 1846, a Academia de Ciências de Paris aceitou que a morte significa a ausência de respiração, de circulação e de batimentos cardíacos. Mas mais de um século depois, outro francês, Paul Brouardel, concluiu que o coração não sustenta a vida sozinho. Uma pessoa decapitada pode ter batimentos cardíacos por uma hora, o que não quer dizer que ela esteja viva.

Quando surgiram os respiradores artificiais nos anos 1950, os critérios para definir o fim da vida ficaram ainda mais confusos. Ficou decidido que ele acontece quando as células do cérebro param totalmente de funcionar e desligam o encéfalo, a parte do sistema nervoso central que controla funções automáticas, como a respiração e a circulação. Geralmente, isso acontece depois de acidentes ou AVCs. A morte cerebral permite a doação de órgãos - já que o resto do corpo continua intacto e imune à dor. (Embora existam relatos de reações parecidas com às da dor na hora da retirada dos órgãos, como batimentos cardíacos acelerados e pressão alta.) Na teoria, o cérebro é a placa mãe de um computador. Quando ela queima, a máquina não funciona mais, mesmo que todas as outras peças ainda estejam em bom estado. A explicação parece simples, né? Mas daí a identificar com precisão quando isso acontece é outra história.

O fim. (ou não)
De certa forma, a primeira definição de morte, a da ausência de circulação e respiração, não está totalmente errada. Estima-se que em 99% dos casos são as falhas no coração e no pulmão que encerram de vez a vida (só 1% dos casos tem origem na morte cerebral). Pense de novo na analogia do computador. O sistema coração-pulmão é a bateria da máquina, que garante o funcionamento das outras peças. Quando essa bateria descarrega, você pode continuar usando o computador ligado à tomada. É o que acontece com grávidas que não têm mais sinais cerebrais, mas que são mantidas "vivas" por aparelhos até dar à luz. De acordo com o americano Dick Teresi, autor do livro The Undeath (Os Não-Vivos), desde 1981, 22 mulheres tiveram bebês estando clinicamente mortas. Seus corpos estavam vivos - mas o cérebro já não os controlava mais.

Por isso, para compreender a morte, é preciso entender como trabalha a nossa "bateria". O coração funciona com estímulos elétricos que provocam a contração (que joga o sangue para frente) e o relaxamento (que o enche novamente). É muito importante que esses movimentos sejam sincronizados. Se o coração bater rápido demais, não dá tempo de enchê-lo totalmente e a quantidade de sangue bombeada para o corpo diminui. Bater devagar demais também não é bom sinal, pelo mesmo motivo: vai faltar sangue para manter as condições vitais. Isso é especialmente perigoso para os pulmões. Sem sangue por lá, eles não levam mais oxigênio para as células. Sem oxigênio não há metabolismo e, bem, sem metabolismo as células morrem. Para um médico, a ausência de batimentos cardíacos é uma corrida contra o tempo. "Depois de 8 minutos, a chance é extremamente pequena", diz o cardiologista Diego Chemello, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Mas a prática é continuar tentando. Em 2012, o jogador de futebol congolês Fabrice Muamba ficou 78 minutos com o coração parado, e até hoje ninguém sabe direito como. O mais provável é que a atividade elétrica do coração dele nunca tenha zerado totalmente e o oxigênio que ele recebeu por aparelhos tenha garantido sua sobrevivência.

Além das batidas irregulares, a parada cardíaca pode ser causada por um infarto, responsável por 70% das mortes súbitas no Brasil. O sangue que chega ao coração pela artéria coronariana vem cheio de glicose, ácidos graxos e sais minerais que controlam a atividade elétrica do músculo. Se essa artéria é obstruída por gordura (o famigerado colesterol), o suprimento de nutrientes é interrompido e acontece uma pane elétrica. De fato, o infarto é um problema elétrico. Por isso que o aparelho preferido dos paramédicos de séries de TV se chama desfibrilador. O impacto do choque é de 200 joules, o suficiente para acender uma lâmpada de 100 watts por dois segundos - e para botar nosso coração no ritmo.

Se o coração parar de bater, a circulação é interrompida na mesma hora. Nos 3 primeiros minutos, a recuperação é quase certa porque o organismo tem reserva de oxigênio e nutrientes (sim, toda a nossa vida só deixa 3 minutos de economias). Mas isso logo acaba e as células param de funcionar. As do cérebro puxam a fila. É nos neurônios que são feitas as reações químicas e elétricas mais complexas do corpo, que mais precisam de oxigênio. Para se ter uma ideia, o tecido cerebral recebe 10 vezes mais sangue que o muscular, que realiza uma função mecânica e bem menos complicada - o movimento. "Depois de 5 minutos, pode haver danos permanentes", diz o cardiologista Guilherme Fenelon. A consequência pode ser perda da fala ou dos movimentos, por exemplo. Mas também pode ser bem mais esquisita: em 2011, a escocesa Debbie McCann acordou de um derrame com um problema que fez sua fala ficar parecida com sotaque italiano. E teve também o caso do jogador de rúgbi que saiu do armário depois de um AVC.

No fim das contas, seu corpo não foi feito para viver para sempre. No fim, o coração vai parar de bater, a respiração vai cessar e, como uma lâmpada, o cérebro vai se apagar. A vida acaba aí. Mas a morte, não. Ela está apenas começando.


O Cemitério de Escravos

Que histórias de assombrações habitam o imaginário de crianças e adultos, não é novidade.Entretanto, nunca imaginamos que aconteceria conosco. Tudo ocorreu em nossa fazenda no município de Carpina, no interior de Pernambuco. Essa fazenda está na família desde o tempo dos engenhos de cana-de-açucar, quando o sistema escravista ainda era dominante.
O marasmo dos dias na fazenda era quebrado com longos papos sobre assombrações, até que um dia aconteceu o inesperado. Estávamos todos sentados no terraço; era tarde, quase meia noite, quando ouvimos gemidos de dor aterrorizantes. No começo, pensávamos ter sido apenas alucinações, até que nossa avó chegou. Estava apavorada, achando que algo de ruim havia acontecido com alguma de nós.

Quando percebeu que todas estavam bem, lembrou de uma lenda antiga, contada pelo administrador da fazenda. Ele dizia que, em certas noites, um homem negro, muito alto e forte, usando roupas surradas, aparecia próximo ao matadouro da fazenda. E aquela não foi a única noite em que ouvimos os gemidos. Ainda durante aquelas férias, depois de uma noite em que os lamentos foram mais intensos, apareceu um boi morto, sem nenhum motivo aparente.

Passado algum tempo, nossa avó resolveu construir uma piscina, entre a casa e o matadouro. Ao começarem as escavações, foram achadas varias ossadas humanas. Ficamos curiosas e resolvemos pesquisar sobre o passado da fazenda. Fomos falar com a pessoa mais velha da família: uma tia-bisavó. Essa nos contou que o local escolhido para ser construída a piscina era exatamente o lugar onde havia um cemitério de escravos!

Mesmo sabendo da existência deste cemitério, resolveram construir a piscina. Depois que a piscina ficou pronta, os barulhos noturnos só pioraram. Além dos gemidos, barulho de correntes são ouvidos


Momo - O Monstro de Missouri

A primeira vez que se ouviu falar do Momo data de julho de 1971. Duas mulheres faziam um piquenique num bosque da cidade de Louisiana, quando viram um "meio-macaco, meio-homem", que exalava um cheiro terrível. A criatura saiu de um matagal e aproximou-se delas, emitindo um "leve ruído de gargarejo". As duas mulheres correram dali, se dirigindo ao carro. A criatura comeu os alimentos do piquenique e voltou ao mato. As duas registraram queixa na delegacia daquela cidade, mas só tornaram o fato público em 1972, depois que casos semelhantes foram declarados por outras pessoas.

Naquele ano, 1972, três crianças brincavam quando viram um animal em pé, ao lado de uma árvore. De acordo com as crianças, a criatura possuia de 1,80 a 2,10 metros de altura e possuía uma densa pelagem negra; carregava debaixo do braço um cachorro morto.

Edgar Harrison, pai das três crianças, viu, três dias depois, uma bola de fogo pousar atrás de um colégio, localizado do outro lado de sua rua. Cinco minutos depois, viu outra bola de fogo cruzar o céu, escutando em seguida um grunhido forte, provindo da colina Marzolf - situada na redondeza da escola -, que parecia descer sobre os observadores, embora nada estivesse visível.

Algumas horas depois, Harrison e alguns amigos decidiram verificar do que se tratava, deslocando-se à escola. Ao passarem por um prédio antigo, sentiram um mau-cheiro, embora nada encontrassem.

Por mais duas semanas, várias pessoas disseram ter visto o Momo. Algumas delas ouviram vozes fantasmagóricas. Uma das vozes dizia "afastem-se da floresta" e outra pedia uma xícara de café.

A criatura recebeu o nome Momo, por conta da abreviação americana de Missouri - Estado onde houve as aparições -; "MO", e as duas letras iniciais de "monster" - monstro, em portuguê 

Criaturas Sobrenaturais do Brasil

Maria Sabão: Descrita como mulher negra forte que no século XVIII fazia sabão com abacate e sebo. Seu dono a mandou fazer sabão com sebo de meninos que morriam em acidentes nas minas do Morro Santo Antônio, Passagem de Mariana. Também começaram a ameaçar meninos problema com o castigo de serem transformados em sabão. Isso a perturbou, tanto que até hoje persegue caçando meninos mal criados, que falam palavrão, para fazer sabão. Essa é uma assombração que tem residência fixa, uma mina de ouro abandonada cuja boca de entrada se dá numa rua chamada Boqueirão, justamente pela boca da mina.

Noiva de Furquim: Aparece na entrada do distrito de Furquim. É a história de um acidente de ônibus, no qual uma noiva e mais 11 passageiros faleceram, na década de 70. Porém, quem prestou socorro roubou a aliança da defunta. Sendo assim, ela sempre aparece na beira da estrada dando sinal aos carros. Como é muito bonita, motoristas param, ela entra no carro ou ônibus e depois some. Segundo o grupo, um enfermeiro de Acaiaca, duvidando da história, parou no local onde ela é vista e a chamou, só que ele não esperava que ela aparecesse. E apareceu. O enfermeiro passou mal, desmaiou e foi levado para o Hospital de Mariana. Ele colaborou no retrato falado da noiva.

Cavaleiro da Quaresma: Em Diogo de Vasconcelos, este cavaleiro é famoso. Seu cavalo, de tão veloz, ultrapassa até carros, segundo os relatos. Ele detesta cachorros, dá chicotadas e fere os cães. Ultimamente, tem aparecido fora de época, isto é, fora da quaresma.

Gigantes: São avistadas assombrações enormes no Morro Santana, em Mariana, deixando marcas profundas no chão. Os gigantes moram em minas e podem crescer e diminuir.

Emília: É uma assombração que dança quadrilha em Ouro Preto. Emília era filha de um comerciante e namorava escondida um rapaz conhecido como Bolão, estudante de engenharia da Escola de Minas de Ouro Preto, no início do século passado. Para se encontrar, ela tocava o sino da igreja, com batidas pausadas. Quando Bolão foi fazer mestrado em Portugal, o pai da jovem, que descobriu o namoro e tinha outros planos para filha, disse à Emília que o navio de Bolão tinha afundado. Ela morreu apaixonada, sempre tocando o sino. Quando Bolão regressou, foi procurar Emília, ficou sabendo da história e se matou. Hoje, a casa de Emília é a única da rua que está em ruínas, no centro de Ouro Preto, pois ninguém quis morar mais lá.

Capitão Jacks: A assombração, um inglês, foi o chefe de uma área da Mina de Ouro de Passagem (OPM) que morreu dentro da mina. Um administrador de Belo Horizonte foi contratado para ser diretor da OPM. Após dois meses trabalhando no local, encontrou um homem à cavalo, todo de branco. O administrador perguntou quem ele era, a assombração respondeu em inglês "I am Captain Jacks" (Sou capitão Jacks) e foi embora galopando. Irritado, o diretor fez uma reunião com funcionários e seguranças cobrando como deixaram um homem à cavalo invadir a mina. Então, um funcionário antigo levou o diretor ao cemitério anglicano em ruínas que fica dentro da OPM e mostrou a sepultura de capitão Jacks. No mesmo dia o administrador pediu demissão.

Caboclo D'Água: Monstro híbrido de lagartixa, macaco e galinha, que ataca às margens do rio do Carmo, de Mariana até Barra Longa. É relatado por muitas testemunhas, em tempos diferentes, e tem três retratos falados. Os ataques ocorrem de setembro a dezembro. Dois tiveram vítimas fatais. Em um garimpo no distrito de Bandeirantes, cortado pelo rio do Carmo, o caboclo foi visto entrando no poço e os trabalhadores, por isso, tiveram que parar os serviços. A maioria das aparições ocorre em Barra Longa, onde o rio já é mais caudaloso e tem maior número de cabeças de gado, alimento favorito do caboclo.

Mãe do Ouro: É uma bola de fogo que passa pelos matos sem queimar. Os relatos datam de mais de 200 anos. Um garimpo em Bento Rodrigues, que nem a policia conseguia fechar, foi abandonado às pressas por causa dela. Terezinha Ramos, ex-prefeita de Mariana, declarou que seu irmão queimou os olhos por olhar para a Mãe do Ouro. Também existem relatos de ataques em Camargos, onde um morador deu um tiro na bola de fogo, que cresceu e o perseguiu.

Mulher de branco: Vista pelas ruas, tarde da noite, caminhando em direção ao cemitério. Várias aparições da mulher foram relatadas em Passagem.

Homem toco: É um monstro que ataca viajantes, coloca raízes para provocar quedas de cavalos e acidentes de veículos. Ele é muito temido em Diogo de Vasconcelos. É um toco que se move rapidamente e controla suas raízes.

Lambizome pezão: É um lobisomem que tem pé grande e lambe suas vítimas antes de morder, por isso "Lambizome". Uma das vítimas foi parar no hospital após ter sido derrubado de sua moto pela criatura. Ele aparece entre Padre Viegas, Mainart, Diogo de Vasconcelos. Já foi atropelado e amassou um carro.

 Lobisomem na cidade de Jacarezinho, no Paraná, vêm apavorando os moradores da região. Duas garotas que conversavam em frente de casa, por volta das 2 horas da manhã, ouviram sons estranhos e quando olharam para a direção do barulho avistaram uma criatura estranha. Elas imediatamente correram para o interior da uma das casas, os cachorros não paravam de latir e com as portas trancadas não viram mais nada. O bicho foi descrito como um cachorro bem grande, que possuía a cara preta e estava no meio da grama onde puderam ver seu corpo por inteiro.

 Wendigo (também Windigo, Windago, Windiga, Witiko, Wihtikow e outras variações) é um criatura sobrenatural que faz parte da mitologia do povo indígena Que aparece sempre nas matas das Cidade de Jaguariaiva no Paraná, Brasil.  De acordo com a mitologia, o Wendigo é formado a partir de um humano qualquer, que passou muita fome durante um inverno rigoroso, e para se alimentar, comeu seus próprios companheiros. Após perpetuar atos canibais por muito tempo, acaba se tornando este monstro e ganha muitos atributos para caçar e se alimentar, tais como imitar a voz humana, escalar árvores, suportar cargas muito pesadas, e além disso tem uma inteligência sobre-humana. O Wendigo também tem a capacidade de hibernar por anos, e para suportar os invernos, estoca suas vítimas em cavernas subterrâneas onde as devora lentamente. De acordo com a mitologia indígena, para destruir um Wendigo é preciso queimá-lo, pois segundo os indígenas, Wendigo tem um corpo sobrehumano também que lhe permite sobreviver a qualquer tipo de ferimento inconstante.

AS TRAMAS DO DEMÔNIO


O diabo teve um papel de realce na vida do Padre Pio, porque procurava tentá-lo por todos os meios, tecendo armadilhas para dobrar a sua vontade, a fim de cansá-lo e desviá-lo de seus santos propósitos, querendo interferir na sua obra em benefício da humanidade. E o Padre sempre lutou valentemente e também aconselhava aos seus filhos espirituais, que não dessem tréguas a satanás, fechando todas as portas de suas vontades às investidas e sugestões do maligno.

Os ataques diabólicos contra o Padre Pio eram espantosos, o demônio se apresentava de diferentes maneiras: ora por meio de formas que lhe atormentavam os sentidos, ora sob um aspecto horrivelmente tenebroso, ora atacando o seu intelecto e sua vontade, de modo a impedir o progresso de seu amor a DEUS.
DEUS sabedoria infinita conhece a capacidade física e mental de cada pessoa. A grandeza do Amor Divino jamais permitirá que alguma tentação seja maior do que o limite humano. A permissão concedida por JESUS aos demônios para atacar o Padre Pio, é pelo fato dele representar um baluarte formidável entre as pessoas e as forças do mal, que sempre impediu o demônio de atuar sobre os mais fracos e mais expostos as tentações. Assim sendo, o enfurecimento do demônio é devido não apenas ao seu ódio em relação ao Padre, mas ao obstáculo intransponível que ele representava e que protegia as pessoas que procuram o seu auxílio. Esta força admirável que o Padre Pio recebeu de DEUS tinha uma intensidade incalculável e eram graças muito especiais pelo seu combate perseverante contra o maligno, e ele na sua humilde e perseverante caridade colocava em benefício de todos que necessitavam e buscavam o seu eficaz auxílio.

Particularmente, o Padre Pio tinha pavor de Satanás, mas o que o aterrorizava verdadeiramente era o pensamento de ofender a DEUS. Dizia ele: “Estas tentações me fazem tremer da cabeça aos pés de medo de ofender ao SENHOR. Não tenho medo de nada, a não ser das ofensas ao nosso DEUS”.
Em 1906 aconteceu um dos primeiros contatos entre o príncipe do mal e o Padre Pio. O Padre tinha retornado ao Convento de Sant'Elia de Pianisi. Numa noite de verão em que ele não conseguia dormir por causa do grande calor ouviu barulho de passos no quarto vizinho, caminhando de um lado para o outro. Padre Pio pensou: "O pobre Anastácio não está conseguindo dormir. Vou chamá-lo, pois, pelo menos conversamos um pouco". Levantou-se e foi até a janela para chamar o confrade, mas sua voz permaneceu presa na garganta, quando viu no parapeito da janela vizinha, um monstruoso cão com uma terrível cara. Assim contou o próprio Padre Pio: “Então, vi horrorizado entrar pela porta de meu quarto aquele cão feroz de cuja boca saia muita fumaça. Pulei de bruços na cama e invoquei JESUS. Ouvi o que o cão dizia”:“É este, é este aqui!”.“Ainda naquela posição na cama vi a fera pular para o parapeito da janela e de lá se lançar sobre o telhado da frente, desaparecendo em seguida”
Padre Agostino, Confessor do Santo, confirmou que o diabo apareceu ao Padre Pio de diferentes formas: "Apareceu como meninas jovens que dançavam nuas, e apareceu em forma de crucifixo, também como um jovem amigo dos monges, apareceu ainda como o seu Diretor Espiritual, como o Padre Provençal,  também como o Papa Pio X, como o seu Anjo da Guarda e como São Francisco de Assis. O diabo também apareceu nas suas formas horríveis, com um exército de espíritos infernais. Às vezes não havia nenhuma aparição, mas Padre Pio ficava ferido, torturado com barulhos ensurdecedores, cusparadas, etc. Padre Pio sempre teve sucesso,  livrando-se destas agressões invocando o nome de JESUS”.
As lutas entre Padre Pio e Satanás ficavam mais duras quando ele livrava as almas que já estavam quase na posse do Diabo. Mais de uma vez, falou ao Padre Tarcísio de Cervinara que, antes de ser exorcizado, o Diabo gritava: "Padre Pio você nos dá mais preocupação que São Miguel Arcanjo", e também: "Padre Pio, não tire as almas de nós e nós não o molestaremos".
O Barba Azul (o demônio) não quer ser derrotado. Ele sempre chega assumindo todas as formas, durante vários dias, visitando-me com seus espíritos infernais armados com bastões de ferros e pedras. O pior é que eles vêm com os seus próprios semblantes, aquelas caras horríveis e asquerosas. Várias vezes eles me tiraram da cama e me arrastaram pelo quarto. Mas JESUS, NOSSA SENHORA, meu Anjo da Guarda, São José e São Francisco de Assis, estão frequentemente comigo." "Agora, vinte e dois dias passados desde que JESUS permitiu aos diabos descarregarem a raiva deles em mim, meu corpo, meu Padre, até o presente está todo marcado pelos golpes que recebi. Várias vezes, tiraram minha camisa e me golpearam de forma brutal".  "Os diabos não deixam de me golpear e me tiram da cama. Removem a minha camisa para bater em mim. Mas agora eles já não me assustam mais. JESUS me ama, me levanta e me coloca na cama". “Um dia, enquanto estava ouvindo confissões, um homem veio ao confessionário. Era alto, esbelto, vestido com refinamento, cortês e amável. Começou a confessar os seus pecados, que eram de todo tipo: contra DEUS, contra os homens e contra a moral. Todos os pecados eram gravíssimos! Eu fiquei desorientado com aquela montanha de pecados, e respondi: trago-lhe a Palavra de DEUS, o exemplo da Igreja e a moral dos Santos. Mas o penitente enigmático se opôs às minhas palavras justificando, com extrema habilidade e cortesia, todos os tipos de pecados que ele tinha praticado. E dessa forma, queria justificar todas as suas ações pecadoras, tentando me convencer como se elas fossem absolutamente normais e humanamente compreensíveis. E isto, inclusive para os pecados que eram horríveis contra DEUS, NOSSA SENHORA e os Santos. Também permaneceu firme na argumentação dos pecados morais que eram tão sujos e tão repugnantes, que me deixaram meio abatido. As respostas que me deu, com fineza qualificada e malícia, me surpreenderam. Num curto silêncio eu me perguntei: Quem é ele? De que mundo ele vem? Tentei olhar bem para ele e ler algo na sua face. Ao mesmo tempo me concentrei e procurei meditar em cada palavra dele para lhe dar o juízo correto que merecia, mostrando-lhe que não tinham cabimento aquelas justificativas absurdas que ele apresentava. Mas de repente através de uma luz interna intensa e brilhante, reconheci claramente quem era ele, pois era justamente o terrível e abominável demônio. Com tom definido e imperioso lhe falei”: “Diga Viva JESUS para sempre, Viva MARIA eternamente”.“E logo que pronunciei estes doces e poderosos nomes, satanás imediatamente desapareceu num ziguezague de fogo deixando para trás um fedor insuportável”.
"Um dia, Padre Pio estava no confessionário e as cortinas do confessionário não estavam fechadas, de onde eu estava, podia vê-lo sem dificuldade. Os homens se preparavam e se organizavam numa fila única e, eu estava lendo o Breviário. Às vezes, erguia o olhar para ver o Padre. Então, pela porta da pequena Igreja, entrou um senhor. Parecia idoso, estava sério e tinha os olhos pequenos e pretos, cabelos grisalhos, usando uma jaqueta escura e calças compridas. Eu não quis me distrair e continuei recitando o breviário, mas uma voz interna me falou: Pare e olhe! Eu parei e olhei para o Padre Pio. Aquele homem parou em frente ao confessionário. E depois que o penitente que estava se confessando saiu, ele passou na frente dos outros que aguardavam na fila. Ficou em pé, de frente para o Padre Pio. Foi falada algumas palavras que não percebi. Então não vi mais aquele homem de cabelos grisalhos. Depois de alguns minutos o vi penetrando no chão. No confessionário, na cadeira onde Padre Pio estava sentado, vi JESUS em seu lugar. Ele era loiro, jovem e muito bonito e parecia olhar fixamente aquele homem que penetrava no chão. Então, logo a seguir, vi surgir novamente o Padre Pio. Ele voltou a tomar assento no confessionário e se apresentava tranquilo e com uma agradável fisionomia, semelhante a JESUS. Então pude ver claramente o Padre Pio em atividade, ele havia reassumido a sua função de confessor. Imediatamente ouvi sua a voz dizendo aos penitentes na fila”: “Se apressem”! “Ninguém notou este acontecimento e todos nós permanecemos onde estávamos". "O demônio quis atrapalhar a Confissão Sacramental, mas foi imediatamente expulso por JESUS". 


Qual a diferença entre alma e espirito

Na Sagrada Escritura, S. Paulo faz essa distinção entre alma e espírito. A alma humana é espiritual, o que significa que ela não é material. A alma humana tem três capacidades ou potências: a capacidade de entender ou inteligência; a capacidade de querer, ou vontade; e finalmente a capacidade de sentir, ou sensibilidade. A sensibilidade é a potência da alma que nos permite sentir de um modo diferente do corpo. Nosso corpo, através dos 5 sentidos sentem as coisas materiais. Por exemplo, sinto que um objeto é frio ou liso; sinto perfume de flores; etc. Nossa alma sente alegria, tristeza, raiva, simpatia, tédio, etc. Estes sentimentos da alma estão sempre ligados ao corpo. Assim, se tenho notícia que minha mãe morreu sentirei tristeza tal que meu corpo verterá lágrimas. Se tenho uma notícia boa ou surpreendente, dou risada. Portanto, a sensibilidade da alma está, pois, estreitamente ligada ao nosso corpo. É por isso que o demônio tem mais influência sobre nossa sensibilidade do que sobre nossa inteligência e vontade. Nossa inteligência e nossa vontade, embora usem o corpo, estão menos dependentes dele. É pela inteligência e vontade que temos em nós a imagem de Deus, porque, como Deus tem Inteligência e Vontade, nós também temos estas duas potências. Por estas razões, São Paulo faz uma distinção na alma, entre a sensibilidade - que é mais ligada à matéria - e nossa inteligência e vontade, que ele chama de espírito, por serem menos dependentes da matéria. Nesse sentido é que São Paulo diz que a palavra de Deus é como uma espada de dois gumes que penetra entre a alma e o ´espírito´, isto é, entre a sensibilidade (alma) e o espírito (inteligência e vontade).

A palavra espírito apresenta diferentes significados e conotações diferentes, a maioria deles relativos a uma substância não-corpórea em contraste com o corpo material. A palavra espírito é muitas vezes usada metafisicamente para se referir à consciência ou personalidade. As noções de espírito e alma de uma pessoa muitas vezes também se sobrepõem, como tanto contraste com o corpo e ambos são entendidos como sobreviver à morte do corpo na religião e ocultismo, e "espírito" também pode ter o sentido de "fantasma", ou seja, uma manifestação do espírito de uma pessoa falecida.
O termo também pode se referir a qualquer incorpóreo ou ser imaterial, tais como demônios ou divindades, no cristianismo especificamente do Espírito Santo (embora com um "S") vivido pelos discípulos no Pentecostes.
A palavra espírito tem sua raiz etimológica do Latim "spiritus", significando "respiração" ou "sopro", mas também pode estar se referindo a "coragem", "vigor" e finalmente, fazer referência a sua raiz no idioma PIE *(s)peis- (“soprar”). Na Vulgata, a palavra em Latim é traduzida a partir do grego "pneuma" (πνευμα), (em Hebreu (רוח) ruah), e está em oposição ao termo anima, traduzido por "psykhē".
A distinção entre a alma e o espírito somente ocorreu com a atual terminologia judaico-cristã (ex. Grego. "psykhe" vs. "pneuma", Latim "anima" vs. "spiritus", Hebreu "ruach" vs. "neshama", "nephesh" ou ainda "neshama" da raíz "NSHM", respiração.)
A declaração do apóstolo Paulo nas Escrituras de que `o espírito, alma e corpo´ devem ser `conservados íntegros´, expressa claramente que alma e espírito são coisas distintas. 1 Tessalonicenses 5:23.
A palavra espírito costuma ser usada em dois contextos, um metafísico e outro metafórico 
Não há uma única opinião sobre a natureza do homem entre os cristãos. Enquanto certos ramos do cristianismo defendem que `corpo´ e `espírito´ são partes integrantes do homem, e que este último, separa-se em caso de morte para receber sua recompensa (Céu ou Inferno) segundo as obras praticadas em vida; outros defendem que o homem é uma unidade indivisível de corpo, mente (alma) e espírito, e que este último, é somente um `vento´ ou `folego de vida´ soprado por Deus nas narinas do homem na Criação (Gênesis 2:7) e que não possui, em si, qualquer inteligência ou emoção após a morte (Eclesiastes 9:5,6 e 10), alcançando, o ser, sua recompensa (vida eterna ou morte eterna) em carne e osso. 
Em psicologia, o espírito designa a atitude mental dominante de uma pessoa ou de um grupo, que motiva-o a fazer ou a dizer coisas de um determinado modo. De acordo com a espiritologia (ou "psicologia espiritual"), o espírito é o corpo psíquico, que entra em contato com a quarta dimensão (ou Mundo Astral), local onde não existem problemas de espaço (distâncias) ou de tempo. Segundo esta corrente, o ser humano pode entrar em contacto com outros lugares ou até outras épocas, sendo que, alguns pesquisadores, como o psiquiatra suíço Carl Gustav Jung, acreditavam que os problemas do mundo contemporâneo, não eram regidos apenas pelas pessoas fisicamente, mas também psiquicamente, utilizando o mundo astral como meio de intervir no Mundo Terrestre.
Na Bíblia, a expressão "espíritos" também se refere aos anjos que se rebelaram contra Deus (Apocalipse 12:7-9). Na tradição judaico cristã, são também chamados de "anjos decaidos" ou "demônios". Eles subordinaram-se à liderança de um anjo rebelde que foi proeminente na hierarquia angélica, comummente denominado por Satanás e Diabo.
Segundo a Bíblia, estes "anjos decaidos" teriam grande força e influência sobre a mente e o modo de viver dos humanos (2 Corínthios 11:14 e 15). Operam grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra diante dos homens (Apocalipse 13:13). Teriam capacidade de se incorporar em humanos e em animais e possuí-los (possessão).
No Novo Testamento, o uso do termo "demónio", em gr. daimoníon, é limitado e específico em comparação com as noções dos antigos filósofos e o modo em que esta palavra era usada no grego clássico. Originalmente, o termo daimoníon designava as divindades, que podiam ser boas ou ruins - para um estudo mais acurado do termo, veja SPINELLI. Miguel. "Sócrates e o seu daimónion". In: Questões Fundamentais da Filosofia Grega. São Paulo: Loyola, 2006, pp. 108-128. 
Segundo a Doutrina espírita, o espírito é a individualização do princípio inteligente do Universo. Quando encarnado - ou seja, vestido de um corpo humano - é chamado de alma, nesta situação alma e espírito são as mesmas coisas. A reencarnação, segundo o espiritismo, é o processo de auto-aperfeiçoamento por que passam todos os espíritos.
Para os espíritas, o estado natural do espírito seria o de liberdade em relação à matéria, ou seja, a condição de desencarnado. Nesta situação, o espírito mantém a sua personalidade e suas características individuais.
Também segundo a doutrina espírita, a interação do espírito com o cérebro se dá através do perispírito. Este conecta a vontade que nasce no espírito com o estímulo que direciona o cérebro
Para designar um espírito específico, os espíritas utilizam a inicial em maiúsculo, como por exemplo: "O Espírito Emmanuel"

Fantasma

Fantasma, na crença popular, é a alma ou espírito de uma pessoa ou animal falecido que pode aparecer para os vivos de maneira visível ou através de outras formas de manifestação. Descrições de aparições de fantasmas variam no modo como estes se manifestam. A tentativa deliberada de contactar o espírito de uma pessoa morta é conhecida como necromancia, ou séance no espiritismo.
A crença em manifestações espirituais dos mortos é comum, datando do animismo ou veneração dos mortos em culturas pré-históricas. Determinadas práticas religiosas — ritos funerários, exorcismos, e alguns costumes do espiritualismo e da magia — são especificamente designadas para agradar os espíritos dos mortos. Fantasmas são geralmente descritos como essências solitárias que assombram um local, objeto ou pessoa em particular a qual estiveram ligados em vida, embora histórias a respeito de exércitos, trens, navios e até mesmo animais e números fantasmas tenham sido relatadas.
 A noção do transcendental, sobrenatural ou espiritual, normalmente envolvendo entidades como fantasmas, demônios ou deidades, é um fênomeno cultural universal. Em religiões pré-históricas, tais crenças costumam ser simplificadas como animismo ou veneração dos mortos
Em muitas culturas, fantasmas malignos e perturbadores são diferenciados dos espíritos benignos envolvidos na veneração aos mortos
A veneração aos mortos envolve tipicamente rituais designados para a proteção contra espíritos vingativos do além, imaginados como famintos e invejosos em relação aos vivos. Entre as estratégias para evitar os espectros estão o sacrifício, isto é, dar ao morto comidas e bebidas para apaziguá-lo, ou a expulsão mágica do morto para forçá-lo a não retornar. A alimentação ritual dos mortos é realizada em eventos tradicionais como o Festival das Almas chinês ou o Dia de Finados ocidental. O banimento mágico dos mortos está presente em muitos dos costumes funerários ao redor do mundo. Corpos encontrados em diversas mamoas haviam sido ritualmente amarrados antes do enterro, e o costume de atar os cadáveres persiste, por exemplo, nas regiões rurais da Anatólia Fantasmas e a vida após a morte Em muitos relatos tradicionais, fantasmas são frequentemente vistos como pessoas mortas procurando por vingança, ou aprisionadas na Terra por atos ruins que praticaram durante a vida. A aparição de um fantasma era considerada o presságio da morte, assim como avistar o próprio fantasma ou "dopel".
Há vários relatos acerca da aparição de "damas de branco" em regiões rurais, que supostamente morreram de forma trágica ou sofreram alguma espécie de trauma durante a vida. Lendas de "damas de branco" são recorrentes em diversas culturas, e um denominador comum é o tema da perda ou traição de um marido ou noivo. Elas são frequentemente associadas a uma linhagem familiar específica, sendo portadoras da morte. Similar à Banshee, avistar um desses fantasmas é sinal de que alguém na família morrerá.
Lendas a respeito de navios fantasmas circulam desde o século XVIII, a mais notável delas sendo a do Holandês Voador. Este tema foi popularizado na literatura pelo poema The Rime of the Ancient Mariner, de Coleridge.
 O local onde fantasmas são avistados é descrito como assombrado, e frequentemente considerado como sendo a moradia de espíritos que podem ter sido antigos moradores ou relacionados de alguma forma àquela propriedade. A atividade sobrenatural no interior de residências é associada principalmente a eventos violentos ou trágicos ocorridos nestas, como assassinato, morte acidental ou suicídio. Mas nem todos os locais assombrados foram cenário de uma morte violenta, ou mesmo de atos de violência. Muitas culturas e religiões acreditam que a essência de um ser, como a "alma", continua a existir após a morte. Algumas concepções filosóficas e religiosas sustentam que os "espíritos" daqueles que morreram não vão "embora", mas permanecem presos dentro da propriedade onde suas memórias e energia ainda são fortes. 
A imagem de um submundo onde os mortos moravam era comum no Antigo Oriente, sendo expressa no hebraico bíblico pelo termo tsalmaveth (literalmente "sombra-morte"). No Antigo Testamento, a Bruxa de Endor aparece durante o Segundo Livro de Samuel para conjurar o espírito 'owb de Samuel.
 Há várias referências a fantasmas em religiões mesopotâmicas, mais especificamente nas religiões da Suméria, Babilônia, Assíria e em outros estados iniciais da Mesopotâmia. Traços de tais crenças permaneceram nas religiões abraâmicas posteriores que dominaram a região Acreditava-se que os fantasmas eram criados no momento da morte, levando consigo a memória e a personalidade da pessoa falecida. Eles viajavam para um mundo subterrâneo, onde assumiam uma determinada posição e levavam uma existência similar em alguns aspectos àquela do vivo. Esperava-se que familiares dos mortos fizessem oferendas de alimentos e bebidas em prol destes; caso não o fizessem, os fantasmas infligiram aos vivos má sorte e doenças. Costumes medicinais tradicionais atribuíam uma variedade de doenças à ação de fantasmas, enquanto outras seriam causadas por deuses ou demônios.

O espiritismo é baseado nos cinco livros da Codificação Espírita escritos pelo educador francês Hypolite Léon Denizard Rivail sob o pseudônimo Allan Kardec, divulgando os fênomenos que ele observou e atribuíu à inteligência incorpórea (espíritos). Sua hipótese de comunicação com espíritos foi reconhecida por muitos de seus contemporâneos, entre eles vários cientistas e filósofos que compareceram a sessões e estudaram o fenômeno. Seu trabalho foi posteriormente expandido por autores como Léon Denis, Gabriel Delanne, Arthur Conan Doyle, Camille Flammarion, Ernesto Bozzano, Chico Xavier, Divaldo Pereira Franco, Waldo Vieira, Amália Domingo Soler, entre outros.
O espiritismo possui adeptos em vários países, como Espanha, Estados Unidos, Canadá, Japão, Alemanha, França, Inglaterra, Argentina, Portugal e especialmente Brasil, que tem a maior proporção e número de seguidores Joe Nickell, do Comitê para a Investigação Cética, escreveu que não existe evidência científica crível de que qualquer localidade foi habitada por espíritos de mortos. Presenciar fantasmas seria consequência das limitações perceptivas humanas e explicações físicas comuns, como por exemplo a mudança na pressão atmosférica em algumas casas que fazem com que as portas batam, ou as luzes de um carro refletidas através de uma janela durante a noite. A pareidolia seria também outra razão que, segundo os céticos, levam pessoas a acreditarem que viram fantasmas. Relatos de fantasmas vistos "pelo canto do olho" podem ser relacionados à sensibilidade da visão periférica humanaDe acordo com Nickell, a visão periférica pode ser facilmente enganada, especialmente tarde da noite, quando o cérebro está cansado e mais propenso a interpretar de maneira equivocada sons e visões.
Alguns pesquisadores, como Michael Persinger da Laurentian University, no Canadá, especularam que as mudanças nos campos geomagnéticos (provocadas pela pressão do núcleo terrestre ou por atividade solar) podem estimular os lobos temporais do cérebro e produzir muitas das experiências associadas a fantasmas.Acredita-se que o som seja outra causa de supostas aparições. Richard Lord e Richard Wiseman concluíram que o infrassom pode fazer com que humanos isolados em um cômodo experimentem sentimentos estranhos, como ansiedade, tristeza, sensação de estar sendo vigiado e até mesmo calafriosDesde 1921 especula-se que o envenamento por monóxido de carbono, que provoca mudanças de percepção nos sistemas visuais e auditivos, pode ser uma possível explicação para casas assombradas
Também o fenômeno do fogo-fátuo, um gás fosforescente resultante da decomposição orgânica em áreas pantanosas e cemitérios, pode levar a crenças sobre fantasmas.

Mundo dos mortos

Em algumas religiões e em mitologia, o Reino dos Mortos (ou Mundo dos Mortos) é qualquer lugar ao qual acredita-se haver uma localização, ou entrada, no mundo físico; ou uma vida após a morte que pode ser visitada por pessoas ainda vivas. O mundo dos mortos é, maiormente, imaginado ser o mundo subterrâneo. Exemplos de reino dos mortos incluem o Hades e Sheol. Visitar tais reinos é um arquétipo comum em contos folclóricos e épicos
 Realmente, Efésios 4:9, na Nova Tradução Na Linguagem de Hoje (NTLH) apresenta a expressão “mundo dos mortos” para se referir ao lugar onde Jesus “desceu” por ocasião da morte. Por ser uma tradução livre (não ao pé da letra), a NTLH traduz o texto reinterpretando-o. Por isso, vários textos doutrinários não estão de acordo com original grego. Recomendo a utilização dessa Bíblia mais para leitura devocional, pois, para entendermos o texto bíblico, precisamos de versões que estejam mais próximas possíveis ao original.
Na Bíblia, a expressão “mundo dos mortos” se refere à “morada” dos mortos, ou seja: a sepultura (confira Mateus 12:40). 
 “Que significa “ele subiu”, senão que também havia descido às profundezas da terra?” 
 “Ora, que quer dizer subiu, senão que também havia descido até às regiões inferiores da terra?”em
 O fato de Jesus morrer na cruz e ir para a sepultura em nosso lugar (Ele experimentou a morte eterna) deu a possibilidade de também recebermos dons espirituais para nosso crescimento e benefício das outras pessoas. Isso por que ao voltar para o Céu Ele assentou-se novamente no Seu trono (Hebreus 1:3) e enviou o Espírito Santo (João 16:7; 15:26) como Auxiliador (João 14:16) e Agente Capacitador da Igreja (Atos 1:8).
 Contudo, os teus mortos viverão; seus corpos ressuscitarão! Despertai e cantai, pois, vós os que retornaram ao pó; despertai e cantai com grande júbilo. O teu orvalho é orvalho de luz; a terra dará à luz os seus mortos! Os teus mortos viverão, os seus corpos ressuscitarão; despertai e exultai, vós que habitais no pó; porque o teu orvalho é orvalho de luz, e sobre a terra das sombras fá-lo-ás cair. 
extinguirá a morte de uma vez por todas. O Eterno  enxugará as lágrimas de todo rosto e retirará de toda a terra a zombaria e a humilhação que seu povo vem sofrendo. Palavra de SENHOR!
 Passados dois dias, ele nos revivificará; ao terceiro dia nos erguerá e restaurará, a fim de que possamos viver em sua presença.

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