Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.

As mais extensas exposições sobre demonologia cristã são o Malleus Maleficarum, de Heinrich Kraemer, Demonolatria, de Nicolas Rémy, e Compendium Maleficarum, de Francesco Maria Guazzo.

A demonologia se refere a catálogos que tentam nomear e definir uma hierarquia de demônios e espíritos malignos. Nesse sentido, a demonologia pode ser vista como uma imagem em espelho ou um ramo da angeologia, que estuda os anjos.

Os grimórios de ocultismo são tomos que conteriam os feitiços dessa versão da demonologia, contendo instruções de como convocar demônios e (espera-se), submetê-los à vontade do conjurador, embora nem todos os ocultistas antigos ou modernos necessariamente conjurem demônios.


sexta-feira, 5 de agosto de 2011

QUAL O PECADO QUE DEUS NÃO PERDOA?

O Pecado que Deus Não Pode Perdoar

Quando Deus libertou o povo de Israel do cativeiro do Egito, tornou-Se o seu Rei e Líder. A medida que o povo se multiplicava e se estabelecia na Palestina, queriam ser semelhantes às nações vizinhas. Pediram a Deus que lhes desse um rei dentre os homens.

Concedeu-lhes Deus o desejo e permitiu que Saul fosse seu primeiro rei. Era Saul um jovem muito religioso, e quando foi feito rei, começou a profetizar. Por um breve período de tempo foi um bom rei, mas o orgulho e a obstinação o levaram a desprezar as instruções de Deus e seguir sua própria vontade obstinada. Quando Deus lhe mandou destruir por completo os amalequitas e tudo que possuíam, obedeceu apenas parcialmente.

Samuel saiu ao encontro do vitorioso Saul e seu exército. Quando se lhe perguntou por que motivo deixara de fazer tudo que Deus mandara, Saul culpou o povo, de sua própria rebelião. Por pequeninos atos de desobediência Saul estivera a pôr o fundamento desse final ato de rebelião contra Deus. Não só Deus rejeitou a Saul de ser rei sobre Israel, mas diz a Biblia que Deus retirou de Saul o Seu Espírito, e o rei se tornou homem perdido, para além do auxílio e perdão de Deus— perdido eternamente! Notemos o que a Bíblia diz a seu respeito, em I Samuel 16:14: "Tendo-se retirado de Saul o Espirito do Senhor,. . . um espirito maligno o atormentava."

A Biblia fala do perigo de pecar por tanto tempo que a pessoa já não deseja mais o perdão. Alguns dão a este ato o nome de "pecado imperdoável." Vejamos o que a Bíblia diz acerca deste pecado. De novo um Deus que manda destruir e matar. Esse, definitivamente, não é o meu Deus.
A razão humana é essa verdadeira luz que esclarece todo homem que vem ao mundo (João, 1:9) R:MORTE SEGUNDO Á ILUMINA COM RESPALDO BIBLICO:MAIS AQUELES QUE ESTÃO EM CRISTO JESUS VENCERAM A MORTE.EMBORA VC.TENDO ENTENDIMENTO PRÓPRIO SE BASEIA EM QUAL CONCEITO PARA AFIRMAR QUE ESSE NÃO É SEU DEUS,E QUAL É DE FATO O SEU DEUS?

VISÃO GERAL

A Bíblia se refere a dois tipos de morte: a morte física, que acontece com todas as pessoas quando param de viver e a morte espiritual, quando elas não mantêm um relacionamento com Deus e Jesus Cristo.

O Velho e o Novo Testamento falam da morte de maneira diferente. O Velho Testamento fala mais de morte física e o que significava para os israelitas. O Novo Testamento fala mais de morte espiritual. Conta a história da vida de Jesus Cristo na Terra, que inclui sua morte e ressurreição. Também nos conta que, por causa da morte de Jesus, todas as pessoas têm a chance de viver eternamente nos céus com Deus.

A NO VELHO TESTAMENTO

Os israelitas aceitavam a morte como um fim natural da vida. Tinham como objetivo viver uma vida longa e plena, ter muitos filhos e morrer em paz com sua família. Uma morte prematura era vista como o resultado do julgamento de Deus sobre aqueles que Lhe eram desobedientes. O Rei Ezequias orou ao Senhor para prolongar sua vida mesmo não tendo sido totalmente obediente (II Reis 20:9). Jó quis limpar sua reputação com Deus antes de morrer (Jó 19: 25-26). Apesar de pensarem que a morte era o fim natural da vida, os isarelitas nunca a viram como uma experiência agradável. Tal como hoje, a morte era um fato triste que afetava profundamente as pessoas. A morte eliminava a pessoa do convívio de familiares e vizinhos. Mais importante ainda é que a pessoa não poderia mais se relacionar com Deus. A morte nunca era vista como um limiar para uma vida melhor no céu. Quando Deus deu a lei para Moisés e para o povo, afirmou claramente que qualquer desobediência aos seus mandamentos teria como conseqüência a morte. Pelo profeta Ezequiel Deus afirmou que todas as pessoas que O seguissem teriam vida, mas a qualquer que "se desviar da Sua justiça" certamente morrerá" (Ezequiel 18: 21-32). Portanto, toda morte era vista como um mau resultado de seu pecado e desobediência.
Mais tarde, essa idéia mudou. Os filósofos judeus começaram a desenvolver idéias sobre vida após a morte e ressurreição do corpo. O livro de Daniel traz a primeira referência sobre uma possível ressurreição dos mortos, quando profetiza " Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno"(Daniel 12;2).

Existem outras profecias semelhantes à de Daniel, feitas no período entre o Velho e o Novo Testamento, em que os filósofos judeus acreditavam que a alma era imortal e continuava a existir depois da morte; seu conceito de ressurreição e vida eternamente redimida da morte pôs em cena o trabalho de Jesus Cristo que subjugaria a morte para todas as pessoas.
MORTE E RESSURREIÇÃO NO NOVO TESTAMENTO

Enquanto no Velho Testamento a morte é um evento pessoal, no Novo Testamento é um tema teológico.

Por causa do primeiro pecado de Adão e Eva, o homem foi separado de Deus e essa separação trouxe a morte ao mundo. Cada pessoa depois de Adão seguiu seus passos. O apóstolo Paulo escreve "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23). Todos merecem morrer e uma vez que cometem pecadonão são mais merecedores de uma relação com Deus. Quando o Novo Testamento fala sobre morte, está falando de viver uma vida sem Deus; seus escritores sabiam que a morte afeta todos os aspectos da vida. Sem Deus, vive-se com medo da morte e alguém que vive sem Cristo está espiritualmente morto. O livro de Hebreus conta que o diabo, que governa o mundo, é o senhor da morte (Hebreus 2;14). É fácil pensar na morte como um poder demoníaco que governava o mundo até que Cristo, o único que teve poder para vencer a morte em favor de todas as pessoas, finalmente a conquistasse.

Quando Cristo morreu, foi enterrado e ressuscitou ao terceiro dia, o poder que a morte tinha sobre o mundo foi permanentemente quebrado. O Novo Testamento descreve a vitória de Jesus sobre a morte de várias maneiras. Em Filipenses 2:8 lemos que Jesus foi obediente à morte. Em outra epístola, Paulo diz que "Ele morreu por todos" como sacrifício pelo pecado de todas as pessoas (II Coríntios 5:15). Pedro descreve como Jesus desceu ao Hades (lugar da morte) para conquistá-la (I Pedro 3: 18-19).

Sendo o único ser imortal, Deus é a fonte de toda a vida, e somente podemos viver se tivermos um relacionamento com Ele. A morte e ressurreição de Cristo proporcionam às pessoas a oportunidade de restaurar sua comunhão com Deus.

"Se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram, eis que se fizeram novas"(II Coríntios 5:17). Todas as pessoas que estabelecem um compromisso real com Jesus passam imediatamente da morte para a vida, e todas que obedecem as palavras de Deus terão a vida eterna. É a blasfêmia.
Qual a palavra de blasfêmia?

Quem escreveu a blasfêmia?
Quem se fez passar por Deus?
A palavra de quem chamam de "palavra de deus"?

A torá. Moisés.
O mentiroso desde o princípio.
O ladrão
O assassino
O sanguinário
O que fere a "ROCHA"
O que quebra a lei
O mercenário

Moisés mente desde o princípio.

E seguiram a besta.
Este cristianismo segue a besta.


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