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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Hitler, Armas Secretas e os OVNIS alemães - A História Oculta



De onde vem esta energia, que passa pela ruptura? Teoricamente, ela tem origem em uma constelação de natureza extraterrestre, chamada Taurus, cuja estrela mais brilhante é Aldebaran. Seguramente esta energia exerce sua influência até hoje, embora também haja a invasão benéfica de outras influências extraterrestres, como a de Sirius e de Andrômeda, e então esta energia singular e até agora dominante, provavalmente diminuirá sua força. No entanto, até lá a Alemanha continuará sendo uma potência mundial. Antes de encerrar, voltemos um instante para a II Guerra Mundial e para um pouco antes. Duas forças, esotéricas por natureza, que exerceram influência direta e poderosa sobre o Terceiro Reich e Hitler foram as sociedades Viril e Thule. Cada uma delas exerceu grande influência sobre Hitler e sobre o "crème de la crème" do Terceiro Reich. Elas, também, juntamente com Aldebaran, exerceram grande influ6encia no desenvolvimento da tecnologia e nos projetos dos discos voadores de Hitler.

Para encerrar, gostaria de explicar as conclusões a que cheguei sobre o Terceiro Reich, da Antártica, fez essa inexplicável mudança ou transformação , do mal para o bem. A Antártica é conhecida pelos povos nórdicos como uma das duas entradas para a Terra Oca. Vejam que eu disse "Terra Oca" e não interior da Terra. A Terra oca é o buraco interior do nosso planeta. Ele abriga civilizações muito mais desenvolvidas e benignas que nossa civilização exterior. É um mundo de liberdade - libertação do estresse, da competitividade, da preocupação, do medo, da fome e da doença. É um depósito de tudo que é benevolente e pacífico, repleto de amor e solidariedade.
Lavando-se em conta o que acabei de dizer, mi-nha opinião é que os membros do Terceiro Reich entraram em contato com as entidade da Terra Oca e foram persuadidos a mudar sua consciência e forma de pensar, transformando-as em algo mais construtivo e benevolente. Talvez alguns membros bastante inflexíveis desse Terceiro Reich tenham resistido, mas a semente da insatisfação germinava. Final-mente, os membros que resistiram ao altruísmo, influenciados pela Terra Oca, mudaram sua forma de pensar e buscaram o caminho da benevolência. Graças a Deus o fizeram. Certamente a geração posterior estava de acordo com a filosofia da Terra Oca. Finalmente, quando eles herdaram a estrutura do Terceiro ou Quarto Reich , transformaram-no no que é hoje. Esta teoria não é tão absurda, visto que há registros que os descendentes dos Illuminati (o governo secreto), que dominaram a humanidade por tanto tempo, também abando-naram a filosofia de seus antepassados e agora buscam o caminho espiritual.
Isso nos leva a outro ponto. Não pensem que os nossos jovens são decadentes, imorais e sem objetivos. Isto simplesmente não é verdade. Existem, é claro, aqueles que recebem mais e injustificada atenção que a média, mas eles não representam a juventude com um todo. Devido à nossa grande dificuldade para assimilar o que é novo, o que nos leva a sermos negativos, prestamos pouca ou nenhuma atenção aos jovens que se dedicam a torna-rem-se responsáveis e produtivos, para fazer do mundo um lugar melhor para nascer e cres-cer. Eles são uma forte e esmagadora maioria entre os jovens. Infelizmente, no entanto, aos olhos da mídia, estes jovens corajosos não são notícia, porque tem perspectivas positivas que se afastam do ponto de vista negativo que, infelizmente , é tramado e destinado a dimi-nuir a conscientização de todos. Vejam os noticiários da televisão, os jornais, as revistas, etc. o que mostram? O sensacionalismo, o macabro e o comportamento decadente de pou-cos que supostamente representam a aura de toda a juventude. Não é representativo e in-justo com a maioria da juventude e é uma grande mentira.
Espero que este artigo atinja uma boa parte desta juventude que luta e também os depravados, para que sejam sensibilizados e encorajados pelo grupo de jovens que trans-formam as energias antiquadas do Terceiro Reich, e que hoje são, por causa de sua sabedo-ria e determinação, guias de inspiração de luz e esperança para todos. Para a juventude de todo o mundo, continuem lutando, pois vocês são os futuros líderes do mundo. Boa sorte!


Armas Poderosas e personagens estranhos


Durante a Segunda Grande Guerra (1939/45) o governo nazista investiu fábulas em novas tecnologias para derrotar os rivais. A Alemanha já era bem conhecida pelo projeto próprio de televisão, do carro Volkswagen, dos mísseis, da comunicação de massa, das armas etc. Há muita especulação sobre quais seriam essas armas secretas, mas alguns projetos são bem conhecidos como a bomba atômica (que não foi bem sucedida na Alemanha, porque os cientistas que criaram a bomba na América eram judeus expulsos pelo nazismo), os foguetes e em outro terreno a invisibilidade, viagem no tempo e discos voadores. Neste texto listo os responsáveis pela divulgação do disco-voador nazista (Projekt Saucer):


Guiseppe Belluzzo (25/11/1876 a 21/5/1952)


Belluzzo alegou ao jornal 'Il Mattino dell'Italia Centrale' em 27 de março de 1950, que discos voadores para uso militar, foram produzidos a partir de 1942, primeiro na Itália, depois na Alemanha. O projeto italiano, foi supostamente produzido pelos alemães no nordeste da Noruega. A mesma declaração foi reproduzida pelos jornais 'Il Corriere della Sera', 'La Nazione', e 'La Gazzetta del Popolo'. Na edição de 29/30 de março de 1950, do 'Il Corriere d'Informazione' o General Ranza da Força Aérea Italiana desmentiu a informação. O objeto citado por Belluzzo teria dez metros de largura e seria utilizado para carregar uma bomba atômica. Belluzzo, ex-Ministro da Economia entre 1925 e 1928, era expert em turbinas e escreveu quase 50 livros técnicos.


Rudolph Schreiver


Três depois das declarações de Belluzo, em 30 de março de 1950, Rudolph Schreiver afirmou à revista Der Spiegel em 30 de março de 1950, ter trabalhado nos discos a partir de 1942, que acredita terem caído em mãos norte-americanas. A matéria incluía um diagrama, sem informações técnicas. Em março de 1950, Schreiver trabalhava para as Forças Americanas na Alemanha, entregando cópias dos jornais 'Stars and Stripes' nas bases militares.


Richard Miethe


Engenheiro Aeronáutico alemão e ex-coronel, Miethe declarou a France-Soir em 7 de junho de 1952, que ajudou a construir um disco-voador - o V7 - em 1944. Os motores foram encontrados pelos russos em Breslau, no fim da guerra. Ele diz ter comandado um grupo de técnicos do 10º Exército do Reich, a partir de abril de 1943, em Essen, Stettin e Dortmund, onde as pesquisas foram conduzidas. Disse ter trabalho em 6 engenhos, dos quais acredita que os 3, que funcionavam, foram levados pelos russos. Nessa entrevista, ele comenta sobre um avistamento de óvni no Brasil na mesma época. Miethe diz que o objeto visto no Brasil poderia ser russo, construído a partir das naves germânicas. Poucos dias antes da Alemanha capitular, Richard Miethe abandonou o front, indo para Addis Abab e para o Cairo, onde alguns oficiais nazistas estavam se reagrupando. Ele diz ter trabalhado no Egito para reconstruir os discos, até ser expulso por causa do fim das relações diplomáticas entre a Alemanha e o Egito, seguindo então para Tel Aviv, em Israel. O óvni de Miethe, aparentemente foi testado no Báltico em 17 de abril de 1944.

George Klein


Georg Klein, um engenheiro que trabalhou no Ministério de Armamento e Munição de Albert Speer, disse ter sido testemunha do teste do disco de Schriever, ou outro similar, perto de Praga em 14 de fevereiro de 1945. Um informe da CIA, de 27 de maio de 1954, relata que "Um jornal alemão - Welt am Sonntag. O nome da matéria é "Erste 'Flugscheibe' flog 1945 in Prag" e foi editada em 25 ou 26 de abril de 1953 - publicou recentemente uma entrevista com George Klein, famoso engenheiro alemão e expert em aviação, descrevendo a construção de “discos voadores” ocorrida de 1941 a 1945. Klein afirma que presenciou, em 1945, o primeiro “Disco” pilotado, decolar, atingindo a altitude de 12.400 metros e a velocidade de 2.000 km por hora em três minutos. Miethe desenhou uma nave em forma de disco com 42 metros de diâmetro, que não girava; Habermohl e Schriever, desenharam um grande disco giratório, com uma cabine, no meio, para a tripulação. Quando os soviéticos ocuparam Praga, os alemães destruíram todo o projeto e nada mais se ouviu falar de Habermohl e de seus assistentes."
Segundo o diário do 8 º Comando Aéreo, o dia 14 de fevereiro de 1945, era um dia nublado e chuvoso, com baixa visibilidade. Impraticável para qualquer teste aéreo.


Klaus Habermohl


O personagem mais misterioso. Não há provas de sua existência, apesar dos depoimentos das pessoas que afirmam terem trabalhado com ele.


Heinrich Fleischner


Heinrich Fleischner, de Dasing, Augsburg da República Federal da Alemanha, foi entrevistado pela revista Neue Presse em 2 de maio de 1980, na época com 76 anos. Fleischner alegou ter sido o consultante técnico no projeto do disco propagado a jato, que foi construído em Peenemunde, - embora outras partes fosse construídas em outras regiões. De acordo com Fleischner, Hermann Goering (o líder nazista) era o patrono da nave, e planejou utilizá-la como “correio”. Ao fim da guerra, a Wehrmacht destruiu a maior parte dos aparelhos. Os documentos que tinham “pouca importância” caíram nas mãos dos russos.


Hermann Klaas


Hermann Klaas, de Muhlheim, ex-Alemanha Ocidental, um bio-técnico especializado em fenômenos aerodinâmicos, afirmou ter trabalhado em vários projetos de discos comandados por controle remoto, durante a Segunda Guerra. O modelo mais tradicional teria quase 2 metros e meio de diâmetro e era impulsionado por motores elétricos, fornecidos pela Luftwaffe. De acordo com Klaas, esses modelos eram similares aos desenvolvidos por Schriever, Haber-mohl, Miethe, e Belluzzo em Bohmen na Tchecoslováquia e Breslau (hoje Wrocklaw na Polônia).


Outros dados:


"A pesquisa de armas de anti-gravidade foi feita perto de Praga, principalmente por Viktor Schauberger e Richard Miethe. Em 1944, Miethe, em cooperação com os italianos, desenvolveu o enorme V-7 movido a hélio e os pequenos modelos para uma pessoa. O Vril alcançou uma velocidade de 2,900 km/h em testes de vôo. O capitão Hans Kohler desenvolveu o Haunibu 2 com um diâmetro de 25 metros que levava uma tripulação de vôo completa e era impulsionado por um simples motor de eletrogravidade chamado o Conversor de Kohler...” - Len Kasten no livro 'Atlantis Rising' O nome de Victor Schauberger consta na lista dos cientistas alemães da Segunda Guerra que entraram nos Estados Unidos, para colaborar com o governo norte-americano, através da operação Paperclip. Segundo o livro “As Sociedades Secretas e seu Poder no Século XX”, de “Jan van Helsing (pseudônimo), de 1998: “Ele trabalhou na doutrina da oscilação, ...Digamos mais simplesmente: implosão no lugar de explosão! Por meio ... da técnica de implosão penetra-se no domínio da anti-matéria e dissolve-se, assim, a gravidade. Em junho de 1934, Victor Schauberger foi convidado por Hitler e pelos maiores representantes das Sociedades Vril e Thule e trabalhou, daí em diante, em colaboração com eles.”
Em sua edição de fevereiro de 1989, a revista alemã Flugzeug publicou o seguinte relato feito por um funcionário de aviação alemão que, supostamente, teria sido protagonista de um avistamento envolvendo um "disco voador" no aeroporto Prag-Gbell (anteriormente Praha-Kbely) em 1943:
“Local do Avistamento: Escola de Vôo C 14 no aeroporto de Prag-Gbell. Data do Evento Agosto/Setembro 1943, supostamente em um domingo (eu pareço recordar que não havia nenhum serviço naquele dia. O tempo estava bom, seco e ensolarado. Tipo de Observação: "Eu estava com meus camaradas de vôo na pista de vôo, mais precisamente, próximo dos edifícios escolares, a uns 2000 metros do arsenal (situado no extremo esquerdo). O dispositivo estava dentro do hangar: um disco de uns 5-6 metros em diâmetro. Seu corpo é relativamente grande no centro. Abaixo, tinha quatro pernas altas, finas. Cor: Alumínio. Altura: Quase tão alto quanto um homem. Grossura: uns 30 - 40 cm., com uma beirada de anéis externos, talvez orifícios quadrados. A parte superior do corpo (quase um terço da altura total) estava encolhida sobre a metade superior do disco.
Era achatado e arredondado. Junto com meus amigos, eu vi o dispositivo emergir do hangar. Foi então que nós ouvimos o ruído dos motores, nós vimos o lado externo do disco começar a girar, e o veículo começou a se mover lentamente e em uma linha reta para o extremo sul do campo. Subiu então quase 1 metro no ar. Depois de se mover ao redor de uns 300 metros naquela altitude, parou novamente. Sua aterrissagem foi bastante rude. Nós tivemos que deixar a área enquanto alguns guardas empurravam o veículo para o hangar. Mais tarde, a "coisa" decolou novamente, desta vez conseguindo chegar ao fim do aeroporto. Depois, eu fiz uma nota em meu livro de vôo dos membros do FFS C14 que estavam presentes no momento: Gruppenfluglehrer (instrutor de vôo do grupo) Ofw. Michelsen; Fluglehrer Uffz. Kolh und Buhler; Flugschüler (estudantes de vôo): Ogefr, Klassmann, Kleiner, Müller, Pfaffle, Schenk, Seifert, Seibert, Squarr, Stahn, Weinberger, Zoebele, Gefr, Hering, Koza, Sitzwohl, Voss, e Waluda."


Armas Secretas do Terceiro Reich


Como a tecnológia bélica nazista ultrapassou barreiras ao tentar implementar as mais perfeitas máquina de guerra, assunto que ainda é motivo de controvérsias em pleno século XXI
Foguetes V2, Tecnologia infravermelha, caças com designs aero-dinâmicos e tanques gigantescos. Esses são meros exemplos das tecnologias criadas por cientistas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, cujas intenções eram a aniquilação rápida dos adversários do 3º Reich e a supremacia militar de um império motivado por ódio e rancor. Os inúmeros inventos dos alemães chegam até espantar cientistas contemporâneos, vão desde os primeiros protótipos de uma tecnologia infra-vermelha a ser utilizada em rifles e veículos, submarinos gigantescos, tanques em pequena escala controladas por controle remoto e aviões com uma aerodinâmica estranhíssima e inovadora para a década de 40 , como os “caças delta” dos irmãos Horten. Parte dessas tecnologias foram usurpadas e roubadas pelos aliados em 1945, cujas intenções eram o roubo de novas tecnologias para um futuro e suposto uso, sem perceberem o mal que tinham em mãos
Para entendermos a febre da evolução bélica, devemos voltar para o século XIX. O ferro e o aço, diferentemente do ouro e de outras commodities dos séculos XVIII e XVII, eram fatores determinantes de um país desenvolvido. Países cujos setores secundários eram altamente evoluídos, superando o setor agrícola em termos de produção, possupiam indústrias siderúrgicas de ponta. Assim sendo, quando em tempos de paz, a área de pesquisa era totalmente voltada ao setor bélico e afins. Caso que exemplifica a Prússia. Desde a unificação alemã (1862-1870), o país investiu no setor bélico desde o início, por ter uma indústria altamente desenvolvida e sem dependências de capital externo. De 1870 até 1930, a Alemanha Unificada teve um setor bélico de ponta, superando países como França e Inglaterra em termos de quantitividade de produção. A Corrida Armamentista da Bélle Époque (1875-1914) foi motivada por diversos fatores, entre eles estava o medo da supremacia alemã em seu exército e a necessidade de armar-se contra uma suposta nova guerra. No caso seria a grande guerra.
A Era dos fascismos (1918-1945) foi o período em que a tecnologia bélica saltou de 2 para 100. A Alemanha arrasada pelo tratado de versalhes, procurou em pouco tempo pesquisar novas táticas de guerra, empreendimento de novas tecnlogias em guerra e uma remilitarização em etapas. Apesar de estar derrotada, a Alemanha parecia preparar-se para uma “grande revanche” contra os seus rivais da Entente Cordialle. Em 1933, Adolf Hitler assume o poder, e a partir de então promete que o expansionismo militar era necessário para reconquistar a glória perdida do povo alemão e a supremacia ariana. Estava dada a largada para o incentivo maçico nos setores bélicos.
Hitler sabia que, para ter o maior exército da Europa, seria necessário as melhores tecnologias. Durante a República de Weimar (1919-1933), diversos cientistas e pesquisadores alemães surgiam em cada ponto da Alemanha. Durante essa época, a Física evoluia em exponencial, a Química descobria as forças atômicas e a Biologia tratava da genética. Exemplos de cientistas famosos foram os irmãos Horten. Os irmãos desenhavam aviões em formas de Delta (Asa-Delta). Seus desenhos consistiam de aviões com uma aerodinâmica bastante incrível. A brincadeira começou a ficar séria quando eles entraram para a Luftwaffe, força aérea alemã, como projetistas de aviões. A seriedade plena e desenvolvimento de seus vaiões de turbina a jato só começou a ser feita em 1945 com a aprovação de Hermann Goëring (Chefe da Luftwaffe). Porém, com o fim da guerra, parte dos aviões ficaram abandonados em Hangares e depois roubados pelos americanos. Caso o projeto fosse aceito antes de 45, o destino de algumas batalhas provavelmente seriam outras.


 Planejamento - Protótipo - Sendo roubada pelos americanos - Projeto Americano do Horten - Avião Stealth Atual com os mesmos desenhos......mera coincidência???

O INÍCIO

A teoria dos discos voadores nazistas possuem uma quantidade grande de informação factível derivada de fontes fidedignas, como alguns livros de história.  Segundo esta tese, tudo começou com uma sociedade ocultista na Alemanha, chamada de Sociedade Vril.
O livro “Vril: A Força da Raça Emergente” (tradução livre n3m3), também conhecido como “A Raça Emergente”, foi publicado em 1870 por Edward Bulwer-Lytton, membro da Realeza Britânica e envolvido na política, o qual se tornou o Secretário de Estado para as Colônias do Reino Unido.  Ele era um poeta, escritor e romancista que escreveu vários livros, sendo o mais popular, “Os Últimos Dias de Pompéia“.
A maioria das pessoas associadas às sociedades secretas e “lojas ocultas”, nunca levaram a obra “A Raça Emergente” de Bulwer-Lytton, como mera ficção.  Esta obra foi um dos primeiros exemplos de ficção científica, algumas vezes citado como a primeira do gênero.  Sua estória de que uma raça subterrânea superior, com uma forma de energia chamada Vril, bem como as declarações desta raça de que um dia iriam emergir e conquistar a raça que vivia no superfície da Terra, foram considerados elementos verídicos por muitos.  Alguns membros ricos e influentes da sociedade, que eram teosofistas, aceitaram o livro como sendo verdade e começaram a agir de acordo com suas crenças.
O enredo da estória está centrado em um engenheiro de minas, que acidentalmente encontrou o caminho para dentro do reino subterrâneo ocupado por seres (a raça Vril-ya), os quais pareciam como anjos.  O herói logo descobre que eles eram descendentes dos habitantes da Atlântida e tinham acesso à uma força extraordinário chamada “Vril”.
Nesta obra, o uso do Vril entre os Vril-ya variava desde ser um agente de destruição até como sendo substância de cura.
Há uma forte crença de que a Sociedade Vril foi fundada como uma “Sociedade Metafísica Exclusivamente Alemã”, para que fosse explorada as origens da raça Ariana, a fim de contactar os “mestres ocultos” da “Ultima Thule”, e praticar a meditação e outras técnicas que pudessem reforçar o domínio individual da divina força Vril.  Ela teria sido formada por um grupo de mulheres mediúnicas, lideradas pela médium Maria Orsitsch da Thule Gesellschaft.
Dizía-se que Adolf  Hitler, Alfred Rosenberg, Heinrich Himmler, Hermann Göring, bem como o médico pessoas de Hitler, Dr. Theodor Morell, eram os membros da sociedade Vril.  Estes mesmos foram os membros originais da Sociedade Thule, que supostamente uniu-se à Vril em 1919.
Com o Hitler assumindo o poder em 1933, alega-se que ambas sociedades receberam o apoio oficial do governo para que continuassem o desenvolvimento dos programas de discos, tanto para o vôo espacial, como para o uso bélico.
Grandes recursos, tanto de tempo quando financeiros (US$23 bilhões no dinheiro de hoje), foram despendidos na pesquisa e na criação das aceitações histórica, cultural e científica, para que a ideologia de uma raça ariana superior pudesse prosperar na sociedade alemã da época.
Expedições ao Tibete, Nepal, Grécia, Ártico e Neuschwabenland na Antártica, foram organizadas em prol da procura pela nação mítica ariana de Hiperbórea, cuja capital Ultima Thule, de acordo com algumas teorias arianas, foi construída por ancestrais extraterrenos das raças arianas, que vieram da estrela Aldebarã.
A expedição alemã ao Tibete foi organizada para procurar as origens da raça ariana.  Expedições similares foram organizadas para procurar objetos semi-míticos, que se acreditava trazerem poder para seus proprietários, tais como o Cálice Sagrado, utilizado por Jesus na Última Ceia, e a Lança do Destino, que foi usada para perfurá-lo na cruz.

Especúla-se que muitos”Hitleristas” esotéricos e teoristas da conspiração, que estudaram o misticismo nazista e os eventos que ocorreram durante a Segunda Guerra Mundial, chegaram até a Lua em 1942.  Estas alegações têm sido apoiadas por certas fontes, incluindo Vladimir Terziski, o presidente da Academia Americana de Ciências Dissidentes.  Esta extraordinária teoria também joga com as acusações de conspiração de que a NASA nunca conseguiu aterrissar na Lua com seu projeto Apollo.
Uma outra teoria extraordinária proposta é a possibilidade de que os nazistas tinham a capacidade de voar no espaço, devido à sua avançada tecnologia em engenharia, bem como seus discos com foguetes exo-atmosféricos, que são mostrados na documentação de Terziski, com fotos e desenhos.
De acordo com outras teorias, acredita-se que os nazistas fizeram contado com, pelo menos, seis raças alienígenas, incluindo os malevolentes “reptilianos”.
Terziski também promove a crença de que os alemães construíram um quartel general na Lua, cavando túneis sob a superfície lunar, e de que no final da guerra lá estabeleceram uma pequena base nazista de pesquisas.  Terziski acha que os alemães usaram sua colônia de Neuschwabenland na Antártica, após o final da guerra em 1945, para dar início a estes projetos.
Na segunda parte de nosso documentário, que será publicada na próxima semana, apresentaremos uma série de fotos que supostamente mostram os diferentes modelos de discos voadores do Terceiro Reich.

Discos Voadores do Terceiro Reich – Primeira Parte: A sociedade Vril


Este documentário dá início à uma série sobre as teorias dos Discos Voadores do Terceiro Reich.  Apesar de partes desta matéria beirar a linha do absurdo, publicamos isto aqui para que nossos leitores analisem e, se desejarem, deixem seus comentários com seus pareceres.
Assim, embarcamos nesta “sopa” de informações interessantes, coletadas de vários sites da Internet.
PREFÁCIO
Desde o final da Segunda Guerra Mundial, muito se falou a respeito da possibilidade de Hitler ter encomendado de seus cientistas uma arma tão poderosa que lhe daria a vantagem que necessitava para ganhar a guerra.  Contudo, diz a lenda que quando os cientistas de Hitler deram início a este projeto, já era tarde demais e as forças armadas alemãs foram vencidas pelas forças aliadas .
Um filme que está prestes a ser lançado, chamado Iron Sky, cujo trailer pode ser visto abaixo, despertou novamente a curiosidade mundial quanto ao fato da Alemanha realmente ter conseguido, ou não, fabricar pelo menos um protótipo destes discos voadores.   Sabe-se contudo que comprovadamente ela chegou a fabricar os primeiros aviões com turbina à jato, bem como o primeiro avião caça impulsionado por foguete, ambos os quais chegaram a entrar em combate contra as forças aliadas, obtendo resultados satisfatórios.  Estas, e muitas outras armas inovadoras, estavam muito adiante de sua época e causaram um grande impacto aos inimigos de Hitler.
Mas o que teria inspirado Hitler e seus cientistas a fabricar um objeto voador na forma de disco ?

Alegada SS E-IV

O primeiro relato verídico sobre o avistamento de discos voadores nazistas, foi feito por um professor, um cientista italiano e um ex-ministro da Economia Nacional no âmbito do regime de Mussolini, através de um artigo para o jornal Il Giornale d’Italia, em 1950. Estes afirmaram que os grandes poderes tinham lançado discos voadores, com o objetivo de os poderem estudar e testar.

Foram muitos os pilotos que afirmaram ter visto naves estranhas sobre a Alemanha. Nenhuma delas foi capturada pelos aliados, embora alguns cientistas tivessem desaparecido, existindo hoje a teoria que essas naves tenham sido embarcadas para algum lugar, tendo como referência a Antártida.
alegado teste na base espacial de Peenemuende. (dir) Estrutura circular construída na Polonia. Segundo o historiador Igor Witkowski foi utilizado nos testes do projecto Vril
Este assunto foi referido através de alguns meios noticiosos, nomeadamente o New York Times, como algo novo e misterioso que estava a surgir, durante a Segunda Guerra Mundial. Desde uma nova arma alemã a esferas coloridas que tinham sido avistadas em território alemão, foram vários os relatos que fomentam até hoje um desconhecido.

Este é sem dúvida um tema que gera polémica. Para alguns são simplesmente fatos que não passam de pura especulação, para outros uma hipótese bastante provável que agarra testemunhos da época e pode explicar o tão falado e especulado tema do aparecimento de óvnis que fomenta conversas até aos dias de hoje.
alegado protótipo VRIL. (dir) Ilustração sistema de propulsão electro-magnético vril Documento detalhando as fases dos protótipos do projecto VRIL. (dir) VRIL 7 nos campos de testes de Brandenburg. ME109 (caça nazista) voando em formação com um alegado protótipo VRIL7. Teorias referem a existência de uma base avançada na Antártida. Esta base seria posteriormente encontrada e gerida pelos EUA.

Hitler e os discos voadores

O desconhecido exerce desde há muito um fascínio e curiosidade sobre o ser humano. Quantas teorias sobre fenómenos sobrenaturais são exploradas e quantas questões sem resposta são levantadas? Quem já não pensou, por exemplo, no fenómeno da existência de Óvnis, e quem já não ouviu testemunhos que afirmaram o avistamento de objetos estranhos, redondos e brilhantes no espaço?

De fato, a indústria do cinema, e até mesmo da literatura, deram origem a várias teorias e alimentaram opiniões diversas sobre este tema. O certo é que as primeiras abordagens a este fenómeno e os primeiros testemunhos reais tiveram origem na época de Hitler. Recuemos no tempo, mais exatamente ao início da Segunda Guerra mundial. E mergulhemos na teoria de Hitler e dos Discos Voadores.

Da ficção a breves fatos reais, da história ou para a história, a tecnologia avançada que existiu durante a segunda guerra mundial deu origem a mísseis balísticos intercontinentais, motores a jato, canhões de som, aeronaves avançadas e outros projetos fantásticos. No entanto, aliada a toda esta mistica, e entre os projetos mais secretos de toda a Alemanha nazista, estariam os planos de um avançado sistema de propulsão, base da existência dos discos voadores.

De fato, não é difícil imaginar este cenário se tivermos em conta a alta tecnologia que Hitler possuía, e os cientistas de nome como Bellonzo, Miethe e Viktor Shauberger que estavam envolvidos diretamente nos seus projetos.

Consta que Schauberger, foi o responsável pelo projeto da Aeronave apelidada de “Disco Voador”, que tinha a capacidade de viajar acima dos 2.000km/hr e que alcançava uma altitude de 40.000 pés em menos de três minutos. Existem relatos de que estes discos voadores foram vistos mais tarde sobre os Estados Unidos e que existiu de fato uma produção em massa dos mesmos. Diz-se também que Adolf Hitler pretendia utilizar estes Aviões em formato de Disco Voador como instrumento de Guerra, e que parte desta tecnologia permanece ainda hoje na base América 2-11, na Antártida.

Realidade ou pura ficção? Certezas não existem, mas o fato é que a Alemanha Nazista reivindicou o território de Nova Suábia, na Antártida e realizou uma pesquisa em tecnologia de propulsão avançada. Existem, ainda, testemunhos que afirmaram o avistamento de Óvnis durante a Segunda Guerra Mundial.

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