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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Origem da palavra "Tattoo"

A palavra tatuagem origina-se do inglês tattoo, o pai da palavra "tattoo" foi o capitão James Cook , que escreveu em seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau", uma onomatopéia do som feito durante a execução da tatuagem, em que se utilizavam ossos finos como agulhas, no qual batiam com uma espécie de martelinho de madeira para introduzir a tinta na pele.

O conceito de “origem independente” se adequa a tatuagem, pois ela foi inventada várias vezes, em diferentes momentos e partes da Terra, em todos os continentes, com maior ou menor variação de propósitos, técnicas e resultados Charles Darvin, quando escreveu o livro “A Descendência do Homem” em 1871, afirmava que do Pólo Norte à Nova Zelândia não havia aborígine que não se tatuasse, para entender o conceito de multinascimento, alguns críticos supõem que a tatuagem estava na bagagem das grandes migrações dos grupos humanos e por isso passou de um povo para o outro.
Através da arte pré-histórica podemos encontrar vestígios da existência de povos que cobriam o corpo com desenhos em vários exemplares de arte rupestre, foram encontrado desenho de formas humanas com pinturas em seus corpos, assim como estatuetas com esses mesmos desenhos corporais indicando a possibilidade da existência da tatuagem nesses povos, há uma hipótese de que, nos primórdios, marcas involuntárias adquiridas em guerras, lutas corporais e caças geravam orgulho e reconhecimento ao homem que as possuísse, pois eram expressões naturais de força e vitória.
O homem, então, partindo da idéia de que marcas na pele seriam sinônimos de diferenciação e status, passou a marcar-se voluntariamente, fazendo ele mesmo seus ferimentos pelo corpo, que com o passar do tempo deu espaço para a criação de desenhos utilizando-se de tintas vegetais e espinhos para introduzi-las à pele.
A partir daí, diversos povos, de diversas culturas começaram a usar pinturas definitivas por motivos espirituais, em rituais de várias espécies e fins, para a guerra, para marcar os fatos da vida biológica: nascimento, puberdade, reprodução e morte entre outros no entanto, foi com a descoberta das múmias que ficou provado real e concretamente que a arte da tatuagem acompanha o homem desde o seu surgimento a múmia mais antiga do mundo foi encontrada em 1991, na Itália e data de 5.300 anos antes de Cristo, conservou-se congelada em um bloco de gelo e tinha tatuagens acompanhando toda a espinha dorsal, além de uma cruz numa das coxas e desenhos tribais por toda a perna.
A segunda múmia mais antiga do mundo é de uma princesa egípcia que apresentava um grande espiral desenhado na barriga, região do baixo ventre, que alguns antropólogos relacionaram a possíveis rituais de fertilidade, outras múmias apresentaram tatuagens de conteúdo mágico ou médico. Em algumas delas, como na múmia de uma sacerdotisa de 2000 a.C havia linhas horizontais e paralelas à altura do estômago, possivelmente para proteção contra gravidez ou doenças, múmias com os mesmos tipos de sinais foram encontradas no vale do rio Nilo e segundo especialistas, as tatuagens em múmias do sexo feminino tinham um efeito cosmético, para realçar seus encantos.
Em escritos antigos de Heródoto, chamado “O pai da história”, há citações sobre a existência de um povo muito antigo no norte Europeu que tinha o costume de fazer desenhos definitivos pelo corpo, esses povos eram denominados “Pictus”, por esse mesmo costume, os ”Pictus” não se tatuavam por vaidade, acreditavam que as tatuagens lhes davam poder e força e que os desenhos ficavam impressos na alma para que eles pudessem ser identificados após a morte por seus antepassados, seus guerreiros recebiam as tatuagens depois de um ato de bravura, as linhas entrelaçadas dessas tatuagens, complicadíssimas de serem realizadas, serviam para distrair o inimigo, além de representarem a interconexão de todas as coisas sobre a terra.

Os nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia (maori), tatuavam-se em rituais complexos, sempre ligados à religião, os Maori se destacaram pela criatividade do Moko, tatuagem tradicional feita no rosto, os povos Celtas e Vikings, os dinamarqueses, os normandos e os saxões, também desenvolveram os seus próprios estilos de tatuagem, a técnica pouco variava, mas os desenhos e motivos das pinturas eram singulares em cada cultura.

No Taiti, segundo tradição local, a prática da tatuagem seria de origem divina, durante o Po’ (período obscuro) ela teria sido inventada pelos dois filhos do deus Távora Mata Mata Arahu (aquele que imprime com carvão de madeira) e Tu Ra’i Po’ (aquele que reside no céu obscuro) que faziam parte do grupo de artesões, eles inventaram a tatuagem e ornamentaram-se com um motivo denominado “Tao Maro” com o intuito de seduzir e tirar a virgindade de uma linda mulher, que era mantida prisioneira e vigiada por sua mãe; Hina Ere Ere Manua, movida pelo desejo de se deixar tatuar, consegue enganar a vigilância da mãe e é finalmente “tatuada”. Estes ilustres antepassados são sempre invocados antes de se Iniciar uma tatuagem, a fim de que a tatuagem seja perfeita, que as feridas cicatrizem rapidamente e que os desenhos se revelem agradáveis à vista.

Para os Samoanos, o ato de pintar o corpo marcava a passagem da infância para a maioridade, enquanto não fosse marcado, o membro da tribo, por mais velho que fosse, não teria voz numa roda de adultos, nem teria permissão para tomar uma esposa para si, a tatuagem também funcionava como instrumento de ascensão social, quanto mais tatuado fosse o Samoano, mais alto seria seu estatuto na tribo. Na clandestinidade, sob o jugo do poder pagão, os primeiros cristãos se reconheciam por uma série de sinais tatuados, com destaque para a cruz já as letras IHS, abreviatura do nome Jesus, o peixe, letras gregas, etc.

No Japão feudal as tatuagens eram usadas como forma de punição, tornando-se sinônimo de criminalidade, para os japonêses, muito preocupados com sua posição na sociedade, ser tatuado era pior do que a morte, mais tarde, na era Tokugawa, época de intensa repressão, ser criminoso se tornou sinônimo de resistência, popularizando a tatuagem, foi nessa época que surgiu a Yakuza, a máfia japonesa, cujos membros têm os corpos todos pintados em sinal de lealdade e sacrifício à organização e simbolizando a sua oposição ao regime.

Os chineses acreditavam que as tatuagens desviavam o mal de quem as possuía e marcavam a pele com labirintos sinuosos para confundir os olhos do inimigo.

A Idade Média baniu a tatuagem da Europa, com o argumento de que era “coisa do demônio”. Qualquer cicatriz, má formação ou desenho na pele não era visto com bons olhos e essas pessoas eram perseguidas, aprisionadas e mortas em fogueiras pela inquisição a mando dos senhores feudais que queria exterminar possíveis “redentores do povo”, isso acabou dando sustentação aos povos bárbaros, os conquistadores, e ajudou a qualificarem os Maias de "adoradores do diabo" e os massacrarem pelo seu ouro.

Na América, tanto as tribos indígenas dos Estados Unidos, quanto as civilizações Maias e Astecas, eram praticantes da tatuagem, para se ter uma ideia os Índios Sioux, tatuar o corpo servia como uma expressão religiosa e mágica, eles acreditavam que após a morte, uma divindade aguardava a chegada da alma e exigia ver as tatuagens do índio para lhe dar passagem ao paraíso.

Surgindo uma gama de tatuadores que eram artisticamente ambiciosos. Eles acharam muitos clientes nas décadas de 1950 e 1960. Durante muito tempo, nos Estados Unidos, a tatuagem esteve associada a classes sócio-econômicas mais baixas, aos militares, aos marinheiros, às prostitutas e aos criminosos.

No Brasil a tatuagem artística chegou em 1959, através do dinamarquês "Knud Harld Likke Gregersen", que desembarcou no Rio de Janeiro e passou a morar em Arraial do cabo em Cabo Frio, ele ficou conhecido como "Lucky Tattoo" ou ”Mister Tattoo” Knud dizia que suas tatuagens davam sorte, ficou conhecido pelo seu diferencial de em tatuar pois empregava o método de tatuagem com maquina propia e desenhos de catalogo até então inexistentes e desconhecidos pelos brasileiros, assim nascia também a era da tatuagem elétrica, vários artistas se tatuaram com Lucky e como até hoje isso virou referencia, mas a grande popularização da tatuagem inflamou na década de 80, e certamente a musica de Chico Buarque de Holanda influenciou muito para que a tatuagem se difundisse com mais intensidade pois identificava se facilmente com personagens da Zona Sul Carioca, “Menino do Rio” favoreceu muito a tatuadores e tatuados, surgiram então as tatuagens multicoloridas isso foi o auge do verão de 80, e desde então, a tatuagem teve um aumento tão grande de popularidade que o número de estúdios nesses últimos 30 anos subiu de cerca de 100 para mais de 180.000 isso mesmo você não foi erro de digitação estima-se que no Brasil possua em torno de 800.000 (oitocentos mil) tatuadores e cento e oitenta mil studios de tatuagem.
Hoje em dia, é difícil encontrar alguém que não tenha ao menos pensado em fazer uma tatuagem, tatuagem perde cada vez mais o estigma marginal que costumava caracterizá-la e está nos corpos de pessoas de várias idades e classes sociais e muitas do meio artístico que influenciam demasiadamente, de uma simples marca tribal até gigantescos dragões, elas deixaram a clandestinidade para ganhar as ruas, as tatuagens hoje, no mundo da estética, são muito bem recebidas e até recomendadas por dermatologistas na cobertura de manchas ou cicatrizes, e também na recomposição de sobrancelhas, delineamento dos olhos e lábios, a tatuagem passou a ser reconhecida como arte, devido a realização encontros e convenções para a competição entre os melhores trabalhos, atualização e modernização dos métodos de aplicação e de assepsia porem o maior e mais importante acontecimento recente foi o sugimento do SETAP-BR "Sindicato dos Estúdios de Tatuagem e Body Piercing do Brasil” um sindicato a nível federativo, que esta regulamentando a tatuagem no Brasil e será um órgão que atuara em conjunto com a ANVISA a nível Brasil e assim a Tatuagem será reconhecida nacionalmente como profissão e alcançara o status tão merecido, devido ao esforço de vários profissionais que a cada dia dão o melhor de si pra prestar um serviço digno, honesto e de qualidade o processo foi lento mas a vitória é certa!

Arte universal

Sempre existiu gente tatuada em diferentes pontos do planeta
TAITI
De acordo com a mitologia da região, foram os deuses que ensinaram aos homens a arte de tatuar - que, por isso, deve ser executada seguindo à risca uma liturgia especial. Aos homens, por exemplo, é permitido tatuar o corpo todo, enquanto as mulheres só podem marcar o rosto, os braços e as pernas. Na Polinésia em geral, a tatuagem costuma ser usada como símbolo de classe social
JAPÃO
A gravura à direita, do século XIX, mostra japoneses tatuados no braço. O país foi um dos que mais desenvolveram a técnica: as sessões podem durar anos até os desenhos cobrirem o corpo todo, com exceção das mãos e dos pés. A prática, porém, ficou associada à organização mafiosa Yakuza. Outra curiosidade local é a kakoushibori, espécie de tatuagem oculta, com produtos químicos como o óxido de zinco que fazem o desenho aparecer apenas em certas situações: quando a pessoa está alcoolizada, após o ato sexual ou um banho quente
ÍNDIA
Outro país em que a tatuagem é uma tradição milenar, a Índia desenvolveu também a chamada mehndi, pintura corporal com o pigmento natural de henna. Mas, nesse caso, os desenhos duram no máximo uma semana - por isso a técnica costuma ser usada quase que exclusivamente com fins decorativos, para ocasiões especiais como casamentos
NOVA ZELÂNDIA
Os desenhos espiralados típicos da tatuagem maori, como são chamados os nativos da Nova Zelândia, tinham o objetivo de distinguir os integrantes de diferentes classes sociais. Cada espiral simbolizava um nível hierárquico. A prática só era permitida aos homens livres: escravos não podiam se tatuar. Depois que os líderes maoris morriam, seus familiares conservavam a cabeça tatuada em casa, como relíquia. A imagem à esquerda mostra um desses chefes, retratado aos 98 anos de idade, em 1923
ÁFRICA
As tatuagens com cores e traços elaborados são menos comuns em povos de pele escura. Nas tribos africanas, uma prática comum é a escarificação, que consiste na produção de cicatrizes a partir de incisões na pele. Alguns povos a utilizam com fins terapêuticos, para introduzir medicamentos diretamente no corpo. A prática também é verificada em ritos de passagem. Em algumas tribos do Sudão, por exemplo, as mulheres são submetidas a três processos de escarificação: aos 10 anos elas marcam o peito, na primeira menstruação é a vez dos seios e, após a gestação, são marcados os braços, as pernas e as costas

Como surgiu a tatuagem?

Tudo indica que a prática de marcar o corpo é tão antiga quanto a própria humanidade. Mas, como é impossível encontrar corpos de eras tão remotas com a pele preservada, temos de nos basear em amostras mais recentes. É o caso de múmias egípcias do sexo feminino, como a de Amunet, que teria vivido entre 2160 e 1994 a.C. e apresenta traços e pontos inscritos na região abdominal - indício de que a tatuagem, no Egito Antigo, poderia ter relação com cultos à fertilidade. Um registro bem mais antigo foi detectado no famoso Homem do Gelo, múmia com cerca de 5 300 anos descoberta em 1991, nos Alpes. As linhas azuis em seu corpo podem ser o mais antigo vestígio de tatuagem já encontrado - ou, então, cicatrizes de algum tratamento medicinal adotado pelos povos da Idade da Pedra. Mesmo com tantas incertezas, os estudiosos concordam que, já nos primórdios da humanidade, a tatuagem deve ter surgido na busca de tentar preservar a pintura do corpo.
"Um dos objetivos seria permitir ao indivíduo registrar sua própria história, carregando-a na pele em seus constantes deslocamentos", afirma a artista plástica Célia Maria Antonacci Ramos, da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), autora do livro Teorias da Tatuagem. A prática se difundiu por todos os continentes, com diferentes finalidades: rituais religiosos, identificação de grupos sociais, marcação de prisioneiros e escravos (como a tatuagem era usada pelo Império Romano), ornamentação e até mesmo camuflagem. No Ocidente, a técnica caiu em desuso com o cristianismo, que a proibiu - afinal, está escrito no Levítico, livro do Antigo Testamento: "Não façais incisões no corpo por causa de um defunto e não façais tatuagem". A tradição só foi redescoberta em 1769, quando o navegador inglês James Cook realizou sua expedição à Polinésia e registrou o costume em seu diário de bordo: "Homens e mulheres pintam seus corpos. Na língua deles, chamam isso de tatau.
Injetam pigmento preto sob a pele de tal modo que o traço se torna indelével". Cem anos depois, Charles Darwin afirmaria que nenhuma nação desconhecia a arte da tatuagem. De fato, dos índios americanos aos esquimós, da Malásia à Tunísia, a maioria dos povos dos planeta praticava ou havia praticado algum tipo de tatuagem. Com a invenção da máquina elétrica de tatuar, em 1891, o hábito se espalhou ainda mais pela Europa e pelos Estados Unidos. No final do século XX, a pele desenhada, até então uma característica quase exclusiva de marinheiros e presidiários, tornou-se uma das mais duradouras modas jovens.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Hitler, Armas Secretas

Contradizendo a tudo o que tradicionalmente aprendemos na escola sobre Hitler, descobrimos uma outra face deste personagem histórico, que retinha consigo profundos conhecimentos ocultistas os quais poucos homens ocidentais vieram conhecer naquela época. É de se crer que seu poder influente sobre as massas do povo alemão fosse algo incomum. Hitler era um homem que agia sabendo muito bem o que fazia, e não era um mero louco e insano, sem objetivos concretos. Hitler possuía 25% de sangue judeu em suas veias. Nasceu num povoado austríaco, centro de médiuns e videntes,  com um ambiente psicamente carregado que influenciou sua visão da realidade.  Dois famosos médiuns, os irmãos Schneider, nasceram no mesmo povoado e um deles teve a mesma ama de leite que Hitler.

Quando pequeno estudou na abadia de Lambach, onde sonhava ser sacerdote. Foi neste local que teve seu primeiro contato com o símbolo da suástica, que teria sido trazida pelo abade Teodorich Hagen, que ordenou que fosse esculpida em paredes, mesas e objetos de culto de toda a abadia. Hagen, viajou pelo oriente e era profundo conhecedor de magia e ocultismo.

Nesta mesma época, a abadia recebeu a visita de um padre, Adolf Joseph Lanz, cujo físico correspondia exatamente ao protótipo da raça ariana. O padre Lanz se trancou várias vezes na biblioteca do monastério onde estudou mais de 30 anos de pesquisas feitas pelo abade Hagen. Segundo Lanz, que posteriormente veio a fundar a Ordem do Novo Templo e editar o Jornal Ostara em Viena, os únicos seres realmente humanos são os arianos louros de olhos azuis, o resto não passa de “macacos”, os símios de Sodoma, evocados na Bíblia, os demônios saídos de Gog e Magog, raças de cabelos escuros opostas aos arianos. Lanz afirma também que os arianos são a obra prima de Deus, dotados de poderes paranormais emanados por “centros de energia - chakras” e “órgão elétricos - kundalini”, que lhes conferem supremacia sobre qualquer outra criatura.


A raça ariana era tida como a mais perfeita pelos Nazistas

O Fürer era um vegetariano convicto, não bebia, nem fumava, e esta atitude sua foi influenciada pela doutrina cátara de pureza, a exemplo da vida de Átila, o huno. Durante sua fase de pintor em Viena, Hitler se dedicava ao estudo do ocultismo e da magia e foi um assíduo leitor do Jornal Ostara publicado por Lanz.

Em 1912 era fundada a Sociedade de Thule à qual Hitler veio ter conhecimento, mas que nunca fez parte, adquirindo porém conhecimentos desta ordem a partir de seu secretário e lugar-tenente Rudolf Hess. Criada pelo barão Rudolf von Sebottendorf, que em viagem à Turquia entrou em contato com iniciados drusos que afirmavam receber seus ensinamentos espirituais do “Senhor do Mundo” o senhor de Thule ou Shambala- o governo oculto do mundo, reino dos hiperbóreos. Daí o nome Thule. Para Von Sebottendorf, a raça dos hiperbóreos (ariana) possuía um poder oculto: “quem o controlá-lo poderia dominar o mundo” - este poder seria o vril.

Hitler também teve contado com a ordem do Vril, ligada à Thule. Esta ordem é um grupo esotérico que continua vivo ainda hoje na Índia, seu país de origem, onde conta com mais de dois milhões de adeptos.

A palavra vril significa uma reserva formidável de energia presente no homem e da qual ele utiliza apenas uma ínfima parte. Dentro dos conhecimentos iogues, vril e kundalini siginifcam a mesma coisa: o fogo serpentino - o 3o Logos.

Os adoradores do vril veneram o Sol levantando suas mãos em sua direção numa saudação semelhante à feita pelos nazistas e pelos antigos egípcios no culto a Rá, o Deus Sol. Os templos deste culto estão decorados com grande variedade de cruzes gamadas, aliás, na Índia a cruz gamada é tida como um símbolo de poder, porém ela é escrita em sentido horário, onde representa a evolução e nos quadrados mágicos da numerologia judaica tem o valor 360 representando o fogo - a espiritualidade e o Logos. Os nazistas inverteram a posição da suástica, que veio representar o elemento terra - Malchut na Cabala, tendo assim o valor 666 - o número da Besta.

Mas em meio a tudo isto existia algo mais: haviam seitas tibetanas e sua magia. A Thule e seus seguidores foram profundamente influenciados pela magia negra tibetana e tiveram mesmo contato com os bompos tibetanos de barrete negro na Alemanha. Estes teriam sido invocados para agir politicamente na Europa através de sua magia tântrica.

Mais uma coisa interessante sobre a personalidade de Hitler, era que ele tinha a astrologia e a geomancia em alta conta, e as consultava antes de seus ataques. Aliás, todos os ataques foram feitos seguindo as linhas de força geomânticas e telúricas da Europa. A consulta ao pêndulo e à rabdomancia para saber a posição dos barcos aliados era algo costumeiro, feito muitas vezes por Himmler, uma brilhante mente do nazismo de Hitler. Acredita-se que Hitler tivesse algum tipo de pacto demoníaco, onde oferecia os judeus queimados nos fornos para adquirir mais poder para rodar a suástica invertida sobre toda a Europa e assim conquistar o mundo. E o teria feito se não tivesse vacilado em seu último combate.

Hitler veio falecer em abril de 1945, e sua morte ainda é uma incógnita, não se sabe se ele fugiu, suicidou-se ou se foi assassinado.

Bem, isto ilustra um pouco do que a maioria das pessoas não sabe sobre Hitler. Este texto é uma pequena amostra do que existe de oculto dentro de nossa política social e que governa atualmente nosso mundo. Qual seria o interesse destas pessoas em esconder informações do povo, seria para controlar a massa ignorante da população? Bem, cabe você responder.


UFOs NAZISTAS

Existem inúmeros livros editados sobre os discos nazistas e há também documentos recentemente liberados pelo FOIA, oriundos do NSA, FBI mas não sei se existem também da CIA, que falam dos discos nazistas. Há autores de credibilidade como Renato Vesco que explanam muito bem sobre este assunto e agora, com esta abertura de muitos arquivos de vários países, este assunto tem vindo a tona. Inegavelmente a pesquisa nazista e os testes referentes a discod voadores não são ficção. O que se discute é que estes discos seriam de emprego exclusivamente atmosféricos, isto é, não seriam capazes de viagens espaciais ou interplanetárias. De fato, todas as pesquisas e documentos disponíveis corroboram apenas esta idéia.
Também é fato que a história dos "foo-fighters", em que pesem os fortes indícios de serem de fato tecnologia alemã, não tem NENHUMA comprovação que de fato sejam "tecnologia terrestre". O assunto está aberto a discussão e, sobretudo, é um outro tópico daqueles fascinantes para a pesquisa e discussão.




Há de fato documentos e esquemas, uma literatura imensa sobre as armas nazistas e a gente sabe abertamente que toda a evolução científica dos aliados do pós guerra é de fato o produto ou da pilhagem da ocupação da Alemanha ou dos cérebros dos cientistas desta mesma Alemanha nazista levados para os países aliados. Negar este fato é, no mínimo, desconhecer história provada e comprovada. Ainda mais atualmente, onde é abertamente reconhecido que não teria havido programa espacial americano sem a operação Paperclip...

A Alemanha nazista é algo que merece a mais séria atenção e "seguimento" para a compreensão de inúmeros fundamentos do mundo pós guerra. É mistério e uma sequência de desinformação que persiste até hoje. Há fatos e mais fatos irrespondíveis e/ou altamente suspeitos sobre toda a história nazista e da Segunda Grande Guerra, milhares e milhares de vezes conduzindo a relações ocultistas, paranormais e finalmente, extraterrestres.

Recomendável também são fatos esparsos relatados por contactados [muito interessante são as ligações de Meyers e de Adamski...], constantes de arquivos como Omega File [Branton] e o material de Al Pinto...

Há também um outro autor, que agora está tendo uma participação mais ativa no ambiente ufológico, David Hatcher Childress, que escreve livros sobre antigos astronautas, anti gravidade e Tesla, que tem ressaltado a veracidade dos discos nazistas. Bem como outro "aparecimento recentemente ressaltado" no cenário UFO, que é Mauricio Verga.

Durante os últimos poucos meses uma nova informação tem emergigdo relacionada a origem terrestre dos discos voadores. Isto vai ao cerne da pesquisa de nossos dias sobre os UFOs porque nem afirmamos que os UFOs sejam de origem ET nem que os avistamentos dos discos voadores sejam ex-plicáveis como evidências de fenômenos naturais ou simplesmente como más identificações de fenô-menos mundanos que temos por todos os lados. Não obstante, a evidência que tem vindo tem encora-jado muitos pesquisadores a se engajarem em um debate que algumas pessoas podem ter esperado ter-se encerrado.

A questão fundamental para se fazer isto é que, segundo uma grande parte da literatura UFO, a despeito dos melhores esforços dos pesquisadores para identificar os objetos descritos em relatos UFOs que permanecem uma questão verdadeiramente difícil, talvez 1-2%, que é dito serem de fato a representação real do fenômeno. Portanto, a evidência sugere que muitos destes 1-2% dos avistamen-tos se relacionam a naves estrututadas de origem desconhecida. Neste caso, estou escrevendo sobre discos voadores - frequentemente bem pequenos, parecendo serem construídos de substância metálica - ocasionalmente descritos como alumínio polido:

Tome por exemplo as fotografias de McMinnville, Oregon, tiradas por Paul Trent em 11 de maio de 1950. Estas sao um dos melhores exemplos de fotografias de discos e a extensa análise tem mostrado que:  Este é um dos poucos relatos UFOs no qual todos os fatores investigados, geométricos, psi-cológicos e físicos parecem ser consistentes com a afirmação de que um objeto voador extraordinário, prateado, metálico, em forma de disco, com dezenas de metros de diâmetro e evidentemente artificial voou com a presença de duas testemunhas. Isto é muito importante para a pesquisa UFO que brilha uma nova luz sobre o mais fugidio mistério do século XX. Talvez seja este o tempo para uma pequena desmistificação. Suspeitamos que os discos voadores foram desenvolvidos, em alguma extensão como para-lelo, do outro lado do Atlântico durante a Segunda Guerra Mundial. Esta realização, ou entendimento, está crescentemente se tornando um foco para a pesquisa mesmo que já tenha ocorrido um longo perí-odo de tempo dos acontecimentos. A nossa pesquisa pode ser dita que represente a pequena voz de calma dentro da comunidade UFO, que tem feito estridentes apelos aos governos ocidentais para es-clarecerem sobre os UFOs e os aliens, que tendem a obscurecer a verdade sobre os discos voadores.

Para outros, a nossa pesquisa é um exemplo de Hipótese Federal que afirma que:

A resposta parece ser que, pelo menos nos EUA, os UFOs tem sido controlados nem tanto por uma inteligência e sim por uma agência de inteligência.

Em primeiro lugar, este certamente nao é o caso da nova geração de discos voadores feitos pelos homens cujos advogados fazem a apologia do nazismo como é sugerido por céticos, que alegam que por causa de alguns pesquisadores dos discos nazistas terem uma dúbia persuação política então toda a pesquisa dos UFOs nazistas é inválida. Este tipo de culpa por associação, com certeza, é uma maneira ineficaz de argumentar contra a evidência.

Secundariamente, os negadores do fenômeno UFO argumentam que por causa de que alguns dos avisstamentos UFOs tenham sido explicados ou que eles sejam explicáveis, então todos os avis-tamentos UFO devem ser colocados sob questão. O leitor tem visto que há relevantes avistamentos UFO que são claramente relacionados a aeronaves circulares estruturadas e que estes vem sendo rela-tados por todo o mundo com uma concentração nos EUA - um fato que surpreende uns poucos pesquisadores.


TECNOLOGIA MAIS AVANÇADA

A despeito do argumento de que os cientistas alemães não tinham uma tecnologia mais avan-çada que a dos aliados, um americano foi muito claro a respeito dos avanços técnicos dos nazistas: o Major General Hugh Knerr, Vice Comandante Geral da Administração das Forças Estratégicas dos EUA , que escreveu ao Lieutenant General Carl Spatz em março de 1945: "A ocupação dos estabelecimentos científicos e industriais alemães tem revelado o fato de que nós estamos alarmantemente atrasados em muitos campos de pesquisa, e se não aproveitarmos a oportunidade de nos apoderarmos dos aparelhos e cérebros que desenvolveram isto e olocarmos prontamente isto em combinação para trabalhar, permaneceremos vários anos atrás enquanto tentamos cobrir campos que realmente já foram explorados."

É possível olhar para a área dos discos voadores alemães sem referência as chamadas fontes estabe-lecidas. Estes autores são frequentemente escolhidos para o ataque dos céticos e incluem Allen Harbinson, que tem contribuído para com a matéria por meio da excitante série de novelas do Projeto Disco e as mais recentes publicações de não ficção de Projeto UFO e Renato Vesco, cuja pesquisa apareceu durante os anos 60 e o ainda mais recente livro de não ficção cujo título é " Intercept But Don't Shoot" [Intercepte Mas Não Atire]. Vesco parece ter cooperado com o escritor de conhecimento oculto David Hatcher Childress na produção de "Man-Made UFOs - 50 Years of Suppression" [UFOs Feitos Pelos Homens - 50 Anos de Supres-são]. Além destes livros, que são interessantes embora imperfeitos em sua apresentação [e omissão] de evi-dência, há também dois outros livros escritos nos anos 70 por Ernst Zundel sob o pseudônimo de Mattern Friedrich que foram, durante um certo tempo, populares dentro de uma comunidade política de extrema direita e podem ainda ser encontrados.

O próprio Zundel é uma figura controversa por inúmeras razões óbvias que incluem o seu apoio a grupos anti-semitas, sua publicação de livros e revistas que negam o holocausto, e suas ligações com os mais influentes grupos neo-nazistas na Alemanha, Inglaterra, EUA e Canadá.

Seu livro mais importante sobre o assunto dos discos voadores alemães é intitulado "UFOs: Nazi Secret Weapons"[UFOs Armas Secretas Ale-mãs] .

A despeito do fato de que Zundel seja um personagem com o qual nós nada tenhamos em comum sob um ponto de vista político, seu engajamento na política de extrema direita, isto não significa que toda parte de informação em seus dois livros esteja errado e nem que estas informações devam ser ignoradas. É muito importante entender que o propósito de Zundel na escrita e disseminação desses livros não era primari-amente uma tentativa para advogar a suposta superioridade da tecnologia mas dar um salto rápido. Em resu-mo, Zundel não fez isto por dinheiro, e ele tem deixado muito claro que estas publicações são, sob o seu ponto de vista, não consideradas seriamente em sua totalidade. A despeito do fato de que existem vários outros livros e artigos, inclusive material primário, que não tem nenhuma ligação com estas políticas questio-náveis, os céticos apontam Zundel como a maior fonte sobre os projetos secretos alemães. Onde temos uma situação que os céticos usarão práticas como esta, podemos esperar que eles afirmem que qualquer uso de material em linguagem alemã contemporânea é evidência de apologia para os crimes nazistas de guerra. Este não é o caso, embora nós estejamos muito longe de pretender olhar por cima dos ombros a cada vez que mencionemos a tecnologia alemã pré guerra e a do tempo de guerra. Pesquisamos este assunto para trazer uma luz nova e importante sobre a realidade fundamental dos discos voadores feitos pelos homens.

O ponto final para a simples mente a respeito deste assunto é que os vitoriosos de qualquer conflito tem um início liderante ao escrever os livros de história e, no caso das consequências imediatas da Segunda Guerra Mundial, enterrar ou divulgar qualquer evidência, documentos, esquemas, planos, tecnologia e uma variedade de outros materiais que os aliados não queriam, e que não querem e nem quererão que o público conheça - por uma variedade de razões que podem se tornar aparente.
A despeito da origem terrestre dos discos voadores tenha as suas maiores implicações em termos de nosso entendimento da história do pós guerra, os pesquisadores dos UFO feitos pelos homens tem em alguma extensão sido deliberadamente ignorados e ironizados.

Não obstante, uma grande quantidade de informação tem emergido nos anos recentes e ainda há muito mais por vir. A sugestão que 50 anos depois da guerra nova informação não possa emergir porque este período tem sido objeto de profunda avaliação é ilógico. Por inúmeras razões pelas quais a informação pode estar enterrada e além de mera especulação, sabemos que existem arquivos referentes a Segunda Grande Guerra Mundial que permanecem fechados na mais profunda escuridão dos arquivos do Escritório de Regis-tros Públicos em Kew, Londres. Lembre-se disto: registros rotineiramente são mantidos por 30 anos e podem ser mantidos por 50, 75 e 100 anos após o evento. Ao tempo em que aparecem, podem ter sido altera-dos, editados ou sanitizados para proteger a identificação daqueles responsáveis pela implementação da polí-tica. Um exemplo simples que me vem a mente é a emergência nos anos recentes de informação nova e res-peitável sobre o programa de pesquisa nuclear da Alemanha durante a Segunda Grande Guerra.

A maior parte deste trabalho tem sido o resultado da pesquisa realizada por Philip Henshall que tam-bém tem uma importante contribuição para o nosso entendimento dos  projetos avançados de armas alemãs através de seus livros sobre as instaáções de pesquisas dos foguetes em Pennemunde na costa Báltica. Mesmo antes dos aliados chegarem na Normandia em 1944 grupos especiais de linguagem e de especialistas em pes-quisa técnica tinham sido organizados para recuperar o máximo de hardware tecnológico e de dados de pes-quisas relativos as avançadas armas alemãs. Este esforço era dedicado a muito mais que obter dados sobre o foguete alemão V2 - o exemplo mais óbvio e mais bem conhecido da especialização científica alemã.

Já naquela época, um avaliador passou inteligência aos Aliados via uma fonte norueguesa e conheci-do como Oslo Letterî, e os Aliados estavam cientes de outras armas sob desenvolvimento e em operação pelos poderes do Eixo. Estas incluiam bombas controladas por rádio, armas enormes, lançadores de foguetes, novos sistemas de radar,  bombardeiros de longo alcance e torpedos. Parece que eles também estavam interes-sados em uma aeronave de assas circulares com capacidade de Decolagem e Pouso Vertical (VTOL). Em outras palavras, um disco voador inicial e primitivo...

Para fazer algum progresso em termos desta pesquisa parece necessário evitar as fontes padrões - Vesco and Harbinson - mesmo embora alguma da informação deles seja válida como temos visto. Outras fontes são igualmente intrigantes. Uma das fontes indica que desde meados da década de 30 houve um signi-ficativo interesse tanto em Aeronaves de Pouso e Decolagem Vertical (VTOL) como em aeronaves de asas circulares. Isto conduziu a inúmeros projetos, um dos quais foi o Focke-Wulf VTOL.: O Professor Heinrich Focke estava particularmente interessado em um helicóptero emergente e em tecnologias de auto giro e estava envolvido no projeto e na construção dos modelos FW6, Fa223, Fa226, Fa283 e 284 durante a guerra. A criação da turbina a jato o encorajou adesenhara um sistema de propulsão conhecido como turbo-shaft que até hoje é ainda usado na maioria dos helicópteros. Em 1939 ele patenteou uma aeronave tipo disco com dois rotores [gemeos] internos. Este era um desenvolvimento revolucionário e era descrito como se segue:

"O "exhaust nozzle" bifucardo em dois na extremidade do motor e terminando em duas câmaras au-xiliares de combustão se localizava na margem traseira da asa. Quando se adicionava combustível, estas câmaras de combustão atuariam como queimadores posteriores e forneceriam uma propulsão horizontal ao projeto de Focke. O controle em baixa velocidade era obtido pela variação alternada da energia de cada uma das câmaras auxiliares de combustão." Isto era sem qualquer dúvida somente uma aeronave circular

Uma outra aeronave similar era a problemática AS6 parcialmente projetada pelo líder especialista em aviação na Alemanha, Dr. Alexander Lippisch, cujo trabalho no Instituto de Aviação em Gottingen Aviation era legendário e cujo impacto sobre os UFOs do pós guerra não pode ser subestimado. Sua série revolucioná-ria de DMs de pequenas aeronaves triangulares foram construídas e voaram em conjunto com os estudantes das Universidades de Darmstadt e Munich (daí veio o prefixo DM) e usavam propulsão de foguetes. Os pla-nos para elas foram levados para os EUA depois da guerra. O seu modelo mais avançado era indubitavel-mente o "Lippisch Supersonic Flying Wing" [Asa Voadora Supersônica Lippisch] que, embora nunca tenha sido construído, aponta fortemente para os UFOs triangulares vistos nos anos 80 e 90.

Esta informação sobre o AS6 (V1) emergiu de um artigo escrito por Hans Ebert e Hans Meier basea-dos de certa forma em uma informação e fotografia fornecido pelo especialista alemão de Wolfgang Spate. (Spate foi o ex Comandante da Unidade de Teste Operacional 16 durante a Guerra e mais recentemente reco-nhecido como um especialista de liderança em aviação. Ele serviu na reconstruída Luftwaffe do pós guerra.) O artigo, entitulado Prototypen - Einselschicksale deutchser Flugzeuge, Der Kreisflugler AS6 V1î, foi incluí-do na respeitada Luftfahrt International em 1980. Em certos aspectos, o AS6, construído pela Messerschmidt, foi baseado no pensamento similar do flapjack voador V173 Zimmerman - Projetado para uso da Marinha americana em .

O flapjack voador fi muito mais bem sucedido e desenvolvido nos trabalhos de Chance-Vought em Connecticut e a despeito de suas supostas limitações foi uma aeronave de impulso propulsor des-tinada a voar de um cargueiro de aeronaves [porta aviões] e portanto precisava de uma capacidade de Decola-gem e Pousos curtos (STOL). O flapjack era capaz de voar a baixas velcidades de aproximadamente 40mph. A cobertura de vôo era de 40-425 mph e uma versão mais avançada, o XF5U1, também foi testado. Uma outra característica importante destas asas circulares era uma inicial capacidade "stealth" [de invisibilidade]. Os irmãos Horten Reimar e Walter, que são conhecidos por muitos de seus bem sucwedidos protótipos de asas voadoras, desenvolveram uma asa composta feita de peneumático unida por serragem, carvão e cola que pretendia absorver as ondas de radar para uso no modelo deles, o HlX . Em 1946 Chance-Vought estava utilizando uma técnica similar. Uma pele chamada de "metalite" foi usado em suas asas circulares. Thomas C.Smith, ex Presidente da Woodstream Corporation e um engenheiro graduado em Penn State naquele tempo, relatou ter visto um disco voador (XF5U1?) decolar verticalmente das instalações de Chance-Vought em Stratford, Connecticut naquele tempo e que ela estava usando esta composição. Isto foi relatado no ano passado. Isto significa que estas asas circulares ou discos voadores tinham uma limitada capacidade stealth antes que o uso de Materiais absorventes de Radares fosse considerado para outras aeronaves avançadas.

Podemos certamente negar toda a falta de lógica tão prevalente em vários tipos de mídia sobre o as-sunto dos discos voadores alemaes que relacionam os desenvolvimentos de aeronaves de asas circulares como um resultados de crenças ocultas ou místicas. A verdade é que a asa circular foi projetada por razões técnicas: os desenhos circulares das asas voadoras são inerentemente mais fortes e muito mais fácil de construir.

Ainda é bem provável que qualquer informação relacionada ao limitado AS6 tenha sido tomada pe-los aliados para exame em uma data posterior e parece que há alguma evidência a sugerir que um disco voa-dor a jato mais avançado foi no mínimo projetado, senão construído, por volta de 1943 em diante. A primeira fonte é o Capitào de Vôo Rudolph Schriever que publicamente afirmou em 1950 que tinha trabalhado com uma pequena equipe nas instalações perto de Praga para desenvolverem um veículo do tipo de disco voador. A história de Schriever apareceu  inicialmente na revista Der Spiegelî de 30 de março de 1950 intitulada Untertassen-Flieger Kombination:

"Um ex capitão da Luftwaffe e projetista de aeronaves. Rudolph Schriever, que diz que engenheiros do mundo todo experimentaram no início da década de 40 com discos voadores e são capazes de construírem um para os EUA entre seis e nove meses. O graduado da Universidade de Praga, de 40 anos, disse que fez os esquemas para esta máquina, que ele chama de "flying top", antes do colapso da Alemanha e que os esquemas foram roubados de seu laboratório. Ele diz que a máquina seria capaz de 2,600 mph com um raio de 4.000 milhas, Schriever é um motorista do Exército americano em Bremerhaven. Esta é uma história muito respei-tável. Schriever afirmou que o modelo construído para testes foi completado em 1944 com previsão para voar em 1945. Não obstante, o avanço russo acabou com qualquer esperança de vôo.

Um relatório de 1975 da Luftfahrt International considerou seriamente estas afirmações e notou que depois da morte de Schriever no final dos anos 50, os papéis encontrados entre seus pertences incluiam dese-nhos técnicos de um disco voador.
Schriever parecia argumentar que embora um disco tenha existido, ele não voou. Isto é contradito por uma possível testemunha ocular, George Klein. Ele declarou durante uma entrevista depois da guerra, dada em 18 de novembro de 1954 para o jornal de Zurich "Tages Anzeigerî", que ele tinha presenciado um teste de um disco voador em 14 de fevereiro de 1945 e que a nave tinha realizado um desempenho notavelmente bom, alcançando uma altitude de 30.000 pés em 3 minutos bem como a alta velocidade de centenas de milhas por hora. A despeito do fato de que a informação subsequente nos conduza a concluir que um disco voador a jato foi desenvolvido no fim da guerra, Klein falou de um disco guiado por raio. A despeito desta fantástica informação , algumas coisas que ele disse fazem muito sentido.

Por exemplo, ele informou que alguns dos trabalhos sobre os discos voadores ocorreram em Pennemunde. Pennemunde era de fato o ponto focal para o desenvolvimento do foguete A4/V2. Interessantemente, Klein  também afirmou que a estabilidade necessária para o disco tinha sido obtida pelo uso de giroscópio. Este é exatamente o método usado nos últimos foguetes alemães desenvolvidos pela equipe de Von Braun/Dornberger. E o que é mais importante, o inteiro esforço de foguetes se mudou para as instalações subterrâneas de Mittlewerke perto de Nordhausen em Harz Mountains. É dito, por várias outras testemunhas, que um disco voador foi testado na vizinhança de Kahla em Thuringia no início de 1945.

A evidência apresentada acima parece ter sido seriamente considerada não apenas pelas principais revistas e jornais nacionais nos anos 50, mas também pelo autor de "Brighter Than A Thousand Suns", Robert Jungk. Esta é uma narrativa autoritária e histórica da Bomba Atômica escrita por um autor respeitado. O pró-prio livro, ainda disponível e publicado por Harcourt e Brace, recebeu a aclamação crítica de Bertrand Rus-sell, entre outros. Uma seção de texto na página 87 da edição brochura do livro afirma:

"A inderença de Hitler e daqueles que pesquisam sobre ele em ciências naturais chega a uma hostili-dade positiva"
A nota de rodapé que acompanha este texto diz: *A única exceção para a falta de interessse demonstrado pelas autoridades foi o Ministério da Aero-náutica [Reichs Luftfahrt Ministirium ou RLM, TM]. Os trabalhadores da pesquisa da Força Aérea estavam em uma posição peculiar. Eles produziram novos tipos interessantes como o Delta [Lippisch e Horten, TM] ... e discos voadores. O primeiro destes discos voadores, como posteriormente chamados - circular em forma, com um diâmetro de aproximadamente 45 jardas [0,91 x 45 = 40,95 metros] - foram construídos por especia-listas como Schriever, Habermohl e Miethe. Ele voou primeiramente em 14 de fevereiro de 1945, sobre Praga e alcançou em três minutos uma altura de quase oito milhas. Eles tinham uma velocidade de 1250mph que foi duplicada nos testes subsequentes. Acredita-se que Habermohl tenha caído nas mãos dos russos. Miethe desenvolveu em uma data posterior discos voadores para a A.V Roe and Company para os EUA. "
Este uso da original história de Schriever é interessante porque o autor sentiu que a informação era boa e garantida para ser exposta. Dada a natureza do livro, podemos bem perguntar se o autor tinha qualquer outra informação que sustentasse as afirmações feitas como características de aeronave circular. Fica a critério do  leitor decidir se estas afirmações fazem sentido e ainda mais importante, como elas afetam a nossa com-preensão da história dos discos voadores.

Até recentemente, seria muito mais seguro e talvez mais sensível argumentar que embora vários protótipos de discos voadores tenham existido em diferentes formas eles nunca tenham sido testados. A segu-rança é freqüentemente a melhor política dadas nestas águas infestadas de tubarões da pesquisa UFO de nos-sos dias. Entretanto, graças aos três anos de dolorosa pesquisa da Astronomia do Reino Unido, aviação e fotografia do especialista Bill Rose, que inclui pesquisa local na Alemanha, Canadá e América, nós agora sabemos muito mais.

Inicialmente Rose sentiu, como muitos céticos, que a evidência da realidade dos discos voadores alemães (e UFO) era muito perturbadora. Não obstante, e sem referência a comunidade UFO em sua busca pessoal pela verdade, ele foi capaz de usar seu conhecimento de especialista técnico para seguir as direções e fazer progressos significativos.

Em primeiro lugar, ele foi capaz de descobrir que o Dr. Walter Miethe, que todas as fontes concor-dam que estava envolvido com Schriever, Klaus Habermohl e Giuseppe Belluzzo (um engenheiro italiano) tinha sido o diretor do programa de discos em duas instalações localizadas nos arredores de Praga. Em maio de 1945, depois do teste do protótipo ser realizado,. Miethe e Schriever conseguiram fugir em direção as For-ças Aliadas. Habermohl foi capturado pelas forças soviéticas e enviado para o Leste onde acabou trabalhando em vários projetos de aviação muito provavelmente em instalações localizadas nos arredores de Moscou. Parece que Klaus Habermohl foi o homem que desenvolveu o motor a jato de fluxo radial, descrito em vários artigos como um sistema de "nozzles" ajustáveis de grande significado dez anos depois (o fluxo radial per-mitia a performance do VTOL e usava o pouco conhecido efeito Coanda .)

Rose soube que não somente os testes tinham acontecido mas que o filme deles havia sido realizado. Isto sempre tem sido comentado e faz um sentido perfeito já que os nazistas tinham obsessão por registrarem tudo. O filme, de boa qualidade, sub-seqüentemente havia sido guardado em um local seguro e mostrado apenas a umas poucas pessoas. Rose tinha visto algumas tomadas tiradas do filme original e dado o seu background de especialista técnico em fotografia concluiu, após cuidadosa consideração, que ele provavelmente era real e histórico. Ele calculou que a nave tinha por volta da metade do tamanho afirmado no relatório de Klein. O disco, muito mais contornadas e brilhantes que as impressões de um artista do pós guerra possa sugerir [e diferentemente do modelo Sport de Bob Lazar da Area S4 !), talvez tivesse 75 pés de diâmetro [25 metros]. O disco era mostrado em vôo acima de uma rodovia sobre as cabeças de um par de observadores.
Embora isto por si só seja de um significado maior, uma evidência ainda mais contraditória emergiu.

Uma das pessoas com quem se encontrou Rose tinha uma boa informação sobre o teste de vôo de fevereiro e foi capaz de confirmar que várias pessoas tinham visto o teste de vôo - como poderíamos esperar. Foi dito que teria sido o próprio Schriever a pilotar o teste de vôo da nave. Isto parece sensível [e lógico] dado o background de Schriever na Luftwaffe - embora haja variação de sua própria narrativa. Somente podemos especular como e porque seria assim. Devemos ressaltar que as características da performance desta aeronave a jato tinham sido provavelmente exageradas e embora isto possa Ter sido tecnicamente possível dado a pes-quisa posterior e o desenvolvimento para obter velocidades supersônicas, esta certamente não foi obtida em fevereiro de 1945.
Finalmente, parece que o próprio Klein tenha estado centralmente envolvido no projeto dos discos e pode de fato ter tido responsabilidades para esta obtenção. Sabemos um pouco mais sobre o Dr.Miethe. Uma das peças de informação mais importantes vem de uma fotografia de um grupo de jovens cientistas alemães tirada em 1933. A fotografia mostra Werner von Braun e Walter Miethe. Parece que estes dois cientistas se conheciam muito bem. Durante a guerra, varias listas de desejáveis cientistas alemães foram realizadas.

Uma delas era a Lista Negra utilizada pelos Corpos de Contra Inteligência e Equipes Combinadas do Campo Aliado (CAFT) quando eles foram para a Alemanha em 1944 para ajudar a buscar importante pessoal científico.

Hitler, Armas Secretas e os OVNIS alemães - A História Oculta Parte 1

OVNIS alemães - A História

    ovni_nazista4 Certamente o Dr.von Braun estava no topo da lista e se ele e Miethe eram velhos amigos e tinham cooperado nos projetos iniciais dos foguetes há pouca dúvida de que Miethe tivesse sido um alvo também. Não obstante, o trabalho de Miethe perto de Praga o havia colocado fora do alcance e apenas os próprios esforços de Miethe é que fizeram com que os Aliados pudessem por a mão nele. O pós guerra imediato é crítico para o entendimento, tanto do mito como da realidade dos discos voadores ou UFOs. Uma coisa é certa: centenas de cientistas nazistas bem como pessoal de inteligência, muitos dos quais estiveram envolvidos no abuso de milhares de trabalhadores escravos, foram transportados via Operação Paperclip (assim chamada após o nome original de Overcast ter sido comprometido). Muitos destes pessoal técnico foram inicialmente enviados a Fort Bliss no Texas. De lá eles foram distribuídos de acordo com sua habilidade e especialidade, para muitas das instalações de pesquisa avançada espalhadas pelos EUA e Canadá.
    Interessantemente, Chance-Vought, construtor dos protótipos V173 e XF5U1, mudou a sua base de operações para o Texas no início de 1947.
    A companhia parece ter sido muito menos que cândida neste estágio inicial sobre a verdadeira natureza e extensão de seu envolvimento de uma nave de propulsão de 1948 depois do advento dos jatos - e isto agora está em questão.
    Parece que uma versão a jato usando motores Allison J33 estava em teste no Campo de Muroc em 1947.
    Os livros de história nos ensinam que a versão de propulsão era para ser testada aqui antes que fosse cancelado o programa. Não obstante, o nosso entendimento da situação é que os desenhos técnicos da versão a jato tem agora aparecido por meio de uma série de requisições do Ato de Liberdade de Informação. [FOIA] Dado o predominante desenho desta nave e muitos avistamentos de discos voadores no Novo México e no litoral Oeste no final dos anos 40 é seguro concluir que os avistamentos eram relacionados a um disco de origem terrestre com características de performance limitadas.
    O melhor destes são argumentadamente os avistamentos sobre o campo de Muroc relatados por pessoal militar a serviço em 08 de julho de 1947 e o assunto de uma investigação subsequente interna que revelou que o objeto visto tinha a forma de um disco e se movia por volta de 3 mil milhas por hora.
    As testemunhas militares Gerald Neuman e Joseph Ruvolo afirmaram que na opinião deles era uma aeronave feita pelo homem viajando a 300 milhas por hora e esta opinião foi sustentada por um testemunha civil de nome Lenz. Objetos similares foram vistos - muitos deles em e ao redor da Area de Testes de White onde sabemos com certeza que estavam trabalhando muitos cientistas do Paperplip. É provável que neste estágio as pessoas estivessem vendo uma aeronave de asas circulares construída nos EUA e somente gradualmente, no final dos anos 40 e início dos anos 50, os avanços alemães tenham sido incorporados no predominante programa de discos.
    Sobretudo, os historiadores militares concordam que uma enorme quantidade de material foi recuperado das instalações da Alemanha e levou uma grande quantidade de tempo e de esforço para reunir tudo isto. Sabemos dos relatórios de Gerald K Haines e do desclassificado recentemente (1995) relatório do Projeto Silver Bug do Centro de Inteligência Técnica Aérea [Air Technical Intelligence Centre report on Project Silver Bug] que os protótipos dos discos voadores foram testados (obviamente antes de 1955) para determinar sua utilidade em termos de operações futuras em bases dispersas destinadas a reduzir a vulnerabilidade a um ataque aéreo russo. Daí, o uso possível das aeronaves VTOL pelas instalações camufladas.
    Também sugiro que os avistamentos relatados por pessoal militar durante a Operação Mainbrace de 1952 pode ter sido relacionado a um protótipo similar de disco voador. Parece-me que um tal exercício maior merecia uma excelente oportunidade para teste e avaliação.
    Dado que agora acreditemos que Klaus Habermohl tenha projetado o primeiro motor de fluxo radial, um desenvolvimento revolucionário para qualquer padrão [mesmo os de hoje] em 1943, é provável que dentro de uns poucos anos tenha sido feito progresso embora a própria natureza avançada do motor tenha feito apenas um progresso vagaroso. A incorporação de um motor de fluxo radial usando o Efeito Coanda em combinação com uma asa circular fez desta arma digna de ser mantida em segredo.
    A asa circular a jato e a nave Silver Bug eram apenas duas de uma variação tripla do mesmo tema. Havia dois protótipos de Silver Bug , Projetos Y e Y2,
    o primeiro usando um motor padrão de fluxo axial e o segundo, de um tipo mais avançado. O projeto Y foi também chamado de P724 (P sendo o número do projeto de AV Roe Company) r de fato era um híbrido disco/AVRO Arrow (o Arrow era uma aeronave supersônica avançada cancelada no início dos anos 60 supostamente após o governo americano ter pressionado o governo canadense]. A existência de projetos além do limitado Avrocar acrescenta um peso posterior a sugestão de que o Avrocar tenha sido um pouco como que uma cobertura para uma projeto muito mais avançado de aeronave. Vamos esclarecer bem este ponto: ambos os  projetos, Y e Y2 eram separados e distintos do Avrocar e de fato evidência posterior sugere que a nave em teste de vôo perto de Praga em fevereiro de 1945 era ainda mais avançada ! é interessante notar que os proponentes da hipótese extraterrestre tendem a utilizar o fracassado programa do Avrocar como uma evidência de que os UFOs devam ser de origem ET. Nós podemos agora desmentir estas enganosas conclusões.
    Em uma nota em separado e em vista da sugestão de que as instalações subterrâneas tenham sido construídas no período do pós guerra agora parece que em certos casos elas foram usadas para abrigar um certo número de aeronaves tipo disco. Isto não é a mesma coisa que dizer que elas eram localizadas em regiões selvagens do Canadá mas mais provavelmente dentro da Área de Teste de White Sands e mais tarde perto das instalações de Groom Lake no Deserto de Nevada.
    nazi3Ainda que a realidade terrestre dos discos voadores tenha sido subtraída por Bob Lazar, John Lear e uma geração de ufologistas americanos, parece como se a remota natureza do leito seco de Groom Lake foi considerada tanto pelos discos voadores como para o avião espião U2. Não há a menor dúvida de que todas as estranhas e maravilhosas aeronaves são testadas em Groom Lake mas em termos de discos voadores parecem que eles só podem ter chegado em 1959/60. As instalações lá, embora sejam o lar secreto da aeronave da CIA e possivelmente do Escritório de Reconhecimento Nacional (NRO) tenha sido primariamente operada como o Centro de Destacamento 3 de Testes de Vôo da Força Aérea (AFFTC Det 3). A AFFTC é sediada na Base da Força Aérea de Edwards, anteriormente campo de Muroc .
    É vital para o leitor entender que Silver Bug, Projeto Y e de fato todos os programas de disco que nós agora tomamos conhecimento tiveram fortes ligações com a Força Aérea dos EUA. Na verdade, o Dr.Miethe trabalhou primariamente para a Força Aérea dos EUA e mesmo então ele foi subcontratado da AVRO - possivelmente como uma cobertura para os esforços reais que eram desenvolvidos nos EUA embora o trabalho do projeto fosse realizado no Canadá e a maioria dos testes de vôo fossem dentro das fronteiras americanas. Tendo dito que houve uma menção dos discos canadenses feita por vários artigos de jornais e livros no início dos anos 50.
    Até mesmo Donald Keyhoe se refere a uma conversa com uma fonte informada sobre a matéria em seu populista Flying Saucers From Outer Space (1953). Mais interessante foi um artigo apresentado pela revista Look de 14 de junho de 1955 (Volume 19) que apresentava o estudo de um projeto de um disco voador produzido por Thomas Turner, um engenheiro brit6anico aeronáutico da Republic Aviation Corporation. Parece que Turner pode ter tido algum conhecimento do Silver Bug já que a sua proposta era quase exatamente a mesma da aeronave da ATIC. Além disso a proposta de Turner inclui o uso do Efeito Coanda e a colocação de um piloto na posição prona para permitir uma alta aceleração e voltas rápidas. AMBOS PROJETOS PARECEM VIR DE UM ENTENDIMENTO DOS PROJETOS ALEMÃES QUE OS CÉTICOS NEGAM EXISTIR. Outras características notáveis do artigo incluem o uso da linguagem, por exemplo, o seguinte que nos lembrará da introdução do projeto Silver Bug :
    "Futuros aeroportos construídos para discos voadores de elevação vertical não teriam necessidade das longas e vulneráveis pistas que as aeronaves de hoje exigem. A operação completa poderia acontecer subterraneamente. Túneis com cabos de decolagem colocados no solo, completados com baias de manutenção, combustíveis e alojamentos de disco. Os cabos seriam selados depois da decolagem para camuflagem e proteção. "

    Isto soa como a necessidade para as dispersas bases de operação discutidas no documento Silver Bug . Eu agora sugiro que tenhamos uma possível fonte primária para a insistência de Renato Vesco que as bases de discos voadores estavam situadas nas regiões selvagens do Canadá, em uma área remota de British Columbia. Uma  imagem de uma base tal é mostrada no artigo e reproduzida neste relatório. A qualidade não é boa. O artigo citou o General Brigadeiro Benjamin Kelsey (Vice Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Força Aérea] que comentou que uma dos maiores problemas para pistas mais longas para os caças modernos e como elas eram vulneráveis e podiam ser destruídas através de uma simples leva de um ataque inimigo. Daí a necessidade de operações VTOL .
    O artigo acima incluído é da máxima importância: em meados de 1950, ao mesmo tempo em que a CIA e a Força Aérea estavam tentando acabar com a significância dos relatos de discos voadores e de UFOs, há evidência substancial que sugere que as equipes de projetos estavam testando protótipos de discos voadores. Embora tenha sido difícil descobrir sobre a realidade ou não de uma instalação de teste de disco distinta em Papoose Lake dentro da Area 51, Bill Rose recebeu a informação de que este era o QG para a maioria dos testes de protótipos e que vários acidentes e impactos foram resultantes do uso inicial dos motores de fluxo radial.
    Mais recentemente, a insólita história do arqueologista e historiador Jerry Freeman emergiu em uma série de artigos publicados no bem conhecido jornal Sun de Las Vegas . Simplesmente declarado, Freeman queria encontrar a evidência de um vagão pioneiro de trem do século XIX que se sabia perdido há 49 anos. Infelizmente para ele, e para a história, os restos deste vagão ficam dentro das fronteiras da Área 51! Sem se deter, Freeman decidiu continuar em uma expedição par esta "zona crepuscular" e dentro de uns poucos dias chegou ao Papoose Dry Lake.
    Ele viu um veículo de segurança exatamente no mesmo lugar onde as declaradas instalações ocultas da S4 se localizam e também ele viu algum tipo de porta se abrir na face da rocha. É possível que sistemas eletrogravíticos tenham sido testados nas instalações de Papoose e Groom Lake .
    Pode ser sensível, a este ponto, ressaltar a existência de vários textos em questão sobre os futuros sistemas de propulsão dos discos voadores, escritos durante os anos da década de 1950. Um destes, intitulado "Electrogravitics Systems" menciona um projeto de pesquisa chamado Projeto Winterhaven, realizado em 1952 para convalidar o Efeito de Thomas Townsend Brown Biefeld-Brown.
    O relatório em questão se faz uma leitura fascinante e afirma que: usando várias presunções sobre a natureza da gravidade, o relatório postulou um disco como as bases de um possível interceptador com uma capacidade de Mach 3. A criação de um sistema gravitacional local daria ao caça mudanças nas bordas agudas de movimento típicas no espaço.
    E que: Glenn Martin disse que o controle da gravidade poderia ser obtido em seis anos, mas eles acrescentaram que isto envolveria um esforço do tipo de Manhattan District. O leitor talvez não esteja surpreso ao saber novamente isto, mas este relatório ficou suprimido do público du-rante 35 anos pelos Laboratórios da Força Aérea em ..Wright Patterson AFB! Ele foi desclassificado e se tornou disponível na Technical Library no início da década de 1990s.
    Seja qual for a verdade final sobre este assunto, nós temos nos esforçado bastante ao estabelecer que os discos voadores cresceram em projetos distintos e separados alemães-americanos que começaram na Segunda Guerra Mundial. Relativamente primitivos, os discos alemães devem ter sido desenvolvidos parcial-mente, por causa do fracasso da Luftwaffe em defender os campos aéreos do Eixo do bombardeio aliado e daí a resultante necessidade da operação VTOL. O V173 que se tornou o XF5U1 e mais tarde a "panqueca voadora a jato" nasceu de uma requisição da Marinha dos EUA de uma aeronave STOL. Então porque o segredo?
    Um número de respostas simples aparece: inicialmente o motor de fluxo radial é ainda hoje avança-do. Permite o vôo supersônico e a tremenda performance VTOL. Uma tecnologia de propulsão revolucioná-ria, eletrostática, pode ameaçar o "status quo" econômico . Uma asa circular oferece uma boa capacidade stealth e uma efetiva capacidade de lidar com as baixas velocidades. Segundo a documentação do Silver Bug, o fluxo radial permite a uma aeronave realizar uma variação de manobras oscilantes inclusive o vôo agudo - uma característica notada em numerosos avistamentos de discos/UFO.
    Parece que se mesmo as histórias mais avançadas dos discos voadores são para serem acreditadas, então, estas naves tem sido primariamente usadas como veículos de reconhecimento de alta performance.
    Os efeitos psicológicos de ver um disco voador somente podem ser aumentados se isto é desconheci-do pelo observador - uma aeronave que não aparece em nada mais do que o núcleo das matérias de ficção sobre os aterrorizantes contatos imediatos com aliens que foi muito bem lembrado como um produto da ficção científica e não da ciência, de fato.
    Nunca se esqueça do memorando da CIA, do Director Walter B.Smith, que circulou em 1952 onde ele ressaltava o uso possível de discos voadores para propósitos de guerra psicológica.
    Há também toda a questão não resolvida, a questão política do transporte em massa dos cientistas na-zistas e de suas famílias, alguns com registros do tempo de guerra extremamente duvidosos, para os EUA sob o programa secreto Paperclip . Embora a existência de Paperclip fosse conhecida no início do pós-guerra os atuais detalhes chocantes dos tratos entre os vitoriosos e os derrotados levaram a uma grande preocupação principalmente com aqueles que sobreviveram aos horrores dos campos de concentração e/ou trabalho força-do sob a ocupação alemã.
    nazi2Embora Paperclip possa ter resultado em avanços tecnológicos, a posição moral é certamente uma questão em aberto.  Parece que os soviéticos podem ter tido seus discos voadores também e indubitavelmente mais está por emergir dos arquivos de lá. Como um resultado, indubitavelmente os EUA tenha estado preocupado em construir a aeronave similar e competitiva que foi o Silver Bug. Uma vez mais, este trabalho soviético teria sido baseado na tecnologia alemã, não alien, recuperada, e tem havido algumas sugestões de que de fato os soviéticos desenvolveram discos voadores. O Projeto 1947, de Jan Aldrich tem conseguido reunir informação sobre os avistamentos iniciais e relatos iniciais da mídia sobre os discos voadores. Um destes relatórios pode ter sido originado do Projeto Wringer, um esforço do pós guerra que reali-zou entrevistas com pessoal militar, industrial e outros dos antigos países do Eixo, Prisioneiros de Guerra mantidos na União Soviética e em outros países do Bloco Oriental ou pessoas deslocadas com informação militar ou de inteligência. Jan Aldrich encontrou o seguinte relatório ainda sobre a pesquisa realizada nos Arquivos Nacionais dos EUA:
    10. SOURCE: EP 134892, Rpt. No. 5418-47758 datado de 19 de janeiro de 1954. Data da observação : maio de 1953. Preâmbulo: Durante sua internação no campo de Prisioneiros de Guerra #1 em STALINGRAD (48/42N 44/30E) FONTE ????? alguns ???? de interesse geral e ??? supostamente observados um par de discos voadores. A fonte estava internada no campo. Ele entendia um pouco de russo.
    Discos Voadores : FONTE enfatizou que ele nunca tinha visto ou ouvido nada sobre os discos voa-dores antes que ele observasse dois deles em uma sombria manhã em Stalingrad em maio de 1953 quando ele estava de guarda dentro do campo. Ele os observou em uma alta altitude voando rápido em uma direção, um seguindo o outro. Ele pensou que eles tivessem algo a ver com a pesquisa científica da Rússia e se esqueceu sobre isto até que voltou para casa em outubro de 1953 e viu projetos de discos voadores nas revistas euro-péias ocidentais. Ele não pode fornecer detalhes posteriores. and saw designs of flying saucers in West European magazines.
    ufo_nazi3É difícil saber o que fazer destes relatórios exceto para ressaltar que eles eram considerados muito seriamente pelos operadores de dentro da comunidade de inteligência. De fato, toda a evidência que nós temos - algumas delas sendo incluída em meu livro a ser publicado chamado de UFO Revelation - é que no início dos anos de 1950 houve uma reorientação do pensamento relativo aos avistamentos dos discos voadores embora a CIA, particularmente, escolhesse se concentrar em atacar a veracidade dos relatos sobre os discos voadores ao colocar em dúvida a credibilidade das testemunhas. Ao mesmo tempo, a Agência sabia, como Haines admite, que os protótipos dos discos estavam sob construção. O estudo de muitos documentos da CIA que foram disponibilizados por meio das solicitações do FOIA indicam que a CIA estava enganando o público. A Agência freqüentemente dirige estas solicitações de informação sobre avistamentos de discos voadores para o Centro de Inteligência Técnica Aérea (ATIC) na Base da Força Aérea de Wright-Patterson .
    Ainda que tanto a Agência quanto a ATIC tenham afirmado serem incapazes de determinar a origem dos discos voadores , o ATIC/WADC estiveram trabalhando com o Silver Bug - e talvez mais paralelamente. Além disto, o Projeto Grudge tinha recentemente sido desativado (Março de 1952) e reprojetado como Blue Book e tinha a sua sede em .. Base da Força Aérea de Wright-Patterson !!. De qualquer maneira, os investiga-dores do Blue Book foram incapazes de explicar aproximadamente 701 dos 12.918 avistamentos investigados por eles. O Projeto Blue Book foi da decadência dos anos de 1950 até o estágio onde havia apenas um pu-nhado de pessoal trabalhando nos avistamentos UFO.
    De fato, segundo David Jacobs, a decadência ocorreu depois de setembro 1953 e foi passo a passo com o Regulamento 200-2 da Força Aérea que afirmava que os Comandantes das Bases locais da Força Aérea somente poderiam discutir os avistamentos se eles tivessem sido resolvidos e que qualquer outros deveriam ser classificados. Jacobs também ressalta que em fevereiro de 1955 (Silver Bug foi liberado de ATIC-WADC em 15 de fevereiro ) foi de relevância porque o ATIC pode explicar muitos dos avistamentos como possíveis e não deixar casos não resolvidos.
    O relatório Especial do Projeto Blue Book Número 14 , datado de 05 de maio de 1955 e divulgado em outubro determinou que ; "Com base neste estudo determinamos que nenhum objeto como estes descritos como discos voadores tem sobrevoado os EUA."
    Agora nós sabemos que isto era uma mentira: Os oficiais da CIA sabiam que britânicos e canadenses já estavam experimentando com discos voadores. O Projeto Y foi uma operação de desenvolvimento Canadense-Britânico-Americano para produzir uma aeronave não convencional tipo disco voador, e os ofici-ais da Agência temiam que os soviéticos estivessem testando aparelhos similares.
    A decadência e a desilusão dos relatos UFOS era deliberada e aconteceu exatamente ao mesmo tempo em que os EUA estavam trabalhando com discos voadores avançados. Uma vez que se estabeleça e com-preenda isto, as atitudes oficiais em relação aos avistamentos UFO passam a fazer mais sentido. O segredo, e talvez até mesmo a paranóia, parece ter dominado a comunidade de inteligência e a Força Aérea dos EUA. Mesmo agora, aproximadamente 45 anos depois do teste de vôo do Silver Bug, os trabalhadores deste projeto permanecem de boca fechada. Apenas podemos concluir que o silêncio neste caso indica particularmente tecnologias avançadas e a necessidade de manter uma cortina sobre os detalhes relacionados a elas.
    Poderíamos facilmente discutir a questão do desenvolvimento e da desilusão dos discos voadores ter sido realizado na Base da Força Aérea Wright-Patterson e seria de se esperar que este documento encorajasse as pessoas com informação sobre os projetos de discos voadores dos EUA a se apresentarem.
    Fica a cargo dos pesquisadores UFO reorientar seu pensamento para chegar a termos com a realidade dos discos voadores de origem terrestre e a ainda em andamento cobertura quanto a isto.
    O "caso" a favor dos discos voadores de origem terrestre é ainda mais forte do que até mesmo as evidências para os discos voadores aliens que é inteiramente insustentável. Temos aqui introduzido uma nova linha de pesquisa e uma nova perspectiva sobre a realidade UFO . Além das afirmações fantásticas e da mistificação dos UFOs por tantos pesquisadores a dolorosa verdade sobre os discos voadores é que eles de fato foram e são uma tremenda aquisição tecnológica. A verdade é que uma pesquisa séria existe somente além da desafortunada dialética cético-crentes. Certamente será no complexo industrial militar e não nos céus que devemos procurar as origens dos discos voadores


    UMA INTERESSANTE REVISÃO DO CENÁRIO DOS UFOS ALEMÃES


    Um breve sumário do artigo abaixo, os UFOs alemães criaram seu próprio campo de gravidade com pouca resistência relativa a gravidade da Terra. A física de um tal campo de gravidade em separado é a de que quando a inércia é criada por uma arma/foguete/etc, então a nave será propelida na direção oposta fazenndo com que o projétil perca velocidade. Leia os parágrafos 11 e 12 para melhores exemplos e explicações. Isto pode ser o porque os foo fighters nunca atacaram os pilotos do Pacífico e tudo o que eles faziam era perseguir os pilotos com sobrevôosm próximos.
    De http://www.sumeria.com/
    Os UFOs São Nossos:
    Os sistemas de Armas Não Inerciais e Star-Wars
    Copyright© 1993 do 99th Monkey
    a.k.a. R. Louis Richards, Hs.D.

    Anos atrás comecei a me aprofundar no fenômeno UFO, NICAP, MUFON, pesquisadores independentes etc. Eu anteriormente tinha uma imagem de um acobertamento, até encontrar uma organização cujo trabalho eu em sua maioria respeitei nos anos posteriores, a CAUS (Citizens Against UFO Secrecy). O trabalho do FOIA que eles apresentaram em seu livro "Clear Intent" foi de grande valor para mim, especialmente por causa de um obscuro arquivo do FBI que eles encontraram em Michigan.
    Eu já tinha vindo a acreditar que o Third Reich tinha sido a origem no mínimo de alguns componentes do atual fenômeno UFO. Este relatório do FBI estabeleceu isto. Nás páginas 177 e 78 de "UFO Cover-up" (como Clear Intent agora foi reintitulado), há uma narrativa de uma testemunha ocular que foi corroborada por avaliações da imprensa alemã, que eu possuo. Os nazistas tinham discos voadores em 1944! J. Edgar Hoover estava mantendo tudo isto totalmente fora do conhecimento oficial e, acredite-me, ele sabia que alguma coisa estava acontecendo e queria isto. Falando de uma forma geral, o FBI teve as portas fechadas para eles pela NSA via a Força Aérrea dos EUA e a CIA.
    Mas era o Escritório de Inteligência Naval [ONI] que tinha reinado como a primeira agência de inteligência nos EUA e continuava com a aprovação do Ato de Segurança Nacional em 1947. Mas porque o ONI? Porque naquele ano, o primeiro Conselheiro de Segurança Nacional era um Almirante. Eles sempre haviam estado nos assentos da direção do estado de segurança nacional. Olhe as cordas de marionete e você descobrirá uma grande faixa de ouro na manga dos manipuladores.
    Viktor Schauberger, um couteiro austríaco, sem nenhum diploma em ciência, tinha sido o inventor inicial dos UFOs alemaes em Vienna, em 1940. Muitos engenheiros tinham estado neste projeto, mas os aliados , não tendo nenhum conhecimento sobre com o que eles estavam lidando, deixaram Schauberger se esgueirar enquanto eles pegavam os engenheiros nucleares e de foguetes que trabalhavam para a Alemanha nazista. Um,a questão que penso deva ser abordada é que a organização de espionagem dos nazistas, dirigida pelo General Rienhard Gehlen é sabidamente conhecido ter orientado o nascimento da CIA em 1947. Porque? Seu produto eram os segredos. Você pensa que eles estavam apressados em negociar as suas mercadorias exatamente com um governo que os tinha derrotado?
    Então, quando o governo dos EUA teve o acesso? Aparentemente, em 1947, todo o inferno ficou fora de controle com a queda de um disco em Roswell, N.M. O físico nuclear , Stanton T. Freidman, e a CAUS tem pesquisado este evento e o reconstruído em grandes detalhes. Não estou certo se o desenvolvimento do disco alemão fosse muito conhecido por aqui até o início dos anos 50. Algumas vezes no início dos anos 50, o MISC (este é o meu acrônimo pessoal para o complexo militar-industrial] em um programa conjunto dos EUA-Canadá estava desenvolvendo o Avrocar, um avião em forma de disco que supostamente nunca funcionou. O Avrocar tem uma lecve semelhança com o caça Stealth .
    Porque, no final dos anos 70, quando o Presidente Carter acidentalmente tirou "da sacola o gato" Stealth – e enfrentou um inferno - era apenas o Stealth mostrado como o bombardeiro B2? Os caças Stealth permaneceram discretamente como o maior segredo da aviação militar. Mais sobre o caça Stealth depois.
    Quando virtualmente cada cientista que não estava envolvido em projetos relacionados a Star Wars, ou não eram relacionados ao Dr.s Nuk-em-now ou Teller, jurava que uma defesa de misséis não poderia, possivelmente funcionar - e sobretudo, quando o "Império do Mal" ["Evil Empire" ] virtualmente havia se evaporado - porque o governo colocou mais e mais dinheiro nesta porcaria? Eu suspeito que Star Wars mascarasse algo muito mais amplo, sistemas de envio de armas secretas baseados em princípios balísticos e propulsivos revolucionários e altamente não convencionais. A razão pela qual nós, cidadãos seriamos informados de tais sistemas é que assim nós concordaríamos em pagar esta conta.
    Nem tudo isto é, com certeza, simplesmente deduçao, mas a dedução é baseada no entendimento das tecnicidades da geração da gravidade como empregadas neste tipo de aparelhos. Você vê, Hitler tinha esta tecnologia mas não "chutou nossos traseiros" com ela. Porque? Pela mesma razão que os EUA am com ela o mundo a muito tempo atrás. A tecnologia não tem facilmente permitido que ela própria seja empregada em um sistema de envio de armas. Eu explicarei.
    Um disco voador não voa da forma que é relatada como voar geralmente conhecida por nós. Ele literalmente é uma levitação gravitacional causada pela geração de um campo gravitacional que é secundário e reativo ao campo gravitacional da Terra. O truque é que os campos de gravidade se repelem por causa da configuração do campo delas quando se relaciona a polaridade. Não fique frenético, isto é mais simples que parece. Como a maioria de nós sabe, um campo magnético é desenvolvido ao redor de uma linha entre os polos norte e sul. Entreetanto, um emprego do campo de gravidade é geralmente esférico e apresenta um polo de sua força para fora e o outro para dentro. Em um campo de gravidade, os polos para fora são como os poolos, e então eles se repelem.
    A força reativa é similar aquela dos polos de dois magnetos como são usados nos "trens" de levitação magnética. Porque eles são "trens" maglev ainda mais rápidos que os trens? Frição, ou ainda mais provavelmente, a falta dela. Em um ambiente mais leve de vôo aéreo tal como o de um zepelim, o arrastar [drag] é imenso e assim eles são vagarosos. No caso do disco, o ar não cria a resistência ao movimento porque o disco é gravlev e o campo magnético da nave chama a atmosfera vizinha como sua própria. Você alguma vez jogou hockey aéreo? Se você já o fez, então você pode compreender que tipo de lubrificante aéreo pode estar sob as condições apropriadas. O que sabemos das avaliações dos relatos das testemunhas UFO que tem sido oficialmente negados ou pobremente explicados é que os discos se comportam de modos muito estranhos e impressionantes. Os UFOs podem acelerar e fazer voltas angulares e reversões de direção instantaneamente e em velocidades extremamente altas. Qualquer físico pode falar a você que a inércia mataria qualquer pessoa nesta situação. A única coisa que eles não dizem a você é a real natureza desta situação.
    Inércia é o relacionamento entre a massa e um campo de gravidade, ou você pode ver isto como uma massa em relação com as linhas imaginárias de campo de força G. Abordo de um disco, digamos, no assento do motorista ou em uma mesa na sala de estar, há apenas um relacionamento estático no espaço entre o piloto e os passageiros e o campo gerador de gravidade da nave. Em outras palavras, se eles não se movimentam em relação a nave, eles não atravessarão aos linhas do campo G da nave. A aceleração é mudanças da direção da nave são feitas pela aplicação de um empurrão [thrust] externo. Enquanto isso, dentro do disco, escudados dos campos G do exterior (i.e. da Terra) , os passageiros e os pilotos sentam-se em uum campo relativamente imóvel. Eles fazem manobras selvagens emrelação a Terra e o café em suas xícaras nem mesmo derrama.
    E isto finalmente nos leva de volta a Star Wars. Porque os meninos de Hitler não fizeram isto funcionar? Pense em um disco como um planeta. Um planeta pequenininho, tendo um campo de gravidade exatamente como os grandes planetas. Ok? E então, nós queremos ir bombardear Londres. Nós pegamos uma bomba e decolamos para Jolly Ol'... Uma vez estejamos em cima do alvo, descarregamos a bomba. Nada acontece - esta coisa danada fica engasgada no disco! Oh, está bem. Estamos gerando gravidade e a nossa bomba não pode cair porque é mantida pelo campo de gravidade da nave. Entendamos que a nossa nave pode metralha-las [ temos metralhadoras em nossa nave também]. Bem, ok, estamos nos aproximando da Torre de Londres. É agora! Fogo! De repente estamos indo para trás, perto da velocidade do focinho de uma metralhadora de calibre 50. UAU, estas armas criam um grande recuo e a nossa nave está operando sem uma inércia relativa à Terra, e estamos relativa e efetivamente sem peso; e assim saímos na direção oposta das balas que estão caindo inofensivas no Tâmisa.
    Mas que diabo! Deixe-nos disparar um foguete. O empurrão do foguete fira ao redor, fora do controle. Oh, sim, os foguetes devem produzir o empurrão para escapar do nosso campo G da nave. Este é então o dilema de Hitler: ele tinha adquirido esta grande nova tecnologia mas, ironicamente, ela não iria matar ninguém. Não importa se ele se matou, se você acreditra mesmo na história de propaganda americano-britânica. Você pode imaginar como ficaria mal se Hitler pudesse ter escapado, como Hussein? Quadaffi? ou Nixon???
    OK, Star Wars. O que é que o governo está fazendo, realizando todos estes testes nucleares no deserto de Nevada ? Eles estão usando os pulsos de energia para as explosões dos testes de energia de lasers de raios-x, raios de partículas, e vários tipos de raios da morte, supostamente para abater mísseis. Muito disto é sabido. Mas aqui está o acobertamento: todas estas armas em desenvolvimento tem algo em comum. Todas elas são armas não-inerciais. Isto significada que elas não fazem destruiçao sem criar o empurrão. Depois de quase cinqüenta anos, temos no mínimo sistemas de armas que são compatíveis com aparelhos de levitação de gravidade ou discos voadores.
    Uma plataforma de geração de gravidade ou disco voador pode agora ser armada. O que você pensa que a União Soviética teria feito , militar e politicamente, se eles pensassem que estavam perdendo a corrida destes sistemas de armas? A propósito, os soviéticos e os EUA dividiram os engenheiros alemães que desenvolveram a "turbina de implosão geradora de gravidade". Porque você supõe que em todos os governos de Breshnev a Gorby, havia uma tal oposição veemente a que nosso governo continuasse buscando estes sistemas de armas Star Wars ?
    De volta ao gerador de gravidade, o que necessita ser mantido em segredo é a natureza da energia que eles criam. A fonte de energia não é combustível em nenhum dos sentidos que nós entendemos isto. Todos os nossos atuais sistemas geradores de energia requerem de alguma forma uma pressão para funcionar. Isto geralmente é obtido pela queima de alguma coisa para gerar e manter a pressao, a explosão de alguma coisa para criar a pressão explosiva, ou o bloqueio de um curso de água para criar a pressão principal. Todos estes sistemas são devastadores para os sistemas naturais. Estranho, não é verdade? Não há modo de obtermos uma grande energia que seja compatível com a natureza.
    Viktor Schauberger, um ambientalista de muito tempo e fundador do the Green Front em 1951, deu inicialmente a sua máquina de implosão o nome de " turbina truta". Seu projeto foi inspirado pela truta da montanha que ele observou em seu longo estudo sobre os modos de sistemas não perturbados naturais. A Vida Aquática foi o seu foco. O que ele descobriu conduziu ao estabelecimento da energia demonstrada em um tornado, tecnicamente, o vórtice centrípeto ou de sução. E assim o que ele podia considerar como sendo o combustível nestes aparelhos era exatamente fluidos como a água ou o ar. Mas aparentemente qualquer líquido ou gás pode ser usado e eu não quero dizer combustão. Exatamente a energia de rodamoinho quando os fluidos se resfriam e contraem, ou como Schauberger chamou isto, implodem. Sobretudo, depois que a água ou o ar tenha sido submetido a este movimento, sua qualidade biológica foi aprimorada.
    A energia de implosão é de todas formas oposta a energia de explosão! E sob todos os ângulos, o MISC tinha suprimido esta tecnologia do Departamento de Ofensa ou de um ponto de vista militar, eles tem investido tempo demais, pesquisa, intriga e atos criminosos para fazer isto corretamente. Da perspectiva industrial isto potencialmente é um desastre total. A energia livre de uma simples máquina não pode ser subtraída das massas e haveria então ramificações que ainda nós nem bem avaliamos. Com energia livre, cada pessoa teria a capacidade de crescer por sua conta, fazer seu próprio interesse, se movimentar a vontade e se manter. Dê uma examinada na Bolsa de Ações de Nova Iork e ache uma companhia que daria boas vindas a uma tecnologia destas. Será que os acionistas e os executivos não atuariam em seus próprios melhores interesses?

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