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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A loira do banheiro: quem foi de fato?

"O que seria lenda e o que seria a realidade. Dizem os pesquisadores, que todas as lendas são baseadas em fatos reais. E isso também se aplica às lendas relacionadas ao sobrenatural".
A personagem que assombra a imaginação de quem estudas nas escolas do país, seria Maria Augusta, filha do visconde Franciscus D'A Oliveira Borges e da viscondessa Amélia Augusta Cazal.
Os boatos são de que ela aparece nos banheiros para os alunos.
Filha de Francisco de Assis de Oliveira Borges, Visconde de Guaratingetá e de sua segunda esposa, Amélia Augusta Cazal, Maria Augusta nasceu no ano de 1866 e teve uma infância privilegiada e um requintado estudo em sua casa, cujas terras ultrapassavam os limites da atual Rua São Francisco.
Sua beleza encantava os ilustres visitantes que passavam pelo vale do Paraíba.
Naquela época, a política dos casamentos não levava em conta os sentimentos dos jovens, pois os casamentos eram "arranjados" levando-se em conta na realidade, os interesses dos pais.
Uma nítida conotação de transação simplesmente econômica ou meramente política, teria levado o Visconde de Guaratinguetá a unir no dia 1 de Abril de 1879 sua filha Maria Augusta com apenas quatorze anos de idade com um ilustre conselheiro do Império, Dr. Francisco Antônio Dutra Rodrigues, vinte e um anos mais velho que a bela jovem.
Como era previsível, surgiram divergências entre Maria Augusta e seu marido, o Dr. Dutra Rodrigues, devido também à sua pouca idade, fazendo com que os pensamentos e ideais dos casal fossem diferentes.
Devido à esses problemas, Maria Augusta deixa a companhia do Marido em são Paulo e foge para a Europa na companhia de um titular do Império e alto ministro das finanças do reino, passando a residir em Paris na Rua Alphones de Neuville.
Maria Augusta assume definitivamente a alta sociedade parisiense abrilhantando bailes com sua beleza, elegância e juventude.
Maria Augusta prolonga sua estada na França até que no dia 22 de Abril de 1891, com apenas 26 anos de idade vem a falecer, sendo que para alguns, devido à Pneumonia, e para outros a causa foi a Hidrofobia.
Diz a história, que um espelho se quebrou na casa de seus pais em Guaratinguetá no mesmo momento em que Maria Augusta morreu.Seu atestado de óbito desapareceu com os primeiro livro do cemitério dos Passos de Guaratinguetá, levando consigo a verdade sobre a morte de Maria Augusta.
Para o transporte do seu corpo ao Brasil, focam guardados dentro de seu tórax as jóias que restaram e pequenos pertences de valor, e foi colocado algodão em seu corpo para evitar os resíduos.
Conta-se também que durante o caminho, os pertences guardados em seu cadáver foram roubados.
Enquanto o corpo de Maria Augusta era transportado, sua mãe inconsolada, decidiu construir uma pequena capela no Cemitério Municipal de Guaratinguetá para abrigar a filha, com os dizeres: “Eterno Amor Maternal”.
Quando o corpo da filha chegou ao palacete da família, sua mãe o colocou em um dos quartos para visitação pública e assim ficou por algumas semanas durante a constução da capela.
O corpo da menina, que estava em uma urna de vidro, não sofria com o tempo e ela sempre aparentava estar apenas dormindo.
Depois a mãe negou-se a sepultar o corpo da filha devido a seu arrependimento, mesmo quando a capela ficou pronta.
Até que um dia, após muitos sonhos com a filha morta, pedido para ser enterrada e dizendo que não era uma santa ou coisa parecida para ficar sendo exposta, e da insistência da família, a mãe consentiu em sepultá-la.
A casa onde residiu a família e onde Maria Augusta nasceu tornou-se mais futuramente um colégio estadual.
Alguma pessoas afirmam terem visto o espírito de Maria Augusta andando por lá.
A lenda conta que Maria Augusta caminha até hoje pelos corredores do colégio.
Suas conhecidas aparições nos banheiros são por conta da sede que seu espírito sente por ter sido colocado algodão em suas narinas e boca.
Dizem que devido à esse acontecimento, ela passa pelos banheiros das escolas para abrir as torneiras e beber água, e que quando isso acontece é possível sentir seu perfume e ouvir seu vestido deslizar pelo chão, além de ser possível avistar sua silhueta pelas janelas.
Nenhum relato de atos de maldade cometida por ela foram comentados, apenas breves aparições pelos banheiros e corredores onde deixa no ar um leve perfume (o mesmo que usava em Paris).
Também há o relato de uma funcionária da Escola que a ouviu tocar piano.
No cemitério onde foi construída a capelinha para seu sepuultamento, sendo mais exatamente um lindo mausoléu branco à esquerda do portão de entrada do cemitério dos Passos, também se ouvem relatos do avistamento de sua silhueta passando por entre os túmulos do cemitério, e ao mesmo tempo que um doce perfume predomina no ar, além do barulho do arrastar de tecido pelo chão.
Um grupo de espíritas kardecistas estudando o caso, afirmou que Maria Augusta não teve consciência da própria morte e vaga pela casa onde sempre viveu em busca dos parentes até os dias de hoje, onde é uma escola.
Por isso, cuidado quando estiver só em um banheiro de uma escola, principalmente às altas horas da noite, você poderá ter uma surpresa altamente agradável!
Abaixo o colégio Conselheiro Rodrigues Alves, em Guaratinguetá/SP, local onde fora a casa de Maria Augusta Oliveira Borges.  


Lendas do Interior de SP - Dois Córregos

Dois Córregos guarda muitas lendas
A cidade de Dois Córregos (73 quilômetros de Bauru) é um dos municípios da região que preserva sua cultura e suas lendas.
São inúmeras histórias que despertam o imaginário da população e de moradores das cidades vizinhas.
Estão divididas por segmentos: Ribeirinhas, Urbanas, Cachoeiras e Canavieiras. Elas estão descritas no Almanaque de Dois Córregos, lançado no ano passado, de autoria de Heusner Grael Pablas.
As Ribeirinhas são as mais conhecidas: A Mãe-do-Ouro, A Menina-do-Ouro, As Canoas sem remo e o Unhudo da Pedra Branca.
As urbanas são compostas pelas lendas A Água da Nhá Eva e A Noiva do Jardim. As cadastradas na categoria Cachoeiras são A Noiva da Cachoeira do Vernier e a O Cavaleiro Vestido de Branco. Na categoria Canavieiras, figura a lenda O Caminhão Fantasma.
A Menina-do-Ouro é uma lenda que possivelmente tenha surgido no tempo da Monções. Recebeu esse nome porque a tal menina teria longos cabelos loiros e costumava atrair crianças para o interior da floresta, fazendo-as se perder na mata.
Outra possibilidade é que à época havia muito ouro e acreditava-se que o metal só poderia ser encontrado com a ajuda do sobrenatural, daí o papel das lendas.
Diz a lenda que ela mora no vale do rio Tietê e costuma aparecer na beira do mato, onde normalmente as crianças ficam brincando.
Ela faz sinal para que as vítimas sigam seus passos em direção à floresta. Depois de um certo tempo, a Menina-do-Ouro, que sempre caminha à frente, desaparece.
Só então as crianças percebem que estão perdidas na mata e com dificuldades para encontrar o caminho de volta.
Em 1861, a Menina-do-Ouro teria aparecido na margem esquerda do Rio Tietê, proximidades da fazenda Quebra Pote, onde os irmãos Armira de Andrade Leite e José Sebastião brincavam. A simpatia da Menina-do-Ouro atraiu os irmãos que a seguiram mata a dentro.
Quando o sol se pôs, a entidade desapareceu e os irmãos ficaram perdidos. Só então perceberam o perigo, especialmente porque naquela época as matas abrigavam a temível onça-pintada, além de outros animais selvagens.
As crianças, já na madrugada, teriam ouvido o sino da canoa que trafegava pelo Rio Tietê. O sino era comum nas embarcações do final do século 19.
O barqueiro teria ouvido o choro das crianças e fez o socorro. Os dois foram reconhecidos como sendo filhos do pescador Eliaquim, seu colega de profissão.
A hipótese da lenda ser originária da fase das Monções começou com a história de que os paulistas desciam o rio Tietê em sucessivas expedições para chegar ao Mato Grosso, onde o ouro havia sido achado. Naquela época, a descoberta, quase sempre, estava ligada às lendas.
Tapa do Unhudo faz a vítima atravessar o rio Tietê 
Imagine encontrar uma entidade de cabelos longos, chapéu de palha esfiapado, unhas grandes semelhantes a garras e dois metros de altura.
Quem quiser ver de perto essa figura fantástica, considerada um morto-vivo e batizada de Unhudo, pode procurá-lo em uma das pequenas grutas do monte Pedra Branca, entre os municípios de Dois Córregos e Mineiros do Tietê. Dentre as lendas, a do Unhudo é a que mais divulgada na região e em todo o estado.
Tido como benfeitor da mata, ele aparece, de acordo com a lenda, nas imediações da Pedra Branca quando algum intruso resolve colher jabuticabas silvestres e orquídeas naquele local.
Mas todas as pessoas que entram na floresta correm o risco de irritar o Unhudo e experimentar seu tapa que costuma arremessar a vítima para o outro lado do rio Tietê.
Outra característica da entidade seria repetir a fala cantada dos boiadeiros que frequentavam a região, na hora de tocar os bois. Diz a lenda que quando o boiadeiro gritava – Ôh! Boi!, o Unhudo repetia, como se fosse um eco.
Um dos ‘causos’ contado na cidade é do lavrador Z.R. Segundo seu filho N.R., que mora na zona urbana de Dois Córregos, certa vez seu pai entrou na mata da Pedra Branca para catar jabuticabas silvestres.
Quando estava no alto de uma jabuticabeira, ouviu uma voz rouquenha, que lhe disse: Moço, essa fruteira tá reservada pra mim.
O pai, muito assustado, percebendo que não estava diante de um ser humano e sim de uma entidade perigosa, Z.R. sacou sua garrucha e deu dois tiros no perito de Unhudo.
As balas atravessaram o fantasma sem fazer nenhum estrago. No mesmo instante Z.R. foi atingido por um tapa do morto-vivo, perdendo os sentidos.
Dois dias depois, o lavrador foi achado no bairro Contendas, que fica próximo do loteamento Docemar, na margem do rio Tietê.
De acordo com o filho, Z.R., depois do episódio, nunca mais foi o mesmo. Se tornou um homem abatido, tanto que a palavra Unhudo passou a ser evitado em sua casa, pois toda vez que isso acontecia, ele se emocionava e ia às lágrimas.
Fratura no braço
Outra aparição do Unhudo aconteceu em 2000, na beira do rio Tietê, mais exatamente na fazenda Água Vermelha.
O pescador P.I.C., conhecido como C. Segundo ele mesmo contou, em uma tarde, decidiu ir colher orquídeas na mata do monte Pedra Branca.
Dois amigos o acompanharam e ficaram na beira da mata desafiando o Unhudo, enquanto que ele entrou.
O Unhudo teria saído de um buraco existente na pedra e o agrediu por trás. Ele lembra que antes de ser atacado percebeu que não estava sozinho no mato, mas não teve tempo de virar o corpo e nem viu o Unhudo, pois tomou um tapa forte nas costas que o jogou violentamente no chão. Ele sofreu fratura exposta do braço direito.
Seu gritos de socorro levaram os amigos dele ao local. Foi encaminhado para a Santa casa de Jaú, onde foi submetido a uma cirurgia.
A Noiva do Jardim
Uma tragédia envolvendo uma noiva na cidade de Dois Córregos gerou a lenda. O fato teria acontecido no início da cidade, na antiga capela feita de barro e coberta de sapé, onde seria realizado um casamento, mas o noivo não apareceu. O drama da moça emocionou os convidados.
A noiva, mesmo depois da saída dos convidados, não queria deixar a capela, na esperança que o noivo ainda aparecesse.
Com a ajuda do padre, os pais dela conseguiram retirá-la, somente no período da noite. A moça foi levada para casa e deitou vestida de noiva. Na mesma noite ela morreu.
Foi enterrada com o vestido que ela mesma havia feito e em suas mãos foi colocado um buquê de rosas e margaridas brancas.
A tragédia chocou a população e depois de um tempo surgiu o boato de que a noiva aparecia á meia noite perto da capela.
A Noiva do Jardim só ganharia esse nome depois do jardim ser construído, em 1909. A matriz foi inaugurada em 1911, quando a antiga capela já tinha sido demolida.
Uma das pessoas que teria visto uma das aparições da noiva seria o jardineiro encarregado da praça, no final do século 20.
Ele disse ter visto a moça entrar e sair da igreja, em certa noite. Acredita-se que o espírito da noiva ainda permaneça no local acalentando o sonho do casamento que nunca se realizou.
Na década de 50, jovens faziam vigília na praça que foi construída no local para tentar ver a Noiva do Jardim.
Eles diziam que a noiva surgia e desaparecia na mesma velocidade. Uma senhora que morou na esquina da praça Major Carlos Neves contava que, em 1970, ela teria visto a noiva entrando na igreja.

O antigo e estranho caso das Pegadas do Diabo

Na noite de 8 para 9 de Fevereiro de 1855, num dos Invernos mais frios de que havia memória os habitantes do condado de Devon Inglaterra, acordaram para um cenário no mínimo bizarro. Um rasto de pegadas de um animal com cascos, estendia-se por várias milhas. Foram avistadas em mais de 30 localidades diferentes, de tal forma que, assumindo que as marcas foram feitas por uma única criatura, a mesma teria de ter percorrido uma distância calculada entre 65 a 160 quilômetros numa única noite. Para além da extensão, outras singularidades acompanhavam as pegadas. As mesmas pareciam ter sido feitas por uma criatura bípede e não quadrúpede, como seria de esperar se fosse um animal. Para, além disso, as marcas formavam quase uma linha única, em vez de surgirem alternadamente à direita e à esquerda. E para acrescentar ainda mais ao mistério, as pegadas pareciam por vezes descrever padrões impossíveis. Acabavam junto de muros altíssimos e montes de feno, e apareciam do outro lado dos mesmos, como se a criatura tivesse simplesmente pulado sobre eles. Apareciam do nada no meio dos campos e terminavam abruptamente, dando a entender que o autor das pegadas tinha simplesmente aterrado e em seguida levantado vôo. Foram também reportadas várias pegadas em cima de telhados e nos parapeitos de janelas.

Belzebú e a foto misteriosa de 1855.
Como é óbvio, não tardou muito para que as pessoas atribuíssem as pegadas ao próprio Diabo. Mas será que o anjo caído andou mesmo pelos campos de Devon? Vamos começar por tentar perceber se existem ainda fontes diretas do fenômeno, ou seja, manuscritos originais ou outros documentos pertencentes a testemunhas presenciais.

Desenho feito por uma das testemunhas do evento, publicada pelo The Illustrated London News, em 24 de Fevereiro de 1855. Fonte:Wikipedia
A bonita igreja paroquial de Clyst St. George teve como reitor o Reverendo Henry Thomas Ellacombe, um campanólogo de elevado mérito e também um reconhecido botânico. Diz-se inclusivamente que nos jardins da reitoria, o fantasma do Reverendo com a sua longa batina preta, ainda é por vezes avistado vagueando por entre as suas plantas... O motivo pelo qual menciono o Reverendo Ellacombe, prende-se com o fato de a ele pertencerem os únicos documentos originais e contemporâneos do enigma das Pegadas do Diabo. São constituídos por cartas, desenhos das marcas, menções a relatos de testemunhas e mesmo algumas observações curiosas feitas pelo reverendo, como por exemplo o fato do seu cão ter ladrado continuamente na noite em que apareceram as supostas pegadas sobrenaturais. Para além destes documentos, as restantes fontes em primeira mão dos acontecimentos, resumem-se às cartas remetidas por testemunhas ao Illustrated London News, e publicadas na íntegra.

Igreja paroquial de Clyst St. George
Assim informou o The Times, de Londres, em 16 de fevereiro:
...Na quinta-feira à noite, ao que parece, houve uma forte nevasca nas proximidades de Exeter e no sul de Devon. Na manhã seguinte os habitantes dessas cidades ficaram surpresos ao descobrirem as pegadas de um animal estranho, misterioso e onipresente, pois as pegadas foram vistas nos lugares mais inacessíveis – nos telhados, em corredores estreitos, em jardins e quintais fechados com cercas e muros altos, bem como nos campos ao ar livre. Pareciam mais de um bípede do que de um quadrúpede e distanciavam-se 20cm umas das outras. As impressões das patas lembravam muito uma ferradura de burro e tinham de 3,5 a 6,5 cm de largura em certos casos. Às vezes pareciam estar rachadas, mas na maioria dos passos a ferradura persistia e, como a neve no centro estava intacta, mostrando apenas o contorno da pata, deveria ser convexa [ concava ? ]"... O outro, e único, exemplo conhecido de pegadas assim foi informado pelo capitão sir James Clark Ross, comandante de dois navios que exploravam as regiões do Pólo Sul e atracaram na Ilha Kerguelen em maio de 1840 : ..."animais de terra, não vimos nenhum, e os únicos indícios que vimos de sua existência na ilha foram algumas pegadas singulares de um pônei ou jumento, tinham 7,5 cm de comprimento e 6,2 cm de largura, com uma pequena depressão mais funda em cada lado, além da forma de ferradura"... Se o tivessem enxergado, o que teriam visto?
De acordo com relatos contemporâneos, que se estendia por mais de uma centena de quilômetros, e foi através de paredes sólidas e palheiros, aparecendo do outro lado como se não houvesse nenhuma barreira. A extensão das pegadas pode ter sido exagerada no momento. Mas na verdade as 'pegadas', se é isso que estavam ali, ainda permanecem um mistério completo.Um dos primeiros a ver as marcas foi um padeiro e depois o diretor da escola, o qual reuniu um grupo de pessoas para seguirem essas marcas. Qual não foi a surpresa quando perceberam que o animal havia pulado também muros que variavam de quatro a seis metros de altura e também Atravessou o rio Exe, deixando a marca de uma margem à outra como se tivesse caminhado sobre a água, sendo que esse rio possui três quilômetros de largura. E assim percorreu entorno de 150 quilômetros, passando por Exmouth, Lympstone, Woodbury, Powderham, e vários outros lugares, apenas em uma noite. Apenas em uma noite Cornwal ficou marcada com essas pegadas. 
Vários animais foram sugeridos para fazer as pegadas como:guaxinins, ratos, cisnes, lontras. Alguns cangurus haviam escapado de um zoológico particular pertencente a um deputado de Fische em Sidmouth, mas a descrição das pegadas não tem qualquer semelhança com as de um canguru. Além de tudo estes animais não seriam capazes de pular 6 metros de altura para pular um muro ou atravessar um rio de cerca de 3km de largura. As marcas eram em forma de U, com 10cm de comprimento e 7 cm de largura, e com 20cm distantes uma da outra.Também foi observado que a forma em que foram estabelecidas, uma na frente da outra, sugere um bípede ao invés de uma criatura andando sobre quatro patas. Há casos semelhantes espalhados por outras partes do mundo e também conta um escrito na Grã-Bretanha. Segundo Ralph de Coggeshall, (que também gravou vários estranhos fenômenos em sua época) é um escritor do século 13, em 19 de julho de 1205 relatou impressões estranhas que apareceram depois de uma violenta tempestade elétrica (seria uma coincidência? Dizem que grandes demônios quando chegam a um local causam tempestades elétricas...). Em meados de julho essa faixa só seria visível na terra fofa, e as tempestades com descargas elétricas sugerem algum tipo de fenômeno natural ainda desconhecido. 

Pegadas do Diabo
Em 1.950, essas pegadas surgiram novamente em Devonshire.
Em 14 de março, o jornal The Times publicou a aparição dessas pegadas em Glenorchy, Escocia, que se estendiam por quilometros.
Pouco a pouco foram surgindo histórias de pegadas em vários lugares: Nova Zelandia em 1.886, nas praias de Nova Jersey, nos Estados Unidos, em 1.908, na Bélgica, em 1.945, nas encostas do vulcão Etna, Sicilia, em 1.970.
Pegadas do diabo continuam a ser um intrigante mistério que só será realmente resolvido se o fenômeno volte a acontecer e pode ser examinado mais de perto, o que não foi, pois na noite de 12 de março de 2009, apareceram novamente marcas semelhantes, como as da foto.

Pegadas de 2009
O esquisito é que quando apareciam obstáculos no caminho, por exemplo uma casa, o suposto diabo saltava/voava para o telhado e continuava o seu caminho. O mais estranho é que se fosse um animal de cascos como um cavalo ou uma cabra deixaria fezes, não agüentaria caminhar 160 km em linha reta durante uma tempestade e não conseguiria saltar obstáculos tão altos.
Fontes:
Estranho Universo
Paranormal e Enigmas
...entre outros 
O antigo e estranho caso das Pegadas do Diabo pegadas do diabo
pegadas do diabo

Djinn o Gênio do Fogo

Djinns são criaturas mágicas com poderes para fazer o bem e o mal, sua origem remota a criação dos tempos!
 
Djinn
Jinns ou Djinns (Dinns) são seres espirituais maléficos ou benéficos. Eles possuem o poder de presidir o destino das pessoas e das cidades as quais têm domínio. Eles foram criados por Deus num período que fica entre criação dos Anjos e a criação do homem.

No Alcorão (Livro sagrado dos Mulçumanos), exatamente na Surata 55, intitulada "AR RAHMAN" (O CLEMENTE) nos Versículos 14 e 15, o Arcanjo Gabriel relata que o homem foi criado do barro, ao passo que os Jinns (gênios) foram criados de uma chama de fogo.
Em nome de Deus o Clemente o Piedoso - citação do Alcorão
55 ª Surata Versículo 14 - "Ele criou os Djinns do fogo vivo."
55 ª Surata Versículo 15 - "E criou os Djinns do fogo vivo."

Djinns (Gênios): Quem são eles? No versículo 50 da 18ª Surata,  diz que Iblis (Lúcifer) era um dos Djinns, dando a entender que foi por isso que ele desobedeceu à ordem de Deus. Contudo, em passagens semelhantes nos é dito que Deus ordenou aos anjos que se prostrassem perante Adão, coisa que eles fizeram, menos Iblis. Isso implica em que Iblis havia feito parte da companhia dos anjos. Existem outras passagens do Alcorão que citam a interação de gênios com os homens.

Em nome de Deus o Clemente o Piedoso - citação do Alcorão 18ª SURATA - Versículo 50
"E (lembra-te) de quando dissemos aos anjos: Prostrai-vos ante Adão! Prostraram-se todos, menos Lúcifer, que era um dos Djinns, e que se rebelou contra a ordem do seu Senhor. Tomá-los-íeis, pois, juntamente com a sua prole, por protetores, em vez de Mim, apesar de serem vossos inimigos? Que péssima troca a dos iníquos!"

O significado da raiz da palavra em árabe ‘janna’, ‘yajinnu’, é: "ser coberto ou escondido", e com o verbo na voz ativa, significa: "cobrir ou esconder". Algumas pessoas dizem que ‘Jinn’, portanto, significa as qualidades ou capacidades ocultas do homem; outras, que significa seres da selva, ocultam-se nos montes.

No Alcorão ‘Jinn’ significa apenas "um espírito" ou uma força invisível ou oculta. Em algumas histórias folclóricas, como ‘As Mil e Uma Noites’, eles foram personificados com formas fantásticas, detentores de enormes poderes, capazes de realizar os mais profundos desejos de quem os dominassem.

Sua definição varia muito de cultura para cultura, em suma os Djinns pertencem a mesma categoria dos Anjos, a chamada categoria dos Gênios, conhecida pelos esotéricos como "categoria dos elementais". Os Anjos são gênios assim como os Djinns.

Os Anjos (Gênios) são seres celestiais que praticam o bem. Os Djinns (Gênios-contrários) são seres espirituais que praticam tanto o bem quanto o mal. O primeiro Djinns a se rebelar contra Deus chama-se IBLIS, conhecido no mundo ocidental pelo nome de Lúcifer, (Lúcifer significa Senhor da Luz, afinal ele foi criado do FOGO... da LUZ DO FOGO).
Anjos Caídos ou Demônios, assim são chamados todos os anjos que deixaram o plano celestial e se tornaram seguidores de Lúcifer.
Veja alguns dos nomes pelo qual é chamado o Djinns IBLIS
- Gênio do Mal - equivale ao Diabo
- Gênio das Trevas - equivale ao Diabo

Através de rituais é possível invocá-los, mas atenção; os Djinns não são sempre aqueles seres bonzinhos do tipo, 'Gênio do  Aladin'.  Eles podem ser perversos e traiçoeiros, a ponto de matar aqueles que o invocaram ao invés de realizar seus desejos.

Existem basicamente 4 categorias de Djinns, elas estão divididas de acordo com os elementos: fogo, água, ar e terra.

Suas características:
A possessão ou presença do Djinn do AR e marcada pela sensação de cansaço, falta de ânimo para fazer as coisas... Eles podem ser presos em garrafas especiais, como nas lendas.

O Djinn da ÁGUA tem o poder de influenciar negativamente a pessoa no aspecto emocional, levando-as a depressão e a choros compulsivos. Em casos de suicídio a pessoa deprimida escolhe morrer afogada.

O Djinn da TERRA; as pessoas que sofrem com as influencias deste espírito não conseguem ficar dentro de casa, sentem um forte desejo de ir para o campo, suas roupas a incomodam, só ficando a vontade quando estão despidas.

O Djinn do FOGO é responsável pelo sentimento de ódio, inveja. Ele é mais ativo, geralmente não mata seu possuído, porém pode usá-lo para matar outro ser humano.

Atenção: Estas invocações foram retiradas do Grimore do Bruxo Negro e adaptadas às condições do Brasil. Foram aqui mencionadas apenas como caráter ilustrativo. Não aconselhamos a ninguém a fazer o ritual. Mesmo para os mais céticos, este ritual lida com elementos culturais fortes, podendo provocar distúrbios psíquicos ou repulsão das pessoas ao seu redor. O fato também de se utilizar fogo no ritual, merece cuidados redobrados afim de se evitar incêndios e queimaduras. O giz pode provocar alergia a algumas pessoas.

A presença do Djinn será marcada por uma sensação de calor. Se você fez tudo corretamente e botou fé em seu chamado, o Djinn ouvirá seus desejos e anseios, podendo realizá-los...  Mas lembre-se; o Djinn é interesseiro, não fará nada de graça, ele exigirá algo em troca ... Outra coisa, não precisa oferecer sua alma...o Djinn não trabalha com esse tipo de pacto. Como ele é o mestre dos sonhos e desejos, você poderá durante seu sono fazer uma barganha com ele.

** O ritual deve ser realizado em local externo
Invocando com o alcorão
Djinn do fogo
Horário do ritual: Meia Noite.
Material: Giz vermelho; 4 velas vermelha; Livro do Alcorão -Texto da 18ª Surata; um punhado de areia lavada; uma bússola.

Com um giz vermelho desenhe no chão uma grande letra "C" quase se fechando. A abertura é por onde você entrará no círculo, ela deve ficar em oposição a Meca, portanto se você mora no Brasil, a direção é Nordeste. Não pise no risco. Com a bússola localize também o Norte, Sul, Leste e Oeste, e para cada ponto no círculo acenda uma vela e coloque em sua base um pouco de areia (simboliza o deserto)

Antes de entrar no circulo contorne-o por 18 vezes no sentido anti-horário. Em seguida dentro do círculo, coloque-se de pé voltado para Nordeste, ajoelhe-se, encoste a testa no chão e chame pelo Djinns do Fogo "IBLIS", use todo o seu sentimento e desejo para invocar a sua presença. De joelhos, levante o tronco, leia a Surata 18 do final para o início, palavra por palavra. Se você conseguir ler fonema por fonema melhor ainda.

No fim da leitura faça seu pedido e queime a folha (com a inscrição da surata do Alcorão) em uma das velas.

Clique aqui para acessar a Surata 18
Invocando com a Bíblia
O mesmo processo poderá ser feito com a Bíblia, porém com alguma modificações:
Djinn do fogo
Horário do ritual: Meia Noite.
Material: Carvão PRETO; 4 velas pretas; Livro da Bíblia  -Texto Gênesis; um punhado de pó de carvão; uma bússola;

Com a pedra de carvão desenhe no chão uma grande letra "C" quase se fechando. A abertura é por onde você entrará no círculo, ela deve ficar em oposição a Jerusalém, portanto se você mora no Brasil, a direção é Nordeste. Não pise no risco. Com a bússola localize também o Norte, Sul, Leste e Oeste, e para cada ponto no círculo acenda uma vela e coloque em sua base um pouco pó de carvão (simbolizando as cinzas)

Antes de entrar no circulo contorne-o por 18 vezes no sentido anti-horário. Em seguida dentro do círculo, coloque-se de pé voltado para o Nordeste,  ajoelhe-se, encoste a testa no chão e chame pelo Djinn do Fogo "LÚCIFER", use todo o seu sentimento e desejo para invocar a sua presença. De joelhos, levante o tronco, leia o livro de Gênesis do capítulo 6 ao 1 do final para o início, palavra por palavra. Se você conseguir ler fonema por fonema melhor ainda.

No fim da leitura faça seu pedido retire as folhas lidas da bíblia e queime-as em uma das velas.

SIMBOLOGIA:
- A cor vermelha = fogo
- Areia = deserto
- O risco em forma de C = Significa o Crescente, a lua crescente
- A vela = elemento fogo
- O carvão = ação do fogo
- Meca = cidade sagrada dos mulçumanos
- Jerusalém = cidade sagrada dos cristãos
- Nº 18 = A lua; a Lua Crescente; No Alcorão A surata 18; Na bíblia o 18º versículo de Gênesis onde ocorre à separação da luz e das trevas; nas cartas de Tarô o 18 significa a dualidade entre o branco e preto, luz e trevas, direita e esquerda.
- Gênesis 1-6 = criação do mundo e homem
- Surata 18 = criação do mundo e homem
- Encosta a testa no chão = ato de invocar por submissão, solicitação

Complicações ao se invocar um Gênio:
Quem não tem experiência com bruxaria não deve fazer invocações:
1 - Um jovem americano de 14 anos ao fazer a invocação, seguindo a versão que utiliza o uso de vodka no ritual, foi encontrado no dia seguinte desacordado. Questionado sobre o que aconteceu, ele alegou não se lembrar de nada... O Psicólogo consultado mencionou a tendência ao alcoolismo do menino e a possibilidade do acontecido ter sido uma manifestação exteriorizada do desejo de ter seus pais unidos... uma semana antes os pais haviam manifestado a vontade de se separarem... Não sabemos se o menino realmente completou o ritual, contudo seu pai e sua mãe continuam casados, passaram a dar mais carinho e atenção ao rapaz.. pelo menos até este momento...

2 - Outro caso de conhecimento desta escola, foi o da jovem A. C., durante a pratica do ritual quando completava as 18 voltas, sentiu-se tonta e caiu sobre as velas, isto lhe valeu alguma queimaduras.

Atenção: Estas invocações foram retiradas do Grimore do Bruxo Negro e adaptadas às condições do Brasil. Foram aqui mencionadas apenas como caráter ilustrativo. Não aconselhamos a ninguém a fazer o ritual. Mesmo para os mais céticos, este ritual lida com elementos culturais fortes, podendo provocar distúrbios psíquicos ou repulsão das pessoas ao seu redor. O fato também de se utilizar fogo no ritual, merece cuidados redobrados afim de se evitar incêndios e queimaduras. O giz pode provocar alergia a algumas pessoas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

É oficial... Supernatural renovada para uma sétima temporada


 
Acabaram-se os rumores, acabaram-se os falatórios, acabaram-se as especulações..

A CW anunciou hoje, oficialmente quais serão as suas séries (na verdade algumas delas, outras só se saberão mais tarde) que estarão presente na temporada 2011-2012..

E Supernatural está entre elas..

Portanto meu povo, é mais um ano...Mais um ano que nossos garotos estarão na estrada caçando o e enfrentando o sobrenatural..


"The network also renewed fan favorite SUPERNATURAL, which enters its seventh season next year.   In moving to Fridays last September, SUPERNATURAL immediately helped make The CW more competitive on the night and dramatically contributed to year-to-year gains on Friday of 66% in adults 18-34 and 60% in viewers."

Está dizendo que a rede renovou o seriado, porque desde que Supernatural foi movido para as sextas-feiras houve um aumento significativo na audiência nesse dia (em torno de 66%) tornando a sexta-feira mais competitiva..

Então galera, vamos lá!!  Mais um ano apoiando nosso show!!

P.S. Para mim não é surpresa nenhuma essa renovação, eu nunca tinha dúvidas que seria renovada, a minha surpresa foi na demora do anúncio. Eu imagino quais são os acordos feitos! hehe..

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