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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


segunda-feira, 5 de março de 2012

A casa assombrada



A pequena Paróquia de Borley está em uma região desolada e pouco povoada perto da costa leste da Inglaterra. É um lugar de aparência sombria, cenário adequado para um dos casos mais bem documentados e controversos de assombração dos tempos modernos.
Todos os moradores da Paróquia de Borley foram perturbados por aparições fantasmagóricas desde sua inauguração em 1863. Até então, os fantasmas pareciam relativamente benignos. Isso mudou quando o reverendo Lionel Foyster e sua esposa Marianne Foyster se mudaram para lá, em Outubro de 1930. As batidas dentro das paredes ficaram mais fortes e mais insistentes, os móveis eram deslocados e as portas pareciam trancar-se sozinhas. E um novo fenômeno manifestou-se: misteriosas mensagens escritas começaram a aparecer nas paredes e em pedaços de papel espalhados pela habitação. Um dia Marianne encontrou um velho envelope com o nome dela, e escreveu: "O que quer?", colocando o envelope no mesmo lugar. A patética resposta ("descansar") apareceu debaixo da pergunta.

Mas Borley deve sua fama principalmente ao irrefreável Harry Price, o mais famoso caçador de fantasmas de sua época. Em 1937, dois anos após os Foyster terem se mudado, Price alugou a casa por um ano e instalou um rodízio de observadores para documentar os fenômenos. Escreveu mais tarde dois livros populares sobre o caso, dando também inúmeras palestras e entrevistas nas rádios sobre o assunto. A incansável publicidade promovida por Price fez com que Borley ficasse famosa e fosse alvo de pesquisadores rivais, que por décadas se debateram com o mistério. Os pesquisadores afirmaram que todo o caso era suspeito, zombando das técnicas de pesquisa de Price e, em particular de sua equipe de observadores amadores, recrutados por anúncios em jornais. Os críticos chegaram até a sugerir que Price houvesse orquestrado pelo menos alguns dos supostos fenômenos de poltergeist. No final, porém, o controvertido caçador de fantasmas acabou encontrando indícios de uma tragédia do passado longínquo que parecia explicar as assombrações convencendo muita gente de que as manifestações eram autênticas.
Em 1939, o novo proprietário, o capitão W. G. Gregson, estava desempacotando seus livros quando uma lamparina caiu no chão do saguão, dando ínicio a um incêndio. O fogo alastrou-se rapidamente e a antiga casa paroquial de Borley foi destruída, dando finalmente a Price uma oportunidade para procurar sob a terra alguma prova física que servisse para explicar a assombração.
Em seu primeiro livro publicado em 1940, um ano depois do incêndio, Price deixou implícito que desconfiava do uso de prestidigitação por Marianne Foyster para montar alguns dos distúrbios. Ao mesmo tempo, porém, afirmou categoricamente que pelo menos um dos espíritos que assombraram Borley por tantas décadas encontrou em Marianne uma alma solidária. Julgou que essa teoria era apoiada pelas arrepiantes mensagens escritas nas paredes, dirigidas a Marianne. As mensagens, pedidos queixosos de ajuda escritos com caligrafia infantil, pareciam ser de outra mulher jovem. Price acabou descobrindo uma história que explicaria o mistério de Borley.
Durante o ano em que alugou a antiga casa paroquial de Borley, Price e sua equipe não descobriram fenômenos novos, mas um acontecimento sensacional deu a Price informações para chegar a solução que ele estava procurando. A descoberta deu-se através do uso da planchette, instrumento equipado com um lápis que se move (supostamente guiado por espíritos) em uma prancheta, escrevendo mensagens pela mão de um assistente. Um suposto espírito que se identificou como Marie Lairre contou que havia sido freira na França do século XVII, mas deixou o habito para se casar com Henry Waldegrave, membro da abastada família cuja casa senhorial se erguerá um dia no ponto em que agora existia a Paróquia de Borley. Tempos depois, ela teria sido estrangulada pelo marido que esconderá seus restos mortais no porão.
Novamente de volta aos restos do incêndio da Paróquia de Borley, Price e sua equipe começam a procurar sob os escombros. "Procurem sob o chão de tijolos, no porão", implorava uma das mensagens dos espíritos; após um só dia de escavações, a equipe de Price descobriu alguns ossos frágeis que acabaram sendo identificados como pertencentes a uma mulher jovem, para Price, a evidência de que havia algo verdadeiro naquela história da freira assassinada.

Aparentemente, um enterro cristão para os ossos deu ao fantasma da casa paroquial de Borley o sossego que ele tanto buscava havia tempos. Nunca mais se ouviu falar de assombrações na casa em ruínas, que foi finalmente demolida em 1944

APARIÇÕES NO MOMENTO DA MORTE


Momentos antes de morrer, muitas pessoas alegam ver junto de si seres conhecidos, familiares e amigos, também já falecidos. Vamos hoje referir casos nos quais as aparições dos mortos são percebidas unicamente pelo moribundo e referem-se a pessoas cujo falecimento era por ele conhecido.


As pessoas mais distraídas facilmente dirão que se tratam de alucinações as descrições que os moribundos muitas vezes fazem, de seres conhecidos, já falecidos, que eles dizem estarem ali no momento da morte. No entanto, a investigação e uma análise mais cuidada do assunto, por parte de investigadores conceituados, mostra-nos o contrário. Diz Ernesto Bozzano , investigador e escritor ilustre, italiano, que «...se o pensamento, ardentemente voltado para as pessoas caras, fosse a causa determinante dos fenómenos, o moribundo, em lugar de experimentar exclusivamente formas alucinatórias representando defuntos – por vezes, mesmo, defuntos esquecidos pelo doente – deveria ser sujeito, as mais das vezes, a formas alucinatórias representando pessoas vivas às quais fosse vivamente ligado – o que não se produz... São bem conhecidos casos de agonizantes que têm tido visões de fantasmas que se crê sejam de pessoas vivas; mas, nesses casos, verifica-se invariavelmente, em seguida, que essas pessoas tinham morrido pouco antes, posto que nenhum dos assistentes nem o próprio doente o soubessem» (1)


São bem conhecidos casos de agonizantes que têm tido

visões de fantasmas que se crê sejam de pessoas vivas;

mas, nesses casos, verifica-se invariavelmente, em seguida,

que essas pessoas tinham morrido pouco antes, posto que

nenhum dos assistentes nem o próprio doente o soubessem


Refere ainda Ernesto Bozzano: «... Já citei um facto (VIII Caso), no qual o moribundo, percebendo aparições semelhantes, exclama:

-Como! Mas são pessoas como nós! – Sobre o que o narrador observa: “ Provavelmente ele sentia a imaginação cheia das imagens habituais dos anjos alados e das harpas angélicas; por consequência, nada mais provável que no último momento haja exprimido surpresa, vendo que os mortos que o vinham acolher tinham o aspecto de “pessoas como nós”. Contarei mais adiante (XXIV caso) um terceiro episódio concernente a uma menina de 10 anos, que, por seu turno, manifesta admiração vendo “anjos sem asas”. Ora, esses incidentes apresentam um valor probante real, pois que os fantasmas alucinatórios, como se sabe, tomam formas correspondentes às ideias que se têm figurado, anteriormente, na mentalidade do doente, e não podia ser de outra maneira. Resulta daí que, se a ideia dos anjos alados (de que temos ouvido falar por nossa mãe durante nossa infância e de que mais tarde lemos a descrição na Bíblia e vemos centenas de vezes representada nos quadros de assuntos religiosos), se tivesse gravado nas vias cerebrais do doente, este deveria supor estar vendo anjos com asas. Ora, como vimos nos casos narrados, os moribundos, dominados por essa ideia preconcebida, perceberam fantasmas cuja aparência era contrária á ideia em questão; devemos, pois, concluir que, nas circunstâncias descritas, se trata de aparições verídicas de fantasmas de defuntos e não de alucinações patológicas.»


(1) Caso do moribundo que vê fantasmas de defuntos desconhecidos mas conhecidos da família


Vamos ver um caso de um moribundo que vê fantasmas de defuntos que não conhece, se bem que fossem eles conhecidos dos de sua roda, o que elimina a hipótese da auto-sugestão. (extraído do “Journal of The American Society for Psychical Research, 1907, p-47)

«...Fui encontrar uma senhora, cujo filho, uma criança de 9 anos, morrera há 15 dias. Tinha sido operado de apendicite, dois ou três anos antes e a operação provocara uma peritonite, de que se tinha, no entanto, curado. Mas ficou de novo doente e foi preciso transportá-lo ao hospital para nova operação. Quando acordou da anestesia, estava perfeitamente consciente, reconheceu os seus pais, o médico e a enfermeira. Teve, no entanto, o pressentimento de morrer e pediu à sua mãe que lhe segurasse a mão até à hora de se ir embora...Olhando para o alto, disse:

-Mãe, não vês lá em cima a minha irmãzinha?

-Não, querido, onde a vês tu?

-Aqui; ela olha para mim.

Então a mãe para acalmá-lo, assegurou-lhe que a via também. Algum tempo depois, a criança sorriu de novo e disse:

-Quem está agora é a Sra. C...., que também vem ver-me. (Era uma senhora de quem ele gostava muito e que tinha morrido dois anos antes). Ela sorri e chama-me...

-Chega também Roy. Eu vou com eles, mas não te queria abandonar, mãe, e tu virás em breve ter comigo, não é? Abre a porta e pede-lhes para entrar. Eles estão à espera do lado de fora. E assim dizendo, expirou.

Ia esquecendo a mais importante visão: a da avó. Enquanto a mãe lhe segurava a mão, ele diz:

-Mãe, tu tornas-te cada vez menor; estás sempre com a minha mão presa? A avó está aqui comigo e é muito maior e mais forte que tu, não é?...» (in “Fenómenos Psíquicos no Momento da Morte”, Ernesto Bozzano, FEB, 3ª edição, 1982).

Neste caso foi confirmado que o pequeno de 9 anos, falecido, nunca tinha visto a avó, morta 4 anos antes do seu nascimento, e Roy era um seu amigo morto um ano antes.

O Horror do Passado

Múmias descobertas no Peru permitem nova visão de uma civilização perdida





Um gesto de dor preservado para a eternidade: a posição fetal podia ser uma forma de preparar para o renascimento

As múmias egípcias são as mais famosas e estudadas do mundo. Mas, quando o assunto é impacto dramático, as andinas podem surpreender. De doze múmias da cultura chachapoya encontradas nas florestas do norte do Peru , uma em especial impressionou os arqueólogos por seu gesto e expressão. Suas mãos sustentam a cabeça e, entre elas, uma boca escancarada urra de dor, lembrando o quadro O Grito, do pintor norueguês Edvard Munch. Sete anos atrás, exploradores encontraram três múmias de crianças incas de aparência igualmente impressionante nas encostas de um vulcão ao norte da Argentina. A 6.000 metros de altitude, a baixa temperatura fez com que os corpos fossem preservados. Órgãos internos, o sangue e até a pele permaneceram praticamente intactos, o que permitiu uma visão perfeita da serena fisionomia dos pequenos, como se a morte deles tivesse sido recente.
Os corpos dos chachapoyas permaneceram por 600 anos em uma caverna a 25 metros de profundidade até ser descobertos por um fazendeiro. Os chachapoyas se instalaram na região por volta do ano 800. Criavam lhamas e construíram cidades e fortalezas em áreas montanhosas de difícil acesso. A cidade mais bem preservada é Cuelap, a 3.000 metros acima do nível do mar, onde ruínas de 400 edifícios e torres de defesa, com paredes e frisos decorados, se escondem na mata. Apesar de sua elevada estatura e da fama de aguerridos lutadores, não conseguiram impedir, no século XV, a conquista pelos incas, que os chamavam de "povo das nuvens" (chachapoyas, na língua quíchua). A civilização então entrou em decadência. Como parte da política inca de subjugação de outros povos, adultos foram deportados para diversas regiões do império, que ia do Equador ao norte do Chile. Com a chegada dos conquistadores espanhóis, no século XVI, os poucos sobreviventes aliaram-se aos europeus na luta contra seus antigos dominadores.





O faraó Tutancâmon: tomografia para reconstituir a face


Foram os incas que ensinaram aos chachapoyas os métodos para embalsamar os mortos. Pedaços de algodão eram colocados debaixo das bochechas, na boca e no nariz, as vísceras eram retiradas, pernas e braços eram dobrados imitando um feto. A posição tem pelo menos duas explicações possíveis. "Pode ser uma forma de ocupar menos espaço ou de preparar o falecido para um renascimento no futuro", diz a arqueóloga Márcia Severina Vasques, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Para evitarem a decomposição dos corpos na úmida Floresta Amazônica, os chachapoyas construíram plataformas de pedras e de madeira em penhascos que se elevam abruptamente no meio da mata. Também instalaram tumbas no interior de cavernas. A técnica funcionou. O mais difícil foi sobreviver ao vandalismo. Em 1996, camponeses descobriram mais de 200 múmias chachapoyas num penhasco próximo ao Lago dos Condores, a noroeste do Peru. Abriram os túmulos com ferramentas em busca de tesouros e roubaram peças. Quando souberam da notícia, arqueólogos do mundo todo correram para o local para barrar o vandalismo. Em 2000, um museu foi inaugurado na cidade próxima de Leimebamba para acolher os objetos.






Múmia inca: expressão facial preservada

Hoje as múmias dão um testemunho de enorme valor sobre sociedades do passado. O avanço da tecnologia de imagem, por exemplo, permite enxergar o corpo com precisão e em três dimensões – assim, recolhem-se informações difíceis de obter, como seus hábitos alimentares, rituais fúnebres e de que enfermidades sofriam. A tomografia realizada na múmia do faraó Tutancâmon, cuja tumba foi encontrada em 1922, permitiu reconstituir sua face, vista pela primeira vez em 3 300 anos. Encontrou-se também uma grave fratura no fêmur. Especialistas acreditam que uma infecção provocada por esse ferimento poderia ter sido o motivo da misteriosa morte do faraó, aos 19 anos. Outra múmia famosa é a de um caçador com mais de 5.000 anos encontrado nos Alpes italianos em 1991. Exames feitos em 2001 descobriram a ponta de uma flecha encravada no seu ombro esquerdo e vestígios de sangue de outras quatro pessoas, o que indicaria sua morte em luta. No caso das múmias chachapoyas, os achados são de imenso valor para compreender essa civilização perdida, que não dominava a escrita e não deixou documentos para auxiliar seu estudo. As múmias são uma ferramenta privilegiada para compreender o passado

Quadro de Jesus Cristo 'sangra' em igreja na Índia

Em uma Igreja na cidade de Munbai, na Índia aconteceu um fenômeno que levou centenas de fiéis a visitarem o quadro da imagem de Jesus, que se encontra no interior daquela igreja.

No quadro de Jesus começaram a aparecer supostas manchas de sangue (foto), abaixo do coração de Cristo.


Diversos fiéis ao visitarem a igreja, ficaram emocionados e de acordo com relato de vários deles, o sangue é verdadeiro.


"Jesus está nos dizendo que é o Deus vivo e único e que nós temos que crer nele. Temos que rezar pela Paz", disse uma devota.


Embora muitos devotos estejam convencidos de que as manchas são de sangue, os padres da igreja não atestam o milagre.
Para eles, o fenômeno é simplesmente conseqüência da humidade no local.

CORPOS de SANTOS são mantidos intactos pela igreja


Quando o corpo do Papa João XXIII foi exumado, em março de 2001, estava em boas condições, apesar de morto há 37 anos. Na época, o Papa João Paulo II decidira que João XXIII precisava de um novo local para abrigar seus restos mortais de modo atender mais convenientemente ao grande número de visitantes que se dirigiam à sua tumba, que ficava na Cripta de Basílica de São Pedro, em Roma. Hoje, em 2005, João Paulo II, filho de camponeses e conhecido como “Papa do Povo”, está a caminho da santificação e um dos primeiros passos deste processo é a exumação do cadáver a fim de se possa proceder à identificação, um procedimento de praxe.Embora os corpos dos Papas não sejam inteiramente embalsamados, são “preservados” com formol a fim de prolongar o período possível de exposição pública. Sobre o caso do Papa João XXIII, Joseph Watts, que coordena funerais e exumações do Vaticano, comentou no New York Daily News: “Ele foi embalsamado como de costume. Isso é feito por médicos e o lugar em que o corpo foi colocado, as Catacumbas, é perfeito. Watts, que visitou a tumba na ocasião da exumação, disse que o estado de preservação do Papa, provavelmente, foi resultado de uma combinação de fatores: o fluído balsâmico era um composto com base em um formolaldeído e outras substâncias químicas; o caixão possui três camadas e foi colocado em uma cripta de mármore. Não havia infiltração de água ou qualquer coisa que favorecesse a desintegração do corpo.

Vicenzzo Pascalli, da Universidade de Roma, também considera normal o estado de preservação do corpo do Papa João XXIII: “Isso é muito mais comum do que geralmente se pensa. O corpo do Santo Padre estava bem protegido e o oxigênio era escasso no interior do caixão que, em sua estrutura de três camadas, contém materiais como chumbo e zinco que capturam o oxigênio, o que ajuda a retardar o processo de decomposição.”

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