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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


sexta-feira, 1 de novembro de 2013

As Trombetas do Apocalipse e os estranhos sons pelo mundo

Os estranho sons ao redor do Mundo

O mais recente incidente parece ter ocorrido no Canadá, quando, às 07h30 de 29 de agosto passado, moradores da cidade de Terrace, na Colúmbia Britânica, acordaram ao escutarem um terrível som.

Kimberley Wookey, moradora da cidade, gravou o som e escreveu em seu perfil do YouTube: “Esta é a segunda vez que eu escuto estes sons em Terrace… Pulei da cama como um ‘morcego saído do inferno’ percebendo que era o mesmo som que eu tinha ouvido antes e corri procurar pela minha câmera, a fim de gravar o som“.

Após acalmar seu filho, que diz que o fenômeno fez suas janelas estremecerem, Kimberly gravou os estranhos sons e os compartilhou prontamente na Internet.

“Depois que tudo acabou, eu sentei ao meu computador para enviar o vídeo. Conferindo no meu Facebook, notei que muitos dos moradores locais tinham escutado os mesmos sons novamente, mas desta vez estava mais alastrado. Eu não tenho a mínima ideia do que esses sons possam ser, mas são muito estranhos e estou feliz em ter podido capturá-los desta vez e compartilhar o que escutei.”

O canal de notícias local CFTK-TV ficou ciente do evento bizarro, após relatos começarem a vir dos moradores preocupados com o apocalipse bíblico, espaçonave alienígena, máquinas governamentais climáticas, etc. Assim o canal de TV contatou a Universidade de Saskatchewan à procura de respostas. De acordo com um professor de física, esses sons não são o resultado de uma invasão, mas sim de ruídos eletromagnéticos emitidos pelos cinturões de radiação e pelas auroras.

As sete "Trombetas do Apocalipse".

As Sete trombetas ou trombetas apocalípticas são tocadas, uma por vez, para eventos da fila apocalíptica que foram vistos na visão da revelação de Jesus Cristo, para João, como está escrito no Livro do Apocalipse do Novo Testamento. As sete trombetas são tocadas por sete anjos e os eventos que se seguem são descritas em detalhes na Bíblia. De acordo com Apocalipse 8:1-2, os anjos começam a soar trombetas após a quebra do sétimo selo.

A primeira trombeta (8:1-7)
  • Chuva de pedras com fogo e sangue;
  • Terça parte da terra queimada;

Chuva de pedras com fogo e sangue.
Um exército chamado Visigodo sob o comando do general Alarico, resolve invadir o Império romano Ocidental. Começando em 396 d.C., os visigodos conquistaram a Trácia, a Macedônia e a Grécia, na parte oriental do império. Depois desceram dos Alpes e saquearam a cidade de Roma em 410 d.C. Queimaram cidades e campos.

Queimada a terça parte da terra (v7)
Esta fração ocorre repetidamente no Apocalipse e significa uma grande porção. (Ap. 8:8, 9, 11, 12; 9:15,18; 12:4)

A Segunda Trombeta (8:8-9)
  • Grande montanha de fogo atirada no mar.
  • A morte da terça parte dos animais marinhos e das embarcações.

A grande montanha de fogo ao mar (v.8)
Esta segunda trombeta descreve uma guerra marítima. Um segundo exército chamado Vândalo sob o comando de Genserico no ano de 428. Um dia, através do Mediterrâneo, invadiu Roma e levou milhares de prisioneiros, inclusive o imperador possuía filhas.

A grande montanha de fogo ao mar (8:8)
Roma possuía 1.300 navios. Muito mais do que os vândalos possuíam. Assim resolveram entrar em batalha.

Genserico reuniu alguns navios carregados de combustível, e rebocou-os para o meio dos navios romanos, incendiando e destruindo naquela madrugada mais de 1.100 navios romanos.

A grande montanha ao mar (8:8)
Genserico, líder dos vândalos, era um predador humano. Sua base naval era no Norte da África. Ele navegava constantemente para a região costeira romana para guerrear. Um dia, um de seus navegadores perguntou: “Para onde nos dirigiremos hoje?” “contra aqueles com os quais Deus está irado”, respondeu Genserico.

Genserico estava correto?
Uma grande montanha ao mar (8:8)

Assim como a Assíria e Babilônia, muito tempo antes, Roma também havia castigado o povo de Deus. E como a Assíria e Babilônia, Roma por sua vez, teria que ser punida, também.

A Terceira Trombeta (8:10-11)
  • Uma grande estrela de fogo cai sobre a terra.
  • Nome da estrela é Absinto.

Uma grande estrela de fogo cai na terra (8:10)
A terceira grande invasão que o Império romano ocidental sofreu veio da parte do exército Huno. Esta estrela que caia ardente sobre a terra é universalmente conhecida como o rei Átila dos hunos. Átila era um pagão que se intitulava “flagelo de Deus”. Sua maior batalha foi em 451 d.C. Onde morreu 200.000 de seus 700.000 homens.

Os sodados de Átila abriam cicatrizes nas faces para aumentar sua aparência de terror. Átila não invadiu o Império romano propriamente, mas suas destruições ajudaram a desmoroná-lo. Este astuto e ousado líder vangloriava-se de ser rápido para atacar e fugir dos inimigos. Ele dizia de si mesmo: “Por onde eu e minhas tropas passam a relva jamais volta a crescer”.

A estrela é “Absinto”
Absinto é uma planta bem amarga que produz um suco venenoso. Isto reflete muito bem as amargas consequências dos ataques de Átila.

A Quarta Trombeta (8:12-13)
  • A terça parte do sol, lua e estrelas escurecem.
  • Uma águia voando com 3 ais.
A terça parte do sol, lua e estrelas escurecem (8:12)
No ano 476, Odoacro, rei dos Hérulos, declarou que o nome e a função do imperador romano deviam ser abolidos. O senado curvou-se em submissão, e assim Rômulo Augusto, o último dos governantes romanos, foi destronado. O sol romano escureceu.

Os 3 Ais da Águia (8:13)
Os 3 ais da águia revelam a natureza mais severa da quinta e sexta pragas.

A Quinta Trombeta (9:1-12)
  • Gafanhotos do poço do abismo

Nesta quinta trombeta, se cumpre o surgimento e desenvolvimento dos árabes. A Arábia tem sido chamada “o poço do abismo”. Por causa dos seus desertos e áreas vazias. Foi na Arábia que o maometismo surgiu e se espalhou como “fumo”. Esta fé falsa e fanática ameaçou obscurecer de uma vez a luz do evangelho.

Aplicando os eventos históricos da invasão às palavras desses versos, eles ficariam assim:

Vindos do deserto, os árabes invadiram Roma oriental.

Os guerreiros eram cavaleiros habilidosos. Com longos cabelos projetando-se de seus turbantes, eles cavalgavam diretamente sobre o inimigo, então guinavam para o lado e fingiam retirar-se.

Quando o inimigo em perseguição ficava logo atrás deles, esses guerreiros se viravam no lombo dos animais e lançavam uma verdadeira chuva de flechas sobre o inimigo.

A habilidade e rapidez desses exércitos fizeram com que fossem comparados a gafanhotos que assolavam a terra ou a escorpiões que picavam, envenenavam e matavam.

Nas profecias do Apocalipse quando há redução aplica-se o princípio dia ano estabelecido para profecias simbólicas (Números 14:24; Ezequiel 4:6-7).

Utilizando o princípio dia ano estabelecido para profecias bíblicas simbólicas, os cinco meses de tormenta representam um período de 150 anos (5 meses x 30 dias = 150 dias ou anos).

A data inicial fixada para esse período é 27 de julho de 1299, quando os turcos otomanos lutaram na batalha de Bafeum, próximo à Nicomédia. A data de encerramento foi 27 de julho de 1449.

O verso 6 indica que por causa do sofrimento produzido pela guerra, muitos prefeririam morrer, mas teriam de sofrer por um tempo.

O tempo de conquistas e domínio árabes era de muita dor.

Sexta Trombeta: Os Anjos do Eufrates

  • Apocalipse 9:13-21

Essa trombeta anuncia eventos que são a continuação da invasão otomana no império romano. A aplicação histórica dos símbolos é a seguinte:

Os símbolos aplicam-se ao contínuo conflito entre turcos otomanos e Roma. O número dos invasores, o fogo, a fumaça, o enxofre, a destruição da terça parte da humanidade – todos eles referem-se a lutas e destruição.

O tempo de uma hora, um dia, um mês e um ano tem sido interpretado segundo a perspectiva histórica como 391 anos, a partir da data fornecida pela quinta trombeta. Isso nos leva a 11 de agosto de 1840, o fim do império otomano.

Os versos 20 e 21 apontam os pecados dos romanos que não foram mortos nas invasões.

Quais foram eles?
Idolatria, assassinatos, feitiçarias, prostituição e furtos

Mesmo os juízos sofridos durante as trombetas não produziram amplo arrependimento ou reforma entre os cristãos daquele tempo.

Há algum pecado em particular ou grupo de pecados que tem estorvado sua vida? Você deseja romper com um hábito, mas cada vez que acha ter conseguido a vitória, comete pecado novamente.

Jesus promete-lhe vitória. Eis razão de Ele ter deixado o Céu e vindo a este mundo – Cristo Se importa com você. Há vitória em Jesus! Peça-Lhe que a conceda. Ele está disposto a ajudá-lo.

A Sétima Trombeta

  • Apocalipse 11:15-19
A trombeta soa e potentes vozes celestiais proclamam as boas-novas. “O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos.” (verso 15).

A história terrestre atinge seu clímax. Deus põe fim ao governo das nações que perseguiram e oprimiram Seu povo, e estabelece um reino de paz e justiça.

Ninguém jamais distorcerá novamente a imagem do Deus de amor e graça.

Qual é a imagem de Deus que você tem?

Ele quer colocar um ponto final em todo o sofrimento humano.
 

A verdadeira história de "A Bruxa de Blair"

No filme, três estudantes de cinema embrenham-se nas matas do estado de Maryland para fazer um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair, e desaparecem misteriosamente. Um ano depois, uma sacola cheia de rolos de filmes e fitas de vídeo foi encontrada na mata. As imagens registradas pelo trio dão algumas pistas sobre seu macabro destino. O filme foi um imenso sucesso, tanto que os diretores, que haviam gasto na obra algumas dezenas de milhares de dólares, faturaram algumas centenas de milhões de verdinhas, se aposentaram logo em seguida. Ou seja o filme não era verdadeiro, como alguns chegaram a pensar na época, mas foi filmado para ser, tanto que os personagens Heather Donahue, Joshua Leonard e Michael Williams, são os nomes reais dos atores...A pouco tempo pudemos ver Heather, no filme "Cadáveres 2". A história do filme pode não ser real, mas o filme foi baseado em uma lenda, e nós vamos conhecer ela agora...


A história dessa cidade, chamada de Blair, é mais antiga do que se possa imaginar, remontando o ano de 1771 que foi a data de sua fundação, quando ela tinha não mais do que duas ruas e uma dúzia de casas. Durante 14 anos a cidade prosperou normalmente, até que no fim de 1785, uma mulher que vivia no local, Elly Kedward, foi acusada de bruxaria. Algumas crianças disseram que ela as levava para sua casa e tirava sangue dos pequenos.
Mapa da cidade de Blair
No meio do inverno daquele ano, a mulher bruxa foi considerada culpada e foi expulsa do vilarejo, sendo deixada na floresta a sua própria sorte, o que certamente deve ter causado sua morte. Talvez ela tenha morrido congelada, mas dizem que ela se afogou depois de cair na água gelada enquanto andava na floresta a noite.

Um ano se passou até que as coisas começaram a ficar feias na cidade. Durante o rigoroso inverno de 1786, todas as crianças e adultos locais que haviam acusado Elly de bruxa simplesmente desapareceram sem explicação alguma. Todos que sobraram juraram jamais citar o nome da bruxa de novo.

Muitos anos se passaram e um novo século havia surgido. E foi no ano de 1809 que um misterioso livro surgiu, com o nome de "O Culto da Bruxa de Blair". A única edição dele está bastante destruída e mal pode-se ler seu conteúdo, mas pequenas partes ainda legíveis nos revelam que ele conta a história de Elly, a bruxa que foi abandonada na floresta para morrer.

O livro "O culto da Bruxa de Blair"
Leia abaixo alguns trechos do livro:

“A velha horrorosa arrancou a cabeça do menino do corpo e manchou toda a Igreja com o sangue quente dele. Notei que um dente de cão surgia na perna dela… e ela controlava os animais da floresta.”

“Dentro dos buracos da falada parede, encontraram diversos marionetes, feitos com gravetos e pedaços de pano, todos sem cabeça.”

“Despertando em uma noite, ele viu claramente uma mulher entre o berço e as camas ao lado, olhando sobre ele. Ela desapareceu… E ele encontrou todas as portas batendo… Logo viu a mesma mulher, na mesma aparência novamente, e disse: “Em nome de Deus, o que é que você é?” Ela caminhou para longe e no seu lugar havia sangue…”

“Ela foi acusada de bruxaria por diversas crianças na vizinhança, Kedward antes dos magistrados, negou a acusação que está sendo colocada em cima dela…”


Em 1825, logo depois da cidade deixar de se chamar Blair e se tornar Burkittsville, as coisas começaram a ficar realmente assustadoras, pois a morte de uma criança fez com que todos temessem a volta da bruxa, pois no mês de agosto daquele ano, 11 pessoas assistiram uma menina de apenas dez anos morrer afogada no riacho Tappy East. Todos que assistiram o terrível acontecimento dizem que viram claramente uma mão pálida brotar da água e puxar a menina para morte.

O corpo dela jamais foi encontrado, apesar de todos o esforço. E parecia que algo não queria que fosse, pois durante 13 dias após o afogamento, o riacho ficou obstruído por madeiras e gravetos, como se quisessem dificultar as buscas.

Depois disso, a cidade viveu uma época de calmaria. A lenda da Bruxa foi quase esquecida por todos, mas apesar de 60 anos terem passado sem uma grande tragédia, parece que a maldição estava apenas adormecida, pois em 1886 ela voltou com uma força jamais antes vista nesse mundo.

Robin Weaver era um menino de oito anos, morador da cidade de Burkittsville, que um dia no passado havia sido a vila de Blair. Mas apesar do lugar ter mudado de nome, a floresta maldita ainda estava lá, esperando algum desavisado. E para o azar de Robin e sua família, ele acabou se perdendo lá em uma tarde, e quando a noite chegou com toda sua escuridão o garoto não retornou, fazendo todos temerem o pior.

Assim que a notícia do desaparecimento se espalhou pelo local, uma equipe de busca foi montada para tentar resgatar o garoto. Dessa maneira, cinco homens partiram em uma jornada noturna para dentro da floresta da Bruxa, sem temerem nada, pois o que poderia acontecer com eles estando todos juntos?

Mais de um dia se passou, e o grupo de busca não retornou, muito menos o menino sumido. Pensando que talvez os homens estivessem perdidos, talvez por causa da noite ou quem sabe a floresta poderia ter os enganado. Por esse motivo, uma segunda equipe partiu em busca da primeira e ainda acreditando que poderiam achar o pequeno garoto.

Depois de algumas horas de busca, os primeiros homens foram encontrados, mas aquela altura eles eram apenas pedaços, pois todos tinham sido estripados e suas vísceras estavam espalhadas pelo chão, com os rostos deformados e as mãos amarradas. Vendo aquela cena infernal, o segundo grupo partiu de volta para cidade, tentando encontrar ajuda para remover o que havia sobrado dos corpos. Para a surpresa de todos, os mortos simplesmente haviam sumido do lugar onde foram encontrados, e nas folhas restava apenas um pouco de sangue seco.

As buscas foram suspensas, pois não havia ninguém com coragem o bastante para entrar na maldita floresta de novo, pois todos temiam o mesmo fim dos primeiros homens que lá entraram. Por isso, Robin Weaver jamais foi visto nesse mundo novamente e seus pais não tiveram um corpo para enterrar.

Durante muitos anos, poucos ousaram entrar na floresta, temendo por suas vidas e a lenda da Bruxa que permanecia viva na mente de todos. Contudo, em 1925, doze anos depois de ter ido morar na cidade de Burkittsville, Rustin Parr resolveu construir uma casa no meio da mata, em um lugar que ficava a mais de quatro horas de caminhada da cidade.

Certamente muitas pessoas pensaram que ele estava louco, mas após cinco anos de muito trabalho, a casa ficou pronta. Durante algum tempo Rustin ainda ficou na cidade, pois trabalhava na loja do seu tio, mas após sua tia morrer a loja foi fechada e seu tio foi morar em outro lugar. Sem mais nada que o prendesse ali, ele foi morar de vez no meio do mato e cada vez menos era visto em Burkittsville. Dizem que chegou a um ponto onde ele aparecia na cidade apenas duas vezes ao ano.

Nesse tempo, os moradores pensavam que talvez tudo que tinha acontecido até hoje não passavam de histórias contadas por seus parentes mais velhos, pois se a Bruxa havia matado cinco homens em uma noite, como apenas um que vagava quase todos os dias pela floresta não era atacado? Isso fez com que a crença na Bruxa fosse diminuindo.

Até 1940, a vida em Burkittsville estava pacata, com Rustin Parr vivendo na floresta e a lenda sendo esquecida. Mas no dia 13 de novembro de 1941, a vida mansa de Burkittsville ficaria agitada e Rustin Parr deixaria de ser o maluco do mato para se tornar suspeito de terríveis crimes.

As jovens vítimas
Naquele fatídico dia, Emily Hollands saiu para rua, o que sempre fazia normalmente para brincar com seus amigos. Porém nessa tarde ela foi chamada por um homem que a observava a tempo. Quando a menina chegou perto, foi pega com força e sua boca tapada pela mão, não podendo emitir nenhum som. Assim, Emily foi pega sem conseguir se quer pedir socorro.

A garota foi carregada até a floresta, onde foi amordaçada, tendo suas mãos e pés amarrados. Durante horas ela foi carregada como um saco se batata nas costas do homem, até que chegaram a uma casa no meio do nada. Por um tempo, Emily ficou jogada no chão choramingando, enquanto seu sequestrador estava em outra parte da casa se arrumando.

Depois de um tempo ele voltou, e um ritual macabro foi iniciado, ritual que tinha como oferenda a pequena garota de apenas 7 anos. A menina teve seu corpo cortado em diversos lugares com uma faca, onde símbolos estranhos eram desenhados e seu crânio foi esmagado com força, gerando um traumatismo craniano. Durante horas ela sofreu aquela tortura, até que seu pequeno corpo perdeu as forças e morreu. Emily estava toda ensanguentada e cortada, quase irreconhecível.

Menos de um mês depois, no início de dezembro, Kyle Brody, um menino que também vivia em Burkittsville, saiu para brincar e não voltou para casa. Ele também foi levado para a maldita casa no meio do mato, mas não foi morto nem oferecido em um ritual. A tortura que ele viria a sofrer seria pior do que qualquer dor física.

Depois de Emily, a primeira a ser morta é Kyle. Outras seis crianças foram sequestradas e assassinadas em rituais macabros. E Brody teve que assistir tudo, vendo as crianças serem mortas por aquele monstro, o coitado do garoto tinha que ficar em um canto da sala onde os assassinatos ocorriam, ele ouvia tudo, inclusive ele conta que Rustin falava com uma mulher enquanto cometia os crimes, chegou até perguntar o garoto se ele também a ouvia, mas ele respondeu que não. Será que Rustin Parr conversava com a lendária Bruxa de Blair enquanto matava as crianças? Ou mesmo fazia aqueles rituais oferecendo os pequenos para ela...

Por sorte, Kyle Brody conseguiu, em um momento de descuido, fugir da casa e chegar até a cidade. Seu testemunho foi a chave para a descoberta do criminoso que estava sequestrando as crianças. Os corpos dos sete mortos foram encontrados embaixo da casa de Rustin, todos em decomposição avançada.


O estranho homem que vivia no meio da floresta amaldiçoada foi a julgamento e recebeu a pena de morte por enforcamento. No dia 22 de novembro de 1941, Rustin Parr foi enforcado.

Todos acharam que tudo estava acabado e que desta vez a maldição da Bruxa havia terminado, porém ainda faltava algo e o único sobrevivente do massacre das crianças tinha um futuro sombrio pela frente.

No ano de 1957, Kyle Brody, o garoto que viu todos os outros serem mortos, foi internado em um hospício depois de ter sido preso varias vezes por vagabundagem. E durante anos ele foi sendo jogado de um manicômio para outro, sempre causando problemas com ataques de raiva e delírios.

Kyle Brody, o único sobrevivente do massacre na floresta, já adulto em 1957.
Em 1961, depois de receber a refeição do dia, Kyle pegou a colher de madeira que recebeu para comer e começou a raspá-la no chão até que ficou afiada. Com a arma pronta, ele a enfiou bem fundo em seu próprio pulso, rasgando sua carne e veias, fazendo o sangue jorrar para todos os lados enquanto a vida ia deixando seu corpo. Assim morreu, sangrando até a morte, o último amaldiçoado de Burkittsville e o trabalho da Bruxa estava completo, pois todos os envolvidos com aqueles ritos satânicos tiveram uma morte macabra.

Os corte feitos por Brody em seu própria pulso
Hoje em dia, algumas pessoas ainda visitam a floresta de Blair, em busca da Bruxa, mas ela jamais se manifestou de novo.Mas como se sabe, ela costuma sumir de tempos em tempos, até sua historia sumir da memória, então ela volta com um golpe ainda maior, matando todos que estiverem envolvidos, sejam homens ou crianças, pois a maldição da Bruxa de Blair jamais se extingue, apenas espera a hora certa para atacar e ser lembrada.

O vale da morte na Sibéria

A taiga siberiana é uma vasta região do Norte da Rússia e do Cazaquistão que conta com uma floresta inexplorada e misteriosa com mais de 100 mil km² de área. Algumas regiões, como a de Yakutia, no oeste, são completamente desabitadas. Não há trilhas ou lugares para passear, apenas pântanos, árvores enraizadas umas nas outras e mosquitos.

É nesse lugar que um mistério da natureza alimenta as lendas do Vale da Morte. Segundo os registros de expedições do século passado e de aventureiros que se dispõem a explorar o local, a taiga conta com estruturas metálicas que brotam do solo congelado pelas temperaturas de 40 graus abaixo de zero.

Essa estruturas inexplicavelmente estão "afundando" na terra. No lugar onde essas se encontravam, agora aparecem uma espécie de lodo avermelhado. Quem por ventura entrar eu um lodo como esse pode perceber que o solo abaixo de seus pés possuem uma característica metálica.

Por alguma razão, esses lugares são perigosos para animais e seres vivos. Basta ficar um pouco próximo a uma dessas manchas vermelhas para que você sinta tonturas e desmaie. Há relatos de sequelas de uma doença desconhecida e letal.

UFOs e demônios
Para os anciãos da tribo dos Yukatians, a explicação é que todo o ambiente seria a morada de demônios antigos, conhecidos como Niurgun Bootur e Tong Duurai. Ufólogos russos defendem outra tese, a de que os caldeirões nada mais são do que OVNIs destruídos em uma antiga batalha aérea.

A ainda os que acreditam que esses caldeirões seriam a parte superior de uma arma anti-aérea, cuja estrutura se esconde embaixo do solo. As armas seriam responsáveis por proteger o planeta terra de meteoros e outros corpos espaciais, como alienígenas hostis. Essas armas teriam sido "plantadas" no solo por uma raça alienígena, que de alguma forma, protege a raça humana. Os ufólogos que acreditam nessa teoria dizem que os caldeirões estão afundando, para se camuflarem, e em sinal de perigo, eles emergirão para defender o planeta.

Atualmente, o nível de radiação no local vem crescendo e a vida selvagem está deixando a floresta, como se prenunciasse que algo grandioso está para acontecer. Enquanto não se descobre a verdadeira origem dos caldeirões – acredite, não há muitas expedições para lá e as poucas que foram não ganharam muito crédito por parte da comunidade científica –, o mistério permanece.

Tudo o que se sabe por enquanto é que o Vale da Morte é provavelmente um tesouro geológico, com montanhas magnéticas e minérios de titânio em abundância. Trata-se de um mistério ainda não explorado e que, devido às suas condições adversas, não encontra financiadores para expedições mais complexas.
Suposta estrutura dos caldeirões
Ilustração realizada pela equipe da primeira expedição ao Vale da Morte

As cidades perdidas da Amazônia

No início do ano de 1984, um assassinato muito estranho mobilizou toda a polícia da cidade do Rio de Janeiro, tendo inclusive repercussão internacional. Karl Albert Brugger, jornalista alemão, recentemente chegado ao Brasil, passeava pela movimentada Praia de Ipanema, quando, em plena luz do dia, um estranho "assaltante" - que por sinal nada roubou - aproximando-se dele, tirou-lhe a vida mediante o certeiro disparo de uma potente arma de fogo em uma região vital. Em suma: um "trabalho" de extrema precisão, digno de um assassino profissional!

Até hoje sem solução, o estranho caso tinha, todavia, um enorme mistério que dizia respeito à busca que aquele jornalista alemão fazia, com relação a um documento secreto que fora descoberto nos arquivos secretos da inteligência nazista dando conta que no distante ano de 1945 - em plena Segunda Guerra Mundial - Hitler despachara para o Brasil um submarino equipado com aviões anfíbios e tropas de elite da SS, precisamente em direção às densas e impenetráveis florestas da Amazônia!

Esses documentos continham inclusive um filme, que mostrava a montagem de uma base alemã ultra-secreta nas selvas brasileiras! Porém, o que motivara a vinda do jornalista ao Brasil, foi o estranho episódio ocorrido em 1971, quando o comandante Ferdinand Schimdt, veterano piloto comercial da Swissair e outros membros uniformizados da sua tripulação, foram abordados nas ruas de Manaus (capital do Estado do Amazonas) por um curiosos "mendigo" que lhes pedira ajuda.... Falando fluentemente o alemão!

Naturalmente surpresos e extasiados com tal mendigo poliglota, os tripulantes da Swissair entabularam uma longa conversa com ele e obtiveram sensacionais revelações: dizendo-se membro da tribo dos índios brasileiros Ugha Mogulala (até então desconhecida), revelou ser mestiço de soldado alemão e mãe indígena! Soltando ainda mais a língua, o surrealista "mendigo" disse que seu povo recebera de 1939 a 1941 cerca de dois mil soldados nazistas, os quais levavam consigo sofisticada aparelhagem, tendo se instalado em pleno coração daquelas densas selvas!

Retornando à Alemanha, o comandante Schmidt procurou aquele jornalista e relatou esse estranho fato, o que o levou a procurar mais pistas e vir ao Brasil onde enfim encontrou o tal "mendigo". Brugger, então, quase não acreditou naquilo que ouviu daquela estranha personagem: a existência de três cidades perdidas amazônicas, as quais inclusive tinham nomes: AKAHIM, AKAKOR e AKANIS!

E mais: que na primeira delas, AKAHIM, era objeto de adoração da sua tribo um objeto milenar que fora entregue aos antigos sacerdotes pelos Deuses vindo do céu e que, segundo as mais antigas tradições, "começaria a cantar no momento em que aqueles deuses estivessem prestes a retornar à Terra"!

Brugger talvez tenha falado demais e a revelação desse encontro, bem como os antecedentes do caso representados pelos tais documentos secretos do nazismo, acirraram uma intensa disputa por parte de jornalistas, pesquisadores e alguns aventureiros, que logo trataram de se embrenhar nas selvas amazônicas para descobrir as tais cidades perdidas. Porém, os estranhos "acidentes", as mortes misteriosas e os ferozes ataques de índios desconhecidos, fizeram muitas vítimas fatais e impediram totalmente o acesso à hostil região em que presumidamente elas se situariam.

A revista brasileira VEJA, contudo, através de um sensacional furo de reportagem, foi a primeira a sobrevoar aquela inacessível área, situada no Alto Rio Negro, e até mesmo filmou e fotografou diversas supostas pirâmides, obviamente frutos de uma civilização desconhecida, encobertas pelas espessas e milenares florestas!

Já em 1979, Brugger retorna ao Brasil e, concorrendo até com o escritor Erich Von Däniken, organiza uma expedição visando a atingir aquela região misteriosa. Mais uma vez os "acidentes" e outras misteriosas "circunstâncias" frustaram aquelas tentativas. Não se dando por vencido, o jornalista retorna à Alemanha e começou a se aprofundar no bizarro interesse nazista pelas tais cidades perdidas e, mediante certos fatos inéditos que conseguira, começou a trabalhar nos originais de um "livro-bomba" que conteria sensacionais revelações, precisamente sobre esse particular.

Tendo talvez violado certas "portas proibidas", mesmo decorridas muitas décadas do aparente fim do nazismo, naquela que seria a última viagem da sua vida, Brugger volta então mais uma vez ao Brasil para se encontrar com um colega de profissão que também trabalhava nessas pesquisas, encontrando tão-somente a morte de forma misteriosa nas belas calçadas da Praia de Ipanema, sem que houvesse qualquer testemunha de tão estranho e inusitado "assalto" - se é que foi mesmo assalto.

Agora, seria interessante que examinemos o que se esconde por trás dos bastidores dessa intrigante estória:

Hitler e os altos oficiais do nazismo, mantinham estreitos contatos com uns tais "Superiores Desconhecidos", os quais inclusive lhes entregaram o domínio de uma tecnologia inteiramente fora da sua época: aviões supersônicos; foguetes; mísseis (V1 e V2); barreiras eletrônicas de proteção que desviavam as bombas aliadas; e até mesmo... Um pires voador ultra-avançado que chegou a voar em manobras de testes - em outras palavras a réplica de um OVNI!

E se hoje as nossas grandes potências possuem tais tecnologias, copiaram-nas exatamente dos projetos do Terceiro Reich! Os cientistas alemães foram disputados a tapas pelo vencedores da Segunda Guerra Mundial e agora quando desfrutamos da tecnologia espacial, atingindo outros corpos celestes, devemos de certa forma isso a eles - que trabalharam inclusive na NASA e na extinta URSS.

Por outro lado, sabe-se que nem sequer a terça parte dos altos oficiais nazistas foi encontrada após o término da Segunda Guerra Mundial. E até mesmo o pretenso suicídio de Hitler parece ter sido uma bem montada farsa, talvez para dar uma satisfação á opinião pública! A América do Sul, aliás, parece ter sido um notável ponto de interesse para aqueles refugiados. Um lugar perfeito para se esconderem! E que lugar mais apropriado do que as densas selvas da Floresta Amazônica, tão hostil que chega a ter certos sítios, alguns deles considerados "sagrados e tabus", onde nem mesmo os índios se atreveriam a ir?

O fato de os nazistas terem escolhido certas ruínas originárias de um passado muito distante, quando os tais "Deuses Vindos do Céu" deixaram certos equipamentos que periodicamente entravam em operação, bem como o estranho interesse em precisamente lá estabelecerem uma base secreta e avançada - quem sabe nos dias de hoje ainda operante - talvez tenha decretado a sentença de morte de todos aqueles que, de forma temerária e ousada, se atreveram a bisbilhotar os soturnos subterrâneos desse atordoante e além de tudo extremamente perigoso enigma.

Adolf Hitler, o führer, que planejava conquistar o mundo, mantinha estranhas ligações com uns tais "superiores desconhecidos", provavelmente alienígenas, os quais entregaram ao Terceiro Reich certos conhecimentos tecnológicos muito além da sua época!

E, quem sabe, verdadeiros colossos, talvez maiores do que estes e que dormem seu sono milenar em meio às impenetráveis florestas da Amazônia, sejam um dia revelados e demonstrem a real existência das três cidades perdidas que delas fariam parte. Onde, possivelmente, em tempos muito recuados, os distantes "deuses vindos do céu" deixaram algo que talvez seja muito importante para a nossa humanidade. Tão importante que motivou a cobiça daqueles que pretendiam dominar o mundo!

Os mistérios da zona do silêncio no México


A Zona do Silêncio é um dos lugares mais misteriosos do México. Esta área é o lar de muitos animais e plantas mutantes como o cacto roxo e uma versão mal formada da tartaruga do deserto.

A área recebe o nome espanhol, Zona Del Silencio, a partir de uma estranha anomalia que corta a transmissão de ondas de rádio quando está dentro da zona. Apenas a 400 quilômetros de El Paso, Texas, a Zona de Silêncio interfere em sinais de rádio e TV e tem uma história documentada sobre atividade de OVNIs.

Dentro de uma área não especificada e, às vezes mudando dentro da Zona, os sinais de rádio não conseguem viajar através do ar, criando uma espécie de zona escura. Sem televisão, rádio, ondas curtas, microondas ou sinais de satélite, nenhuma dessas ondas parecem penetrar nesta zona. O nome, a Zona de Silêncio, foi rapidamente adotada, e os pesquisadores começaram a afluir ao local remoto, pouco depois.

Em 1970, um míssil americano lançado da Base de Mísseis de White Sands no Novo México nas proximidades, saiu inexplicavelmente curso e se chocou contra a região do deserto misterioso e fez o mundo ciente das propriedades únicas e aparentemente incomuns da área. Posteriormente uma equipe de investigadores da Força Aérea dos EUA, com a aprovação do governo mexicano, viajaram ao local do acidente e fizeram uma descoberta inesperada.

O governo mexicano, desde então, construiu um complexo de pesquisa na Zona do Silêncio. O objetivo principal do centro de pesquisa é estudar a vida animal e vegetal desta incomum região. Mas os boatos apotam que muito mais pesquisas estão acontecendo por lá.

A pesquisa sugere que pode haver alguma anomalia natural associada com a região. Altos níveis de magnetite têm sido descobertas lá, e cientista descobriram também que a área é uma cama quente para a atividade de meteoritos, levantando especulações de que pode haver algumas propriedades magnéticas incomuns associadas com os minerais no solo calcário. Pesquisadores têm tentado determinar se o minério magnético é natural ou é o produto de contaminação de milhares ou milhões de anos de bombardeio de meteoritos. E se as propriedades magnéticas são resultado de causas naturais, esta poderia ser a razão que tantos ricos em ferro objetos do espaço encontram-se no caminho para este lugar remoto da Terra.

Teóricos são rápidos em apontar que a Zona do Silêncio está geograficamente localizado ao norte do Trópico de Câncer e compartilha a mesma latitude do sul do paralelo 30 como as Pirâmides do Egito, as cidades sagradas do Tibete, Triângulo das Bermudas e o Triângulo do Dragão. Na verdade, os cientistas do centro de pesquisas mexicano batizaram a região do Mar da Thetys, porque há milhões de anos a área ficava no fundo de um oceano.

Alguns acreditam que a área é um campo magnético de uma grade ou portal, esse ponto é onde a energia está concentrada. Alguns estudiosos das teorias dos antigos Deuses astronautas, acreditam que essa região apresente grande atividade UFO, alguns dos quais acreditam que alienígenas voltam a estas áreas altamente magnéticas, seja por meio de OVNIs, ou por meio de buracos de minhoca. Nenhuma evidência documentada de forma confiável existe para apoiar qualquer dessas afirmações, apesar que avistamentos de OVNIs sejam comuns no México.

Luzes estranhas, órbitas flutuantes, arbustos em chamas, discos voadores, e encontros com extraterrestres têm sido relatados com um grau de abundância na área. Fazendeiros relataram no céu noturno é muitas vezes cheios de luzes misteriosas.

Há relatos de encontros com criaturas humanoides estranhas. Uma família afirma que recebem visitas regularmente, por um trio, de cabelos longos e humanoides, dois machos e uma fêmea, que falam espanhol perfeito. Como a história vai, os visitantes só pedem água, nunca comida ou outra disposição. E quando perguntado uma vez pelo fazendeiro de onde eles vieram, eles teriam respondido "de cima".

Um pesquisador que se perdeu no deserto, relatou que ele foi dirigido de volta ao seu centro de pesquisa por um trio similar ao descrito acima. Outra história diz que uma equipe de TV de investigação foi ajudada por seres estranhos no deserto, depois de serem presos na estrada, após a explosão de uma nuvem incomum. Estes seres supostamente usavam capas de chuva e bonés.

Embora as histórias sobre alienígenas sejam um tanto fantasiosas e doidonas, não podemos deixar de ficar com a pulga atrás da orelha, com relação aos casos de problemas magnéticos do local. Isso é realmente interessante.

Casos
A primeira ocorrência documentada do apagão de ondas de rádio ocorreu em 1930, quando Francisco Sarabia, um aviador do norte do estado mexicano de Coahuila, informou que seu rádio tinha misteriosamente parado de funcionar. Somente em 1970, a Zona Del Silencio entrou nos olhos públicos.

Um míssil americano disparado à partir da Base White Sands Missile, misteriosamente saiu de curso e caiu para a Zona do Silêncio. Quando a Força Aérea veio recolher os destroços do míssil, eles observaram que a área proibia transmissões de rádio. Eles levaram vários caminhões ao longo da areia do deserto para análise (alguns teorizam que as propriedades bizarras da areia, de alguma forma contribuíram para o programa militar de caça stealth ).

Alguns anos mais tarde, um estágio superior de um dos reforços de Saturno utilizadas no projeto Apollo rompeu-se e caiu na mesma área. Mais uma vez, o exército dos Estados Unidos enviou uma equipe especial para a área para investigar suas propriedades misteriosas.

Ernesto e josefina diaz – Incidente
Em 13 de outubro de 1975, Ernesto e Josefina Diaz entraram no Zona de Silêncio com uma nova picape da Ford para coletar rochas raras e fósseis que podem ser encontrados em grande abundância na área. Enquanto faziam a atividade, eles notaram que uma tempestade do deserto estava indo em direção a eles.

Na esperança de evitar serem pegos, eles colocaram as malas no veículo e saíram em disparada, mas não rápido o suficiente para evitar a chuva implacável. A estrada à frente deles se transformou em um pântano e seu caminhão foi rapidamente preso e afundou no terreno macio.

Enquanto o casal se esforçou para manter seu veículo fora na lama, duas figuras se aproximaram deles, acenando para eles em meio à tempestade de chuva torrencial. Dois homens extremamente altos com capas de chuva amarelas e bonés ofereceram assistência para ajudá-los a sair do local.

Os homens instruíram o casal encharcado a entrar na picape de novo, enquanto eles empurravam. Ao sair do buraco e ir para o terreno mais firme, o marido saiu da caminhonete para agradecer aos dois homens mas eles tinham sumido.

Luis Ramirez reyes – Incidente
Durante o mês de novembro de 1978, o jornalista Luis Ramirez Reyes visitou a Zona de Silêncio como parte de uma equipe de reportagem designado para cobrir uma história sobre as propriedades bizarras do site.

Empolgados, eles escolheram ir à frente da equipe principal, Ramirez e seu fotógrafo estavam dirigindo por intuição do que por conhecimento rígido.

De repente, ele percebeu que havia três homens andando à frente, vindo na direção deles. Esperando que esses homens pudessem ser capazes de apontar na direção certa, o jornalista disse para seu companheiro, que estava fazendo a condução, para diminuir para falar com eles.

No entanto, ele se assustou quando o motorista passou por eles, como se não tivesse visto. Mais a frente, ele experimentou o choque de vê-los novamente – em uma parte diferente do deserto. Desta vez, ele ordenou o fotógrafo (que não podia ver ninguém) a parar o carro. Ramirez teve chance de falar com os três e perguntou se tinham visto um outro veículo como o deles na área. Eles disseram que não mas indicaram o local que o jornalista estava buscando.

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