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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


domingo, 3 de janeiro de 2016

A história verdadeira do game de terror

Em Five Nights at Freddy’s, assim como na sua sequência, Five Nights at Freddy’s 2, controlamos um personagem que aceitou o emprego para trabalhar cinco noites (são sete no segundo jogo) como vigia noturno na Freddy Fazbear’s Pizza. O trabalho consiste em verificar as câmeras de segurança. A tarefa parece simples, mas já na primeira noite, coisas estranhas começam a acontecer.


Porém, a pizzaria, que por fora parece um lugar de diversão com foco no público infantil, possui diversos rumores envolvendo sumiços de crianças e até homicídios. Todos os rumores cercam os bonecos usados para animar a pizzaria, os “animatrônicos”. Todos os rumores apontados aqui, como parte da história real do jogo, foram retirados do próprio game. Esses rumores podem ser encontrados em artigos que estão grudados nas paredes da pizzaria.Artigos nas paredes confiram os rumores de que há algo estranho na pizzaria


São quatro artigos, e cada um trata de um incidente em particular. O primeiro deles menciona o desaparecimento de duas crianças, cujos corpos nunca foram encontrados, mas o sequestrador foi localizado graças as câmeras de vigilância. As crianças porém, nunca foram localizadas e presume-se que estejam mortas.


O segundo artigo trata de uma interdição sanitária. A Freddy Fazbear’s Pizza teria sido interditada depois que alguns consumidores estariam se queixando de fortes odores de putrefação vindo dos bonecos que animam a pizzaria.


O terceiro artigo comenta o desaparecimento de mais três crianças, o que dá a entender que agora são cinco crianças desaparecidas, todas ligadas a incidentes ocorridos dentro da pizzaria Freddy Fazbear’s. Segundo o artigo, há um novo suspeito, mas a polícia nunca encontrou os corpos das crianças desaparecidas. Ainda segundo esse artigo, a Freddy Fazbear’s passa por várias dificuldades financeiras, depois dos polêmicos desaparecimentos das crianças.

O quarto e último artigo narra o fechamento da pizzaria. Segundo o artigo, a pizzaria fechou após um ano procurando um comprador, o dono não encontrou alguém disposto a comprar o seu negócio, que faliu devido às polêmicas envolvendo o desaparecimento de crianças. No artigo, o proprietário deixa uma mensagem que parece não ter sentido: “Esses bonecos vão viver, no coração das crianças, esses bonecos vão viver”.


Algum tempo depois, misteriosamente, a pizzaria Freddy Fazbear’s reabre suas portas. O classificado de um jornal menciona o evento ao mesmo tempo em que anuncia a demanda por um vigia noturno, para trabalhar da meia noite às seis da manhã. Dentre outras informações, o anúncio descreve o salário mas deixa um aviso de que o empregador “Não assumirá a responsabilidade por lesões e desmembramentos”.


Assim se inicia um dos jogos indie de terror mais divertidos da atualidade. Mas a história de Five Nights at Freddy’s não acaba com esta breve introdução. Durante o primeiro jogo, um personagem obscuro, uma pessoa que conversa com você pelo telefone, dá dicas e mencionando eventos anteriores a contratação do novo vigia. Esse personagem também aparece em Five Nights at Freddy’s 2.

 Os animatrônicos estão possuídos por alguma “coisa”


Há quatro bonecos animados em Five Nights at Freddy’s: Freddy (o urso), Bonnie (o coelho) Chica (a galinha) e a raposa Foxy. No segundo jogo são seis animatrônicos, os três do primeiro jogo (Freddy, Bonnie e Chica) e mais três bonecos novos: Puppet, Ballon Boy e Mangle.


Os animatrônicos são bonecos animados através de motores elétricos, capazes de se movimentar sozinhos e com grande complexidade de movimentos. Na história do jogo, eles são usados para servir os clientes da pizzaria, e animar o ambiente através de brincadeiras e shows.


Entretanto, o jogo não explica se por mau funcionamento ou algum outro motivo, esses robôs começaram a importunar os clientes. Mas segundo o próprio criador do jogo, que confirmou, via twitter, que os bonecos do jogo são mal assombrados.
A “Mordida de 87″


A “mordida de 87″ é um incidente ocorrido na pizzaria Freddy Fazbear’s em 1987. Quem menciona este evento pela primeira vez é o “Phone Guy”, a pessoa que fala pelo telefone em ambos os jogos. Os detalhes deste incidente macabro, são contados em Five Nights at Freddy’s 2.


Neste incidente, que custou a reputação da pizzaria, um dos clientes foi atacado e mordido por um dos animatrônicos. Os detalhes do ataque não são mencionados, apenas o estado em que a vítima ficou, sem partes do rosto e do cérebro.

A Pizzaria Freddy Fazbear realmente existe?


Com um enredo cheio de lacunas e dando margem a imaginação dos jogadores, não demorou muito para a internet ser inundada com teorias sobre o jogo. A mais descabida é que a pizzaria existe de verdade.
Esse rumor ganhou força no mês seguinte ao lançamento do primeiro jogo, quando os jogadores foram buscar informações sobre o mesmo. Ao pesquisar no site da Google, um dos resultados aponta para um local no Google Maps, chamado Freddy Fazbear’s Pizzaria.


Segundo o Google Maps, a pizzaria macabra estaria localizada nos Estados Unidos, mais precisamente na cidade de Hurricane, estado de Utah. Obviamente tudo não passa de uma brincadeira. Alguém marcou o local no Google Maps e adicionou fotos falsas, todas já foram apagadas.

Teorias e conspirações dos jogadores
Como o próprio criador do jogo, Scott Cawton, comentou, o restante da história fica a cargo do jogador. Há muitas teorias sobre o que realmente aconteceu na pizzaria. A mais forte delas é que os próprios animatrônicos foram os responsáveis pelo desaparecimento das crianças e que eles teriam destruído as evidências.
Outra teoria supõe que os animatrônicos confundem os seres humanos com versões de deles, mas o revestimento exterior. Assim, eles tentam colocar os humanos dentro de carcaças de outros animatrônicos.

Não há como confirmar nenhuma delas, já que o restante da história é quase interpretativa, ou seja, depende de cada jogador. Ainda assim, Five Nights at Freddy’s é um jogo cheio de segredos e os jogadores não veem a hora de colocar as mãos no terceiro jogo para descobrir mais sobre o mistério dessa pizzaria macabra.

O Ritual Proibido

Yuki olhou através da pequena janela do quarto ao perceber que a lua voltara a aparecer. Não conseguia lembrar quando foi a última vez que vira uma lua cheia tão grande como aquela. A forte luz que brilhava nas águas escuras só deixava a vista dali mais incrível. Se realmente tinha que ficar isolada para a purificação aquele definitivamente era o melhor lugar. Tudo que se ouvia naquela região era o som das ondas do mar batendo nas rochas. Yuki gostava, mas não escutava mais nada há dias e já estava começando a se irritar.
Um dos sacerdotes acabara de deixar sua refeição, mas ela nem conseguiu tocar na comida. Não conseguia parar de pensar na sua irmã, que não via há dias. Se Miya estivesse ali provavelmente iria obriga-la a comer, mas não tirava da cabeça as palavras de seu pai. “O futuro da nossa comunidade agora depende inteiramente de vocês, esse será o destino das duas.” Seu pai era o Sacerdote Chefe da vila, e ele próprio um Remanescente. Ele havia realizado o Ritual do Sacrifício com seu irmão gêmeo há quase 25 anos e ele mesmo tivera a ideia de oferecer as filhas para o próximo, após o ritual dos irmãos Miura ter fracassado. Para ele e para quase todos da vila era uma honra. Uma glória eterna para a família. Mas Yuki e Miya Kimura pensavam diferente. Yuki achava extremamente cruel e desnecessário e nunca iria conseguir estrangular a própria irmã.
O novo ritual era dentro de apenas alguns minutos, mas Yuki e Miya tinham armado um plano com o irmão Miura Remanescente. Akira Miura havia orientado as irmãs que quando fossem ser levadas para o ritual elas deveriam correr o mais rápido que puder até o Grande Carvalho, que ficava ao sul da vila. Lá ele iria deixar as irmãs aos cuidados do seu amigo folclorista da cidade, que concordou em ajudar. Akira foi tomado por uma profunda angústia após ter estrangulado seu irmão gêmeo no Ritual do Sacrifício anterior e não queria aquele mesmo destino para suas amigas Yuki e Miya. Yuki sabia que aquele era o único jeito. Não queria mais fazer parte daquele lugar. Teria que se despedir de todos para sempre e iniciar uma nova vida com sua irmã.
Yuki vestiu o quimono branco que havia sido deixado para ela pela manhã e esperou. O Senhor Kimura, pai de Yuki, destrancou a porta minutos depois e entrou no quarto. Yuki pôde ver os Sacerdotes Velados do lado de fora, alguns seguravam tochas e outros carregavam varais budistas de metal.
-Está pronta, minha criança? – disse o pai de Yuki, quebrando o silêncio.
Ela apenas o encarou com seus olhos negros, deixando seu medo transparente. Seu pai forçou um sorriso cínico e estendeu a mão para ela. Como ele podia deixar a filha nessa situação? Como ele podia obrigar que sua própria filha estrangulasse a irmã em um ritual sem sentido? Yuki naquele momento desejou que seu pai estivesse morto.
- As Trevas não irão tolerar outro ritual fracassado. Nós precisamos de vocês – disse com calma.
Yuki nunca entendeu o que seu pai queria dizer com essas tais “Trevas”. Ele também costumava dizer às filhas que gêmeos tinham um poder espiritual muito grande e que elas um dia, assim como ele, iriam participar de uma cerimônia importante.
Yuki andou em direção aos sacerdotes, deixando seu pai com a mão estendida. Os sacerdotes usavam um manto todo preto com apenas um cinto de corda vermelho, o que era incomum para sacerdotes tradicionais. Porém o que era mais incomum era o véu que encobria seus rostos completamente. Yuki não entendia para o que servia aquilo e esperou o sinal de Akira, enquanto seu pai andava em sua direção.
De repente um forte estrondo rugiu. Os sacerdotes olharam surpresos para o clarão. Yuki soube imediatamente que Akira havia conseguido explodir alguma coisa e sabia que aquela era sua única chance. Então, ela começou a correr rapidamente para o sul da vila com seu coração quase escapando pela boca. Ela olhou para trás e viu seu pai gritar alguma coisa, enquanto apontava furioso para ela. Imediatamente vários sacerdotes arrancaram o véu do rosto e correram atrás dela. O local todo estava muito escuro e talvez fosse fácil despista-los. Yuki iria encontrar com Miya no Grande Carvalho se tudo tivesse dado certo pra ela.
Yuki começou a atravessar a ponte de madeira que separava os participantes do ritual do resto da vila. Ela rapidamente pulou o guarda-corpo e se pendurou para fora segurando nas tábuas de madeira. Os sacerdotes cruzaram a ponte sem perceber Yuki e entraram na vila. Ela fez força nas mãos, subiu de volta e foi na outra direção.
Yuki viu Miya de costas para ela aos pés do Grande Carvalho e a chamou. Miya virou-se e pareceu que Yuki estava diante de um grande espelho. Além de gêmeas, Miya parecia ter a mesma expressão doce e suave no rosto. Apesar de ser mais nova Miya sempre cuidou de sua irmã, as vezes quase sendo uma segunda mãe. As duas irmãs se abraçaram forte.
-Você está bem, irmã? – disse Yuki enquanto uma lágrima escorria do seu rosto até cair no ombro de Miya.
-Estou... – Miya olhou para a irmã e continuou – Akira foi capturado, eles o descobriram. Ele disse que o amigo folclorista da cidade estará a nossa espera à beira do lago. Temos que ir pra lá rápido!
-Vocês estão cientes do erro que estão cometendo?
Yuki e Miya gelaram ao verem o Senhor Kimura diante delas e vários sacerdotes atrás dele carregando tochas. As duas começaram a correr rapidamente, adentrando a floresta.
-Peguem-nas! – gritou o Senhor Kimura para os sacerdotes. Eles prontamente obedeceram as ordens e começaram a perseguir as garotas.
Miya era mais ágil e estava deixando Yuki para trás. A floresta era muito densa e nenhuma das duas conseguia enxergar mais que um palmo à frente. Yuki virou-se e viu a luz das chamas das tochas dos sacerdotes se aproximar.
-Miya! Espera! Não me deixa para trás!
-Vem rápido! – virou-se para Yuki enquanto corria.
Miya mesmo assim apressou o passo enquanto tentava lembrar qual era o caminho do lago, mas estava muito escuro... E silencioso de repente. Não conseguia mais ouvir Yuki ofegante. Miya parou e virou-se. Sua irmã não estava mais lá, não tinha mais ninguém.
-Yuki?! Yuki!
Miya começou a tremer, voltou um pouco pelo lado que veio, mas não havia sinal algum de Yuki.
Yuki estava a poucos metros dali e pôde ouvir sua irmã. Ela tentou gritar de volta, mas sua voz não saiu ao virar-se e dar de cara com os sacerdotes. Ela tentou recuar, mas os sacerdotes a agarraram. Ela se debateu com fúria e tentou chuta-los, mas eles começaram a leva-la de volta a vila. Yuki viu alguns sacerdotes irem atrás de Miya.
Yuki foi levada até a casa de um dos moradores. Ela sentou no chão quase soluçando enquanto ouvia os sacerdotes e residentes da vila ao seu redor tentando decidir como eles realizariam o ritual agora. Seu pai estava entre eles.
-Não temos mais tempo, Miya não voltará! O ritual deve ser realizado hoje ou as Trevas reinarão sob nossa comunidade! – disse o Sacerdote Chefe, o Senhor Kimura.
-Pai, por favor... Não faz isso! – Yuki soluçou.
O Senhor Kimura curvou-se para Yuki e limpou suas lágrimas do rosto.
-Não chore, minha criança. Há sacrifícios que devem ser feitos para um bem maior.
Yuki não percebeu nenhuma emoção na frase dele. Ela e sua irmã haviam sido criadas por seu pai com mãos de ferro. Ele sempre fora severo e duro, mas ela não imaginaria que um dia iria implorar por sua vida a ele. O Senhor Kimura ordenou que levassem Yuki até o Abismo Oco.
Yuki andou no meio dos Sacerdotes Velados até uma parte da vila onde nunca tinha ido antes. Ela viu uma corda improvisada amarrada em uma parte de madeira do telhado de uma casa próxima. A ponta da corda estava atada de modo a formar um
círculo, onde sua cabeça podia entrar facilmente. Yuki sentiu um frio maior percorrer sua espinha ao ver o Abismo Oco. Era um enorme buraco que estranhamente formava um quadrado perfeito de mais ou menos 8 metros em cada lado e com a lua cheia posicionada exatamente em cima. Yuki foi guiada até a corda, enquanto os sacerdotes começaram a rodear o abismo. Ela, a essa altura, já não acreditava mais que sua irmã voltaria para salva-la.
Miya finalmente havia achado o caminho de volta à vila. Tinha que salvar sua irmã. As duas eram unha e carne. Miya nos últimos dias tinha pensado como seria viver sem sua irmã e não conseguia suportar a ideia. A amava tanto que podia facilmente abandonar seu povo e não voltar nunca mais. Aquele ritual era sádico. Cruel. Desumano. Akira havia dito que para apaziguar as Trevas era preciso de jovens gêmeos idênticos. Ele mencionara que a energia liberada quando o irmão mais velho estrangulava o mais novo era tão forte que o povo da vila acreditava que era suficiente para acalmar as Trevas que viviam no Abismo Oco. Miya tentou afastar os pensamentos ruins e continuou correndo na esperança de encontrar o local do sacrifício.
O Senhor Kimura passou a corda sobre a cabeça de Yuki e em seguida apertou o nó no pescoço. Ela se equilibrava em pé em cima do corrimão da varanda no segundo andar da casa com as mãos atadas.
-Chegou a hora, filha – disse o Senhor Kimura antes de dar um beijo no rosto dela.
O Senhor Kimura a empurrou forte. Yuki gritou ao cair da varanda, seu corpo ficou suspenso pela corda em volta de seu pescoço. Ela começou a agitar as pernas histericamente e tentou soltar as mãos, mas nem sequer conseguia chorar mais. A corda balançava o tempo todo e seu corpo girava enquanto ela tentava desesperadamente respirar. Então Yuki começou a sentir sua visão escurecer, suas pernas vagarosamente acalmaram e a última coisa que pensou foi por que Miya não havia voltado por ela.
Após cortarem a corda, o corpo de Yuki foi levado pelos sacerdotes até a beira do abismo. O Senhor Kimura conduziu o processo de perto, enquanto alguns moradores murmuravam preces. Dois sacerdotes levantaram o corpo de Yuki e o mergulharam na escuridão infinita que habitava aquele lugar.
Miya atravessou a ponte de madeira em busca de Yuki quando de repente ouviu um estrondo enorme. Ela sentiu o chão tremer e ouviu um forte zumbido no ouvido. Miya seguiu o barulho até um grande portão no lado norte da vila. Ela viu alguns moradores e sacerdotes correrem desesperados para fora, gritando de pavor. Eles nem pareceram nota-la, só estavam preocupados em fugir dali.
Miya adentrou o local confusa e viu o Abismo Oco. O zumbido parara e o lugar parecia estar vazio. A lua encoberta pelas nuvens deixava tudo mais escuro. Miya andou em direção ao buraco quando de repente um relâmpago iluminou tudo. Vários corpos mutilados estavam espalhados em volta da área toda. Sacerdotes e moradores jaziam banhados em sangue. Miya gritou, recuando para trás e tropeçou. Ela virou e viu seu pai engasgando sangue na sua frente. Ele tentou dizer algo para ela, mas foi interrompido quando seu pescoço girou sozinho para o lado rapidamente. Miya gelou ao ouvir o estalo dos ossos. Ela rapidamente se levantou e ouviu uma risadinha.
Miya virou-se e deu de cara com Yuki de cabeça abaixada, em pé, à beira do abismo. Seu quimono branco estava encharcado de sangue. Yuki levantou seus longos cabelos negros expondo uma terrível marca vermelha em volta do pescoço e começou a gargalhar. Os risos agudos eram assustadores, não pareciam ser humanos. Miya percebeu que aquela não era mais sua irmã e sentiu uma forte onda de medo percorrer seu corpo. Ela virou-se rapidamente preparada para sair, mas de repente os risos cessaram. Então, Yuki apareceu de frente para Miya de repente. Ela caiu para trás e se pôs a recuar.
-Você vai me deixar de novo? – Yuki sussurrou numa voz medonha enquanto se aproximava rápido de Miya – Você vai me deixar pra trás de novo, irmã? Você deveria ter cuidado de mim – Yuki riu.

Miya gaguejou, mas não conseguiu dizer uma palavra. Ela virou-se para o abismo e viu uma onda negra de escuridão engolir toda a vila. Virou de volta para o que um dia foi sua irmã e, a última coisa que viu foram seus enormes olhos negros tomados pelas Trevas.

pacto com Satã

CLARA GERMANA CELE

Fez um pacto com Satã em 1906. A jovem sul-africana contou sobre o acordo a um padre durante uma confissão. Quando estava “possuída” ela falava línguas que não conhecia e gritava de uma forma que assustava todos os que presenciaram. Sua voz não parecia de nenhuma pessoa ou animal conhecido. Pessoas que estavam presentes afirmaram ter visto a moça levitar vertical e horizontalmente.
O ritual de exorcismo realizado por dois padres não foi nada tranquilo. Ela estava muito violenta, tanto que tomou a Bíblia da mão de um deles e tentou fazê-lo engolir o livro. O ritual foi considerado um sucesso e o demônio foi supostamente expulso do corpo de Clara.

MICHAEL TAYLOR

Era um membro respeitável de uma irmandade cristã. Seu comportamento começou a mudar até um dia ele agredir verbalmente a líder do grupo. Michael admitiu que havia sentido o mal dentro dele. Seu comportamento foi piorando cada vez mais até que um dia os vigários locais tentaram curá-lo através de métodos cristãos de exorcismo. Depois de horas tentando ajudá-lo sem sucesso eles desistiram e mandaram Michael para casa. Ao chegar a sua residência ele matou sua esposa e seu cachorro. Quando foi encontrado ele estava completamente nú e coberto de sangue.


ROBBIE MANNHEIM

Começou a ter problemas quando ainda era um garoto e foi passar uma noite na casa de sua avó. Ele ouviu sons estranhos e uma gravura de Jesus pregada na parede começou a tremer. Onze dias depois sua tia, a quem ele era muito apegado, morreu deixando o garoto desolado.
Em seu desespero ele tentou contatar sua tia no mundo dos mortos, o que lhe causou vários problemas e deu início ao pretenso caso de possessão. Inicialmente ele foi examinado por médicos e psiquiatras, mas nenhum resultado concreto foi obtido. Foi então que sua família procurou o reverendo Luther Miles Schluze, que passou uma noite com Robbie para examinar seu caso.
Durante aquela noite o reverendo percebeu que vários objetos se moveram pelo quarto enquanto Robbie dormia. Ele foi levado ao reverendo William S. Bowdernm, que passou dois meses tratando o garoto em uma terapia que incluiu 30 rituais de exorcismo, o que o devolveu à normalidade. O caso de Robbie ficou muito famoso e inspirou o romance O Exorcista, de William Peter Blatty, que foi adaptado para o cinema e se tornou um clássico do terror

GEORGE LUTKINS



Era um costureiro inglês que ficou conhecido por ter sido possuído por demônios. Tudo começou quando seu vizinho pediu ao pastor local para ajudar George, pois ele cantava músicas estranhas durante a noite e às vezes utilizando vozes que não soavam como a sua.
O próprio costureiro confirmou que estava possuído por sete demônios e que precisaria de sete exorcismos para ser curado. Vários exorcistas tentaram ajudá-lo, mas somente após um ritual em 1778 aparentemente George estava livre de seu tormento, passando a viver uma vida tranquila

Historia de Possessões Demoníacas

É muito raro que episódios de possessão sejam descritos por cientistas, já que normalmente são encarados como resultado de problemas mentais ou simples fraudes. No entanto, em 2008, o psiquiatra Richard E. Gallagher, professor da Faculdade de Medicina de Nova York, documentou o caso de uma paciente apelidada de “Julia”, a qual o médico acreditava estar possuída pelo demônio.
O próprio Dr. Gallagher presenciou objetos voando pelo quarto da paciente, além de ver Julia levitar sobre sua cama e falar em idiomas estranhos com voz masculina e gutural. A mulher inclusive teria desenvolvido a clarividência, descrevendo acontecimentos que ela não tinha como saber das vidas de pessoas próximas e, durante os rituais de exorcismo ou quando se encontrava em transe, Julia demonstrava desprezo por qualquer coisa religiosa ou sagrada
Clara era uma jovem sul-africana que, no início do século 20, aterrorizou as freiras do colégio no qual estudava. Segundo os relatos, Clara decidiu — por alguma razão sinistra — fazer um pacto com o diabo e, poucos dias após o “trato”, começou a se comportar de forma bizarra. Além de se tornar clarividente e de começar a falar em diversos idiomas, a moça ficava agitada ao se deparar com crucifixos e outros objetos religiosos, e produzia sons horríveis na presença das freiras.
As religiosas inclusive flagraram Clara levitando a mais de 1,5 metro de altura algumas vezes, até que decidiram chamar dois padres para realizar o exorcismo. Mais de 170 pessoas teriam presenciado o ritual — que durou dois dias —, e inclusive teriam testemunhado a jovem tentando estrangular um dos sacerdotes e levitando enquanto as sagradas escrituras eram lidas diante dela
Você se lembra do filme “O Exorcismo de Emily Rose”? Ele foi inspirado no caso de Anneliese Michel, que ficou famoso nos EUA na década de 70. De acordo com a história, a jovem apresentava um histórico de epilepsia e distúrbios mentais, e o quadro piorou drasticamente depois de a jovem — que era cristã fervorosa — começar a ouvir vozes e a rejeitar figuras religiosas.
A família de Anneliese, convencida de que se tratava de uma possessão demoníaca, solicitou à igreja que o exorcismo fosse realizado. No entanto, apesar de o pedido ser recusado, dois padres decidiram ajudá-la secretamente. Então, os pais da moça suspenderam o tratamento médico de Anneliese, e após um ano de sofrimento e de quase 70 rituais de exorcismo — dos quais vários foram filmados! —, ela acabou falecendo. Tanto os sacerdotes quanto os pais da jovem foram condenados por homicídio culposo
Este caso horripilante acabou se transformando em um dos filmes de terror mais cultuados e conhecidos do mundo: “O Exorcista”. O nome “Roland Doe” — ou Robbie Mannheim — é apenas um pseudônimo utilizado pela Igreja Católica para preservar a identidade real do garoto possuído, que teria sido submetido a rituais de exorcismo na década de 40. Tudo começou depois de Doe começar a brincar com uma tábua ouija, abrindo o caminho para a ação de espíritos malignos.
A família do garoto começou a ouvir sons estranhos pela casa, e objetos religiosos passaram a se mover sozinhos e a serem lançados das paredes. Doe passou a apresentar arranhões horríveis pelo corpo — alguns formando palavras —, e a falar com voz estranha em idiomas desconhecidos, além de levitar com o corpo todo retorcido.
Aterrorizada, a família de Doe pediu que um padre realizasse o exorcismo, e depois de mais de 30 tentativas o sacerdote apontado pela Igreja conseguiu concluir o ritual. Todo o processo teria ocorrido em um hospital, e os gritos do menino puderam ser ouvidos por todo o edifício. O pessoal que trabalhava na instituição também descreveu a forte presença de um horrível cheiro de enxofre.

A Historia de uma Boneca Assassina

Tem gente que se arrepia só de pensar em casos sobrenaturais e acredita piamente que eles existem. Outras pessoas desdenham e não levam fé de que fantasmas e almas perdidas possam estar entre nós. A verdade é que ninguém sabe o que acontece quando morremos, para onde vai o nosso espírito e todas essas coisas.
Mas, hoje em dia, é possível usar a tecnologia a nosso favor também nesses casos. Várias imagens e gravações já foram feitas registrando esses mistérios. 
Seres do outro mundo, atividades paranormais, casas mal assombradas... esses e outros fatos deixam muitos de cabelos em pé. Mas nada que impeça um bom e velho curioso de saber o que tem acontecido entre o nosso mundo e o além
O Equilíbrio Sobrenatural vem já a 6 anos estudando, o equilíbrio do mundo sobrenatural, desde aparições ate Possessões Demoníacas, e recebemos o seguinte material este ano uma historia, um pouco sinistra.
A Historia de uma Boneca Assassina 
Uma menina que sonhava em ter uma Barbie e que cresceu sempre pedindo por uma. Um dia ganhou a tão preciosa boneca, e começou a tratá-la como se fosse viva. Colocava a Barbie pra dormir, dormia ao lado dela, fazia carinho, conversava, dava banho, tratava-a como se fosse filha. Numa noite, quando foi dormir, a boneca começou a se mexer. Ela pegou uma faca e esfaqueou a menina. Ouvindo os gritos da menina morrendo, a mãe subiu para o quarto e, vendo-a morta, ficou desesperada. A Barbie nem deixou que ela reagisse e já foi atacando também a mãe da sua dona, que caiu na porta do quarto. Em seguida, a Barbie desceu para a cozinha e esfaqueou também a empregada, que fazia tranquilamente os seus últimos trabalhos do dia. Quando o pai da menina chegou em casa do trabalho, e viu a Barbie se mexendo, e dizendo coisas estranhas com uma face Demoníaca de olha negro, correu, pegou imediatamente álcool e fósforo e queimou a boneca, ela continuou se mexendo,e dizendo que a alma de todos pertenceriam a ela, ao seu Reino e tentando atacá-lo,ela ainda queimando ela pulava em cima dele e ele colocava mais fogo e mais fogo e mais fogo até que a boneca finalmente caiu no chão. No dia seguinte todos comentavam sobre o ocorrido. Uma pessoa amiga da família disse que conseguia ver os corpos da menina, da sua mãe e empregada mortos, e a "boneca assassina" queimada no chão, toda desfeita
Se estudarmos muito a fundo, e descartado qualquer possessão demoníaca, em bonecos, pois a possessão só funciona em pessoas humanas, isso a aconteceu devido, a uma magia negra, conhecida como Vodo, e usado almas condenadas a andar vagamente pelo mundo das sombras. 

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