Bem Vindos ao oequilibriosobrenatural.blogspot.com.br

Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A Patagônia está sendo visitada por uma inteligência que não podemos compreender, diz ovniólogo chileno

Estas foram as palavras faladas à TS-Digital por Patricio Frías, diretor da UFO Noise Patagonia. Seu grupo é dedicado ao estudo e difusão do assunto dos OVNIs na região. Em uma entrevista, ele explicou que a área é ‘visitada’ por entidades devido à sua alta energia eletromagnética e depósitos minerais.
Patricio Frias é um ovniólogo regional e diretor da Organização Patagônia OVNI, um grupo responsável pela coleta de relatórios e divulgação de casos envolvendo avistamentos de objetos voadores não identificados, bem como manifestações, perseguições e encontros envolvendo essas ‘entidades’. A TS-Digital entrevistou Frías, que explicou a natureza de seu trabalho para a organização e porque a região possui alguns dos maiores números de avistamentos. Ele observou que ‘a Patagônia é visitada por uma inteligência que não podemos compreender’, explicando que os fenômenos ocorrem devido à grande quantidade de reservas de água e minerais. Conforme documentado pela UFO Noise, pelo menos 150 eventos anômalos ocorreram na região.
A TS-Digital perguntou o porquê de um número considerável de avistamentos ocorrerem na Patagônia, em locais como Laguna Azul, que despertou curiosidade e fonte de mitos e lendas.
Ele explicou:
Há uma reserva de biosfera. Esta visão concentra a maior quantidade de minerais e água doce.
Ele sustenta que muitas testemunhas viram luzes que desciam em rios e lagos para extrair “fluidos essenciais para a vida no Universo.
Ele ainda disse:
O carvão é produzido em localidades perto de Puerto Natales ou Rio Turbio, cidades gêmeas.
Existem lugares e áreas geográficas contendo grande riqueza mineral e verificou-se que ocorrem transmissões eletromagnéticas.
Quando perguntado especificamente sobre Laguna Azul, ele respondeu com um conto que chegou a essa comunidade vindo de um viajante:
Eles me disseram que uma energia considerável é produzida no local onde o fenômeno ocorre. Foi-me dito sobre a presença de espécies humanoides na área. Um morador de Natales estava dirigindo seu caminhão, assustado. Ele nos contou sobre o que tinha visto na estrada, duas pessoas caminhando em capacetes brilhantes com luzes na frente. Quando o motorista se aproximou desses seres, ele percebeu que eles eram fora do comum. Sua altura era superior a dois metros e meio.
Durante outra seção da entrevista, foi perguntado a razão da Patagônia ser a fonte de tantos mitos e relatos no campo da ovniologia. Ele respondeu que a Patagônia chilena e argentina é visitada por uma inteligência que não podemos compreender:
Há muitos casos em todo o mundo e cada região relata seres de diferentes formas. Esses seres, que são altos, vestidos e com luzes em cima de suas cabeças, foram vistos na Patagônia. Estamos ligados ao assunto dos seres que aparecem no subsolo. Há algo acontecendo com minerais, algum tipo de elemento que eles estão extraindo.
A UFO Noise opera fora de Puerto Natales e, desde 1997, pesquisou casos e divulgou informações sobre vários relatos de testemunhas oculares e experiências sobre rádio e televisão. Estes variam de avistamentos e perseguições [por OVNIs], até possíveis encontros com os ocupantes de objetos que pousam em várias regiões geográficas da região. Eles estiveram em contato com a AION (Agrupación de Investigação Ovnilogica Nacional), uma organização liderada pelo renomado ovniólogo nacional e internacional Rodrigo Fuenzalida, cujo objetivo é o de trocar e analisar evidências em vídeos e fotos de casos que acabaram indo para a imprensa.

Os OVNIs são enviados pelo nosso Criador, diz Pastor de Igreja Presbiteriana

Os OVNIs poderiam ser um sinal de Deus, de acordo com uma teoria chocante de que os alienígenas estão conectados ao cristianismo.
O Reverendo Barry Downing até afirma que muitos eventos bíblicos podem ter envolvido OVNIs ou alienígenas.
O Sr. Downing, que é Pastor emérito da Igreja Presbiteriana de Northminster, em Endwell, Nova Iorque, escreveu o livro “The Bible and Flying Saucers” (A Bíblia e os Discos Voadores, em tradução livre) que apresenta o argumento.
E, em uma nova versão atualizada, “Biblical UFO Revelations” (Revelações Bíblicas de OVNIs, em tradução livre), ele continua apresentando a teoria de que muitos eventos bíblicos, inclusive Sarça Ardente, poderiam ter sido causados ​​por visitantes alienígenas.
Acredito que os OVNIs são a maneira de Deus dizer à nossa cultura sem Deus: ‘Estou de volta! ‘E se Deus está de volta, é hora de se arrepender e se alegrar de que o mundo esteja sob o guarda-chuva do amor de Deus, com seus anjos olhando sobre nós.
Ele questiona se “a igreja tem olhos para ver, abrir as portas da igreja para receber nossos estrangeiros nos OVNIs, ou continuaremos a ficar ‘inconscientes’?
Ele acrescentou:
Do meu ponto de vista … o que temos aqui agora nos céus, eles fazem parte da missão divina.
O reverendo nunca viu um OVNI, mas está convencido de que eles são reais.
Eu acredito por ‘fé’; da mesma maneira que eu creio na ressurreição de Jesus pela fé, eu acredito nos relatos. Exceto, eu posso interrogar testemunhas, o que é ainda melhor do que no caso da ressurreição.
Contudo, sua prima avistou um OVNI em forma de gota de lágrima que voou lentamente por sobre sua casa à noite.
Ele disse que não havia nenhum barulho, mas emitia um zumbido após parar.
Ela disse que emitia tanta luz que, embora escuro, ela poderia ter lido um jornal.
Sr. Downing acha que um OVNI poderia ter causado o “fogo”, que nunca consumia a sarça ardente na frente de Moisés.
O que não é surpreendente para mim, não é que tivemos uma sarça ardente … tivemos um arbusto falante.
Uma voz veio a Moisés do arbusto.
Ele também olhou para o livro do Êxodo, inclusive a nuvem que se movia com os israelitas.
A nuvem de fogo se move… você sabe… ela vai na frente deles; em seguida ele para e se move um pouco mais…
Após, eles chegam ao Monte Sinai e constroem o tabernáculo, a casa de culto para o povo judeu, que paira sobre o tabernáculo.
Na capa do livro mais recente – o original foi publicado em 1968 – há uma imagem de Moisés assistindo ao Mar Vermelho se abrir, com um OVNI brilhante sobre as águas.
Ele também está convencido de que um OVNI apareceu durante o 100º aniversário das aparições da Virgem Maria em Fátima, Portugal, no início deste mês.
O OVNI ficou na frente do Sol, fazendo com que a terra parecesse mais escura, e isso faria a bola de luz aparecer ainda mais.
As pessoas da igreja têm problemas com o que estou fazendo. Pessoas que já viram OVNIs não tem nenhum problema.
Isto representa uma inversão da velha história de Galileu e a Igreja Católica. Porque naquela história, as autoridades da igreja estavam silenciando um cientista. O que temos aqui são cientistas silenciando as histórias religiosas.
O Sr. Downing tem muitos críticos dentro do cristianismo, no entanto, ele está longe de ser o primeiro a apresentar uma teoria sobre alienígenas visitando a Terra há milhares de anos.
Muitos ovniólogos afirmam ter encontrado representações que lembram discos voadores no ar em obras de arte sacras.
E a teoria dos Alienígenas do Passado afirma que visitantes avançados, do espaço, desceram há milhares de anos para ajudar a construir monumentos como as pirâmides de Gizé.

FESTAS PAGÃ

Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!



I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.
II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUSCom certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: “Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco… Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa. 
III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBROTem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.
IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia… Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”
V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes “as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!
VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDAÀs vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!
VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!
VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um “altar consagrado”, cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.


CONCLUSÃO
Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?
1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3
2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).
3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.
4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém; porém, agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: “Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias…”; ou “Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal.”; ou ainda: “Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal”.
Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada “semana santa” em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!
Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!
Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 


História do Carnaval Em Roma, em Glória aos deuses Saturno, Abigor, Abaddon, Legiao etc comemoravam-se as Saturnais.Esse festejos eram de tamanha importância que tribunais e escolas fechavam as portas durante o evento, escravos eram alforriados, as pessoas saíam às ruas para dançar. A euforia era geral. Na abertura dessas festas ao deus Saturno, carros buscando semelhança a navios saíam na "avenida", com homens e mulheres nus. Estes eram chamados os carrum navalis. Muitos dizem que daí saiu a expressão carnevale. A história do carnaval começa no princípio da nossa civilização, na origem dos rituais, nas celebrações a Demonios, fertilidade e da colheita nas primeiras lavouras, às margens do Nilo, há seis mil anos atrás.Os primeiros agricultores exerciam a capacidade humana, que já nas nas cavernas se distingiuia em volta da fogueira, da dança, da música, da celebração... Foram na intenção da Deusa Isis, no Egito Antigo, as primeiras celebrações carnavalescas.Com a evolução da sociedade grega evoluiram os rituais, acrescidos da bebida e do sexo, nos cultos ao Deus Dionisus com as celebrações dionisíacas.Na Roma Antiga bacanais, saturnais e lupercais festejavam os Deuses Baco, Saturno e Pã. A Sociedade Clássica acrescenta ainda uma função política de distenção social às celebrações, tolerando o espírito satírico, a crítica aos governos e governantes nos festejos. A civilização judaico cristã fundamentada na abstinência, na culpa, no pecado, no castigo, na penitência e na redenção renega e condena o carnaval e muito embora seus principais representantes fossem contrários à sua realização, no séc. XV, o Papa Paulo II contribuiu para a sua evolução imprimindo uma mudança estética ao introduzir o baile de máscaras quando permitiu que em frente ao seu palácio, na Via Lata, se realizasse o carnaval romano. Como a Igreja proibira as manifestações sexuais no festejo, novas manifestações adquiriram forma: corridas, desfiles, fantasias, deboche e morbidez. Estava reduzido o carnaval à celebração ordeira, de carater artístico, com bailes e desfiles alegóricos. Depois do Egito, o primeiro, do segundo em Grécia e Roma Antigas e do terceiro, no Renascimento Europeu, particularmente em Veneza, o Carnaval encontra no Rio de Janeiro o seu quarto centro de excelência resgatando o espírito de Baco e Dionisus em tese de Hiram Araújo, estudioso do carnaval e do samba, ao contar uma história que completa seu sexto milênio e que acompanha a própria história da humanidade, a história do carnaval, considerando os seus Centros de Excelência, dividida em quatro períodos: o Originário, (4.000 anos a.C. ao século VII a.C.), o Pagão, (do século VII a.C. ao século VI d.C.), o Cristão ( do século VI d.C. ao século XVIII d.C.) e o Contemporâneo (do século XVIII d.C. ao século XX). "Centros de Excelência responsáveis pela criação e irradiação dos modelos da festa. Cada Centro de Excelência do Carnaval, age como verdadeira usina de forças centrípetas absorvendo as culturas dos povos e de forças centrífugas irradiando os modelos de carnaval para o mundo. Os padrões de carnaval irradiados sofrem adaptações nas cidades em que os carnavais ocorrem."

Origens do termo, Páscoa entre os judeus e cristãos, a história do coelhinho da páscoa e os ovos de chocolate, significados, importância, formas de comemoração e celebrações, rituais e símbolos
As origens do termo  
A Páscoa é uma das datas comemorativas mais importantes entre as culturas ocidentais. A origem desta comemoração remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem uma origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska. Porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach, cujo significado é passagem. 
Entre as civilizações antigas  
Historiadores encontraram informações que levam a concluir que uma festa de passagem era comemorada entre povos europeus há milhares de anos atrás. Principalmente na região do Mediterrâneo, algumas sociedades, entre elas a grega, festejavam a passagem do inverno para a primavera, durante o mês de março. Geralmente, esta festa era realizada na primeira lua cheia da época das flores. Entre os povos da antiguidade, o fim do inverno e o começo da primavera era de extrema importância, pois estava ligado a maiores chances de sobrevivência em função do rigoroso inverno que castigava a Europa, dificultando a produção de alimentos.
A Páscoa Judaica
Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egito, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durantes vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. A Páscoa Judaica também está relacionada com a passagem dos hebreus pelo Mar Vermelho, onde liderados por Moises, fugiram do Egito.
Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egito, quando não sobrou tempo para fermentar o pão.  
A Páscoa entre os cristãos
Entre os primeiros cristãos, esta data celebrava a ressurreição de Jesus Cristo (quando, após a morte, sua alma voltou a se unir ao seu corpo). O festejo era realizado no domingo seguinte a lua cheia posterior al equinócio da Primavera (21 de março).
Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.   
A História do coelhinho da Páscoa e os ovos  
A figura do coelho está simbolicamente relacionada à esta data comemorativa, pois este animal representa a fertilidade. O coelho se reproduz rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egito Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

Demonologia Estudos de Demônios

Da mesma forma que a angelologia estuda a natureza e a ação angelical, a demonologia ocupa-se do estudo relativo aos demônios. Sua origem pode ser associada ao pensamento de São Tomas de Aquino que, no século XIII, potencializa a figura demoníaca a partir da iconografia pagã que se utiliza da junção física de homem-animal para representar suas divindades. Neste caso, o bode, animal tido como símbolo de fertilidade, cede patas e cornos para a arte medieval representá-lo como personificação do mal. Neste momento, a figura de Satã é delineada claramente como o Anti-Cristo. 
Assim, estabelece-se uma espécie de hierarquia demoníaca e uma classificação que é definida por "funções e poderes" de cada criatura. Encontra-se, por exemplo, referências aos Súcubos e aos Íncubos, que seriam, respectivamente, demônios de natureza feminina e masculina capazes de transmutar sua "aparência física" com o objetivo de manter relações sexuais com seres humanos durante o sono.
Na transição entre os séculos XV e XVI, com o advento do Renascimento e do Iluminismo, alguns aspectos da espiritualidade humana foram subjugados em detrimento do progresso científico. Assim, a figura do demônio, inferno, dualidade e outros elementos que fundamentavam as crenças da Antiguidade e Medieval, também ficaram esquecidos. 
Entretanto, sua imagem se difundido imensamente na cultura e nas artes ocidentais, como Mefistófeles em Fausto, de Goethe e Satã em Macário, de Álvares de Azevedo. Em cada uma das aparições, o demônio traz características distintas, ora hostil e agressivo; ora lúcido e irônico. Já em meados do século XX, com início do movimento New Age, ressurgimento de algumas crenças pagãs e a propagação de doutrinas orientais, o demônio ressuscitou como um "objeto de estudo" e tornou-se alvo de adoração por seitas como Satanismo e Luciferianismo; porém, através de perspectivas bem particulares, não tendo necessariamente uma relação com princípios históricos e culturais.
Legião
Este resistente demônio se manifestou num homem gadareno que vivia como louco entre os túmulos do deserto, [Lc 8: 26-34]. Quando Jesus perguntou seu nome, o líder deles respondeu Legião por serem muitos. Pra se ter uma idéia, uma legião romana era formada por cerca de 6000 soldados, com base nisto podemos supor que uma casta de 6000 demônios atormentava o pobre homem! Ao saírem do homem estes espíritos entraram em uma manada de porcos e os animais se jogaram precipício abaixo e se afogaram no mar de Genesaré. Legião era um exército de invasão romano e por onde as legiões passavam deixavam um rastro de destruição e morte. (falaremos mais a respeito da palavra ‘legião’ em outro momento)
Lilith
Lilith é hoje um dos mitos mais conhecidos da cultura judaica. Segundo o Talmude (obra que compila discussões rabínicas sobre leis judaicas, tradições, costumes, lendas e histórias), ela é a primeira mulher de Adão. Anterior a Eva, Lilith é a personificação da justificativa do matriarcado ser preterido a favor do patriarcado na cultura judaico-cristã.
Lilith, a Mulher Feita do Pó
Segundo o Zohar, livro cabalístico criado no século XIII, quando Deus fez o homem, criou-o macho e fêmea, depois o dividiu ao meio e separou as suas almas, lançando-as no universo, para que assim, as almas gêmeas se encontrassem. Lilith surge como a parte feminina separada de Adão, e é dada a ele como esposa. Assim comhomem, a mulher aqui é criada da mesma essência, do barro. Não é uma coadjuvante do homem, mas igual a ele. Se Deus fez do homem a sua imagem, a mulher reflete esta imagem, já que faz parte da mesma criação dividida. A natureza de Lilith é de rebeldia e de insatisfação. Ao fazer sexo com Adão, questionava-lhe o porque de ter que ficar sempre por baixo, a suportar-lhe o peso, se também ela era feita do pó, por que tinha de lhe ser submissa? Para manter o equilíbrio já estabelecido, Adão recusava-se a inverter as posições (versões aramaica e hebraica do Alfabeto de Ben Sirá, século VI ou VII).
Diante da intransigência do marido, Lilith rebela-se e pronuncia inadequadamente o nome de Deus. Vitupera Adão e o abandona quando o sol se põe, à noite, na mesma hora que Deus fizera vir os demônios ao mundo. Lilith parte para o Mar Vermelho, onde habitam os demônios e espíritos malignos, tornando-se ela mesma um demônio, longe do Éden.
Deus ordena que Lilith retorne. Diante da recusa, envia uma guarnição de três anjos, Sanvi, Sansavi e Samangelaf, para tentar convencê-la. Mas com grande fúria, ela se recusa a voltar.Abandonado, Adão sente o peso da perda e da solidão.
Diante da sua tristeza, Deus faz com que ele adormeça, retira uma das suas costelas e cria Eva, mulher ideal, feita não do pó como o homem, mas da sua carne, do seu sangue e das suas necessidades diante de uma sociedade patriarcal. Ao contrário de Lilith, Eva é submissa e dócil. É o equilíbrio do homem diante do mundo e de Deus.
Lilith torna-se a noiva de Samael, o senhor das forças do mal do SITRA ACHRA (aramaico, significa “outro lado”). Dessa união gera cem demônios por dia, que são destruídos pelos três anjos. Enfurecida, Lilith tenta se vingar na prole de Adão e Eva, jura matar todo filho recém-nascido de Adão e de sua descendência
Superstições Ligadas ao Mito Antes de ser levada à categoria de mito e fazer parte do folclore judaico, Lilith aparece em relatos da Torah assírio-babilônica e hebraica entre outros textos apócrifos. Durante séculos Lilith foi vista pela comunidade judaica como um temível demônio, principalmente na Idade Média. O parto era feito obedecendo a vários rituais para proteger a mãe e o filho das forças demoníacas de Lilith, que inveja a alegria da maternidade. Ela é uma ameaça ao embrião. Sussurravam sortilégios no ouvido das mulheres para facilitar o trabalho de parto. A porta do quarto das crianças tinha os nomes dos três anjos escritos sobre ela, e cercava-se o quarto com um círculo de carvões ardentes. Ainda hoje há versões modernas de como proteger os partos de Lilith em algumas comunidades judaicas do norte da África.
Lilith muitas vezes é descrita como a Lua Negra, outras vezes como uma vampira, que nos dias de solstício e equinócios lança seu líquido menstrual nas águas, contaminando a todos que bebem o líquido nesses dias. Também o homem perde a razão quando enfeitiçado por seus sortilégios e apaixona-se pelo seu corpo. Também o bebê quando sorri sozinho, está a brincar com Lilith.
Ironicamente o mito de Lilith, antes visto como um demônio, hoje é símbolo das lutas femininas. De acordo com alguns astrólogos, de 1914 a 1938, quando Lilith sofreu influência de Plutão, que fez uma longa volta à sua órbita, as filhas de Eva iniciaram os movimentos de libertação e direitos diante dos homens.
Os questionamentos de Lilith à igualdade por ter sido gerada do pó, assim como Adão, perdem o sentido contestatório quando da explicação de que a parte que lhe coubera do barro era de pó negro, lodo e excrementos, inferior à essência geratriz de Adão, segunda a versão jeovística para o Gênesis, contada no Talmude e oralmente pelos rabinos. Adão tem a sua androgenia sagrada, pois foi criado à imagem de Deus. Lilith ao contestar e reinvidicar para si os mesmos direitos, desequilibra a harmonia do Éden, origina um afastamento do homem e do Criador.Assim, destituído da primeira mulher, Adão se uniu a Eva, parte da sua carne, feita sob medida para ele e para ser a mãe da humanidade.
Asmodeu
Entidade imoral descrita no livro apócrifo de Tobias. Segundo o relato, ele assassinava os maridos de uma mulher chamada Sara ainda na noite de núpcias, ao todo , Sara perdeu sete noivos antes que eles se relacionassem com ela. Foi então que Tobias se casou com ela, e aconselhado pelo anjo Rafael, jogou o coração e o fígado de um peixe no braseiro, fazendo com que o cheiro da fumaça afugentasse o demônio para o deserto do alto Egito, onde foi derrotado e preso pelo anjo Rafael. A Asmodeu são atribuídos os pecados de imoralidade, perversão sexual e a destruição dos casamentos, pois ele odeia a união conjugal sadia.
Uma mulher chamada Rita Cabezas afirma em seu livro Desmascarado (Editora Renascer, 1996, São Paulo), que conversou com esta potestade através de uma mulher em uma sessão de libertação. Cabezas descreve uma série de fatos revelados por Asmodeu sobre a hierarquia satânica e suas áreas de atuações, mas seus ensinos devem ser rejeitados, pois os demônios são mentirosos ao extremo por natureza.

Regras da Ouija

O tabuleiro Ouija é um instrumento paranormal que deve ser encarado com devido respeito, sendo talvez o mais controverso método de comunicação com os espíritos, principalmente porque pode ser usado por qualquer um sem qualquer preparo ou cuidado especial. Assim, seu uso não é recomendado, pois pode provocar fenômenos mediúnicos sem a presença de um médium experiente.
O uso do tabuleiro de Ouija deve ser feito no mínimo por duas pessoas, reunidas numa mesa onde todos possam estar próximos. Os utilizadores devem então colocar seu dedo levemente sobre o ponteiro e convidar um espírito para tomar parte na sessão. A partir daí devem fazer-se as perguntas ao espírito de uma maneira repetida e vagarosa. Se algum espírito atender ao chamamento, o ponteiro mover-se-á lentamente letra por letra, até formar as palavras e a resposta. Muitos caçadores de fantasmas crêem que o ponteiro se move pela força dos presentes combinadas com a do espírito que se apresenta, quer seja ele bom ou mau. Através dos anos, o tabuleiro de Ouija tem sido associado a um instrumento do Mal, especialmente por pais e grupos religiosos que afirmam que os jovens ficaram "possuídos" após o seu uso. Oberservações ao uso :- Nunca jogue sozinho. São necessários no mínimo dois jogadores.- Nunca permita que os espíritos levem o ponteiro para as extremidades do tabuleiro de forma que possam sair dele dessa forma. É assim que ocorre a possessão.- Se o ponteiro se mover para os quatro cantos do tabuleiro significa que o espírito contactado é mau.- Caso se esteja jogando em uma mesa ou local aonde o tabuleiro fique elevado: se o ponteiro cair no chão, o espírito foi perdido.- Se o ponteiro apontar o número oito repetidamente, um espírito mau está no controle do tabuleiro.- Se desejar contactar um mau espírito, vire a tábua com as letras na posição invertida e utilize-a assim.- O tabuleiro deve ser fechado corretamente após a sessão, ou o espírito pode revoltar-se e assombrar os utilizadores.- Nunca use o tabuleiro de Ouija quando estiver doente, enfraquecido ou sobre o efeito de alcool ou drogas, tendo em vista que estas situações o mantém vulnerável à possessão.- Não fazer do uso do tabuleiro de Ouija uma rotina. Os espíritos às vezes cativam o jogador ao ponto de que o contato se torne um vício.- Os espíritos contactados através do tabuleiro tentarão ganhar a sua confiança através de mentiras. Por exemplo: um mau espírito pode alegar ser bom, ganhando assim a sua confiança e trazendo-lhe mal posteriormente.- Procure manter contato sempre de forma respeitosa e só convide para proceder seções pessoas confiáveis, seguras e que o farão seriamente. Nunca irrite o espírito ou lhe faça perguntas com ironia.- Antes de sair ou mesmo de entrar em uma seção, peça a permissão do espírito. Caso contrário, se está sujeito à possessão pelo mesmo.- Nunca use o Ouija em cemitérios ou locais aonde houveram mortes brutais. Isto pode trazer maus espíritos para o tabuleiro.- Às vezes, um mau espírito pode habitar permanentemente um tabuleiro. Quando isso ocorrer, não se poderá manter contato com outros espíritos além dele até que ele decida sair.- Se seu ponteiro for de vidro, você deve limpá-lo antes e depois de cada sessão, de forma que nenhum espírito possa entrar ali. Para isso, passe-o sobre uma vela acesa.- Tabuleiros de Ouija que são jogados fora incorrectamente libertam diversos espíritos que voltarão para assombrar seu dono.- Nunca empreste seu tabuleiro a ninguém. Use-o com exclusividade. Se necessário, faça seu próprio e recomende aos colegas que pedem que você o empreste façam o mesmo.- Há apenas uma forma correta de se desfazer de uma tábua de Ouija. Primeiro quebre-a em sete pedaços. Depois, jogue sobre ela água benta e finalmente a queime.- Se você puser junto do tabuleiro uma moeda de prata pura, espíritos maus serão incapazes de manter contacto.- Nunca deixe o ponteiro sozinho sobre a tábua se não estiver a utilizando. Se o espírito levá-lo para fora do tabuleiro, estará liberto.- Às vezes maus espíritos pedirão aos elementos femininos para fazerem gestos ou executarem ações obscenas. Ignore-os. Os demais participantes jamais devem rir ou irritar-se nestas situações.- Evite perguntar sobre assuntos que se referem a sua religião e não faça perguntas a respeito do futuro.
Observações :O tabuleiro não necessita propriamente de ter um formato rectangular, muitos tabuleiros de Ouija são em formato circular. Em vez do ponteiro, pode utilizar uma moeda ou um copo de vidro, sendo este último não aconselhavel devido ao fato do Espírito poder vingar-se utilizando o copo, precisamente por este ser de vidro.
Faça o que fizer, NUNCA peça a um Espírito que se manifeste em si ou em outras pessoas em seu redor!!
para a brincadeira dar certo,  não esqueçam de ter muito respeito seja qual for a energia que vocês manterem contado. Preces a serem feitas Prece Introdutória "Em nome de DEUS, Jesus Cristo, Da Grande Irmandade da Luz, dos Arcanjos Michael, Raphael, Gabriel, Uriel e Ariel, por favor protejam-nos das forças do mal durante esta sessão. Façam com que não aja nada além de luz envolvendo este tabuleiro e seus participantes, e permita que nos comuniquemos somente com forças e entidades da Luz. Protejam-nos, Protejam esta casa, as pessoas presentes nela, e façam com que aja somente Luz e nada além de Luz, AMÉM!" Prece Finalizadora "Obrigado pela sabedoria e compreensão que vocês nos concederam. Obrigado, Oh Senhor por responder à nossas perguntas através de seres e anjos da Luz. Proteja esta casa e as pessoas presentes aqui durante nossa estadia em sua realidade. Em nome da Luz nós lhe agradecemos! AMÉM!" Regras do Ouija: - Nunca jogue sozinho. São necessários no mínimo dois jogadores. - Nunca permita que os espíritos levem o ponteiro para as extremidades do tabuleiro de forma que possam sair dele dessa forma. É assim que ocorre a possessão. - Se o ponteiro se mover para os quatro cantos do tabuleiro significa que o espírito contatado é mau. - Caso se esteja jogando em uma mesa ou local aonde o tabuleiro fique elevado: se o ponteiro cair no chão, o espírito foi perdido. - Se o ponteiro apontar o número oito repetidamente, um espírito mau está no controle do tabuleiro. - Se você desejar contatar um mau espírito, vire a tábua de cabeça para baixo e a utilize assim. - O tabuleiro deve ser fechado corretamente após a sessão, ou o espírito pode se rebelar e assombrar os usuários. - Nunca use o tabuleiro de Ouija quando estiver doente ou enfraquecido, tendo em vista que estas situações o mantém vulnerável à possessão. - Não fazer do uso do tabuleiro de Ouija uma rotina. Os espíritos às vezes cativam o jogador a ponto de que o contato se torne um vício. - Os espíritos contatados através do tabuleiro tentarão ganhar sua confiança através de mentiras. Por exemplo: um mau espírito pode alegar ser bom, assim ganhando sua confiança e lhe trazendo mal posteriormente. - Procure manter contato sempre de forma respeitosa e só convide para proceder seções pessoas confiáveis, seguras e que o farão seriamente. Nunca irrite o espírito ou lhe faça perguntas com ironia. - Antes de sair ou mesmo de entrar em uma seção, peça a permissão do espírito. Caso contrário, se está sujeito à possessão pelo mesmo. - Nunca use o Ouija em cemitérios ou locais aonde houveram mortes brutais. Isto pode trazer maus espíritos para o tabuleiro. - Às vezes, um mau espírito pode habitar permanentemente um tabuleiro. Quando isso ocorrer, não se poderá manter contato com outros espíritos além dele até que ele decida sair. - Se seu ponteiro for de vidro, você deve limpá-lo antes e depois de cada seção, de forma que nenhum espírito possa entrar ali. Para isso, passe-o sobre uma vela acesa. - Tabuleiros de Ouija que são jogados fora incorretamente libertam diversos espíritos que voltarão para assombrar seu dono. - Nunca empreste seu tabuleiro a ninguém. Use-o com exclusividade. Se necessário, faça seu próprio e recomende aos colegas que pedem que você o empreste façam o mesmo. - Nunca queime um tabuleiro de Ouija. Se o fizer, haverá uma manifestação da tábua. Pode ser um som desconhecido ou a aparição de algum espírito. Depois que você presenciar a manifestação, terá menos de trinta e seis horas de vida. - Há apenas uma forma correta de se desfazer de uma tábua de Ouija. Primeiro quebre-a em sete pedaços. Depois, jogue sobre ela água benta e finalmente a queime. - Se você puser junto do tabuleiro uma moeda de prata pura, espíritos maus serão incapazes de manter contato. - Nunca deixe o ponteiro sozinho sobre a tábua se não estiver a utilizando. Se o espírito levá-lo para fora do tabuleiro, estará liberto. - Às vezes maus espíritos pedirão às garotas para fazerem gestos ou executarem ações obscenas. Ignore-os. Os demais participantes jamais devem rir ou irritar-se nestas situações. O que não perguntar em uma seção de Ouija: - Evite perguntar sobre Deus ou o que se refere a sua religião.

Postagens populares

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...