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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Satélites e raios infravermelhos encontram 17 novas pirâmides

Uma avaliação de imagens do Egito feitas por satélite usando raios infravermelhos identificou 17 pirâmides perdidas, além de mais de mil tumbas e 3 mil assentamentos antigos enterrados.
Escavações iniciais confirmaram algumas das descobertas, incluindo duas possíveis pirâmides.
A técnica pioneira foi desenvolvida pela arqueóloga Sarah Parcak em um laboratório patrocinado pela Nasa no Alabama, nos Estados Unidos.
Parcak se diz impressionada com o quanto sua equipe encontrou. "Fizemos pesquisas intensas por mais de um ano. Eu podia ver os dados conforme eles iam aparecendo, mas para mim o momento-chave foi quando dei um passo para trás e olhei tudo o que havíamos encontrado. Não podia acreditar que pudéssemos localizar tantos locais no Egito", disse.
A equipe analisou imagens de satélites que viajam a uma órbita a 700 quilômetros da Terra, equipados com câmeras tão potentes que poderiam identificar objetos com menos de um metro de diâmetro sobre a superfície da Terra.
As descobertas são tema do documentário da BBC Egypt's Lost Cities (As cidades perdidas do Egito) que vai ao ar na Grã-Bretanha na próxima segunda-feira.
Escavações de teste As imagens com raios infravermelhos foram usadas para destacar materiais diferentes debaixo da superfície.
Os egípcios antigos construíram suas casas e estruturas com tijolos de barro, que são mais densos que o solo em seu entorno, tornando possível a identificação de casas, templos e tumbas.
"Isso nos mostra como é fácil subestimar tanto o tamanho como a escala dos assentamentos humanos antigos", diz Parcak.
Para ela, ainda há muito mais a ser descoberto. "Esses são somente os locais próximos à superfície. Há muitos milhares de locais adicionais que foram cobertos com lama trazida pelo rio Nilo. Esse é só o começo desse tipo de trabalho", diz.
As câmeras da BBC acompanharam Parcak em sua "nervosa" viagem ao Egito para acompanhar as escavações de teste para verificar se sua técnica podia realmente identificar construções debaixo da superfície.
Ela visitou uma área no sítio arqueológico de Saqqara, a cerca de 30 quilômetros do Cairo, onde as autoridades locais não pareciam inicialmente interessadas em suas pesquisas.
Mas após serem informados pela arqueóloga que ela havia visto duas pirâmides em potencial, eles realizaram escavações de teste e agora acreditam que é um dos sítios arqueológicos mais importantes do Egito.
Parcak disse que "o momento mais excitante foi visitar as escavações em Tanis".
"Eles haviam escavado uma casa de 3 mil anos que as imagens dos satélites haviam mostrado, e o desenho da estrutura casa quase perfeitamente com as imagens do satélite. Isso foi uma comprovação de nossa técnica", afirma.
Entre outras coisas, as autoridades egípcias planejam usar a tecnologia para ajudar a proteger as antiguidades do país no futuro.
Durante os recentes protestos populares que derrubaram o regime do presidente Hosni Mubarak, houve casos de saques em sítios arqueológicos conhecidos.
"Podemos dizer pelas imagens que uma tumba de um período particular foi saqueada e podemos alertar a Interpol para prestar atenção nas antiguidades daquele período e que podem ser oferecidas para venda", diz.
Ela também espera que a nova tecnologia ajude a interessar pessoas jovens na ciência e que possa ser uma ferramenta importante para os arqueólogos no futuro.
"Isso vai permitir que sejamos mais focados e seletivos no nosso trabalho. Diante de um sítio enorme, você normalmente não sabe por onde começar", observa.

Cientistas confirmam ter encontrado sangue no Homem de Gelo

Células sanguíneas de Oetzi são as mais antigas da espécie humana já descobertas
Pesquisadores encontraram resíduos de sangue no corpo de Oetzi, um fóssil de 5,3 mil anos encontrado na região dos Alpes, na Itália, em 1991, e confirmaram que as células sanguíneas são as mais antigas já descobertas em um corpo humano.
Legenda: Oetzi foi encontrado há mais de 20 anos; célula sanguíneas se conservaram - Museu de Arqueologia de South Tyrol/BBC
As células sanguíneas tendem a se degradar de forma rápida, e por isso antes acreditava-se que as hemoglobinas de Oetzi haviam desaparecido. Mas um novo estudo publicado no Journal of the Royal Society Interface mostra que o estado de conservação do fóssil preservou também o sangue perdido pelo ancestral antes de morrer.
Oetzi foi encontrado por alpinistas com uma flecha encravada nas costas e especialistas afirmaram que ele morreu em decorrência desses ferimentos. Houve, porém, muita discussão sobre se ele caiu no local e morreu ou se foi enterrado por outros da espécie.
Em fevereiro, Albert Zink e seus colegas do Instituto de Múmias e do Homem de Gelo Eurac, de Bolzano, na Itália, publicaram o genoma completo de Oetzi. O grupo mostrou que um ferimento na mão do fóssil continha uma proteína encontrada no sangue, mas presumia que as frágeis células sanguíneas haviam se degradado e desaparecido.
A equipe recebeu a colaboração de pesquisadores alemães para aplicar uma técnica conhecida como força atômica microscópica para retirar lâminas ultrafinas de tecido da área em volta do ferimento. Em uma das amostras, eles encontraram uma estrutura de forma redonda parecidas com hemoglobinas.
Para ter a certeza de que tais estruturas eram células e não algum tipo de contaminação, eles usaram uma técnica chamada espectroscopia Raman, cujos resultados confirmaram que se tratava de sangue mesmo, uma vez que encontraram fibrina, uma proteína sanguínea.
De acordo com a equipe, os procedimentos mostram que as técnicas usadas hoje em dia por legistas para determinar a "idade" de amostras de sangue são eficazes.

Conheça as instalações do ATA (Allen Telescope Array)

O ATA (Allen Telescope Array) é um conjunto de 42 antenas instaladas no norte da Califórnia, Estados Unidos, que apontam para o espaço e procuram frequências de rádio. O objetivo é encontrar possíveis tentativas de comunicação de civilizações extra-terrestre. 
Estas antenas fazem parte do instituto SETI (Search for Extra-Terrestrial Inteligence, ou Procura por Inteligência Extraterrestre, em português).
Acesse o link abaixo e veja as fotos de parte das instalações


O ATA (Allen Telescope Array) é um conjunto de 42 antenas instaladas no norte da Califórnia, nos Estados Unidos, que apontam para o espaço e procuram frequências de rádio. O objetivo é encontrar possíveis tentativas de comunicação de civilizações extra-terrestre
Tapete de entrada do observatório Hat Creek, onde está sediado o Allen Telescope Array, na Califórnia O professor Geoffrey Marcy, 57, um dos principais nomes da astronomia norte-americana, diz que a busca de vida inteligente extraterrestre se dá por "vestígios" de civilizações, como ondas de rádio e calor gerado por máquinas
No norte da Califórnia, nos Estados Unidos, 42 antenas miram para o espaço capturando ondas de rádio de fora da Terra
Antenas em observatório da Universidade da Califórnia buscam captar sinais de rádio
Receptor de banda larga instalado em cada uma das 42 antenas do conjunto ATA (Allen Telescope Array)
Receptores do projeto Lofar em Bonn, na Alemanha. Projeto europeu capta ondas de rádio de baixa frequência emitidas no espaço e identifica emissões geradas artificialmente. Encontrar algum sinal permitiria supor que há vida inteligente fora do planeta.

Dunas de vidro em Marte empolgam cientistas quanto a possibilidade de vida naquele planeta

Dunas de vidro em Marte. Crédito: NASA/JPL/University of Arizona
A possibilidade de vida em Marte continua a empolgar os cientistas, e desta vez a razão da empolgação são as dunas de vidro descobertas naquele planeta.
Os pesquisadores dizem que as dunas recém descobertas podem indicar a presença de água quimicamente rica, que seria ideal para suportar a vida em Marte.  Eles dizem que as dunas se espalham por quase um terço do planeta e que foram formadas, provavelmente, pela interação entre magma e gelo, ou água.  De acordo com eles, tais interações poderiam criar ambientes perfeitos para vida microbiana.
“A única forma de criar um depósito de vidro extenso como o que descobrimos é através de vulcanismo explosivo“, disse Briony Horgan, um cientista da Universidade do Estado do Arizona, envolvido na pesquisa. “Esta é a primeira evidência em Marte de vulcanismo explosivo em escala planetária“.
A descoberta surgiu das pesquisas de possíveis interações de fluxos de lava e enchentes de água na província vulcânica de Elysium em Marte.
“Em Marte, as mechas de lava maiores têm 30 metros de largura…“, disse o estudante de pós-graduaçào Andrew Ryan. “Isso é maior do que qualquer mecha de lava na Terra“.
“Definitivamente sabemos que procurar por organismos nas terras baixas do norte é difícil“, disse Horgan.  “Eu acho que o melhor lugar para ir seria àquelas regiões fonte, as interações entre gelo e magma”.

O mundo não irá acabar em 2012, segundo calendário Maia recém descoberto

Foto divulgada pela National Geographic mostra a arqueóloga Angelyn Bass limpando a superfície de uma parede maia no noroeste da Guatemala
De acordo com o site, uma equipe de pesquisadores dos Estados Unidos anunciou nesta quinta-feira a descoberta do calendário Maia mais antigo documentado até o momento, que data do século IX, pintado nas paredes de um habitáculo encontrado na cidade de Xultún (Guatemala).
O calendário documenta ciclos lunares e o que poderiam ser planetários, explicaram em entrevista coletiva os arqueólogos William Saturno, da Universidade de Boston, e David Stuart, da Universidade do Texas-Austin. A descoberta, que será publicada nesta semana pela revista Science, desmonta a teoria dos que prevêem o fim do mundo em 2012 baseando-se nos 13 ciclos do calendário Maia, conhecidos como “baktun”, já que o sistema possui, na verdade, 17 “baktun”.
“Isto significa que há mais períodos que os 13 (conhecidos até agora)”, ressaltou Stuart, para quem o conceito foi “manipulado”. Ele disse que o calendário Maia continuará com seus ciclos por mais milhões de anos. Os hieróglifos pintados no que poderia ser um templo da megacidade de Xultún, na região guatemalteca de Petén, é vários séculos mais antigo que os Códices Maias escritos em livros de papel de crosta de árvore do período Pós-clássico tardio.
Para ler o restante da reportagem, favor acessar o site de origem

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