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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Dr. Fritz Klein

Fritz Klein foi um médico nazista alemão que foi enforcado por crimes
contra a humanidade devido ao seu papel nas atrocidades cometidas no
campo de concentração de Bergen-Belsen durante o Holocausto no decorrer
da Segunda Guerra Mundial.
Klein nasceu em 24 de novembro de 1888, Feketehalom no Império
Áustro-Hungaro. Ele estudou medicina e completou sua carreira militar
servindo na Romênia, terminando seus estudos em Budapeste depois da
Primeira Guerra Mundial.
Após três anos no serviço militar romeno, no verão de 1943, houve um
tratado entre os governos alemão e romeno para que todos os pertencentes
às minorias alemãs continuassem o seu serviço no exército alemão.
Ele viveu os próximos anos exercendo a profissão de médico em
Siebenbürgen e logo depois se juntou ao Partido Nazista alemão. Em maio
de 1943 ele se juntou a Waffen-SS e foi enviado a Iugoslávia.
Em 15 de dezembro de 1943, ele foi para Auschwitz II (Birkenau), onde
estava naquele momento o Dr. Wirtz, que era o médico sênior e disse-lhe
para começar o trabalho. Ele começou seus deveres no complexo de
mulheres em (Birkenau), continuou no campo cigano, em seguida, no campo
de família judia mista e, finalmente, em Auschwitz I. Havia sete ou oito
médicos em Auschwitz.
Ele participou de várias seleções na rampa onde se decidia quais
prisioneiros iriam para o trabalho forçado, para experiências médicas ou
para a morte nas câmaras de gás.
Nas seleções, quando o transporte com prisioneiros chegava, Dr. Wirtz,
dava-lhe ordens para dividi-los em duas partes, aqueles que estavam
aptos para trabalhar e aqueles que não estavam aptos, ou seja, aqueles
que, por causa da sua idade, não podia trabalhar, que eram muito fraco,
saúde, cujo não era muito bom, e também as crianças até a idade de
quinze anos. A seleção foi feita exclusivamente por médicos. Era só
olhar para o prisioneiro, fazer-lhe algumas perguntas, e decidir
imediatamente.
Em dezembro de 1944, ele foi transferido para o Campo de concentração de
Neuengamme, e de lá ele foi enviado para Bergen-Belsen em janeiro de
1945.
Mais tarde, quando foi perguntado como ele conciliava suas ações com suas obrigações éticas como médico, Klein disse:
"Meu juramento de Hipócrates dizia que eu devia cortar o apêndice
gangrenado para fora do corpo humano. Os judeus são o apêndice
gangrenado da humanidade. É por isso que eu os removia”.
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| Josef Kramer (a besta de Belsen) e Dr. Fritz Klein . |
Ele foi réu no julgamento de Belsen
e foi considerado culpado por crimes contra a humanidade e sentenciado à
morte. Ele foi enforcado pelo executor britânico Albert Pierrepoint na
prisão de Hamelin em 13 de dezembro de 1945.
Josef Kramer -a besta de Belsen

Josef Kramer (10 de novembro de 1906, Munique – 13 de dezembro de 1945,
Hamelin) foi o comandante do campo de concentração de Bergen-Belsen, na
Alemanha, e um dos mais notórios criminosos de guerra nazistas,
diretamente responsável pela morte de milhares de pessoas no Holocausto
judeu da II Guerra Mundial. Sua crueldade lhe valeu o apelido de Besta
de Belsen, dado pelos prisioneiros do campo.
Kramer entrou para o Partido Nazista em 1931 e para a SS, como soldado
raso, em 1932. Seu treinamento na SS o transformou em guarda de presídio
e após o início da guerra, em guarda de campo de concentração. Em 1934
foi recrutado como guarda em Dachau, e rapidamente promovido, conseguiu
melhores postos de supervisão em outros campos como Sachsenhausen e
Mauthausen. Em 1940, Kramer tornou-se assistente de Rudolf Hoess em
Auschwitz e em 1942 foi promovido a SS Hauptsturmführer, quando recebeu o
controle das câmaras de gás no complexo de extermínio
Auschwitz-Birkenau. Em 1944 finalmente tornou-se comandante do campo de
concentração de Bergen-Belsen.
Em seu período em Auschwitz, Kramer ficou famoso pela maneira dura e
rude como tratava seus subordinados. Um dos acusados no julgamento de
crimes de guerra de Frankfurt, o Dr. Franz Lukas, contou que evitava as
tarefas determinadas a ele por Kramer pretextando dores de estômago e de
intestinos. Quando certa vez viu seu nome ser colocado numa lista de
médicos que deveriam selecionar prisioneiros recém-chegados da Hungria
para trabalhos forçados ou execução protestou violentamente o que levou
Kramer a lhe dizer: "Eu sei que você está sendo investigado por
favorecimento a prisioneiros. Eu estou lhe ordenando agora que suba
aquela rampa e faça seu trabalho. Se se recusar a obedecer, eu o mato no
local".
Em agosto de 1943, Auschwitz recebeu um grupo de 40 mulheres que
deveriam ser executadas com gás. Com a ajuda dos SS, Kramer as despiu,
as enfiou nas câmaras e ficou olhando pelo lado de fora através de um
pequeno visor vendo-as gritarem desesperadas até caírem mortas ao chão.
Perguntado sobre o que sentia com isso, ele respondeu: “Eu não sentia
nada em fazer estas coisas porque eu estava simplesmente obedecendo a
ordens. Esta era a maneira como fui treinado”.
Em dezembro de 1944, investido do comando no campo de Belsen, as regras e
o comportamento de Kramer eram tão duros e cruéis que ele foi apelidado
pelos internos de “Besta de Belsen”. A medida que a Alemanha ia
entrando em colapso e a administração dos campos ruía em sua
organização, Kramer continuava devoto à burocracia. Em março de 1945,
ele preencheu um relatório dizendo que dos 25.000 prisioneiros em seu
campo, 300 haviam morrido de tifo na semana anterior. Com o fim da
guerra cada vez mais próximo e a Alemanha invadida por todos os lados, a
população de Belsen continuava a crescer, recebendo prisioneiros
trazidos de outros campos que tinham sido alcançados pelos Aliados. No
meio de abril, Belsen tinha mais de 80.000 prisioneiros sob o tacão de
Josef Kramer.
Com o colapso total da administração e a fuga da maioria dos guardas de
Belsen à aproximação dos soldados aliados para evitar a retaliação, os
prisioneiros foram entregues a sua própria sorte. Corpos apodreciam por
todos os lugares e os ratos atacavam aqueles que não tinham mais forças
para espantá-los. Kramer permaneceu no campo até o fim e mesmo quando os
britânicos chegaram ele se manteve indiferente e levou-os a uma volta
na área para ver as cenas de degradação humana e morte por todo o lugar,
pilhas de corpos esqueléticos amontoados no chão, covas cheias de
cadáveres insepultos e cabanas com os últimos prisioneiros sobreviventes
em estado de completa degeneração física e mental.
Kramer não fez nenhum esforço para salvar a sua vida fugindo, mas com
calma aguardava as forças britânicas que se aproximam, ingenuamente
confiantes de tratamento decente. "Quando Belsen Camp foi finalmente
tomada pelos aliados", declarou mais tarde: "Eu estava bastante
satisfeito que eu tinha feito tudo o que eu poderia possivelmente sob as
circunstâncias para remediar as condições do campo
Em uma longa declaração feita por Kramer a seus captores britânicos em
22 de maio de 1945, negou explicitamente a existência de câmaras de gás
em Birkenau.
Josef Kramer e outros 44 subalternos da equipe do campo de Bergen-Belsen
(incluindo quinze mulheres) foram presos e julgados por uma corte
militar britânica na cidade próxima de Lüneburg. O julgamento dos réus
se desenrolou entre setembro e novembro de 1945. Em 17 de novembro ele
foi sentenciado à morte e enforcado por crimes contra a humanidade em 13
de dezembro de 1945, na prisão de Hamelin.
O Primeiro Mito Sobre Vampiros

Ekimmu é um dos primeiros e mais antigos mitos sobre vampiros
conhecido pelo homem, datado de 2000 - 3000 a.C. Os assírios da
Mesopotâmia acreditavam que os Ekimmu ou Edimmu vieram a existir quando
as pessoas morriam de forma prematura. Estas almas infelizes tiveram a
sua entrada recusada no submundo, e isso os levou a se tornarem
violentos e mal humorados, daí o porque desse nome "ekimmu", que
significa "aquele que foi arrebatado". Uma vez que não podem descançar,
esses espíritos vingativos retornam para sugar a energia dos seres
vivos.
A classe dos que se transformam em um Ekimmu inclui aqueles que morreram de afogamento, desidratação, fome e prisão. Aqueles que tiveram um funeral impróprio também se tornariam um ekimmu. Campbell¹ afirmou que o espírito ekimmu "não pode encontrar nenhum descanso, enquanto seu corpo permanecer insepulto". Curran² afirmou que "aqueles que morreram sem nenhum parente ou alguém para cuidar de seus túmulos podem também tornar-se um ekimmu".
Os Ekimmus habitam lugares áridos e desertos, e atacaram os viajantes
que passam, ou juntam-se a eles, para depois torturá-los em suas casas.
Campbell contradiz essa crença em que ele afirma: "O ekimmu que não
conseguir encontrar descanso tentará se fixar em um ente querido ou um
amigo e demanda ritos que lhe daria a paz". Ele também afirma que o
ekimmu reside ao invés de uma casa, em lugares inabitáveis ou desertos
por não haver nenhum deus, encantos ou amuletos para mantê-los fora.
Os Ekimmus foram descritos pelo assírios como seres musculares e sólidos
que poderiam se tornar invisíveis e transformar-se em figuras de
fumaça, ventos malignos ou sombras. Conforme a lenda tornou-se mais
conhecida, o folclore sobre as características do Ekimmu começou a
assemelhar-se ao dos vampiros modernos. De acordo com Curran² o Ekimmu "iria juntar-se ás suas vítimas e sugar a sua "energia" até que ela seja apenas uma casca do que já foi um dia".
Aqueles que tiveram uma morte violenta seriam uma outra forma de Ekimmu
chamada Alu. Eles são descritos como seres emagrecidos com a pele
branca, crostas nos lábios e que bebem sangue. Os Alus apareceriam
apenas a noite, rondando as vítimas encalhadas ou viajantes para se
alimentar. Para os assírios, havia pouca proteção contra os Alu.
Práticas comuns utilizadas para afastá-los eram incêndios ou ofertas de
carne sangrenta.
Babilônios, sumérios e assírios, todos temiam os ekimmu, e tomavam muito
cuidado para evitá-los. Eles não viajavam sozinhos em determinados
momentos e evitavam lugares inabitados. Eles ainda recitavam orações
antes de entrar em suas casas, para impedir o ekimmu de entrar. Só os
sacerdotes, homens ou mágicos santos poderiam eliminá-los.
Os 10 locais mal assombrados mais famosos dos EUA
Locais mal assombradas exitem em muitos lugares e da muito assunto. Algumas tem histórias que nos intrigam e segundo especialistas em paranormalidade, ainda não têm uma explicação lógica para os estranhos fatos que acontecem.
Nos Estados Unidos existem muito exemplos de casas e locais como esses, confira 10 deles. House of Seven Gables(Salem) – Foi inspiração para um romance de “Nathaniel Hawthorne”, é a mais antiga mansão da Nova Inglaterra e agora um museu aberto ao público. Muitos concordam que o livro é centrado em torno de uma “culpa ancestral”, o bisavô de Hawthorne é dito ter sido um dos autores principais de bruxaria, dizem também que os bens da casa são amaldiçoados.
Charlesgate(Boston)
- Desde 1901, o prédio passou por várias reformas, inclusive servindo
como dormitório para a “Boston University and College”. Hoje é usado
para condomínios de luxo. Mas os alunos que ficaram no local em 1947,
alegaram que ali sempre foi um local com acontecimentos fantasmagóricos e
mortes inexplicáveis.
Harvard University(Cambridge)
- Além dos muros sagrados de Harvard, ali se encontram dezenas de
histórias de fantasmas em torno da escola “Thayer Hall”, um dormitório
de calouros. Pesquisadores dizem ter apanhado alguma atividade, e
relatos de testemunhas que dizem ter visto fantasmas aparecem durante a
noite e entrar no dormitório por andar através das paredes de tijolo.
Sudbury
- Imortalizado em um livro homônimo de “Henry Wadsworth Longfellow”,
está entre os principais locais para a “Secret Drawer Society”, onde os
clientes de forma anônima escrevem notas sobre suas experiências para
que outros possam encontrar. Muitas destas notas revelam encontros com o
sobrenatural, incluindo um cliente que disse que sentiu a presença de
um mulher na cama com ele uma noite.
Omni Parker House Hotel(Boston)
- Apesar do hotel fica perto do local onde foram enterradas as vítimas
do Massacre de Boston em 1770, sua localização não prejudicou sua
popularidade. A lista de convidados incluiu John F. Kennedy, Bill
Clinton, e Babe Ruth, e Malcolm X e Emeril Lagasse. Ainda assim, os
hóspedes do hotel freqüentemente relatam ouvir vozes inexplicáveis e
pegadas em corredores vazios, e o terceiro andar é onde a maioria dos
alegados avistamentos de fantasmas são relatados.

Lizzie Borden Bed & Breakfast(Fall River)
- Uma atração turística popular, a “Lizzie Borden Bed & Breakfast”
era de fato o local do duplo homicídio macabro em 1892. Além dos
trágicos eventos ocorridos e as alegações de atividade paranormal,
clientes incluem mobiliário movimentados, vozes de salas vazias, e os
sons de miados de gatos “.
Minot’s Ledge Lighthouse
- Localizado fora de uma zona muito turbulenta costeira, “Ledge Minot”
tem sido assolado por uma reputação de “perigoso”. Em 1851, uma
tempestade destruiu o farol e matou dois assistentes que estavam lá
dentro. Desde que tornou-se automatizado em 1977, velejadores têm
relatado os mesmos dois homens que pareciam estar pendurado fora do lado
do farol, agarrando-se por suas vidas.
Orleans Inn
- Entre a década de 40 e 50, a pousada era um local frequentado
principalmente pela máfia irlandesa, por isso, talvez não é nenhuma
surpresa que transporta uma reputação sombria. Nessa época, várias
mortes foram descobertas na estalagem, e desde então, inúmeros relatos
de conversas humanas em salas vazias, e velas que não existem iluminando
o lugar.
Inn at Duck Creeke
- O bem conhecido conto da pousada de atividade paranormal não tem sido
amplamente divulgado, embora o número de incidentes inexplicáveis
continuam a crescer. Músicos que tocam na taberna, cabelos sendo
puxados. Os donos da pousada dizem que as portas fechadas são
freqüentemente encontradas abertas no dia seguinte, e muitos convidados
relataram ter visto as aparições de meninas gêmeas.
Amityville - Dizem que toda casa tem seus segredos. Porém, nenhuma tem tantos quanto esta residência em Amityville,
no Estado de Nova York. A verdadeira tragédia e os supostos fenômenos
que ocorreram nessa casa serviram de inspiração para diversos livros,
filmes, programas de rádio, televisão e noticiários.

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