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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


terça-feira, 4 de agosto de 2015

O conteúdo dos manuscritos bíblicos é confiável?

Algumas pessoas talvez se espantem com o fato de a tradição dos manuscritos do Antigo e Novo Testamentos resistir a um exame rigoroso. Há uma crença largamente difundida de que grande parte da Bíblia foi escrita vários séculos após os eventos ali registrados e que muitos deles foram alterados e manipulados para atender aos interesses de diferentes escribas ou facções.

A amplitude e a antiguidade dos manuscritos existentes apresentam uma história bem diferente. Mesmo assim, muitos argumentam que o fato dos manuscritos serem confiáveis não determina que o conteúdo também seja. Naturalmente ninguém contesta a historicidade da mitologia de Homero. Os manuscritos de seus textos podem estar razoavelmente intactos, mas isso não torna o conteúdo de seus escritos confiável nem garante sua historicidade.

Isto não acontece também com os evangelhos?

Não seriam apenas fatos mitológicos, com valores morais verdadeiros, mas sem consistência histórica?

Certamente os relatos envolvendo pessoas andando sobre as águas e água transformando-se em vinho não devem ser considerados historicamente verdadeiros. Afinal, são apenas mitos, ou não são?

Todas estas perguntas são muito importantes. De fato, o cristão não deve esperar que o não cristão aceite o conteúdo do texto bíblico como verdade simplesmente porque ficou provado que os manuscritos são confiáveis. Existem muitas dúvidas envolvidas aqui.
A primeira questão tem a ver com a maneira como lidamos com o sobrenatural. Podemos dizer que nossa sociedade pós-moderna é muito mais aberta à possibilidade de um reino sobrenatural do que as gerações passadas, com sua cosmovisão modernista decorrente do Iluminismo. Contudo, muitos ainda estão céticos a respeito destas coisas, e precisamos lidar com as razões deste ceticismo.





Ceticismo sobre o mundo sobrenatural.

Uma possível razão para a descrença em relação ao conteúdo dos evangelhos e do restante da Bíblia pode ser encontrada no registro que ela faz de eventos miraculosos. Qual seria a causa desta incredulidade? Na concepção de mundo de algumas pessoas os milagres seriam uma impossibilidade lógica. Estes indivíduos teriam fechado suas mentes para a possibilidade de milagres e ocorrências sobrenaturais, acreditando apenas naquilo que pode ser visto e cientificamente comprovado. Esse ceticismo se baseia nas idéias do filósofo David Hume (1711-1776). Ele argumentou que todos os objetos da investigação humana são ou “relações de idéias” (isto é, declarações e definições matemáticas) ou “trivialidades” (isto é, tudo que pode ser conhecido e testado empiricaMente). Hume escreveu:

    Quando examinamos. uma biblioteca convencidos destes princípios, podemos fazer uma destruição. Ao pegarmos qualquer volume — de teologia ou metafísica, por exemplo — devemos perguntar: ele contém algum raciocínio abstrato relacionado à quantidade ou números? Não. Ele contém algum raciocínio experimental relacionado aos fatos triviais e à existência? Não. Submeta-o então às chamas, pois ele nada contém a não ser sofisma e ilusão.’

Entretanto existem sérios problemas com esta posição. O principal é que a filosofia de Hume falha em seu próprio teste, porque sua própria declaração não se adapta a nenhuma de suas categorias. Norman Geisler faz o seguinte comentário:

    A declaração de que “apenas afirmações analíticas ou empíricas são significativas” não é em si mesma, uma declaração analítica (verdadeira por definição) ou empírica. Desta forma, é uma declaração sem sentido, de acordo com seu próprio critério.

C. S. Lewis lida com este tipo de abordagem materialista com sua lucidez costumeira, mostrando que um compromisso dogmático com essa filosofia é por si só problemático: Conclui-se que nenhuma explicação do universo pode ser verdadeira, a não ser que a explicação permita que seja aceitável imaginar que se trata de uma percepção real. Uma teoria que explica tudo que acontece no universo, mas não deixa a possibilidade de acreditar na validade de nosso raciocínio estaria completamente em desacordo. Pois seria possível chegar a esta teoria através do raciocínio Assim, um materialismo rigoroso refuta a si mesmo pelas razões apresentadas tempos atrás pelo Professor Haldane:

    “Se meus processos mentais são determinados apenas pelo deslocamento dos átomos em meu cérebro, não tenho motivo para supor que minhas crenças sejam verdadeiras […] e assim não tenho motivo para supor que meu cérebro seja composto de átomos”?

Materialismo: Conteúdo… sem conteúdo.

Este apego exagerado a uma visão de mundo totalmente materialista e à impossibilidade de intervenções miraculosas vindas de fora é problemático. Para o materialista, o próprio raciocínio torna-se um processo desvinculado da apreciação que conduz ao significado. A motivação para negar a possível existência de um reino sobrenatural muitas vezes é bastante forte, a ponto de demonstrar preconceito. Um escritor que aderiu ao ponto de vista materialista analisa esse fenômeno:

    Não são os métodos e instituições da ciência que nos impelem a aceitar uma explicação material para o mundo objetivo. Ao contrário, nosso apego a causas materiais nos impele a criar um aparato de investigação e um conjunto de conceitos capazes de produzir explicações materiais, mesmo que esses conceitos pareçam um contrasenso ou possam confundir os inexperientes. Além disso, esse materialismo é um absoluto, pois não podemos permitir qualquer possibilidade de interferência divina.

O apego a uma cosmovisão modernista, segundo a qual nada existe além de um mundo que só pode ser analisado empiricamente, implica uma visão através de lentes materialistas (embora essas lentes não sejam reconhecidas nem passem em seu próprio teste). Este tipo de compromisso a priori à falsidade dos evangelhos e à impossibilidade de qualquer ocorrência miraculosa é uma forma de intransigência. A base para esse ponto de vista — a filosofia materialista — não é logicamente consistente e merece ser contestada. Os materialistas precisam ser encorajados a, pelo menos, considerar a possibilidade do sobrenatural, mesmo que permaneçam extremamente céticos. Manter-se fechado a essa possibilidade é afirmar um conhecimento absoluto do universo, que surpreendentemente é uma prerrogativa “divina”.

Entre Deus, os santos e o Diabo

"Para o homem do século XVIII, o mundo era um espaço dominado por forças sobrenaturais que interferiam na existência cotidiana. Estas forças podiam ter divinas, caso partissem de Deus e dos santos, ou malignas, caso viessem do Demônio ou fossem acionadas por seus agentes terrenos. As desgraças podiam ser imputadas à malignidade de Satã ou à ira divina que recaía sobre os pecadores. Mas, na maior parte das vezes, Deus e os santos estavam associados à busca de proteção contra infortúnios. Entretanto, o Demônio não se dedicava somente a espalhar o mal pelo mundo, pois a ele recorriam indivíduos em busca de solução para problemas amorosos, financeiros, etc. Às forças divinas também eram feitos pedidos semelhantes, porém, estes não representavam, de acordo com a interpretação das autoridades eclesiásticas, uma comunicação com o sobrenatural detentora de uma natureza considerada maligna.

Nas Minas, muitas pessoas transitavam entre forças divinas e malignas como se a distinção entre elas desaparecesse por instantes. Buscava-se o sobrenatural que fosse mais eficiente para a resolução do problema que afligia o corpo e a alma. Joseja Doce tinha fama de ser feiticeira no arraial da Capela de Santa Ana onde residia, usando “de vários ingredientes e superstições para que os homens lhe queiram bem e lhe dêem dádivas”. Já o indeciso pardo forro João Batista, morador na freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Mato Dentro, Comarca do Serro do Frio, não sabia se recorria ou não às forças consideradas demoníacas e, no momento derradeiro, voltou atrás e recorreu ao plano divino. Batista foi convencido pelo pardo Paulo Gil a ter uma mandinga “para ninguém poder com ele”. Em uma noite, Paulo Gil levou Batista para “um caminho de umas encruzilhadas”. Chegando lá, Batista foi dominado pelo medo. Logo que Paulo Gil disse que “havia de [lhe] dar forças que ninguém havia de poder com ele”, Batista “respondeu que não queria tais amigos e logo ele viu levantar-se um redemoinho de vento”. Ficando “tão cheio de medo”, Batista “entrou a chamar por Santa Ana”.

Outras pessoas tendo suas vidas invadidas por desgraças e não obtendo resultados em suas preces dirigidas a Deus, pareciam ficar desacreditadas, pelo menos por um momento, com o sobrenatural católico. Nas Cartas Chilenas, um preso não havia perdido a esperança na justiça divina, mesmo sofrendo castigos na enxovia, e pedia a Deus, “o justo acusador”, que lhe desse a liberdade e punisse seus algozes. Já um tal Fernando Ribeiro, morador na freguesia de Catas Altas, blasfemava contra Deus pelas ruas do arraial onde vivia dizendo para quem quisesse ouvir que “já Deus não tinha parte nele e que já era do demônio por se ver perseguido de muitas dívidas e que lho tomam todos os bens”. Este comportamento contraditório era vivenciado com naturalidade pelos habitantes das Minas, não representando qualquer problema o trânsito entre sobrenaturais de naturezas tão destoantes.

Na época moderna, muito mais que em momentos anteriores, o mundo viu-se tomado pelas forças demoníacas de uma maneira avassaladora. No politeísmo, o mal assumia fluidez na medida em que era atribuído a deidades rivais. Todavia, no monoteísmo, havia necessidade de dar uma outra explicação para a presença do mal no mundo. Se Deus era a pura bondade e misericórdia, como também o justo algoz para os pecadores, restou a Satã incorporar em si todo o mal que vagava pela terra. Entre os séculos VI e XV o demônio foi ganhando espaço no imaginário cristão. Mas foi a partir do século XVI que abriu-se uma dura concorrência entre a orda infernal, chefiada por Satã, e Deus pelo monopólio sobre as almas humanas. O exército de satanás era formado por diabos ígneos, aéreos, terrestres, aquáticos, subterrâneos e lucífugos que habitavam as geleiras, penetravam nos corpos de animais e causavam desastres naturais, principalmente tempestades. Esta investida do Diabo estava inserida num processo do qual a Igreja católica participava construindo novos sentidos, agora demoníacos, para, por exemplo, crenças e cultos de origem pagã que ainda sobreviviam pela Europa afora e desafiavam, já nos séculos XVI e XVII, a presença da fé católica.

Entre os séculos XVI e XVII, apareceram em vários países da Europa obras que procuravam esclarecer a opinião pública acerca das forças satânicas. Eram apresentadas descrições detalhadas sobre a personalidade, os poderes e os rostos do inimigo do gênero humano. Em torno de 1600, a ciência demonológica atingia seu apogeu.

Fortalecido pela Reforma Protestante e pelas lutas religiosas do século XVI, momento em que católicos e protestantes degladiavam-se e heréticos (dissidentes religiosos) eram caçados por estarem compactuando com Satã, o Diabo aparecia nos discursos católicos e protestantes como detentor de uma força nefasta e desorganizadora. Os homens da Igreja esquadrinhavam o demônio levantando um inventário dos males que ele seria capaz de produzir e uma lista de seus agentes: turcos, judeus, heréticos e mulheres. Desmascarando as forças do mal, a Igreja transformou uma “ameaça global de morte” em “segmentos de medo, seguramente temíveis, mas no meados e explicados, porque refletidos e aclarados pelos homens da Igreja”. Satã provocava, como afirmava o discurso eclesiástico, “ventos fortes e trovões com relâmpagos terríveis”, como também servia de explicação para crimes sem motivo ou para o sucesso incomum.

Os personagens divinos também provocavam infortúnios e, por isso, eram temidos. No entanto, os males causados por Deus e pelos santos tinham uma singularidade, pois não eram impulsionadas pelo exercício do mal em si, como acontecia com as ações de Satã, mas eram motivadas pelo pecado cometido. Era, desse modo, justa a punição contra os pecadores. Não só na Europa, como na América portuguesa, acreditava-se que a doença era, muitas vezes, percebida como uma prova da ira de Deus. Descontentar santos suficientemente poderosos podia também resultar no aparecimento de enfermidades. No Ocidente, durante a época moderna, eram conhecidas e temidas cerca de quarenta doenças designadas pelo nome de um santo. Fenômenos meteorológicos eram, com freqüência, associados à ira divina. Nas poesias do padre Domingos Simões da Cunha, nascido nas Minas do Paracatu, escritas por volta de 1755, encontramos referências à relação entre a ira de Deus e as tempestades. O homem “virtuoso” não temia tanto o “pavoroso trovão” quanto o “mortal desabusado”. O pecador nunca estava em paz, pois receava “que o raio punir venha seu pecado” e “ouvindo a voz de Deus ... quando troveja o céu” o pecador recorria “para a mão poderosa que o socorre”, pois Deus era misericordioso. Em 1769, na região de Paraopeba, nas Minas, os moradores de uma fazenda situada no sítio de Santa Ana viram os céus desabaram sob a forma de uma grande chuva. Era o fim da tarde num domingo de maio quando “choveu uma tempestade” e homens, mulheres e crianças “na sua vida o não viram maior [tempestade] e o gado cair pelo chão berrando e os cavalos da mesma forma e [as] galinhas”. Apavorados, “a gente toda pedindo misericórdia que parecia o dia do juízo”.

A associação entre grandes tempestades e o dia do juízo era alimentada por vários pregadores. Livros de sermões diziam que na hora da fúria da natureza só restava aos fiéis implorar a misericórdia divina, pois tais fenômenos eram decorrentes da vontade de Deus que, em sua suprema justiça, punia os homens pelos pecados cometidos. O padre português Antônio das Chagas, em seu 11º. “Sermão do Juízo”, pregava que o final dos tempos seria conhecido por certos sinais como, por exemplo, “sinais horrendos ... [como] as nuvens carregadas de coriscos, o fogo em um derramado exército de raios e cometas”.

Em 1756, D. José I comunicou ao Governador e Capitão General do Rio de Janeiro que “o Santo Padre, por súplica minha, mandou ... que São Francisco de Borja da Companhia de Jesus, seja tido, invocado e venerado, como patrono e protetor dos meus reinos e domínios, contra terremotos”. Missas deviam ser rezadas em prol do referido santo para “que Deus pela sua intercessão os defenda de terremotos”. O terremoto que assolou Lisboa em 1755, como acreditava Manoel Correia de Souza, morador das Minas, fora uma vingança de Deus contra os pecados da população. Souza deixou registrado numa correspondência, datada de 1756, que o contrato que administrava estava dando muitos prejuízos e dizia não querer “que o contrato receba prejuízo e como se perdeu Lisboa pelos nossos pecados também vai chegando por cá”. Os santos também poderiam funcionar de intermediários entre Deus e os mortais no sentido de requerer, perante o Salvador, a misericórdia divina para as pobres almas humanas. O mundo divino era temido e, ao mesmo tempo, apelava-se à sua misericórdia. Nem todos temiam os castigos divinos, pois nem todos conviveriam com o estigma do pecado e, afinal, tudo dependia da consciência que julgava a si própria, seus atos e pensamentos, mas norteada pelos ensinamentos divulgados pelo clero.

Se para Manoel Correia de Souza, falando da segunda metade do setecentos, os castigos divinos ainda estavam por chegar às Minas que andavam tão cheias de pecados, já para o jesuíta padre Belchior de Pontes, paulista nascido entre 1640-1650, os castigos enviados por Deus contra os habitantes da terra do ouro já tinham chegado há bastante tempo. O conflito entre paulistas e emboabas, ocorrido entre 1708-1709, foi interpretado pelo jesuíta como “castigos com que havia [Deus] de castigar as Minas Gerais”. Em 1708, padre Belchior pregava sobre o “castigo [que] estava já por cair sobre as Minas porque irado Deus, com as insolências que nelas continuadamente se cometiam, o permitia”.

Se um pecado era cometido, a punição divina poderia recair, dependendo da natureza e da gravidade da falta, sobre toda a comunidade, um reino ou sobre o próprio mundo. A única saída era aplacar a ira divina negociando com Deus, isto é, oferecendo uma obra misericordiosa para compensar o mal desencadeado pelo pecado. A grandiosidade da obra devia coincidir com a grandiosidade do pecado. Entre 1549-1560, o jesuíta padre Manoel da Nóbrega fez um sermão no qual assinalava “as grandezas” de Nossa Senhora da Conceição e, frente a uma dificuldade, que os homens “soubessem negociar com Nosso Senhor por meio dela que não podia haver outro melhor negociar”.

Até agora temos falado do Deus barroco, isto é, aquele que punia as ovelhas desgarradas mas, acima de tudo, desejava tê-las de volta ao rebanho e, para isso, oferecia sua quase infinita misericórdia àquele que pecava. Não faltavam meios para que os devotos resgatassem suas faltas. Mas se o Salvador, pai, castigava os pecadores, filhos, estes deviam aceitar humildemente a incógnita que era a vontade divina que, acima de tudo, era puro amor e, assim sendo, qualquer castigo tinha uma natureza justa. Mesmo o fiel que não se afastava de Deus poderia sofrer privações e aceitá- las, pois a punição expressava a profunda sabedoria de Deus.

Invadido pela fé, o português Silvestre Silvério da Silveira Silva expressa, por volta de 1748, através de um dos personagens de sua obra, a confiança que o cristão devia ter na vontade divina. Mesmo que as dificuldades desabassem sobre sua vida, o devoto não podia desanimar. Os desígnios de Deus sempre tinham suas razões que, envolvidas em um véu de mistério, deviam ser aceitas com o coração aberto, pois o pai celestial sabia o que era melhor para seus filhos. Aos enfermos, Silvério aconselhava que se entregassem à vontade do Salvador e à ele se dirigissem com a alma dizendo: se sois servido que eu morra, quem há de impedir a vossa determinação? ... Se ordenais que eu padeça, quem pode ir contra a vossa vontade? Assas mostrara não conhecer quanto mereço ser castigado por minhas culpas, em não conformar-me com a correção de um pai amoroso ...! No estado em que me acho, só vos suplico useis de misericórdia com este miserável pecador”.

A justiça terrena devia estar atenta ao fato de que poderia inflingir os mais cruéis castigos ao corpo, porém, à alma estava reservada a possibilidade da misericórdia divina. Corpo e alma eram dois momentos distintos na figura do criminoso. Atenta à salvação dos presos, a Câmara de Vila Rica, em 1725, nomeou o padre Manoel Fernandes Seya como “capelão da capela de Santa Rita ereta para os presos nela ouvirem missa por tempo de um ano” e também para que “os enfermos e encarcerados presos desta cadeia” pudessem receber os sacramentos e fazerem confissões.

Num cenário onde às forças malignas eram imputadas as causas de uma gama de desgraças e mesmo a corte celestial poderia, a qualquer momento, voltar-se contra os pecadores, a Igreja assumia uma posição de destaque. A instituição eclesiástica funcionava, acreditava-se, como representante de Deus e dos santos entre os homens. Os padres, em sua atuação nos confessionários e na aplicação dos sacramentos, representavam uma prévia do julgamento divino, podendo perdoar pecados que ameaçariam a alma do devoto. A Igreja estava mais próxima de Deus do que as pessoas comuns. Entretanto, Igreja e Estado há muito caminhavam juntos, numa defesa mútua de interesses, não sem conflitos. Nesse sentido, a defesa da fé confundia-se com as tentativas régias de promover o “bom” governo dos povos. O súdito religioso parecia garantir a preservação do súdito fiel às leis do reino. Os colonos deviam obedecer às autoridades portuguesas pois este era o desejo de Deus, segundo pregava o clero."

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino

( Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra. )

Infelizmente nem todos ( Os Pastores e Padres ) Seguem a risca sobre As verdadeiras Leis de Deus o que se ouve muito hoje nas Maiorias dos Templos de Deus e sobre, ( Prosperidade Financeira ), se perguntasse Hoje  para a Maioria dos Evangélicos, Católicos etc, como Reagiriam Numa Batalha Espiritual Entre o Ceu e Inferno Garanto que a maioria das respostas seria as Seguintes ( Eu dei a metade do meu salário para igreja, eu dei meu carro, eu dei minha casa, Etc ) Então te pergunto, Tu esta pagando para Deus te Salvar?.

Todos nos sabemos, que seguir os Caminhos de Jesus Cristo, e seus Mandamentos Não e Fácil para ninguém, As Leis de Deus são rígidas Visto que nos foi deixada a promessa de entrarmos no descanso de Deus, que nenhum de vocês pense que falhou.

Pois as boas-novas foram pregadas também a nós, tanto quanto a eles; mas a mensagem que eles ouviram de nada lhes valeu, pois não foi acompanhada de fé por aqueles que a ouviram. 


Uma coisa e você ir a Casa do Senhor, a outra e você Ter o Conhecimento das Palavras de Deus seguir seus Mandamentos e Viver em Fe, Seguir a risca Os Dez Mandamentos do Senhor Todo Poderoso.

    Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e as intenções do coração. 

 Então Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome. O tentador aproximou-se dele e disse: "Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães".
Jesus respondeu: "Está escrito: 'Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus'". 


Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o na parte mais alta do templo e lhe disse:

"Se és o Filho de Deus, joga-te daqui para baixo. Pois está escrito:
"Ele dará ordens a seus anjos a seu respeito,
e com as mãos eles o segurarão,
para que você não tropece
em alguma pedra'".


Não vivemos desta Forma, não seguimos corretamente os Mandamentos de Deus, Não viramos a Face quando Nos Batem, reagimos Com Palavras de Maldições, Praguejamos aos Nossos Inimigos, Vós tendes ouvido o que se disse: Olho por olho e dente por dente. Eu, porém, digo-vos que não resistais ao mal; mas se alguém te ferir na tua face direita, oferece-lhe também a outra; e ao que quer demandar-te em juízo, e tirar-te a túnica, larga-lhe também a capa; e se alguém te obrigar a ir carregado mil passos, vai com ele ainda mais outros dois mil. Dá a quem te pede, e não volte às costas ao que deseja que lhe emprestes.
 

      Os preconceitos do mundo, a respeito daquilo que se convencionou chamar ponto de honra, dão esta suscetibilidade sombria, nascida do orgulho e do exagerado personalismo, que leva o homem à geralmente retribuir injúria por injúria, golpe por golpe, o que parece muito justo para aqueles cujo senso moral não se eleva acima das paixões terrenas. Eis por que dizia a lei mosaico: Olho por olho e dente por dente, mantendo-se em harmonia com o tempo em que Moisés vivia. Mas veio o Cristo e disse: “Não resistais aos que vos fizer mal; mas se alguém te ferir na tua face direita, oferece-lhe também a outra”. Para o orgulhoso, esta máxima parece uma covardia, porque ele não compreende que há mais coragem em suportar um insulto, que em se vingar. E isto, sempre, por aquele motivo que não lhe permite enxergar além do presente. Deve-se, entretanto, tomar essa máxima ao pé da letra? Não, da mesma maneira que aquela que manda arrancar o olho, se ele for  causa de escândalo. Levada as últimas consequências, ela condenaria toda repressão, mesmo legal, e deixaria os campos livres aos maus, que nada teriam a temer; não se pondo freio às suas agressões, bem logo todos os bons seriam suas vítimas. O próprio instinto de conservação, que é uma lei da natureza, nos diz que não devemos entregar de boa-vontade o pescoço ao assassino. Por essas palavras, Jesus não proibiu a defesa, mas condenou a vingança. Dizendo-nos, para oferecer uma face quando formos batidos na outra, disse, por outras palavras, que não devemos retribuir o mal com o mal; que o homem deve aceitar com humildade tudo o que tende a reduzir-lhe o orgulho; que é mais glorioso para ele ser ferido que ferir; suportar pacientemente uma injustiça que cometê-la; que mais vale ser enganado que enganar, ser arruinado que arruinar os outros. Isto, ao mesmo tempo, é a condenação do duelo, que nada mais é que uma manifestação do orgulho. A fé na vida futura e na justiça de Deus, que jamais deixa o mal impune, é a única que nos pode dar força de suportar, pacientemente, os atentados aos nossos interesses e ao nosso amor próprio. Eis por que vos dizemos incessantemente: voltai os vossos olhos para o futuro; quanto mais vos elevardes, pelo pensamento, acima da vida material, menos sereis feridos pelas coisas da Terra.

Tudo que fazemos, e da errado Julgamos aos Demônios, mas mau Sabemos que e Nossa Culpa, Não se apegamos em nada, na vida Apenas em Dinheiros, Carros, Casas Muitas Fortunas Deixamos Muitas das vezes da própria Família, Filhos Pela Ambições, na Realidade quem te Encaminha, para a Perdições do Mundo e o Diabo que te leva ao Monte mais alto e Mostra-lhe  todas as Riquezas do Mundo e o seu esplendor E diz a Você Tudo isto te darei se te Prostrares e me Adorares.       
  
Muitas das vezes me perguntam, porque você fala sobre Demônios, magias negras Coisa horrendas do Mundo, Maldades e etc. No seu blog.

Digo a Todos , Deus me deu livre Arbítrio, Para que eu use da tecnologia, e através dela  Vejo o quanto o ser Humano de Todo o Mundo necessita da Palavras do Senhor Todo Poderoso.
Vejo Pessoas que querem vender suas Almas Para os Demônios, Trocando tudo por dinheiro, Fortunas A Falta de Fe em Deus a Falta de um Estudo Bíblico leva as Pessoas aos Desespero em se Agarrar em Algo.
Vejo que em Muitos Casos A Própria Igreja Tem culpa Nisso, Os Pastores, Padres Que Abandona suas Ovelhas, 
Isso Causa nas pessoa que necessita das Palavras de Deus, Como se elas Não Fossem Importante para Deus, Mas Digo Agora Todos Vocês São Importante Para O Senhor Todo Poderoso.

       Jesus foi por toda a Galileia, ensinando nas sinagogas deles, pregando as boas-novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças entre o povo.
Notícias sobre ele se espalharam por toda a Síria, e o povo lhe trouxe todos os que sofriam de vários males e tormentos: endemoniados, loucos e paralíticos; e ele os curou.
Grandes multidões o seguiam, vindas da Galileia, Decápolis, Jerusalém, Judeia e da região do outro lado do Jordão.
 Seja Discípulo, leve as Palavras de Deus a aqueles que necessitam.

 Vou comentar algo sobre dízimo e ofertas e me alegro em poder fundamentar os argumentos em versículos do livro de Gênesis, pois entendo que este livro trata das origens e dos fundamentos que estão postos para todos os seres humanos, neste livro se estabeleceu todos os preceitos imutáveis de Deus.  

              

            Oferta é um conceito tão antigo quanto o homem, pois a primeira referência de oferta ocorre no Éden quando ainda não se tinha conceito de igreja ou manutenção de obreiros ou templos. “E deu à luz mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra. E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR. Gênesis 4:2-3”

                 Apenas poucos anos após o surgimento do homem, na sua segunda geração a oferta à Deus era uma prática comum. Adão certamente recebeu de Deus em uma de suas conversas de viração do dia  o conceito de louvar ao Criador com suas ofertas e passou aos seus filhos.



                 Na verdade a oferta foi criada como uma forma de adoração e não apenas uma obrigação. Deus considera o que está no seu coração no momento da oferta e não o que está em cima do altar somente. A  oferta é uma prova da dependência de Deus.

                O texto faz uma sutil observação sobre a oferta de Caim e a oferta de Abel. Caim trouxe do fruto da terra uma oferta, dando a entender que era algo comum e sem zelo, sem se importar que sua oferta fosse para o Deus que supria suas necessidades. “E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR.”



                 Abel, porém estava com um sentimento diferenciado com relação ao ato da oferta que estava fazendo. Ele trouxe o melhor que tinha diante de Deus, pois trouxe dos primogênitos dos seus rebanhos.  “E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. Gênesis 4:3-4”



Atentou Deus para Abel e para a sua oferta. A palavra de Deus é  perfeita pois Ele atentou para o ofertante antes de atentar para a oferta,  primeiro  foi considerado  a intenção do coração do homem.Deus sondou o coração de Abel  para ver se ele estava liberando a oferta, ou se retinha em seu  íntimo um pesar de estar entregando as primícias das suas  ovelhas.  “...e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. Gênesis 4:4-5”

             

                 Deus não deu atenção a Caim e para sua oferta, pois Deus conhece o ofertante antes de conhecer os motivos e a oferta.  Também vemos Deus dizer que o semblante de Caim estava descaído e ele estava irado com seu irmão, tanto que logo depois deste episódio Caim matou Abel. Logo vemos que se temos alguma coisa contra nossa irmão Deus não aceita nossa oferta.Manda que primeiro nos reconciliemos com nosso irmão, algo que Caim não teve humildade para fazer, razão pela qual sua oferta não foi aceita. “Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Mateus 5:23-24”



                   Logo o Deus que conhece o coração e julga a intenção da oferta aceitou a de Abel que era um reconhecimento da soberania de Deus, e rejeitou a de Caim que era um mero ritual, como uma obrigação.Também  somos levados a pensar que a oferta que damos não deve estar ligada ao costume da igreja, ou para agradar o pastor ou por obrigação, mas sim por amor a Deus, como um reconhecimento, e com liberalidade.



                    A oferta era queimada por pelo menos dois motivos: 1. O ofertante queria que sua oferta chegasse até , Deus que mora no céu e a única maneira de entregar a ele pessoalmente era em forma da fumaça que subia. 2. Como uma demonstração de desprendimento pois o fato de queimar a oferta  indica entrega total, sem chance de tomar de volta, sem se importar com o destino. Ao ofertar você deve considerar como queimando a sua oferta, pois ao entregar para quem quer que seja você já cumpriu o propósito que Deus estabeleceu. Se você ofertar e ficar preocupado com o que aconteceu com o dinheiro ou  a sua oferta, saiba que você não ofertou verdadeiramente, pois a oferta não subiu não “queimou” e ainda está presa a você. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria 2 Coríntios 9:7


                  Importa para Deus o sentimento por traz da oferta. Deus não precisa do seu dinheiro, mas da sua adoração. Jesus viu muitos ricos ofertando algo que não tinha significado para eles, mas uma viúva pobre ofertou tudo que tinha numa demonstração de total adoração e confiança no Deus que supre todas as tuas necessidades. “E, olhando ele, viu os ricos lançarem as suas ofertas na arca do tesouro;E viu também uma pobre viúva lançar ali duas pequenas moedas;E disse: Em verdade vos digo que lançou mais do que todos, esta pobre viúva; Lucas 21:1-3”



                   O maior oferta colocada sobre um altar  no antigo testamento foi  feita por Abraão o pai da fé. “E disse: Toma agora o teu filho, o teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre uma das montanhas, que eu te direi. Gênesis 22:2”  Esta oferta tem um grande significado pois representa o quanto Deus amou a mim e a ti e qual a mensagem real de uma oferta.



                   Deus pediu para Abrão ofertar seu único filho a quem amava para provar o grande amor que tinha por Ele.Na verdade Deus estava usando uma figura para ilustrar que a maior oferta já colocada sobre  altar da redenção foi o filho unigênito de Deus , a quem ele amava e ainda ama. “Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. 1 João 4:9”  

O grande amor de Deus foi nos exemplificado através de uma oferta . Cristo se ofertou  por toda a humanidade. “E andai em amor, como também Cristo vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Efésios 5:2”             

  

                   Dízimo é algo que também por vezes tem tomado um sentido errado, será que não pensamos alguma vez que o nosso dízimo está sendo mal empregado?Ou nunca pensamos se o pastor está sendo honesto na administração dos dízimos.

                    Sabemos que os dízimos são para a manutenção da casa de Deus. “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, Malaquias 3:10” E para a manutenção dos obreiros que trabalham integralmente na obra. “Porque diz a Escritura: Não ligarás a boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.
1 Timóteo 5:18”



                   Mas eu quero te dizer que o dízimo é isto tudo e muito mais, pois a instituição do dízimo vem antes do surgimento da igreja, entes do templo, o próprio Jesus na figura de Melquezedeque vem dar a Santa Ceia e receber o dízimo de Abraão o pai de todos os crentes. “E bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o dízimo de tudo. Gênesis 14:20”Aquele que serviu a Santa Ceia recolheu o dízimo.



                  Por que Abraão deu o dízimo se ele não tinha pastor ou igreja, e mais, o que Melquezedeque fez com o dízimo de Abraão? Logo somos levados a entender que o dízimo é uma forma de reconhecimento da soberania de Deus. Dar dez por cento do teu dinheiro não é dar o dízimo, se não entregar realmente de coração. Você só dá o dízimo a Deus se entregar liberalmente sem reservas com sinceridade de coração senão apenas estou dando 10% do meu dinheiro. Te digo que Deus não precisa de  10% do teu dinheiro mas sim de uma demonstração de dependência Dele. “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Coríntios 9:7”



                 Quando Abrão deus o dízimo, Melquisedeque  apresentou o Deus como o possuidor do céu e da terra , ou seja tudo que Abrão tinha já era de Deus.Sabemos  que Deus era chamado por vários nomes de acordo com a ocasião ,por exemplo: Jeová-Jiré (o Senhor proverá), Jeová-Nissi ( Deus é minha Bandeira), Jeová-Salom (Deus é paz) “O Deus dos exércitos”  e outros mas neste momento o que estava sendo tratado após a  grande vitória de Abrão com seus318 homens e a libertação de Ló, era o dízimo.A  ênfase era para o domínio absoluto de Deus sobre o céu e a terra, e que fora Deus quem entregou os inimigos nas mãos Abrão com suas posses e tudo que lhes pertencia.

                Quando Melquisedeque diz para Abraão que Deus é o dono do céu e da terra entendemos que estava sendo estabelecida uma relação de dependência.Bendito seja a obediência e a liberalidade de Abraaão.  “E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o Possuidor dos céus e da terra; Gênesis 14:19”


                  O dízimo deve ser devolvido pelos motivos certos.Jesus ensina sobre um dizimista que não é justificado perante Deus, pois no seu coração ele tinha certo orgulho, e se achava melhor do que os outros por ser fiel. Sua fidelidade não lhe dá o direito de criticar o que não é fiel.Ele julgava os outros homens como roubadores pois não eram dizimistas como ele, porém nunca podemos ocupar o lugar de Deus e julgar o nosso próximo.“ O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: O Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano.Jejuo duas vezes na semana, e dou os dízimos de tudo quanto possuo. Lucas 18:11-12”

               O mais importante conceito de dízimo é que este já é de Deus e a oferta já é esperada por parte dele. Se você não devolve algo que pede emprestado para alguém logo você é um ladrão. “Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Malaquias 3:8”

               Tudo é de Deus, e devolvendo algo para o seu dono você está reconhecendo, a verdadeira propriedade sobre o objeto.

                A segunda referência de dízimo que temos na Bíblia é citada por Jacó. Quando saiu da sua terra para ir ao encontro de Labão na noite em que teve um encontro real com Deus.Jeová  fez com ele um pacto de bênção .O Eterno disse que abençoaria Jacó na sua jornada. “E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado. Gênesis 28:15  Neste momento diante da infinita misericórdia de Deus e entendendo Jacó que O Eterno era dono de tudo imediatamente fez um voto com o Senhor, dizendo: “E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; E eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus; E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo. Gênesis 28:20-  Note que Jacó não pediu riquezas, mas sim o que realmente importa para o crente, “ pão para comer, e vestes para vestir;E eu em paz tornar à casa de meu pai”.Jacó só queria alimento cotidiano, vestes para não passar frio e ser levado no arrebatamento da igreja para a casa do Pai eteno.Volto a ressaltar que não havia igrejas nem  pastores, e o dízimo seria a mais pura demonstração de gratidão a Deus.

                  A referencia mais conhecida  e citada de cor por todo crente está em Malaquias . “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.Malaquias 3:10”

O dízimo nos dias de hoje é uma prova de Que as Igrejas Mudarão Muito com o Passar do Tempo, e Cobranças alta de Valores, Algumas ate Vendem souvenirs, para que, a Casa Ganhe Muito Dinheiro, Tornando O Templo de Deus em Mercado. 
  Próximo a Páscoa Jesus subiu para Jerusalém. Ao chegar ao templo encontrou pessoas vendendo muitas coisas como: bois, ovelhas, pombos, e cambistas assentados (pessoas que trocavam uma moeda por outra, isto é, moeda judaica por moeda grega, e muitas outras). Jesus ficou extremamente irritado ao ver estas coisas, e expulsou-os dali, e ordenou que não se fizesse da casa do Pai casa de negócio. Os seus discípulos se lembraram de que estava escrito: “O zelo da tua casa me consumirá” v.17b.



O zelo pela casa do Senhor deve ser observado continuamente com: reverência, amor, conservação da melhor forma possível, contribuição para que haja mantimento (tudo que é necessário para o bom andamento dos trabalhos realizados ali, e o bem-estar de todos que a freqüentam). Não transformar a casa do Senhor em casa de negócios, de decisões materiais (compra ou venda de qualquer coisa ou produto), ou qualquer outro assunto que não seja espiritual, e relativo ao Senhor Deus e a Sua Santa Palavra. Quando entramos na casa do Senhor devemos observar e por em prática toda reverência; permanecer em oração, meditação, leitura da Palavra de Deus.

  Como é de praxe para responder esta pergunta começamos pelo mais lógico e simples. O pastor é quem pastoreia, cuida do rebanho, o responsável pelas ovelhas. Bastante lógico e simples. Não é? E é isto que a Bíblia quer passar com a função de pastor, em todas as suas figuras, tanto no Novo como no Velho Testamento.
Veja o exemplo de Davi que era pastor de ovelhas e usa essa figura no Salmo 23 para mostrar como se sentia, como ovelha, em relação a Deus que é seu Pastor.
Também Jesus usa a figura de pastor se colocando como o Bom Pastor. Eu sou o bom pastor; o bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. João 10:11
Sendo assim por comparação entendemos que o pastor humano, sacerdote cristão é o guardador e guia das ovelhas de Cristo, que é o Sumo-pastor, pela qual eles darão conta.
Obedecei a vossos guias, sendo-lhes submissos; porque velam por vossas almas como quem há de prestar contas delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil. Hebreus 13:17.

sexta-feira, 10 de julho de 2015

O DEMÔNIO AZAZEL

As pegadas, mas não de um homem ou qualquer animal, são diferentes, são assustadoras.
A manchete do jornal "The Times" do dia seguinte (exatamente 16 de fevereiro de 1855) descreveria perfeitamente o sombrio fato  que ocorrera naquela inesquecível noite... "O Azazel andou em Devon".
Na noite anterior (uma quinta-feira) uma grande nevasca invadiu a região de Exeter no sul de Devon na Inglaterra. O frio fora intenso e a manhã fora a o momento dos cidadãos verem os estragos que a nevasca causara. Boas noticias, ninguém esperava, mas o que viram deixou todo os moradores duplamente  pasmados.

Em todos os jardins haviam pegadas, mas não pegadas humanas,aquilo era diferente, era uma pegada desconhecida. Eram pegadas em formas de ferradura, entretanto não poderiam ser de um animal quadrupede, com certeza era de um bípede; fato claramente notado pelos espaçamentos das passadas.
 Muitos moradores afirmavam que aquilo era o fim do mundo e muitos temiam principalmente por suas crianças, pois muitas das pegadas foram encontradas frente as janelas dos quartos de crianças.

As pegadas não cessaram em uma só noite e muitas famílias acreditavam que se elas aparecessem em seus quintais provavelmente alguém de sua família iria morrer, ou talvez alguém ali havia feito algum  pacto com o demônio. Parece difícil de acreditar, mas houve alguns assassinatos na época por esse motivo.

Então surgiram as aparições documentadas; vejam essas:

Foram muitos os avistamentos na região de uma criatura com grandes chifres, rabo e patas de bode que corria numa velocidade incrível.

Na região de Dawlish um grupo de renomados cidadãos avistaram um criatura demoníaca que corria e saltava gargalhando velozmente em todas as direções e só não foram atacados pois se ajoelharam e oraram pedindo proteção.
Azazel (ángel caído)

Azazel ou ZoZo (em hebraico: עזאזל)[a] é o nome atribuído a um anjo, que seria encarregado da tarefa de levantar as faltas humanas e as enumerar perante o Tribunal Divino, durante o julgamento anual da humanidade.1 É, por outro lado, uma figura misteriosa, que aparece por três vezes na Bíblia Hebraica, relacionado expressamente com o ritual do Yom Kipur, quando, na época do Templo de Jerusalém, um bode era sacrificado para o Criador e outro era ofertado a Azazel, sendo este último animal encaminhado ao deserto.2 3 4 Azazel também é comumente conhecido como o responsável pelo pecado da Ira entre os Sete Príncipes do Inferno (que correspondem os sete pecados).
Basta um pouco de trigo jogados no chão da Casa para ver as Pegadas deste Demônio, Azazel e o Demônio da noite que caminha a procura de uma alma que possa seguir os seus mandamentos, e possuir os dons Maléficos. 

Ao lado de Shemihazah, liderou um grupo de duzentos anjos que desceram à Terra, com o fito de viver entre os humanos. Conheceram as mulheres, e com elas tiveram filhos. Particularmente, Azazel teve filhos que pereceram no Dilúvio. Esses rebentos foram chamados de nefilim.4 "O Texto Massorético indica um nome próprio que, à parte dessa menção, é inteiramente desconhecido [nas Escrituras]: Azazel, que os rabinos da Idade Média explicavam ser designação de um demônio peludo do deserto. Então, Arão lançaria sortes por um demônio. Ora, não se faz inclusão do culto ou adoração de demônios em parte alguma da Torá, e não pode existir a mínima possibilidade de que tal culto surja aqui (e nos versículos seguintes deste capítulo [Lv16]. A óbvia solução desse enigma encontra-se na separação das duas partes da palavra 'Azazel', de modo que fique ez azel, isto é, 'o bode da partida ou da demissão'. Noutras palavras, como o versículo 10 deixa bem claro, esse segundo bode deve ser conduzido para fora, ao deserto, para onde deverá encaminhar-se, e de modo simbólico, levar embora os pecados do povo de Israel, retirando-os do acampamento do povo. É inquestionável que a LXX entendeu o versículo e o nome Azazel dessa forma, ao apresentar a grafia to apopompaio (para o que for enviado para longe). De forma semelhante, a Vulgata traz capro emissário (para o bode que deve ser despedido). Assim, ao separarmos as duas palavras que foram indevidamente fundidas numa só no hebraico, passamos a ter um texto que faz sentido perfeito no contexto, sem fazer concessão a demônios, cujo exemplo não existe nas Escrituras. Noutras palavras, 'bode emissário' (KJV, NASB, NIV) é a verdadeira tradução a ser empregada, em vez de "para Azazel"(ASV, RSV) (Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas, 1998, 2ª impressão, p.39 ) "azazel, palavra que talvez devesse ser vocalizada como ez azel (um bode de partida). É preciso que se entenda que o registro dos documentos do Antigo Testamento era escrito só com as consoantes; os pontos representativos das vogais só passaram a ser colocados no texto a partir de 800 d.C [Texto Massorético] ...A tradição, segundo a qual, o bode emissário era o nome de um demônio do deserto originar-se-ia muito tempo depois, e estaria totalmente em desacordo como os princípios da redenção ensinados na Torá. Portanto, é inteiramente errado imaginar que esse cabrito representava o próprio Satanás, visto que nem o diabo nem seus demônios jamais são mencionados desempenhando funções expiatórias em prol da humanidade - que é a implicação dessa interpretação"(Idem p. 137) "A palavra tem sido entendida e traduzida de diversas maneiras. As versões antigas (LXX, Símaco, Teodócio e Vulgata) entenderam que a palavra indica o 'bode que se vai', considerando como derivada de duas palavras hebraicas: ez= bode, e azal= virar-se" "Uma possibilidade final é considerar o vocábulo [Azazel} como a designação de um ser pessoal de modo a contrapor-se à palavra SENHOR . Neste sentido Azazel poderia ser um espírito maligno (Enoque 8:1; 10:4; 2 CR 11:15; Is 34:14; Ap 18:2 ou até mesmo o próprio demônio (KD. loc. cit.), numa oposição de antítese ao Senhor. No entanto, as referências de Enoque a Azazel como um demônio dependem, sem dúvida alguma, da interpretação que o próprio autor desse livro faz de Lv. 16 e Gn 6:4" "Mas nessa passagem joanina também se percebe uma alusão ao bode emissário. Esse fato é claramente visto nas palavras 'leva embora' (ARA, ´tira'; cf. 1 Jo 3:5 ) (Dicionário Internacional de Teologia do Antigo Testamento, p. 1099)"

No livro de Enoque, Azazel ( citado como Azazyel ) é um dos anjos caídos, chamados de nefilins, que se sentiram atraídos pelas mulheres e vieram na terra para ter relações sexuais com elas. Destas relações nasceram os Sentinelas ou Gigantes. Azazel e outros anjos caídos passaram conhecimentos a humanidade, ensinaram a humanidade a fazer armas, espadas, armaduras, agricultura, astronomia. Deus viu isso como uma traição e eliminou-os da terra com um Dilúvio (citado também em Gênesis). Ainda de acordo com o Livro de Enoque, Azazel foi julgado e condenado pelo Arcanjo Miguel.
Os Santos Vigias foram depois enviados por Deus para castigar e tentar reorganizar o caos que os Nephilim, filhos dos Grigori com as filhas dos homens, causaram na terra. Na verdade os Nephilins eram os filhos que nasceram da união entre os humanos e os anjos rebelados.
Para a Demonologia, ou a catalogação dos demônios da tradição católica Azazel é um dos 7 arque-demônios de Satã, que correspondem aos 7 arcanjos de Deus.

Azazel é considerado um demônio advindo de uma seita judaica que adorava um ídolo em forma de carneiro e oferecia sacrifícios em holocausto a esta figura caprina. Dizem, certas correntes, que havia rituais de sodomia e zoofilia, nos quais, grupos de judeus imolados pelo espírito do ídolo, no caso o demônio Azazel, entregavam suas virgens para praticar atos sexuais ou libidinosos com cabras e outros homens, em um ritual macabro e pervertido. Os reis de Judá descobriram esta seita que adorava a ídolos, e contrariava os mandamentos da Torá entregues a Moisés. Houve uma batalha na cidade aonde esta seita se encontrava e todos os judeus que adoravam Azazel, bem como a cidade, foram destruídos.

    Segundo a lenda, Azazel foi o ex-arcanjo Natanaél que se lançou do paraíso para libertar sua amada de uma prisão no inferno. Antes disso, era um anjo cuja a missão era treinar as tropas celestiais e ser um emissário enviado para viver entre os humanos; nesta missão, teve relações com as mulheres dos homens, e isto motiva a crença de que os rituais de invocação de Azazel ocorrem através da prática de atos sexuais entre mulheres e cabras. Azazel é o rei dos Shekmitas, ou seja, a raça de demônios meio homens e meio cabras, com aspecto parecido com o de Baphomet que tambem é um demônio Shekmita famoso. Aquele é responsável pela desgraça dos idólatras e seu poder é comparável ao dos demônios mais fortes do inferno; ele comanda as legiões Shekmitas no inferno, sendo um general que responde somente ao próprio Lúcifer. A boatos não comprovados de que Azazel vive nos dias de hoje entre os homens na busca incessante de estar novamente com sua amada cuja a voz seja de fato a única coisa que acalma sua ira
No terceiro livro do Tanach, consta que entre os rituais do Dia do Perdão, quando ocorre anualmente a finalização do julgamento da humanidade, havia, na época em que ainda estava edificado o Templo de Jerusalém, a obrigação de separar dois bodes idênticos (mesma cor, mesmo peso, mesma altura etc.). O primeiro era sacrificado para o Eterno, e o segundo, deixado no deserto e era chamado Azazel.5 Ele caminhava carregando os pecados até encontrar um lugar para se precipitar. Ele não parava de andar até cumprir seu destino, representando o que hoje é, e sempre, foi o destino de satanás.

A despeito de o texto dizer que um dos animais deveria ser deixado para Azazel, não se tratava de uma oferta de per se, mas o ritual estava ligado, simbolicamente, mais às origens do povo hebreu, com seus antepassados Esaú e Jacó, que eram gêmeos muito semelhantes em tudo, até no modo de andar e timbre de voz, pelo que era assaz comum as pessoas confundirem-se; apesar de idênticos no exterior, os irmãos eram de personalidade muito diferentes e, assim, se ritualizava essa memória.

Outro significado atribuído ao ritual era o de que o pecado é muito próximo de uma boa ação e que as pessoas deveriam ser vigilantes, para não deixar que um pecado fosse disfarçado de ato bondoso. A escolha de qual dos animais seria enviado ao deserto era aleatória.

O antigo e estranho caso das Pegadas do Diabo

Na noite de 9 para 10 de Fevereiro de 1932, num dos Invernos mais frios de que havia memória os habitantes do condado de los angeles, acordaram para um cenário no mínimo bizarro. Um rasto de pegadas de um animal com patas e tres dedos, estendia-se por várias milhas. Foram avistadas em mais de 30 localidades diferentes, de tal forma que, assumindo que as marcas foram feitas por uma única criatura,  numa única noite. Para além da extensão, outras singularidades acompanhavam as pegadas. As mesmas pareciam ter sido feitas por uma criatura bípede além disso, as marcas formavam quase uma linha única, em vez de surgirem alternadamente à direita e à esquerda. E para acrescentar ainda mais ao mistério, as pegadas pareciam por vezes descrever padrões impossíveis. Acabavam junto de muros altíssimos e montes de feno, e apareciam do outro lado dos mesmos, como se a criatura tivesse simplesmente pulado sobre eles. Apareciam do nada no meio dos campos e terminavam abruptamente, dando a entender que o autor das pegadas tinha simplesmente aterrado e em
seguida levantado vôo. Foram também reportadas várias pegadas em cima de telhados e nos parapeitos de janelas.
Como é óbvio, não tardou muito para que as pessoas atribuíssem as pegadas ao próprio Diabo. Mas será que o anjo caído andou mesmo pela cidades de los angeles Vamos começar por tentar perceber se existem ainda fontes diretas do fenômeno, ou seja, manuscritos originais ou outros documentos pertencentes a testemunhas presenciais.
A bonita igreja paroquial de Clyst St. George teve como reitor o Reverendo Henry Thomas Ellacombe, um campanólogo de elevado mérito e também um reconhecido botânico. Diz-se inclusivamente que nos jardins da reitoria, o fantasma do Reverendo com a sua longa batina preta, ainda é por vezes avistado vagueando por entre as suas plantas... O motivo pelo qual menciono o Reverendo Ellacombe, prende-se com o fato de a ele pertencerem os únicos documentos originais e contemporâneos do enigma das Pegadas do Diabo. São constituídos por cartas, desenhos das marcas, menções a relatos de testemunhas e mesmo algumas observações curiosas feitas pelo reverendo, como por exemplo o fato do seu cão ter ladrado continuamente na noite em que apareceram as supostas pegadas sobrenaturais. Para além destes documentos, as restantes fontes em primeira mão dos acontecimentos, resumem-se às cartas remetidas por testemunhas ao Illustrated London News, e publicadas na íntegra.
Assim informou o The Times, de Londres, em 16 de fevereiro:

...Na quinta-feira à noite, ao que parece, houve uma forte nevasca nas proximidades do sul de 
los angeles. Na manhã seguinte os habitantes dessas cidades ficaram surpresos ao descobrirem as pegadas de um animal estranho, misterioso e onipresente, pois as pegadas foram vistas nos lugares mais inacessíveis – nos telhados, em corredores estreitos, em jardins e quintais fechados com cercas e muros altos, bem como nos campos ao ar livre. Pareciam mais de um bípede do que de um quadrúpede e distanciavam-se 20cm umas das outras. As impressões das patas lembravam muito uma ferradura de burro e tinham de 3,5 a 6,5 cm de largura em certos casos. Às vezes pareciam estar rachadas, mas na maioria dos passos a ferradura persistia e, como a neve no centro estava intacta, mostrando apenas o contorno da pata, deveria ser convexa [ concava ? ]"... O outro, e único, exemplo conhecido de pegadas assim foi informado pelo capitão sir James Clark Ross, comandante de dois navios que exploravam as regiões do Pólo Sul e atracaram na Ilha Kerguelen em maio de 1840 : ..."animais de terra, não vimos nenhum, e os únicos indícios que vimos de sua existência na ilha foram algumas pegadas singulares de um pônei ou jumento, tinham 7,5 cm de comprimento e 6,2 cm de largura, com uma pequena depressão mais funda em cada lado, além da forma de ferradura"... Se o tivessem enxergado, o que teriam visto?
De acordo com relatos contemporâneos, que se estendia por mais de uma centena de quilômetros, e foi através de paredes sólidas e palheiros, aparecendo do outro lado como se não houvesse nenhuma barreira. A extensão das pegadas pode ter sido exagerada no momento. Mas na verdade as 'pegadas', se é isso que estavam ali, ainda permanecem um mistério completo.Um dos primeiros a ver as marcas foi um padeiro e depois o diretor da escola, o qual reuniu um grupo de pessoas para seguirem essas marcas. Qual não foi a surpresa quando perceberam que o animal havia pulado também muros que variavam de quatro a seis metros de altura e também Atravessou o rio Exe, deixando a marca de uma margem à outra como se tivesse caminhado sobre a água, sendo que esse rio possui três quilômetros de largura. E assim percorreu entorno de 150 quilômetros, passando por Exmouth, Lympstone, Woodbury, Powderham, e vários outros lugares, apenas em uma noite. Apenas em uma noite Cornwal ficou marcada com essas pegadas.
Vários animais foram sugeridos para fazer as pegadas como:guaxinins, ratos, cisnes, lontras. Alguns cangurus haviam escapado de um zoológico particular pertencente a um deputado de Fische em Sidmouth, mas a descrição das pegadas não tem qualquer semelhança com as de um canguru. Além de tudo estes animais não seriam capazes de pular 6 metros de altura para pular um muro ou atravessar um rio de cerca de 3km de largura. As marcas eram em forma de U, com 10cm de comprimento e 7 cm de largura, e com 20cm distantes uma da outra.Também foi observado que a forma em que foram estabelecidas, uma na frente da outra, sugere um bípede ao invés de uma criatura andando sobre quatro patas. Há casos semelhantes espalhados por outras partes do mundo e também conta um escrito na Grã-Bretanha. Segundo Ralph de Coggeshall, (que também gravou vários estranhos fenômenos em sua época) é um escritor do século 13, em 19 de julho de 1205 relatou impressões estranhas que apareceram depois de uma violenta tempestade elétrica (seria uma coincidência? Dizem que grandes demônios quando chegam a um local causam tempestades elétricas...). Em meados de julho essa faixa só seria visível na terra fofa, e as tempestades com descargas elétricas sugerem algum tipo de fenômeno natural ainda desconhecido.
Em 1.950, essas pegadas surgiram novamente em Devonshire.

Em 14 de março, o jornal The Times publicou a aparição dessas pegadas em Glenorchy, Escocia, que se estendiam por quilometros.

Pouco a pouco foram surgindo histórias de pegadas em vários lugares: Nova Zelandia em 1.886, nas praias de Nova Jersey, nos Estados Unidos, em 1.908, na Bélgica, em 1.945, nas encostas do vulcão Etna, Sicilia, em 1.970.

Pegadas do diabo continuam a ser um intrigante mistério que só será realmente resolvido se o fenômeno volte a acontecer e pode ser examinado mais de perto, o que não foi, pois na noite de 12 de março de 2009, apareceram novamente marcas semelhantes, como as da foto.
O esquisito é que quando apareciam obstáculos no caminho, por exemplo uma casa, o suposto diabo saltava/voava para o telhado e continuava o seu caminho. O mais estranho é que se fosse um animal de cascos como um cavalo ou uma cabra deixaria fezes, não agüentaria caminhar 160 km em linha reta durante uma tempestade e não conseguiria saltar obstáculos tão altos.
Hoje em dia temos muitos recursos para saber se somos visitados por Demônios a noite Basta pegarmos um pouco de trigo e espalhar no chão, e ao amanhecer saberemos se fomos visitados pois as pegadas estarão ali a vista.

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