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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


domingo, 18 de setembro de 2016

A possessão demoníaca de Clara Germana Cele

Um caso muito antigo e arrepiante, que aconteceu com uma jovem moça em 1906, ou seja a mais de um século, e que ainda continua sendo misterioso, a história é dada como verídica no país de origem.
Clara Germana Cele, nascida na África do Sul em 1890, foi parar ainda bebê num orfanato católico da cidade de Natal. Foi batizada pelos religiosos que cuidavam do lugar, levando uma vida normal até os 16 anos, ela era uma adolescente normal, até os seus 16 anos, quando ela teria feito um pacto com o Diabo. Em seus exorcismos, Clara revelou ao Padre Hörner Erasmus, que havia feito o pacto, e uma freira mantinha informações deste caso, segundo um dos relatos a jovem possuía a capacidade de falar outras línguas até então desconhecidas. Clara falava alemão, polonês, francês e outras línguas desconhecidas.
A freira relatou que Clara demonstrava clarividência, revelando os segredos mais íntimos e transgressões das pessoas que ela nem possuía contato, e também do seu pavor a objetos religiosos e abençoados, a moça ficava agitada ao se deparar com crucifixos , e produzia sons horríveis na presença das freiras. Muitas freiras acabavam apanhando da garota, sendo espancadas,  mais pessoas eram necessárias para ajudar a segura-lá. As freiras ainda afirmaram que Clara, levitava no ar chegando até meio ou um metro acima do chão. Segundo o Manual Luterano Pastoral, quando uma pessoa mantém estes sintomas ela realmente está possuída.
Para praticar o seu exorcismo, foram necessários dois padres e durou 2 dias. Sendo que no primeiro dia, Clara estava muito nervosa, e tentou matar um dos padres com a bíblia. Mais de 170 pessoas teriam presenciado o ritual — que durou dois dias —, e inclusive teriam testemunhado a jovem tentando estrangular um dos sacerdotes e levitando enquanto as sagradas escrituras eram lidas diante dela.
Após os 2 dias, ela teria se curada e o demônio obrigado a sair. Infelizmente não temos nenhuma informação do que aconteceu com ela após o exorcismo, a idade de sua morte, ou outras informações sobre ela.
Sabemos que quando um Exorcismo e bem feito, muitos dos casos as pessoas nem lembrai mais oque aconteceu, muitos dos caso o Exorcismo leva ate a morte da pessoa 
já que o Demônio que a possuiu e muito forte, um Exorcismo leva o Exorcista ao Extremo.

domingo, 4 de setembro de 2016

Exorcismo sancionado pela Igreja Católica Romana.

Escrito no ano de 1614 durante o papado do Papa Paulo V, o Rituale Romanum alertava os padres contra realizar os ritos de exorcismo em indivíduos que não estejam realmente possuídos. Mas com o avanço da ciência médica que podia diagnosticar com maior precisão doenças tanto físicas quanto mentais, os casos de possessão real – demoníaca (extremamente rara) e espiritual (comum) – tornaram-se muito mais difíceis de determinar.

Muito do que se acreditava ser possessão demoníaca agora é diagnosticado como sendo esquizofrenia, paranóia, distúrbio de múltipla personalidade, disfunções sexuais, histeria, e outras neuroses resultantes de obsessões e terrores da infância. Desde sua publicação inicial no século XVII, o manual permaneceu inalterado até 1952, quando duas pequenas alterações no texto do ritual do exorcismo foram feitas.

Essas revisões mudaram, por exemplo, o texto em uma linha que dizia "sintomas de possessão são sinais da presença do demônio" para "sintomas de possessão podem ser sinal de demônio". Em outra sentença original, referia à pessoas sofrendo de condições além da possessão demoníaca ou espiritual como "aqueles que sofrem de melancolia ou outras enfermidades", e foi modificada para "aqueles que sofrem de enfermidades, particularmente enfermidades mentais".

Há padres, em número cada vez maior, que acreditam na existência de possessão demoníaca e enumeram sinais que indicam sua presença. De acordo com esses membros do clero, se um indivíduo demonstra habilidades paranormais, manifesta força física sobre-humana e, principalmente, fala em línguas, então ele pode ser um candidato para o ritual de exorcismo. A Igreja pode considerar esse indivíduo possuído quando os sintomas citados anteriormente são acompanhados de repulsa extrema por objetos sagrados. Um padre treinado na expulsão de demônios e espíritos malignos é então convocado e, somente após receber permissão de um bispo, pode realizar o centenário ritual do exorcismo.

Exorcistas raramente ou nunca trabalham sozinhos. Normalmente são auxiliadas por, no mínimo, três outras pessoas. Uma delas é geralmente um padre mais jovem e menos experiente que está ou esteve sob treinamento para realização de exorcismos. Seu papel central é continuar o exorcismo e assumir o ritual, caso o exorcista fique muito fraco para continuar ou se ele morrer. A segunda pessoa que serve de assistente para o exorcista é, na maioria dos casos, um médico cuja responsabilidade é administrar qualquer medicação ou tratamento que a vítima da possessão precise, pois sob nenhuma circunstância o exorcista pode fazer isso. A terceira pessoa é tradicionalmente um homem parente da pessoa possuída, normalmente o pai, irmão ou marido. Em alguns casos pode ser um amigo de confiança da família. Mas, em qualquer caso, é imperativo que esteja em boas condições de saúde e seja forte, tanto física como mentalmente. Se a pessoa possuída é uma mulher, muitos exorcistas providenciam que outra mulher esteja presente durante o ritual para evitar escândalos.

Antes de realizar o ritual do exorcismo, é costumeiro que o padre faça uma boa confissão e seja absolvido de todos os seus pecados para o caso de o espírito ou demônio que ele enfrentará tente usá-los contra ele durante o ritual. Ele então veste os trajes necessários para os padres exorcistas (um sobrepeliz e um sudário púrpura) e inicia o ritual. Durante o exorcismo, certas orações prescritas, tais como o Pater Noster (o Pai-Nosso), as Litanias dos Santos e o Salmo 53, são recitadas sobre o individuo possuído, freqüentemente em latim, uma vez que se acredita que as orações são mais eficientes quando recitadas nessa antiga língua.

Ao longo dessas recitações, o exorcista tradicionalmente faz o sinal-da-cruz, lê as escrituras e, às vezes, coloca suas mãos sobre a vítima. Ele também exige que o espírito maligno ou demônio que possuiu a pessoa revele seu nome e natureza, sucumba ao Filho de Deus e deixe sua vítima humana em paz. Quando o espírito maligno ou demônio finalmente parte, o exorcista reza a Jesus Cristo e pede que ele conceda sua divina ajuda e proteção à pessoa, que normalmente não retém memórias claras de sua possessão demoníaca ou do exorcismo. Se, todavia, o ritual de exorcismo não é bem-sucedido em expulsar o espírito maligno ou demônio de sua vítima, ele é então realizado repetidamente até que a entidade deixe o local. Isso pode levar horas, dias ou até mais tempo.

“O Rituale Romanum  (Ritual Romano em latim) é um livro litúrgico que contém todos os rituais normalmente administrados por um padre, incluindo o único  ritual formal para exorcismo sancionado pela Igreja Católica Romana até finais do século XX. Além do exorcismo de demônios e espíritos, esse manual de serviço para padres também contém instruções para o exorcismo de casas e outros lugares que se acredita estarem infestados por entidades malignas.

O Problema dos "Sensitivos"

Fontes fiáveis de discernimento no diagnóstico de um determinado caso são uma grande ajuda para o exorcista, uma vez que lhe reduzem a dependência do seu próprio juízo. No entanto, qualquer imprudência cometida pelo exorcista será utilizada por Satanás contra ele ou contra o possuído. Alguns afirmam que são capazes de entender com bastante certeza o carácter de uma pessoa ou a história de um determinado lugar, da mesma maneira como olham para um ecrã de televisão. Outros afirmam a mesma certeza de diagnóstico com base na faculdade, que dizem ter, de interpretar os movimentos do pêndulo, a disposição do óleo despejado na água, etc. Está muito difundida a opinião segundo a qual o valor destes supostos dons deve ser considerado da mesma forma que os critérios recomendados pelo Ritual de 1614. Mas como é que se pode ter a certeza que esses dons provêm de Deus, ou da nossa natureza humana, ou dos anjos, ou dos demónios?

Casos análogos referentes aos videntes e às aparições podem ajudar-nos a discernir se tais dons provêm de Deus. No discernimento das "aparições" pode ajudar perguntar ao vidente de que modo ele estabelece uma relação com Jesus, ou com Nossa Senhora, antes, durante e depois da aparição; isto com o objectivo de verificar se o "vidente" se torna mais consciente da necessidade de adorar ainda mais Jesus. A veneração é a humildade na acção, é qualquer coisa que não pode vir nem de Satanás nem de nós mesmos. Mas também se não se crescer na veneração por Jesus, isto não quer dizer que as aparições ou os dons provenham necessariamente de Satanás, uma vez que podem provir dos anjos ou da nossa natureza humana.

É certo que os anjos podem ajudar-nos a verificar a presença do Demónio de muitas maneiras. Mas não creio que os anjos usassem métodos que os demónios pudessem facilmente imitar para nosso dano. Isto significa que estes dons (pêndulo, óleo...) provêm ou dos demónios ou da natureza humana. A nossa natureza humana apresenta uma grande riqueza interior, que é inexplicável. Por exemplo, é comum os gémeos saberem onde se encontra o outro, em que é que está a pensar, etc. Muitas vezes as mães intuem o que está a acontecer aos filhos, sobretudo se lhes acontece alguma coisa de preocupante. Tais capacidades podem ser naturais; mas depois do pecado original, os homens são mais facilmente tocados por aquilo que é material do que por aquilo que é espiritual na nossa natureza; são por isso menos propensos a desenvolver as suas capacidades nesta direcção. Mas vejamos, por exemplo, como o Cura d’Ars era competente no plano espiritual. É claro que nem todos se podem atribuir a mesma santidade. Mas o uso destas capacidades é de evitar, pelo menos no diagnóstico de indivíduos possessos.

Se um exorcista se torna imprudente, provavelmente não se limitará a utilizar estes fenómenos extraordinários. Poderá também atribuir uma excessiva importância aos seus próprios poderes de investigação. Por exemplo, o Maligno gostaria muito que um exorcista atribuísse determinadas acções a determinados demónios, para que o exorcista ficasse a saber os nomes dos diabos com base nas acções reconhecidas em cada caso específico. Depois, se o exorcista tenta expulsar o Diabo enganando-se no nome, o que fará o Diabo senão permanecer, fingindo ter saído? É importante notar que, entre os anjos rebeldes, não há democracia, mas uma hierarquia rígida. Eles agem e falam segundo a vontade do seu chefe; este é o motivo pelo qual muitos diabos simples dizem o seu nome. De outra forma agiriam e falariam em função das circunstâncias e das exigências, quer da própria pessoa que atormentam, quer do próprio exorcista.

sensitivo/sensitiva

1. Saber: os sensitivos sabem coisas sem que elas lhes sejam ditas. É um conhecimento que vai além da intuição, mesmo que essa seja a forma como muitos poderiam descrever o saber. Quanto mais sintonizados eles são, mais forte este dom se torna.

2. Estar em locais públicos pode ser esmagador ou avassalador: lugares como shoppings, supermercados ou estádios, onde há uma grande quantidade de pessoas ao redor, podem sobrecarregar o empata com emoções turbulentas.

3. Sentir as emoções e tomá-las como suas: esse é um grande fardo para pessoas sensitivas. Algumas delas sentirão emoções vindas daqueles que estão perto e outras poderão sentir as emoções de pessoas a uma grande distância, ou até ambas. Os empatas mais sintonizados perceberão se alguém tem maus pensamentos sobre eles, até mesmo a uma grande distância.

4. Assistir violência, crueldade ou tragédias na TV pode se tornar insuportável. Quanto mais sintonizado um empata se torna, pior se torna o ato de ver TV. Pode acontecer, eventualmente, de ele ter que parar de ver televisão ou mesmo ler jornais.

5. O empata sabe quando uma pessoa não está sendo honesta: se um amigo ou um ente querido está lhe dizendo mentiras, ele sabe disso (embora muitos sensitivos tentem não se focar muito nesse conhecimento porque saber que um ente querido está mentindo pode ser doloroso). Se alguém está dizendo alguma coisa, mas, sente ou pensa de outra forma, o empata simplesmente sabe.

6. Captar os sintomas físicos de uma outra pessoa: um empata pode desenvolver as doenças de outra pessoa (constipações, infecções oculares, dores no corpo, etc), especialmente, aqueles que são mais próximos.

7. Distúrbios digestivos e problemas nas costas: o chacra do plexo solar tem base no centro do abdômen. Esse é o lugar onde os empatas sentem a emoção do outro, o que pode enfraquecer a área e, eventualmente, levar a problemas diversos, desde úlceras estomacais à má digestão, entre muitas outras coisas.

8. Sempre a olhar os oprimidos: vítimas de injustiça ou intimidados, qualquer um que esteja em sofrimento chamará a atenção de um empata.

9. Os problemas dos outros: um empata pode se tornar uma lixeira para questões e problemas de toda a gente e, se não tiver cuidado, pode acabar assumindo esses problemas como seus.

10. Fadiga constante: os sensitivos muitas vezes ficam sem energia, pois,  a perdem para vampiros de energia, ou apenas dispensando demasiada energia própria com os outros. Muitos são diagnosticados com Fadiga Crônica ou até Fibromialgia.

11. Personalidade possivelmente viciada: álcool, drogas e sexo são, para citar apenas alguns vícios a que os empatas podem recorrer para bloquear as emoções dos outros, formas de auto-proteção a fim de se esconder de alguém ou de algo. Esses hábitos podem não se tornarem um vício mas, em menor escala, podem ser válvulas de escape regulares.

12. Atração para a cura, terapias holísticas e todas as outras coisas metafísicas: embora muitos sensitivos gostem de curar os outros, podem acabar por se afastarem dessa vocação (mesmo tendo eles uma capacidade natural para isso), porque eles carregam muito daqueles que eles estão tentando ajudar. Especialmente se eles não souberem da sua capacidade e habilidade com relação a empatia. Qualquer coisa que tenha uma natureza sobrenatural é de interesse para os sensitivos. Eles não se surpreendem ou ficam chocados facilmente.

13. Criatividade: cantar, dançar, atuar, desenhar ou escrever, um empata terá uma forte veia criativa e uma imaginação muito fértil.

14. Amor pela natureza e pelos animais: estar ao ar livre na natureza é uma obrigação para os sensitivos, e os animais de estimação são uma parte essencial da sua vida. Podem não os ter, porque acreditam que eles devem ser livres, mas têm grande carinho e sentido de proteção com relação a eles.

15. Necessidade de solidão: um empata pode ficar muito mal se não tiver algum tempo de silêncio. Isso é ainda muito evidente em crianças empáticas.

16. Fica entediado ou distraído facilmente se não for estimulado nas tarefas mais rotineiras: trabalho, escola e vida doméstica têm de ser interessantes para um empata ou ele se desliga delas e se perde em sonhos, rabiscos ou a procrastinação.

17. Consideram impossível fazer coisas de que não gostam: Forçar um empata a fazer algo que ele não gosta, através da culpa ou rotulando-o como passivo, servirá apenas para fazê-lo infeliz. É por essa razão que muitos sensitivos ficam rotulados como sendo preguiçosos.

18. Luta pela verdade: isso torna-se mais predominante quando um empata descobre seus dons de nascença.

19. Sempre à procura de respostas e conhecimento: ter perguntas sem resposta pode ser frustrante para um empata, e ele se esforçará sempre para encontrar uma explicação. Se ele tem um conhecimento sobre algo, ele procurará a confirmação. O lado mau disso pode ser a sobrecarga de informações.

20. Gostam de aventura, liberdade e viagens: os sensitivos são espíritos livres.

21. Abomina a desordem: a desordem traz uma sensação de peso e bloqueia o seu fluxo de energia.

22. Adora sonhar acordado: um empata pode olhar para o espaço por horas, ficando num mundo muito próprio e de muita felicidade.

23. Acha a rotina, as regras ou o controle aprisionantes: qualquer coisa que tire a liberdade é debilitante para um empata.

24. Propensão para carregar peso sem necessariamente se desgastar: o excesso de peso é uma forma de proteção para impedir a chegada das energias negativas que, por si só, já têm muito impacto.

25. Excelente ouvinte: o empata não vai falar de si, a menos que seja para alguém em quem realmente confia. Ele gosta de conhecer os outros e com eles aprender.

26. Intolerância ao narcisismo: embora sensatos e generosos, os sensitivos não gostam de ter pessoas ao seu redor que sejam excessivamente egoístas, que se coloquem em primeiro lugar e se recusem a considerar os sentimentos dos outros ou pontos de vista diferentes dos seus.

27. A capacidade de sentir os dias da semana: um empata sentirá o “Sentimento de Sexta-feira”,  trabalhe ele às sextas-feiras ou não. Eles captam a energia do coletivo. O primeiro par de dias de um longo fim de semana de feriado (da Páscoa, por exemplo) pode ser sentido por eles como se o mundo estivesse sorrindo, calmamente e relaxadamente. Domingo à noite, as segundas-feiras e terças-feiras, de uma semana de trabalho, têm um sentimento muito pesado.

28. Não vai optar por comprar antiguidades, coisas vintage ou coisas em segunda mão: qualquer coisa que tenha sido propriedade de outro carrega a energia do proprietário anterior. Um empata vai mesmo preferir ter um carro ou uma casa nova (se eles estiverem numa situação financeira que lhes permita fazê-lo), sem energia residual.

29. Sente a energia dos alimentos: muitos sensitivos não gostam de comer carne ou aves, ainda que eles gostem do seu sabor; pois, eles podem sentir as vibrações do animal (especialmente se o animal sofreu).

30. Pode parecer mal-humorado, tímido, indiferente, desconectado: dependendo de como um empata se sente, isso influenciará sobre como ele se mostra para o mundo. Empatas podem ser propensos a mudanças de humor e, se eles captarem energia muito negativa, aparecerão calados. Um empata detesta ter de fingir que está feliz quando está triste, isso só aumenta a sua carga e pode fazê-lo sentir como que se estivesse se escondendo debaixo de uma pedra.

Se você se identificou com a maioria ou com todos os itens acima, então você é definitivamente mais um empata.

você é um sensitivo/sensitiva

Ser uma pessoa sensitiva implica em vantagens e desvantagens e é um dom espiritual, que deve ser treinado e bem utilizado para que se possa ajudar muitas almas e você mesmo
O que é ser sensitivo?

Pessoas denominadas sensitivas são vulneráveis à presença de espíritos, pressentimentos e intuições. O sensitivo/sensitiva possui a habilidade de sentir o estado de espírito de outras pessoas, além de captar mensagens comumente não percebidas.
Sensitivo X Médium

Um médium é impressionável, ou seja, não possui o “vel” que nos impede de enxergar, escutar ou sentir o mundo espiritual. A mediunidade torna a pessoa suscetível a escutar, ver, sentir e até mesmo incorporar espíritos.

Já um sensitivo possui a capacidade de sentir seu estado de espírito, dores, emoções. Além de ter a intuição extremamente aguçada, pode obter revelações através de sonhos ou até mesmo interpretá-los naturalmente. Pode sentir a presença de outros espíritos, mas não necessariamente vê-los.

Entretanto também existem pessoas médium sensitivas, que são impressionáveis como os médiuns e possuem o dom da sensitividade. A esta habilidade se dá o nome de mediunidade sensitiva.
 Vantagens e desvantagens de ser sensitivo

A sensitividade, assim como a mediunidade, é um dom espiritual. É como uma visão ampla da realidade, e isso lhe possibilita entender a vida de forma mais completa que a maioria de nós.

Porém, em alguns momentos, a sensitividade pode lhe parecer algo negativo. É possível que um sensitivo sinta certa inquietação em alguns ambientes e antipatia aparentemente sem razão por algumas pessoas. Mas não se assuste, tais percepções fazem parte da sensitividade e significa que você está mais aberto para o mundo espiritual, esta habilidade é positiva e cabe a você desenvolvê-la com o auxílio de um centro espírita e/ou umbanda e praticar seu autocontrole.

Veja algumas características que fazem uma pessoa ser sensitiva:

     Sente-se mal em lugares lotados e aglomerados
    Sente-se nervoso e possui sintomas como suor repentino, tremedeiras e taquicardia sem nenhuma explicação
    Capta os sentimentos das pessoas ao seu redor
    Consegue identificar a índole de alguém pelo olhar
    Frequentemente sente-se sendo observado
    Acorda com o corpo “pesado”
    Tem sonhos lúcidos
    Sente ter conexão com a natureza e com os animais

Se você possui mais de quatro destes sintomas, procure auxílio espiritual, você pode ser um sensitivo/sensitiva!

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