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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


segunda-feira, 10 de setembro de 2018

A BRUXARIA DE LILITH E SUAS ABORDAGENS

A Bruxaria de Lilith possui 5 abordagens que se complementam:
Wiccaniana;
Sistêmica;
Tântrica;
Dimensional;
Magística Natural.

WICCA significa a sabedoria de girar, dobrar e moldar as forças da natureza ao nosso favor.
Nesta abordagem, a Tradição de Lilith preconiza a celebração da União da Dualidade Divina, a Coniunctio Alquímica, o Maithuna Cósmico, o Grande Rito, através da Roda do Ano. Sabemos que a Wicca é uma religião neopagã, o reavivamento e a sobrevivência moderna da Antiga Religião, baseada na Terra e suas manifestações. Nesta abordagem somos politeístas com uma linha de frente iniciática e de orientação matriarcal focada em Lilith.
Vemos a Deusa e o Deus como polaridades complementares no Universo Manifesto, trabalhando por um equilíbrio entre si, e desta forma estamos na dinâmica de yin e yang, encontrada no Taoísmo. A Deusa simboliza a Terra (a Mãe Terra) ou a Lua, a qual é complementada pelo Deus, seu consorte, visto como o Sol. Tradicionalmente, o Deus é um Deus Cornífero, associado com a natureza selvagem, a sexualidade, a virilidade, a caça e o ciclo de vida. Ao Deus Cornífero, Senhor da Floresta, é dado vários nomes de acordo com o ritual celebrado, como Cernunos, por exemplo, e este valor não equivale à figura tradicional do diabo cristão, pois não cremos nele. Em outras ocasiões, nosso Deus é visto como o Homem Verde, associado ao mundo natural. O Deus é frequentemente icorporado como o Deus Sol, que para nós é Lúcifer, consorte de Lilith, e uma outra representação Sua é a do Rei Carvalho [que governa a primavera e o verão] e o Rei Azevinho [que governa o outono e o inverno].
Na Tradição de Lilith, o Deus não é visto nem acima – e tampouco abaixo da Deusa. Lilith é uma Deusa que gosta do Masculino e o aceita como seu igual e parceiro em complemento e cumplicidade. Lilith aprecia muito o Masculino Independente, capaz de aceitar sua liberdade sem temer o seu amor. Portanto, não é qualquer “tipo masculino” que aceita estar ao lado de um Feminino como Lilith. Deuses que se destacam pela capacidade de estratégia, discernimento, sabedoria, poder, liberdade, segurança, virilidade, abundância, confiança e coragem são mais atraídos pelo seu arquétipo, pois não temem perder o poder, tampouco subjugam ou subestimam a força feminina, eles não a vêem como ameaça. Não é preciso mencionar que “modelos adâmicos” de comportamento estão fora de questão. Além de serem modelos falidos da sociedade contemporânea, foram produzidos pela misoginia judaico-cristã e estão fora dos preceitos lilithianos.
Abordagem Sistêmica
Nesta abordagem, a Tradição de Lilith preconiza uma dinâmica de rede com a existência de três níveis de consciência:
Consciência Pessoal;
Consciência de Clã;
Consciência Universal.
Acima desses três níveis de consciências encontra-se a Lei Trílice e mais três leis fundamentais que direcionam os relacionamentos humanos:
Pertencimento;
Equilíbrio entre Dar e Receber;
Ordem de Chegada ao Sistema.
Dessa forma, favorecemos o desenvolvimento da rede em:
Domínio Pessoal: expansão da capacidade pessoal para obter os resultados desejados, não somente para a Tradição, mas para todos os que dela fazem parte;
Transgressão de Paradigmas: transgredir para crescer – não existe nada que não possa ser questionado, modificado, repensado ou reorganizado;
Visão Compartilhada: engajamento do clã em relação ao futuro que se deseja criar;
Aprendizado em Família: desenvolvimento das capacidades maiores em relação à soma dos talentos individuais.
Abordagem Tântrica
Nesta abordagem, nossas práticas integram o Sistema Tradicional de Tantra como um sistema de desenvolvimento comportamental, matriarcal e desprepressor, pois vemos a energia sexual como uma libertadora fonte de poder, no entanto, reduzir a visão tântrica aos processos mundanos da sexualidade é perder seu conteúdo, assim, vamos elucidar o que é o Tantra.
Tantra, em sânscrito तन्त्र, significa simplesmente “tratado” ou “exposição”. Na base literal significa tear, tecer, urdidura. Assim, a ideia de princípio, contínuo, sistema, doutrina, teoria, que vem da raiz tan, esticar, estender, expandir, e do sufixo tra, instrumento, nos traz a elaboração do conceito de expansão da consciência. Um tecido que se estende, cujos fios se entrelaçam, modelando uma estrutura. Deste conjunto de elaborações, chegamos à ideia de trama, que se refere aos fios do comportamento que tecem, modelam e organizam a nossa vida. Assim, Tantra é um sistema, um sistema de desenvolvimento humano. O Tantra tem base no nosso comportamento e tudo o que se relaciona com ele. O Tantra é comportamental, prático, sensorial e desrepressor, não é mental. Ele se aplica à maneira como agimos e reagimos, como e o que pensamos, porque pensamos, com aquilo que falamos e fazemos, com aquilo que está por trás de nossas motivações. Ele possibilita uma sabedoria diferenciada que não é racional ou lógica, sendo reconhecido por muitos como uma ciência comportamental.
Assim, a abordagem tântrica dentro da Tradição de Lilith, não é sobre sexo, mas sobre a Morte, pois para expandir a consciência, reconectar-se com a Natureza e desenvolver habilidades psíquicas pertinentes à Bruxaria, o velho ego precisa morrer. Temos aqui um contexto iniciático. Se pensarmos que, dentro da abordagem popular que carece dos elementos genuínos do Tantra, cada orgasmo obtido é uma pequena morte que abre portas em níveis diferentes de consciência e percepção da realidade, então, as meditações tântricas permitem uma reorganização a nível psíquico e hormonal, influenciando todas as camadas de corpo, mente, emoções e espírito, eliminando a ansiedade, curando a angústia e devolvendo o poder pessoal, a liberdade de espírito, a auto-confiança e a auto-estima.
Assim, na Tradição de Lilith trabalhamos com dinâmicas magístico-tântricas de propriocepção que alavancam  a expansão da consciência, trazendo como consequência, soluções para as questões da sexualidade [que se aflora no contato com Lilith] e a elevação da energia kundalínica [que é a chave para essa expansão consciencial], num trabalho que envolve a sexualidade, sem contudo, ter a ver necessariamente com sexo. Na integração de nossas sensações corporais e sensibilidade, alinhando-as com os nossos sentidos sutis, criamos uma conexão de não-dualidade [a transcendência nupcial da união entre a Deusa e o Deus, dentro de cada indivíduo], integrando nossas partes fragmentadas, ao mesmo tempo em que desconstruímos o velho ego para ressignificar a relação com a realidade: o corpo é nosso primeiro templo.
Abordagem Dimensional
Nesta abordagem, preconizamos os avanços científicos alinhados à mitologia no processo de união entre cosmogonia e cosmologia, em contextos quânticos, hadrônicos e multi-uni-versais.
Abordagem Magística Natural
Nesta abordagem, preconizamos que a magia não é algo sobrenatural ou não-natural. Ela está em nossas casas e quintais, em nosso corpo, na essência de nossos seres. Um dos maiores mistérios da magia é que não há mistérios. Pelo contrário, eles estão constantemente se revelando ao nosso redor e basta que alinhemos nossa percepção com a Natureza para compreendê-los. Um estudo sobre o crescimento das plantas ou do sopro do vento pode revelar mais sobre a verdadeira natureza da magia do que uma centena de livros falando sobre ela. Assim, a Natureza é o Universo em Si.

A Deusa Lilith, o Lado Escuro da Lua

Lilith (ou Lylith): é conhecida como um demonio feminino da noite, foi originalmente a rainha dos ceus sumeriana, os hebreus incoporaram a Deusa e a modificaram como forma de primeira esposa do primeiro homem biblico "Adão", que se se recusou a ficar debaixo dele durante o ato sexual, ela insistia que, deveriam fazer sexo de igual para igual, pelo fato de terem sido criados iguais, e Adão não concordou com isto, então a Lilith o deixou.
As Deusas negras tem uma grande importancia na Terra, é a propria que colhe as almas dos que irão partir e que já cumpriram os seus propositos, muitas pessoas não gostam de conhecer seu lado sombrio, mas todos nós temos um, é a Face da deusa menos incompreendida e temida da Deusa dos três rostos, obviamente nós nascemos e morremos e a função dela é nos acompanhar durante a ultima etapa de nossas vidas, o aspecto negro da Deusa nos ensina que, assim como tudo na Natureza se move em ciclos, nossa vida segue o mesmo fluxo, e devemos aceitar a morte como uma passagem a outro estado, tão válido e parte da vida quanto o próprio nascimento, a morte nada mas é do que a passagem da nossa alma para outro mundo, onde lá nós nasceremos como jovens novamente.
Então eu mesmo criei uma oração a Grandiosa Deusa, espero que gostem....

Oh dama ceifadora,
Colhedora de almas, dos que já partiram e que cumpriram seus propositos.
Que a Lua Negra seja cultuada eternamente, assim como seu trabalho, e a escuridão precede a lúz que é sua mãe!
e não permita que a luz me cegue, e nem que a escuridão feche os meus olhos, e as duas me impeçam de adorar o seu trabalho!
Que Assim seja e Assim se Faça!                                                                                            Blessed Be!!
Além de uma deusa proscrita, como a conhecemos, Lilith representa a cisão do feminino, tanto no nível individual como coletivamente, onde a liberdade, a instintividade e a expansão da consciência devem submeter-se à dominação eaos tabus vigentes. Sendo assim, tais buscas de evolução - naturais e atávicas - no campo da experiência humana, acabaram por ser reprimidas com violência, restando apenas a tais conteúdos a opção de atuarem nas sombras do inconsciente.

A Lua Negra ou Lilith, aparece em vários mitos. Sem dúvida, o mais conhecido é o judaico, que a coloca como a primeira mulher de Adão. Segundo consta,nasceu do mesmo material que seu companheiro; o pó da terra, sendo, assim,sua igual. Reclamou então seus direitos, afirmando serem os mesmos que os do parceiro, negando, desta forma, a supremacia masculina e recusando-se ainda aos papéis mais convencionais e submissos, como ficar sob o parceiro durante o ato sexual e a maternidade.

Foi assim que a deusa proferiu o inefável nome de Deus e fugiu do Paraíso.Adão recebeu então a submissa Eva; feita a partir de sua costela, e, portanto, conformando-se com a autoridade dele.


Outra variação do mito diz que Lilith habitava o Éden antes mesmo de Adão e que foi ela que o originou. Antes de estar plenamente desenvolvida,insurgiu-se contra a união de Adão e Eva, copulou com a Serpente e abandonou o Paraíso, havendo ainda a variação de ter ela própria se transformado em Serpente e chamado Adão e Eva à perdição.  

Após deixar o Éden, percorre, errante, caminhos sinistros, enlameados,interagindo com os demônios.

Deus mandou seus anjos que a chamassem de volta, mas Lilith recusou-se,dizendo ser tarde demais. Fez então um trato com os anjos de respeitar os locais guardados por seus nomes sagrados.

Lilith foi para o deserto, de terras vermelhas, e, mais tarde, subiu aos céus, onde tentou entrar encantada com os pequenos rostos, dos Querubins.Deus, porém, a expulsou, ordenando-a que voltasse à Terra, onde seria seu instrumento de punição, para seduzir mortais bem como assassinar crianças.Dizem, também, que no dia da Reconciliação, a deusa "guincha" em altos brados, para que seus gritos cheguem aos céus.

Para invocá-la ou neutralizá-la, os antigos habitantes da Tessália golpeavam caldeirões de bronze ou tocavam címbalos. Invocavam-na largamente para acalmar ou deliberar as energias sexuais, aumentar o desejo, o prazer, e diminuir a fertilidade. 

A Serpente, sempre presente, alude à antiga analogia do início dos tempos, ouroboros, a deusa-mãe, as profundezas fluidas do inconsciente, sobre as quais não temos controle algum e, tal como o próprio Zeus, devemosrespeitar. Sua fuga ao deserto vermelho é o próprio caminho de individuação,onde rompemos com tudo o que nos traz segurança, confiando apenas nasupremacia da mente, um movimento de separatividade e convicção interna, quecomo para Lilith, não pode ter retorno.

Como assassina de crianças, representa a capacidade e premência de estrangular a infantilidade e as ilusões sem fundamentos, em nome do amadurecimento. Seu potencial sedutor é o inconformismo, a revolta inerente à espécie humana que quer sempre mais, mesmo aquilo que não pode ter, os desejos gritantes, com seus ressentimentos, desesperos e auto-traições.  

Trata-se sempre da conexão com os desejos, os instintos, o lado sombrio davida, as armadilhas e o crescimento em que implicam. Segundo Jung, se odespertar da Lilith pode ser trágico para uma pessoa despreparada, é uma prerrogativa à individuação.

No Egito, correlaciona-se com a deusa Ísis, freqüentemente representada comcauda de serpente, soberana dos partos, do amor sensual, da morte e dosrenascimentos. Chamada "Rainha do Céu", esta deusa lunar era invocada nosritos de magia e feitiçaria. Com seu poder ímpar restituiu à vida seu irmãoe amante Osíris, morto no inferno por seu irmão-sombra Set.

Na Grécia, correlaciona-se com a deusa Hécate, soberana da magia lunar damorte e do nascimento, dos ritos mágicos, dos encantamentos e do destino.Com três faces, esta deusa está presente em cada fase, cada encruzilhada docaminho, desde os momentos de mais luz até os de mais escuridão, aumentandoo senso de convicção interna, o propósito ou a compulsão de seguir os próprios desejos e crenças, e a coragem de cortar com tudo a que nosvinculamos, em nome desta jornada.

Filha de Hera, foi testemunha direta e emocionalmente distanciada do raptode Perséfone, ainda na infância. Esta antiqüíssima divindade roubou de suamãe um pote de carmim; precisou então fugir de sua mãe que ficou furiosa.Deixou o Olimpo e foi para a Terra, assistiu um parto e tornou-se impura, precisando descer aos infernos para ser purificada. Nas regiões abissais,tornou-se Rainha e presidia os ritos de purificação e expiação. Tinha o poder de enviar demônios para atormentar a humanidade durante seus sonhos.Podia também negar ou conceder qualquer desejo aos mortais. Cérbero, o cãode três cabeças, guardião da porta do inferno, era seu animal de estimação eas Erínias (deusas do Destino), suas companheiras.

Os gregos colocavam suas estátuas nas encruzilhadas onde houvesse ocorridoum crime. A ela, também, a feiticeira Medéia rendia homenagem para purificar-se de seus delitos e receber proteção em sua jornada.

Essa deusa virgem é auto-erótica e tem ainda o dom de envenenar seusadversários, podendo castrá-los ou iniciá-los, conferindo poder ouestagnação. Com sua magia, toca de maneira singular na superfície e nas profundezas. Na maioria das vezes seus ritos encenados em nossas vidas sãoininteligíveis por nosso raciocínio.

Enquanto as deusas femininas presidem algum tipo de relacionamento, Lilithevoca a separação em nome do resgate e priorização das buscas individuais.Sua oposição a Eva nos sugere que sua sustentação depende somente de si mesma, seu fortalecimento, seus dons de magia e seu poder de co-criadora, jamais dos referenciais de relacionamento ou da submissão aos códigos externos. 

O resgate deste arquétipo é, portanto, o ponto crucial que nos acompanha não uma, mas várias vezes na vida, com seus momentos de desconexão com os parâmetros exteriores que em algum momento nos emprestaram segurança, anegação e a fuga destes parâmetros, a solidão e o desolamento a que nosremetem a experiência, a clarificação e a estruturação de nossos valores internos no deserto, e a reconquista de nosso poder e plenitude pessoais.

A Pirâmide dos Bruxos

O Trabalho mágico de uma Bruxa ou Bruxo exige seriedade e quatro características básicas:

A-) SABER
1-) Conhecer a si mesmo.
2-) Conhecer sua arte.
a-) Saber o que fazer.
b-) Saber como fazer.
c-) Saber quando fazer.
d-) Saber quando não fazer.
3-) Saber o que você quer realizar.
a-) Especificar bem o que você vai fazer.
b-) Criar um sigilo com as palavras.
4-) Saber trabalhar com moderação.

B-) QUERER
1-) Acreditar em você mesmo.
2-) Acreditar na divindade.
3-) Acreditar em suas habilidades.
4-) Acreditar na abundância do Universo.
5-) Ter a vontade de praticar de novo e de novo.
6-) Habilidades de meditação
a-) Praticar visualização.
b-) Praticar relaxamento.
c-) Praticar um estado alterado de consciência.
d-) Praticar para ser capaz de fazer rápido e certo.
7-) Ter em mente com muita clareza o porque você quer realizar essa operação mágica.
8-) Observar se sua vontade está corretamente direcionada.
a-) Observar se não vai influenciar negativamente outra pessoa.
b-) Observar os aspectos de não prejudicar ninguém.
c-) Usar uma ferramenta adivinhatória para checar se seus planos são
válidos, se está numa boa hora de pô-los em prática.

C-) OUSAR
1-) Ter a coragem de mudar as circunstâncias.
2-) Ter a coragem de controlar seu ambiente.
3-) Ser responsável por suas ações.
4-) Escolher o melhor curso de ação para o trabalho a ser feito.

D-) CALAR
1-) Aprender a manter a boca fechada antes do trabalho.
2-) Aprender a manter a boca fechada enquanto espera pelos resultados.
3-) Aprender a manter a boca fechada depois do trabalho.
a-) Proteger sua confiança.
b-) Proteger sua reputação.
c-) Proteger sua energia.

A Egrégora

Você sabe o que significa egrégora?

Hoje vou falar desse conjunto de energias que formam uma aura universal de múltiplas dimensões.

Emanamos diversas energias no ambiente, mentais, emocionais e espirituais. Nesse sentido, quando estamos sentindo algo, falando algo estamos alimentando o prana de vibrações positivas ou negativas.

A denominação vem do grego egrégoro, que significa velar, vigiar. É a força espiritual que cria-se oriunda da soma de energias coletivas de pensamentos e sentimentos.

Em uma denominação mais espiritual pode-se entender como um um campo de energias extrafísicas criadas no plano astral a partir da energia emitida por um grupo de pessoas através dos seus padrões vibracionais.

É exatamente isso que contamina as multidões de forma positiva ou não. Vejamos quando ocorre uma catástrofe, uma morte, tragédia, etc. Centenas e milhares de pessoas que entram em contato com a aquela vibração começam a chorar ou ficam perplexas e pronto, cria-se uma egrégora de sentimentos ruins, pesados e tristes. Enquanto que lá nos bastidores existem grupos assistencialistas, altruístas que com a mesma notícia começam a unir-se emanando boas energias, preces, e assim esse grupo cria uma egrégora de cura, de alivio e de compaixão.

Para onde você quer ser levado? Nós escolhemos até que sentimentos podemos alimentar para não sermos contaminados por ondas vibracionais que não fazem parte de nossa vida, e sim de algo coletivo pelo qual eu acabei conectando e atraindo toda aquela extensa energia.

Ser negativo ou positivo é uma escolha!

Se você quer ter mais leveza basta estar sempre vigiando-se, atento aos seus pensamentos para que escolha egrégoras positivas e construtivas. Viver sem sair ileso disso tudo é impossível, mas alimentar sentimentos ruins gratuitos é esgotar em si uma fonte preciosa de energia.

Vamos sim ver as catástrofes, mas emanar egrégoras positivas ou simplesmente não se conectar com algo que não vai melhorar sua vida e ainda pode aumentar a catástrofe alheia.

Somos todos um e conectados por uma grande teia energética. Que os fios que nos conectem seja apenas os de paz e amor.

Livro das Sombras: O que escrever

Saudações!
Uma das dúvidas da maioria dos iniciantes é a respeito do Livro das Sombras.
Muitos não sabem por onde começar, o que escrever, como proceder, como fazer o Livro, enfim, inúmeras dúvidas que surgem no momento de fazer seu Livro das Sombras (ou Book of Shadows, no original em inglês).

Por causa destas dúvidas, decidi fazer esta postagem a fim de esclarecer alguns quesitos e também desmistificar, porque escrever no Livro das Sombras não é tão difícil quanto parece.

As principais dúvidas são:
1- Comprar pronto ou fazer o próprio Livro?
2- O que escrever primeiro? E depois?
3- E quando o Livro estiver cheio, posso fazer outro?
4- Posso fazer meu Livro no computador?

Com base nestas e outras dúvidas, vamos lá!

1- Comprar pronto ou fazer o próprio Livro das Sombras?

Tanto faz. Você é quem decide. Afinal de contas, existe o ritual de consagração de instrumentos mágicos, que obviamente serve para o Livro das Sombras, então não há problema em comprar um prontinho ou confeccionar.
É claro que, se você confeccionar o seu próprio Livro, ele vai ter o seu toque pessoal, vai ter sua energia e será do jeito que você desejar.
Porém, existem muitos artesãos que fazem Livros das Sombras belíssimos e que estão disponíveis para venda na internet.
Mas não é obrigatório ser “aquele” Livro das Sombras, todo enfeitado, como sempre vemos em postagens por aí. O que vale é o poder que ele terá, portanto, não importa que seja um simples caderno, uma agenda, uma pasta, um fichário, etc. O que importa é que ele é seu e será usado com o propósito mágico.
De que adianta ter aquele Livro das Sombras todo chique se você nem sabe como utilizá-lo? Então, saiba que a simplicidade faz parte desta escolha.

2- O que escrever primeiro? E depois?

Pois é, esta é uma pergunta constante, porém, a resposta é mais simples do que você imagina.
O Livro das Sombras é como um diário dos bruxos. Nele, você anota tudo o que é relacionado às suas práticas mágicas e o que aprendeu.
Mas como assim? Tudo o quê?

Veja bem, quando você faz a sua auto dedicação e se compromete a estudar a religião Wicca e a Bruxaria, você aprende inúmeras coisas, pois não é simplesmente praticar a magia, é necessário saber o seu significado, suas origens, por que, quando, onde, como, etc.
O Livro das Sombras serve para ser consultado em caso de alguma dúvida, pois obviamente, não existe a necessidade de memorizar tudo o que se lê, claro né, se todos memorizassem tudo, não existiriam agendas, diários nem computadores.

Então, vamos por partes:


TERMO DE ABERTURA

Na 1ª página em branco, escreva de próprio punho com qualquer caneta, lápis ou canetinha. Algumas pessoas já me perguntaram sobre uma caneta especial para escrever no Livro das Sombras, que alguém de não sei onde disse que é obrigatório, ora, isto não existe, o que você tiver à mão é o que você vai utilizar. Vai da sua preferência.
Nesta 1ª folha você vai escrever seu nome e as palavras de consagração do Livro, mas não escreva nada copiado, escreva o que vier à sua mente, pois a consagração é sua, o Livro é seu, particular e intransferível.
Ah, não se esqueça de fazer isto em uma noite de Lua Nova ou Cheia, após as 18hs, basta jogar sal grosso em volta do lugar onde você está com o Livro, acender uma vela branca e um incenso de mirra ou sândalo.
Vou dar um exemplo de algo para escrever para que você tenha uma noção:

“Eu, (seu nome), consagro este Livro das Sombras à Deusa e ao Deus, pois aqui estará toda a magia que utilizarei em honra a eles.
Deixo registrado aqui todo o poder, respeito, adoração, consagração e dedicação.
Pelo poder da Deusa Mãe e do Deus Pai, pela Lei Tríplice, pela Terra, Fogo, Água, Ar e Espírito, que a partir deste momento fica registrado o laço entre nós e o meu compromisso com as divindades.
Que assim seja e assim se faça!”

Após anotar estas palavras, leia-as em voz alta e depois levante o Livro e erga-o para os 4 quadrantes: Norte, Sul, Leste e Oeste.
Ao passar por cada quadrante diga:

“Peço à Deusa e ao Deus que abençoem este Livro das Sombras e me guiem no caminho sagrado da magia.”

Deixe a vela e o incenso queimarem até o fim, pegue as sobras e enterre.
Obs.: Não é necessário que você permaneça no local até a vela terminar, mas tenha o cuidado de não deixar a vela em algum lugar que possa causar acidentes.

Após anotar a consagração da 1ª página e finalizar o ritual, seu Livro das Sombras está pronto para ser usado.
(Sei que algumas pessoas já fizeram ou já compraram seu Livro das Sombras. Mesmo que você já tenha feito e já escrito algo, não há problema, basta consagrar ok?)

INTRODUÇÃO

Vá até a página seguinte do seu Livro e comece escrevendo com suas palavras, em forma de diário, como você se encontrou na Wicca. Por exemplo:
“Conheci a religião Wicca através de um amigo e me identifiquei, por isto decidi segui-la.” Etc, etc, etc.
Anote o que vier à mente, pois é a sua intuição que vai te guiar. Imagine daqui a 10 anos, quando você voltar lá no comecinho do Livro e ler as coisas pessoais e sentimentos que você sentia nesta época. Será uma sensação ótima, portanto, escreva de coração. Caso queira enfeitá-lo fazendo desenhos, colando figuras, folhas, símbolos ou coisas que lhe agradam, fique à vontade.

Após preencher 1, 2 ou quantas folhas desejar, vá para o passo seguinte: os estudos.
Veja a quantidade de folhas que ainda resta no seu Livro das Sombras e divida-o em 3 partes iguais, com as mesmas quantidades de folhas.
  
PRIMEIRA PARTE

Anote em cada folha as coisas básicas da religião, pois você precisará consultá-las sempre que necessitar. Separe uma folha para cada tópico.
Vamos à listinha básica? 

O que é Wicca? Introdução, dogmas, a Deusa, o Deus, etc.
Éticas e leis wiccans: a Lei Tríplice, as 13 Metas, etc.
A Pirâmide dos bruxos.
A Roda do Ano: Datas de cada Sabbat e um resuminho do que significam.
Os Esbats: Um breve resumo do que se trata e se você desejar deixe um espaço para que possa acrescentar o calendário lunar do ano civil em que estamos.
Incensos e suas utilidades: Não precisa ser todos, coloque os que você usa mais e com o tempo poderá aumentar a listinha.
Ervas e suas utilidades: Não precisa ser todas, coloque as que você usa mais e com o tempo poderá aumentar a listinha.
Cristais e suas utilidades: Não precisa ser todos, coloque os que você usa mais e com o tempo poderá aumentar a listinha.

Após anotar tudo isto, a primeira parte do seu Livro das Sombras estará pronta, pois nela você terá o básico da religião.
Deixe mais folhas em branco, pois com certeza você precisará anotar mais coisas posteriormente, como tabelas planetárias, magia dos dias da semana, horários mágicos e outros detalhes.
Importante: isto não é tudo, o estudo da Bruxaria e Wicca é muito longo, muito extenso. Não pense que só com isso você será um sacerdote ou sacerdotisa, são necessários anos de estudo, esta listinha é apenas a pontinha de tudo.

SEGUNDA PARTE

Esta parte do livro servirá de Grimório, ou seja, é o lugar onde você vai anotar os feitiços e receitas que aprendeu (e está aprendendo), como proceder, o que fazer, enfim, um pequeno manual de feitiços e receitas mágicas.
Esta anotação é muito útil, pois quando você precisar consultar algum feitiço, ele estará ali, sempre à mão.
Outro detalhe é que, com o tempo de prática, você mesmo vai passar a criar seus próprios feitiços, o que é muito bom, pois terá o seu toque pessoal. Mas não se esqueça das correspondências, cada coisa tem seu significado, ao elaborar um feitiço, observe bem o que está fazendo.
Vale também para receitas de comidas e bebidas mágicas e ritualísticas.

TERCEIRA PARTE

Agora vem a parte do diário. Este espaço do Livro das Sombras vai servir realmente de diário para você. Nele você vai anotar as suas experiências vividas nos rituais. São coisas muito particulares, como por exemplo:
Como você fez o ritual? Descreva os detalhes de como foi feito.
Qual foi o seu objetivo, o seu propósito, o motivo de ter feito o rito. Foi um Sabbat? Um Esbat? Um banimento? Uma consagração? Um feitiço? Etc.
O que sentiu antes, durante e depois.
Meditação: Descreva os mesmos detalhes. Como, quando e onde foi feita, como você se sentiu e quais foram os resultados.

Anotar estas coisas significa que você está acompanhando a sua vida religiosa e faz com que você se sinta mais conectado às divindades, assim como com a natureza e tudo o que está ao seu redor. Vivenciar e anotar estas experiências é muito importante, pois assim você estará aguçando a sua espiritualidade.

É claro que podem ser anotadas muito mais coisas, estas que eu mencionei são só alguns exemplos.
Outra coisa que pode ser feita também, caso você prefira, seria um Diário Mágico a parte, onde você anotaria estas experiências, deixando o Livro das Sombras somente com 2 partes, o que é bem mais interessante, pois suas anotações particulares ficariam guardadas separadamente. Mais uma vez eu digo: fica a seu critério.

3- E quando o Livro estiver cheio, posso fazer outro?

Claro que sim! Com certeza!
Não há problema algum em fazer novos Livros. O anterior continuará tendo valia, pois servirá de consulta. Eu mesma tenho vários, inclusive costumo organizar os tópicos em pastas, assim eu posso acrescentar ou tirar algo do seu devido lugar.

Outra coisa muito importante é que, se você fizer um curso ou fizer parte de um Coven, você terá mais de um Livro das Sombras, pois tudo o que você estuda deve ser registrado. E não se desespere para se iniciar, pois durante os anos de estudo, você mesmo(a) vai observar que apenas um ano e um dia não são suficientes.
O aprendizado é por toda a vida, todos os dias aprendemos coisas novas, tanto na vida religiosa, quanto na vida pessoal, profissional, amorosa, etc.


4- Posso fazer meu Livro das Sombras no computador?

Claro, por que não?
Ah, mas aí vai vir um bruxo tradicionalista dizendo que não, que o certo é fazer o livro e anotar tudo à mão. Ok, senhor bruxo da idade média, eu vivo no século XXI e sou perfeitamente adaptável a mudanças, se você não é, então pra quê tem computador, celular, tablet, smartphone e toda essa parafernalha tecnológica? Livre-se de tudo, então. 

Não há problema nenhum em ter um Livro das Sombras no computador, afinal, é muito prático você ter arquivos salvos para ler onde quer que esteja, sem precisar sair por aí carregando um livro enorme e pesado. Sem falar que o Livro das Sombras particular não pode ser visto por outras pessoas, só por você, neste caso, um arquivo com senha vem bem a calhar.

Handfasting - Parte 01

O que é Handfasting?

Handfasting é um antigo rito que era praticado em vários países europeus, incluindo Alemanha e Escócia.
Mas ele não era um ritual exclusivamente pagão, surgiu por certa necessidade, porque alguns casais queriam ser casados​​, mas não tinham um clérigo por perto, então desenvolveram o costume de handfasting.
Não era necessário que tivesse testemunhas, inclusive muitos casais faziam seu rito de compromisso sozinhos, muitas vezes na mata, escondidos, pois em alguns casos os pais não concentiam, então, fazendo este rito eles passariam a ser considerados casados, mesmo que continuassem sem ter relações sexuais. A fita amarrada no pulso ou no cabelo indicava o compromisso realizado e era reconhecido por lei.

Obs.: nos tempos bem mais antigos, não existiam cerimônias formais, as pessoas se uniam fazendo festas comemorativas, a mulher saía da casa dos pais e passava a morar na casa do homem e a partir daí eram considerados casados.

Em 1753 surgiu a Lei do Casamento, depois de um advogado e Lorde Chanceler, Sr. Harwicke, decretar que qualquer casamento não realizado por um membro do clero seria considerado ilegal.
A intenção era regulamentar o casamento em favor da igreja, como direito canônico, não civil. Ou seja, quem se casasse diante de um padre era considerado casado por lei, mas quem fizesse o handfasting não era reconhecido e podia sofrer punições. Mesmo assim muitos casais na Escócia continuaram com seus ritos.

Uma coisa interessante que eu observei é que houve um período em que, quando o casal se casava, a consumação do casamento se dava somente pela relação sexual, o que quer dizer que se o casal se casasse, mas não tivesse relações sexuais na primeira noite, teria seu casamento anulado. No começo, este ato era presenciado por um clérico ou alguém que fosse importante diante do clero. Com o tempo, esta presença não era considerada mais necessária, mas ficou a ideia da noite de núpcias, onde o casal consuma seu casamento através do sexo.

Mas o que significa a palavra Handfasting?

Handfasting é um termo histórico utilizado para se referir a noivado ou casamento.
Na história Moderna da Escócia (séculos 16 e 17), especialmente nas Hébridas, o termo também pode se referir a um casamento temporário.
É usado como um substituto para a palavra "casamento" no vocabulário do neopaganismo, especialmente na Wicca.

O verbo handfast no sentido de "prometer formalmente, fazer um contrato" é originário  do Inglês Antigo, e se referia a um contrato de casamento. Este contrato era um termo usado para se referir a uma cerimônia de noivado ou compromisso e que com o tempo veio para o Inglês Moderno. O termo foi provavelmente “emprestado” para o Inglês do Nórdico Antigo handfesta "firmar um contrato unindo as mãos". Há também referências no Antigo Germânico hondfestinge e também no Antigo Alemão hantvestinge. O termo é derivado do verbo handfast, usado no Oriente, com o significado de “confecção de um contrato”.


Quando este termo começou a ser usado na Wicca?

Bom, como não encontrei nenhum registro, não posso afirmar, mas de acordo com as pesquisas que fiz, o termo handfasting começou a ser usado na Wicca para cerimônias de casamento por volta dos anos 1960, aparentemente usado pela primeira vez por Hans Holzer, um pesquisador e escritor de livros sobre Paranormalidade e Bruxaria.


As cerimônias de casamento Neopagãs

No neopaganismo e, particularmente na Wicca, o handfasting é um termo usado para uma cerimônia de casamento. Os votos de casamento podem ser de:
"Um ano e um dia",
"Por toda a vida",
"Por toda a eternidade" ou
"Durante o tempo que o amor durar".

Em muitos rituais neopagãos, alguns grupos podem usar formas medievais de cerimônia, sendo o mais tradicional possível, enquanto outros podem utilizar apenas a ideia básica do casamento e em grande parte criar uma nova cerimônia. Em algumas Tradições, o casal pode saltar por cima de uma vassoura no final da cerimônia. Alguns podem também saltar sobre uma pequena fogueira juntos.
Em muitas Tradições, os handfastings são feitos de forma a durar 1 ano e 1 dia e depois deste período é reafirmado o compromisso “para sempre”.

A popularização do handfasting na atualidade

No filme The Doors (1991), ao mostrar a cena de casamento de Jim Morrison e Patricia Kennealy (originalmente feito em 1970 e representado no filme por Val Kilmer e Kathleen Quinlan) o handfasting foi popularizado, principalmente entre os fãs de The Doors. A partir daí, a expressão handfasting passou a ser usada por diversas pessoas nos EUA e também diversos ritos foram celebrados.


Cena do filme The Doors.

No filme Coração Valente (1995), Mel Gibson, no papel de William Wallace, fez o rito de compromisso com sua namorada Murron, realizando o handfasting, o que fez com que se romantizasse mais ainda, porque no filme o casal não teve relações sexuais, mas mesmo assim eram casados, ou seja, criaram laços um com o outro em segredo, sendo identificada somente pela “Fita de Handfasting”.

Cena do filme Coração Valente.

Nos anos 2000 o termo handfasting (unir as mãos) passou a ser interpretado literalmente, como o ato simbólico de amarrar as mãos de um casal com uma fita. Tal costume é encontrado em várias Tradições. Provavelmente ficou mais conhecida na língua Inglesa ao se referir a cerimônias de casamento Neopagãs durante o início da década de 2000; tal cerimônia é descrita e atribuído a "tempos pré-cristãos" por Maria Neasham no seu livro Handfasting: Um Guia Prático. Prova de que o termo handfasting tinha sido re-interpretada como forma de descrever essa cerimônia.
A partir daí, diversos casamentos passaram a imitar o rito de handfasting e as cerimônias handfasting se tornaram alvo de organizadores de casamento comerciais e em sua maioria perdeu a associação neopagã (além de eventuais ações que atribui a cerimônia para os "antigos celtas").


A "Fita de Handfasting"

A Fita (ou cordão) de Handfasting é o que representa a união do casal. Podem ser usadas fitas coloridas ou tranças feitas de fitas.
O casal cruza as mãos, mão direita para mão direita, mão esquerda para mão esquerda, fazendo uma figura oito, o símbolo do infinito.
No handfasting, durante a repetição dos votos, a corda é enrolada em torno das mãos do casal por três vezes.
Outro jeito mais complexo consiste em enrolar a corda no sentido das mãos cruzadas, no símbolo do infinito, terminando com um nó sobre as mãos cruzadas.

Apesar de o casal poder escolher qualquer cor, tradicionalmente usa-se:
O branco (pureza), o azul (fidelidade), e vermelho (paixão).
As fitas (ou cordões / tranças) com variações de cores medem geralmente dois metros de comprimento.
Na Polônia, um handfasting é chamado de “zrekowiny” e o costume é usar somente branco nas fitas.
Em muitos casamentos, as fitas são passadas entre os convidados para que cada um dê uma bênção ao casal, antes de entrelaçar nas mãos do mesmo.

Como é celebrado um handfasting neopagão?

Esta é uma dúvida bastante comum, mas o handfasting é muito parecido com um casamento típico. O casal, amigos e familiares estão presentes, assim como a pessoa que irá celebrar a cerimônia.
Os votos são finalizados com a troca de alianças e o casal pode ter padrinhos, filmar, tirar fotos, etc., além de festejar, é claro.

Mas, em alguns aspectos, um handfasting tem suas diferenças em relação à cerimônia de casamento típico. A maioria dos casais prefere um ritual personalizado, que se adapte às suas necessidades.
Além disto, a cerimônia de handfasting permite casais heterossexuais e casais do mesmo sexo.

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