Dentro do meteorito Tissint, foram encontrados glóbulos, como podem ser vistos nas fotos. Testes desempenhados pela equipe de pesquisa, que conta com o renomado professor Chandra Wickramasinghe, mostraram que os glóbulos são ricos em carbono e oxigênio, o que fez com que a equipe insistisse que isso só pode ocorrer quando são produzidos por organismos vivos.
A rocha foi examinada no Centro Buckingham para Astrobiologia e na Universidade de Cardiff.
O doutorando Jamie Wallis, que trabalhou na pesquisa com o Dr. Wickramasinghe, disse: “Todas as indicações são de que as estruturas, tais como as que descobrimos, sejam evidência de vida em Marte. As esferas são provavelmente restos de células de algas…”.
O documento a respeito deste achado, intitulado “Discovery of Biological Structures in the Tissint Mars Meteorite” (A Descoberta de Estruturas Biológicas no Meteorito Marciano Tissint) publicado no Journal of Cosmology termina com a seguinte declaração:
“Parece irônico que a ponta da mudança de um paradigma que resiste por muito tempo dependa de uma observação trivial. Mas situações similares são bem documentadas na história da ciência. A evidência acumula contra o paradigma reinante sem efeito, até que uma única nova observação vira o jogo. Mais cedo, ou mais tarde, os fatos irão prevalecer contra o preconceito. No presente caso, nossos estudos do novo meteorito marciano Tissant podem finalmente declarar que Marte não é um planeta morto.“
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