Chernobyl, Ucrânia
Existem algumas teorias para explicar o acidente, uma delas é referente a uma falha durante um teste elétrico, em que técnicos queriam simular um apagão na rede elétrica principal da usina e o acionamento de uma rede de energia de emergência, entretanto uma falha no sistema de resfriamento do núcleo do reator – onde acontecem as fissões atômicas – parou de funcionar quando a rede elétrica foi desligada, gerando um superaquecimento do núcleo que levou a uma explosão de vapor tão violenta que destruiu o teto do reator, que pesava mais de mil toneladas! O incêndio após a explosão lançou grandes quantidades de material na atmosfera, e um derretimento nuclear. A outra teoria diz respeito a um problema no reator que em conjunto com a falha de técnicos da usina levaram a falha no resfriamento do núcleo e em seguida ao desastre.
• aproximadamente 1800 helicópteros jogaram cerca de 5000 toneladas de material extintor, como areia e chumbo, sobre o reator.
• 29 de abril de 1986 - o acidente nuclear de Chernobil foi divulgado como notícia pela primeira vez, na Alemanha.
• Construção do "sarcófago" que abriga o reator. Ele destina-se a absorver a radiação e conter o combustível remanescente. Considerado uma medida provisória e construído para durar de 20 a 30 anos, seu maior problema é a possível falta de estabilidade.
• 12 de dezembro de 2000 - depois de várias negociações internacionais, a usina de Chernobil foi desativada.

Em 2008, surgiu uma reportagem na revista Super Interessante, que revela a existência de organismos com mutação vivendo em Chernobyl, um fungo, por exemplo, desenvolveu a capacidade de se alimentar da radiação liberada.
Vários cientistas tem estudado o local, seja para analisar os efeitos em longo prazo dessa radiação, algo impossível de recriar em ensaios, seja para analisar quais organismos ainda vivem no local.
Nenhum comentário:
Postar um comentário