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Demonologia é o estudo sistemático dos demônios. Quando envolve os estudo de textos bíblicos, é considerada um ramo da Teologia. Por geralmente se referir aos demônios descritos no Cristianismo, pode ser considerada um estudo de parte da hierarquia bíblica. Também não está diretamente relacionada ao culto aos demônios.


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Os Anjos de Deus

Os anjos, são espíritos celestiais criados por Deus, que os dotou de excelentes dons naturais, pelos quais tornaram-se muito superiores aos homens em perfeição. Além disso,  Deus concedeu-lhes a graça santificante, que os faz resplandescer em sobrenatural beleza e dignidade. 
                                                Lúcifer, que quer dizer "Anjo da Luz", era o anjo mais poderoso do céu e gozava de todas as regalias celestes. Era o "braço direito" de Deus, um anjo da Sua especial estima e confiança.  Deixando-se levar, porém, pela soberba, acabou julgando-se superior a Deus, em poder e majestade.  Muitos anjos, na eternidade, guiados por Lúcifer, pecaram  e rebelaram-se contra o Criador,  havendo no céu grande batalha.   Miguel, à frente de todos os anjos, comandou luta contra os anjos rebeldes e reagindo sob o lema "Quem como Deus?", liderou intenso combate do qual saiu vitorioso, precipitando Lúcifer e todos os seus sequazes para o fogo do inferno.  São eles os demônios ou espíritos malignos.  
                                                Os demônios, vendo-se para sempre expulsos do céu, passaram a odiar e a invejar os homens, procurando causar-lhes danos ao corpo e à alma, a fim de arrastá-los à desgraça eterna.   
                                                Deus confirmou no bem os anjos fiéis, de modo que já não podem pecar, e os recompensou com a felicidade eterna. São eles amigos dos homens e por isso os protegem no corpo e na alma, exortando-os à prática do bem. Cada homem tem um anjo bom que o protege e o acompanha sempre: é o Anjo da Guarda.  Muitos autores e padres são de opinião que nossa alma está destinada a ser, no futuro, companheira dos anjos, para ocupar no céu um dos tronos deixados vazios pelos anjos rebeldes.  Por isto, pelo exercício do livre arbítrio, é que deveremos espontaneamente ocupar ou não o lugar que para nós está reservado. Na caminhada para atingir tão grande objetivo, temos necessidade diária do amparo e proteção do nosso anjo da guarda, a quem devemos recorrer freqüentemente.
                                                O culto dos anjos, desenfreadamente difundido nos dias de hoje, surge por todos os lados, especialmente no mundo cibernético, onde é difícil encontrar matéria de fonte confiável. Basta fazer uma pesquisa em qualquer site de busca para se constatar as gritantes invencionices sobre o tema.  Numa baralhada de misticismo, ocultismo e esoterismo, os seres angelicais parecem precipitados ao plano das  fadas e duendes.  Os Arcanjos, inclusive,  já foram por eles nominados um a um,  quando sabemos que dos sete Arcanjos que assistem o trono de Deus, nos são conhecidos apenas três: Miguel, Gabriel e Rafael. E por aí afora, uma série de impropérios e mentiras ultrajam a existência divina dos Anjos. Fazem o jogo de Satanás, o pai da mentira, que semeia no campo da ignorância, propício para uma fácil conquista. 
"Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós com vestidos de ovelhas e dentro são lobos rapaces." 
                                                Consoante estas palavras de Cristo (em Mt 7,15) , haviam de entrar no seu rebanho lobos que, apresentando-se cobertos com lã de ovelha, avançam hoje com força para o campo da mística supersticiosa. Num ambiente belo e colorido, porém, traiçoeiramente enganador, iludem e arrastam milhares de adeptos. É quando o poder do mal investe poderosamente, atraindo para si homens desguarnecidos, que perderam a noção do pecado, do bem e do mal e onde tudo lhes parece permitido.  Neles, o maligno encontra o terreno perfeito para plantar o joio da perdição.  
Peçamos ao Santo Anjo que nos livre desta fatal armadilha, preservando-nos do mal e guiando-nos para o caminho da virtude.

                                                                          Tronos
Chamados "Sedes de Deus", assistem aos anjos inferiores 

Dominações
Dominam sobre os anjos a missão de executar as ordens de Deus e distribuir funções aos anjos inferiores.
                                                                       Principados
                          De ação mais extensa e universal, presidem reinos, províncias e dioceses.
                                                                        Querubins
               Anjos de plena capacidade de sabedoria e ciência, conforme S. Jerônimo e S. Agostinho  
                                                                        Potestades
                     Condutores da ordem sagrada, agem junto ao governo do mundo e da Igreja
                                                                         Arcanjos
Enviados por Deus em missões especiais junto aos homens.  Estão na presença de Deus e assistem o seu trono num número total de sete, dos quais conhecemos apenas três, Miguel, Gabriel e Rafael
                                                                        Serafins
                                   Estão unidos a Deus de maneira especial, nos ardores da caridade.
                                                                        Virtudes 
                       Tem por missão afastar os anjos maus e obstáculos que se opõe às ordens de Deus
                                                                          Anjos
Velam pela vida espiritual e corporal do homem, não só desviando-o dos perigos temporais e espirituais, mas também intercedendo por eles.  A esta classe pertence o nosso Anjo da Guarda.
A Igreja Católica tem em alto conceito a devoção aos Santos Anjos. Acredita na sua existência que é provada por muitas citações bíblicas, tanto no Antigo como no Novo Testamento. Sabe e ensina, que os anjos, como Santos mensageiros de Deus, desempenham uma missão especial em nosso favor. São defensores, do corpo e da alma, em todos os perigos,  principalmente na hora da morte.
                                                Como um dos primeiros, senão o primeiro e mais eminente dos espíritos celestiais, os livros sagrados nos apresentam S. Miguel. O profeta Daniel dá a S. Miguel o título de Príncipe dos Anjos, e a Igreja enumera-o entre os arcanjos. Seu nome tem o significado de “Quem é como Deus ?” pois foi S. Miguel que se pôs à frente dos anjos fiéis contra Lúcifer, o chefe dos anjos rebeldes, em defesa da autoridade de Deus. S. Miguel, por tanto, é um espírito guerreiro, arauto de Deus, e Príncipe dos exércitos celestiais. A arte cristã o apresenta como tal, em armadura brilhante, com lança e espada, em vôo como de mergulho se precipitando sobre o dragão infernal, e, fortemente o investindo, fazendo-o sentir o vigor irresistível do pé vitorioso, arremessa-o às profundezas do inferno.
                                                S. Miguel pelos judeus era havido como protetor do povo eleito. Segundo o Apóstolo S. Judas (v. 9.) o cadáver de Moisés estava entregue aos cuidados do arcanjo. Foi este mesmo arcanjo, quem apareceu a Josué antes da tomada de Jericó e lhe prometeu seu auxílio; foi S. Miguel que defendeu os israelitas contra as hostes de Senacherib, desbaratando-as; foi ainda S. Miguel, quem se opôs a Balaam, quando ia amaldiçoar o povo de Deus. Heliodoro experimentou a força vingadora do arcanjo, quando se aparelhou para praticar o roubo sacrílego do templo. (2. mac. 3, 25).
                                                Da sinagoga e do povo eleito a missão de S. Miguel se transferiu à Igreja de Cristo. Numerosas são as suas aparições registradas na história da Igreja. Seu nome é mencionado várias vezes no sacrifício da Santa Missa. No “Confiteor” o sacerdote se dirige ao arcanjo S. Miguel, e invoca sua intercessão junto de Deus. Sobre o incenso, na missa solene é invocado seu nome. Ao Santo anjo, isto é,  a S. Miguel o sacerdote logo depois da consagração se dirige, com o pedido de levar o santo sacrifício ao altar sublime de Deus. Terminada a missa rezada, em uma oração especial o povo pede a S. Miguel que o defenda no combate; cubra-o com o seu escudo contra os embustes e ciladas do demônio; precipite ao inferno a Satanás e aos outros espíritos malignos que andam pelo mundo para perder as almas. S. Miguel é ainda o patrono dos agonizantes, o guia das almas dos defuntos para o céu, como faz lembrar o texto do ofertório da missa de “Requiem”.
                                                Na história da Igreja são mencionadas duas aparições de S. Miguel: Uma ao Papa Gelásio I no monte Gargano. A festa de hoje é a comemoração deste fato e da consagração da Igreja de S. Miguel naquele lugar. Mais conhecida é a outra, de que foi dignado o Papa S. Gregório, o Grande, em ocasião de em Roma grassar a peste.
                                                S. Miguel apareceu ao Papa no Castelo de Santo Ângelo e em sinal de cessão da epidemia, meteu a espada na bainha. Realmente a epidemia imediatamente parou de fazer vítimas.
O fato de a Igreja ter instituído diversas festas dedicadas aos Santos Anjos e ao Príncipe dos exércitos angélicos, tem sua razão no desejo da mesma Igreja de ver bem viva nos fiéis a devoção aos espíritos celestiais. Quer a Igreja que às crianças sejam ensinadas a doutrina sobre os Santos Anjos e implantada nos seus corações a devoção ao anjo tutelar, tão católica, e, como tal, tão útil, senão necessária; que nas famílias seja cultivada esta devoção com a recitação diária de orações ao Anjos de Deus.
Ao grande São Miguel devemos pedir, que nos assista nos combates do bem contra o mal; que ele o chefe dos exércitos divinos, alcance aos católicos o espírito da paciência, como também de combatividade sempre, que preciso for, defender os interesses da Santa Igreja, quer na vida particular, quer na vida pública. Que S. Miguel esteja ao nosso lado na hora da morte; que no momento que o sacerdote o invoca em nosso nome, leve a nossa alma aos páramos da Igreja triunfante. São Rafael, é o Arcanjo protetor do Brasil e que aos pés de Nossa Senhora Aparecida, assiste como primeiro Ministro. Nós, católicos leigos, não conseguimos alcançar, a razão pela qual não se divulga tão louvável ministério.          
                                                Se existe, não sabemos. Mas não se percebe, pelo menos em destaque, uma imagem do Arcanjo na Basílica, em Aparecida. Por que será? Deve ser por falta de lembrança.
                                                O livro de Tobias, conta que o protagonista é da tribo e cidade de Neftali, na Galiléia. Um personagem bíblico, a quem apareceu, em figura humana, o Arcanjo Rafael. A história é belíssima; para os que crêem. Para os descrentes, "intelectuais", alguns "teólogos" e "espíritos fortes"  é estória. O livro de Tobias, é questão de fé. E fé: "é um dom que vem de cima e não um impulso que vem debaixo", conforme explica Fulton J. Sheen.
                                                Então, fé, não é questão de beatice, nem próprio de "espírito fraco", nem de pessoa simplória. É um dom: "dom que vem de cima". Há "teólogo" que de público, não se apercebendo, assume a carapuça de Caifás: "Essa plebe, que não conhece a lei, é maldita". Para essa classe de "teólogo", o povo é plebe, não entende coisa alguma: "Assume como verdade tudo aquilo, que de púlpito, eu disser", assim pensa e age. No entanto, o povo escuta, não retruca, mas não lhe presta ouvidos. O povo católico não se revolta, penaliza-se e reza. 
                                                No livro de Tobias, Deus ouve sua oração e de Sara, enviando o Arcanjo. Ocasião em que Tobias, determina a seu filho, que tem o mesmo nome, que vá cobrar de um tal Gabelo, que mora em Ragés, cidade dos medos, a quantia de dez talentos de prata que, na juventude, lhe havia emprestado contra recibo. A história se desenrola, numa maravilhosa profusão de detalhes.
                                                E da profusão de detalhes, conclui-se que: "É coisa louvável manifestar e publicar as obras de Deus e dar esmola vale mais que juntar tesouros de ouro". A esmola, porque tem promessa, vale, infinitamente, mais que a filantropia. A esmola, cumprido o mandado de Jesus: não saiba a tua esquerda o que faz a tua direita, apaga a multidão de pecados   
                                                "Escrevei tudo o que convosco sucedeu", determina São Rafael a Tobias pai e filho. Isto, para que as gerações futuras tomassem conhecimento do fato. Porém, a maioria das traduções bíblicas adulterou ou simplesmente surrupiou, esta determinação do Arcanjo. Exatamente porque, uma "teologia" surgiu, não para esclarecer e sim confundir. Ignorando, taxativamente, Jesus: "Surgirão, com efeito, falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres e prodígios para enganarem, se possível fora, até os mesmos escolhidos". Então, que os cristãos não se preocupem com texto grego, contraposto ao latino, disciplina de teólogo, pois Jesus afirma que: os escolhidos não serão enganados!
                                                Ainda sobre o Arcanjo São Rafael, neste dia que o festejamos, quanto se poderia dizer! Contudo, o maior obséquio que prestamos ao leitor, é solicitar que leia o livro de Tobias e conclua conosco que ali, pelo hagiógrafo, se encontra: O dedo de Deus. A Igreja comemora, no dia 02 de Outubro, a festa dos Santos Anjos da Guarda. São eles espíritos celestes a quem Deus confiou a guarda e proteção dos homens. A cada ser humano, desde a hora de seu nascimento,  foi confiado um Anjo da Guarda, que o acompanhará até o dia de sua morte, protegendo e assistindo não só contra os perigos temporais, mas especialmente contra os perigos espirituais.  Embora o homem moderno procure desmistificar sua existência ou a sua permanência ao lado do homem como fiel companheiro, há provas evidentes e indiscutíveis nas Sagradas Escrituras sobre o seu ofício divino.
                                                Devemos ao Santo Anjo um afeto todo especial e temos por obrigação amá-lo, honrá-lo e invocá-lo, pois é um grande amigo que temos e que vê incessantemente a face de Deus que está no Céu. Do berço até o túmulo,  o Anjo da guarda vela por nós, nos defende e desvia das ciladas do demônio.  "Como um leão, ruge ao nosso lado", o demônio procura de todas as formas afastar o homem do caminho da virtude. É o que nos afirma São Pedro em sua primeira carta, capítulo 5, versículos 8 e 9: 
"Sede sóbrios e vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda ao redor de vós, como leão que ruge, buscando a quem possa devorar.  9. Resisti-lhe fortes na fé, cientes que vossos irmãos, espalhados pelo mundo, sofrem a mesma tribulação."

                                                Com nossas próprias forças somente, jamais conseguiremos fazer frente ao demônio, que possui grande poder para perder, enganar e destruir as almas eternamente. Nas horas de perigo, o Santo Anjo nos incita à virtude, convida-nos à resistência e apresenta a Deus as nossas orações e nossas boas obras, apoiando-nos com sua intercessão. É preciso, portanto, que façamos a nossa parte, invocando-o incessantemente, consultando-o diariamente em todas as nossas ações.  

                                                Durante cada minuto de nossa existência, trava-se uma batalha tremenda entre o Anjo da Guarda e o demônio, cada qual usando de todos os meios possíveis, um para nos salvar, outro para nos perder. Uma batalha invisível aos nossos olhos, porém, real e verdadeiramente terrível.  Foi pelo poder do Anjo mau que o pecado entrou no mundo. Foi o demônio quem persuadiu Adão e Eva a pecarem; toda a balbúrdia subseqüente àquela "sutil" desobediência à Deus, repercutiu de forma avassaladora no mundo. Assim, não é difícil decifrar a origem de toda maldade, corrupção,  impurezas, guerras e todo o gênero de malignidade humana:  São provenientes das nossas próprias opções,  da nossa livre escolha em homologar as más inclinações que se nos fizeram presentes.  Por maior que seja a tentação, a decisão final será exclusivamente nossa pelo exercício do livre arbítrio, que nos torna seres perfeitos para optar entre o bem o mal.  Quem não acredita no Santo Anjo, certamente também não acredita no demônio. Sendo assim,  torna-se o diabo uma presença insuspeita, onde suas emboscadas são duplamente perigosas. 

                                                As tentações do demônio vencem-se com vigilância, jejum, mortificação, oração e confiança à Santíssima Virgem e ao Anjo da Guarda. Nossa Senhora, preservada da mancha original, comanda toda a legião de Anjos do Céu e da Terra. Cumpre seu ofício divino na  batalha para esmagar a cabeça de Satanás. Invocada pela Igreja universal como "Rainha dos Anjos", ouve as preces dirigidas ao nosso Anjo da Guarda e as apresenta a Deus. 

                                                Especialmente na hora do medo, da dúvida, da ira ou da tentação, lembremo-nos da oração que o filhinho aprende, já nos primeiros exercícios da fala: O Santo Anjo. Seja esta oração infantil nossa companheira inseparável nos momentos de tribulação. Desde o desabrochar da vida até o desenlace, poderosa espada no combate contra o mal: São Rafael, é o Arcanjo protetor do Brasil e que aos pés de Nossa Senhora Aparecida, assiste como primeiro Ministro. Nós, católicos leigos, não conseguimos alcançar, a razão pela qual não se divulga tão louvável ministério.          
                                                Se existe, não sabemos. Mas não se percebe, pelo menos em destaque, uma imagem do Arcanjo na Basílica, em Aparecida. Por que será? Deve ser por falta de lembrança.
                                                O livro de Tobias, conta que o protagonista é da tribo e cidade de Neftali, na Galiléia. Um personagem bíblico, a quem apareceu, em figura humana, o Arcanjo Rafael. A história é belíssima; para os que crêem. Para os descrentes, "intelectuais", alguns "teólogos" e "espíritos fortes"  é estória. O livro de Tobias, é questão de fé. E fé: "é um dom que vem de cima e não um impulso que vem debaixo", conforme explica Fulton J. Sheen.
                                                Então, fé, não é questão de beatice, nem próprio de "espírito fraco", nem de pessoa simplória. É um dom: "dom que vem de cima". Há "teólogo" que de público, não se apercebendo, assume a carapuça de Caifás: "Essa plebe, que não conhece a lei, é maldita". Para essa classe de "teólogo", o povo é plebe, não entende coisa alguma: "Assume como verdade tudo aquilo, que de púlpito, eu disser", assim pensa e age. No entanto, o povo escuta, não retruca, mas não lhe presta ouvidos. O povo católico não se revolta, penaliza-se e reza. 
                                                No livro de Tobias, Deus ouve sua oração e de Sara, enviando o Arcanjo. Ocasião em que Tobias, determina a seu filho, que tem o mesmo nome, que vá cobrar de um tal Gabelo, que mora em Ragés, cidade dos medos, a quantia de dez talentos de prata que, na juventude, lhe havia emprestado contra recibo. A história se desenrola, numa maravilhosa profusão de detalhes.
                                                E da profusão de detalhes, conclui-se que: "É coisa louvável manifestar e publicar as obras de Deus e dar esmola vale mais que juntar tesouros de ouro". A esmola, porque tem promessa, vale, infinitamente, mais que a filantropia. A esmola, cumprido o mandado de Jesus: não saiba a tua esquerda o que faz a tua direita, apaga a multidão de pecados   
                                                "Escrevei tudo o que convosco sucedeu", determina São Rafael a Tobias pai e filho. Isto, para que as gerações futuras tomassem conhecimento do fato. Porém, a maioria das traduções bíblicas adulterou ou simplesmente surrupiou, esta determinação do Arcanjo. Exatamente porque, uma "teologia" surgiu, não para esclarecer e sim confundir. Ignorando, taxativamente, Jesus: "Surgirão, com efeito, falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres e prodígios para enganarem, se possível fora, até os mesmos escolhidos". Então, que os cristãos não se preocupem com texto grego, contraposto ao latino, disciplina de teólogo, pois Jesus afirma que: os escolhidos não serão enganados!
                                                Ainda sobre o Arcanjo São Rafael, neste dia que o festejamos, quanto se poderia dizer! Contudo, o maior obséquio que prestamos ao leitor, é solicitar que leia o livro de Tobias e conclua conosco que ali, pelo hagiógrafo, se encontra: O dedo de Deus.

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